terça-feira, janeiro 05, 2010

Chega de revisionismo


Das duas uma: ou o presidente Lula não lê o que assina - ou nenhum assessor lê e o informa - ou então foi enganado deliberadamente por assessores graduados, o que é crime.

A crise do decreto da revisão das regras da anistia 30 anos depois é de uma estupidez colossal, totalmente desnecessária e de m oportunismo atroz.

É mais do que sabido que a qalidade do ministério de Lula é muito ruim, desde o primeiro mandato. Idem nos escalões inferiores.

É o caso de Tarso Genro, ministro da Justiça e maior causador de encrencas e constrangimentos do govero. É o caso de Paulo Vannuchi, secretário dos Direitos Humanos. É o caso de Marco Aurélio Garcia, assessor especial para nada, e de todo o Itamaraty.

Se quisermos listar os que saíram, a ruindade fica patente: Marina Silva, Benedita da Silva, Antonio Palocci…

Nelson Jobim, politiqueiro e ministro da Defesa, jamais poderia ser ministro em um governo petista. Entretanto, só fez uma coisa certa na sua atual gestão: entregar o cargo por causa da crise da lei da anistia.

Usar letras miúdas para enganar o presidente e a nação para rever anistia e penas para apenas um lado é muito mais do que oportunismo, é má-fé e mau-caratismo.

Da mesma forma que fazer qualquer comparação com os casos de Chile e África do Sul é desonestidade intelectual.

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