sexta-feira, outubro 20, 2006

Pete Townshend, do The Who, não suporta roqueiros velhos



LOS ANGELES (Reuters) - Você não tem certeza se vai assistir ao The Who em sua turnê mais recente? Se quiser um conselho do líder da banda de rock britânica, Pete Townshend, não se dê a esse trabalho.

Em entrevista à revista Rolling Stone, o compositor célebre por sua loquacidade disse que não gosta de assistir "roqueiros velhos em clima autocongratulatório".

O Who acaba de encerrar a primeira parte de sua turnê norte-americana, que vai retomar em Los Angeles em 4 de novembro. No dia 31 deste mês, a banda vai lançar seu primeiro álbum gravado em estúdio em 24 anos, "Endless Wire".

"Não quero sair para assistir a Bob Dylan. Não quero sair para ver um show dos Stones. Eu não pagaria para assistir ao The Who, nem mesmo com as canções novas", disse na entrevista Townshend, que tem 61 anos.

Falando de autocongratulação, o discriminador confesso contra os mais velhos declarou que está no auge de sua forma artística. Ele contou que, quando o The Who fez um show recente na Espanha, sentiu-se "como um gigante libertador triunfal vindo para resgatar um milhão de crianças cativas". "Talvez eu nunca fique melhor do que estou hoje", disse ele. "Mas posso tentar.

terça-feira, outubro 17, 2006

17 de outubro de 2006 - 14:22


Gravadoras processarão usuários que pirateiam músicas pela Web


Entidade processará usuários em 17 países, incluindo no Brasil; foco são internautas que compartilham músicas pelas redes de trocas de arquivos do tipo P2P


João Caminoto, da Agência Estado


LONDRES - A IFPI, entidade que reúne a indústria fonográfica mundial, anunciou nesta terça o lançamento de 8 mil ações judiciais em 17 países - e pela primeira vez no Brasil - contra pessoas que baixaram música ilegalmente pela internet.

Segundo a entidade, mais de 1 bilhão de músicas foram ilegalmente baixadas no Brasil no ano passado através de redes de compartilhamento de arquivos, ou "file-sharing´.

O faturamento das gravadoras no Brasil, que é o maior mercado da América Latina, declinou de US$ 724,7 milhões em 2000 para US$ 394,2 milhões no ano passado. "Boa parte dessa queda foi causada pelo crescimento fenomenal do compartilhamento de arquivo no país", disse a entidade.

As ações judiciais no Brasil estão sendo promovidas pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), que fornecerá mais detalhes sobre os casos numa coletiva de imprensa que acontecerá também nesta terça no Rio de Janeiro.

No total, a IFPI já promoveu mais de 13 mil ações legais fora dos Estados Unidos. Cerca de 2 300 pessoas já foram condenadas ."Elas todas pensavam que não seriam apanhadas, mas professores, carteiros, gerentes de tecnologia de informação, cientistas e profissionais de várias outras áreas acabaram tendo prejuízo", disse John Kennedy, presidente da IFPI.

Em média, cada uma foi obrigada a arcar com custos legais de 2420 euros. "Muitos que estão sendo obrigados a responder na Justiça são pais cujas crianças têm compartilhado arquivos ilegalmente", disse Kennedy. "Eles estão descobrindo que em muitos países eles são responsáveis por qualquer atividade promovidas por terceiros em suas conexões na internet."

As ações, compostas de casos criminais e civis, estão concentradas naquelas pessoas que colocaram centenas ou milhares de músicas protegidas por copyright dentro das redes de compartilhamento (`uploaders´), oferecendo-as para milhões de indivíduos ao redor do mundo sem permissão.

A indústria fonográfica está mirando principalmente `uploaders´ que utilizam os grandes serviços P2P não autorizados, incluindo o BitTorrent, eDonkey, DirectConnect, Gnutella, Limewire, SoulSeek e WinMX.

"Hoje em dia os consumidores podem obter músicas ilegalmente através de maneiras que eram inimagináveis há apenas alguns anos", disse Kennedy. Ele observou que existem hoje mais de três milhões de faixas sonoras em 400 websites em todo o mundo, além de diversas plataformas móveis. "Mesmo assim, muita gente insiste em consumir de uma maneira ilegal." Além do Brasil, a IFPI também está promovendo as primeiras ações legais deste tipo no México e Polônia.

Questão delicada, solução fácil inexistente



A novela "Páginas da Vida", da TV Globo, expõe o drama de uma mãe que tenta colocar sua filha de 5 anos, portadora de Síndrome de Down, em uma escola particular "normal", e reclama do que considera discriminação no tratamento da criança, justamehte por causa da doença. As escolas, para indignação da mãe, alegam que não estão preparadas para receber esse tipo de criança, e as que recebem dizem que não podem oferecer um tratamento além daquele que é oferececido.

Na vida real a coisa é igualzinha, de acordo com essa notícia, que saiu na Folha Online. A Justiça deu ganho de causa, em primeira instância, a uma escola que estava sendo processada por uma família devido à recusa em aceitar uma criança portadora de Síndrome de Down. O juiz disse que é dever do Estado oferecer tratamento para essas crianças, e que a rede particular não pode ser obrigada a aceitar as crianças doentes.

Por mais dura que seja essa medida, e por mais que a novela force a barra contra as escolas, reforçando que há discriminação, a decisão judicial está correta. Nenhuma escola é obrigada a aceitar crianças com Down. Aliás, nenhuma escola particular é obrigada a aceitar quem quer que seja. Se eu sou dono de escola, estuda nela quem que quiser, se eu quiser.

A rede particular não é obrigada a estar preparada para receber essas crianças especiais. Aliás, existem escolas especializadas nisso. É um absurdo pais de crianças com Down forçarem a barra e exigirem que suas crianças sejam aceitas em escolas privadas e que estas aceitem as crianaçs normalmente. Essa postura só prejudica todos: criança, pais, escola. Rotular o direito de recusa como "discriminação" é absurdo.

Muitos já vão se armar dizendo que a decisão abre caminho para que as escolas possa recusar quem quiser, de cor da pele á cor do cabelo, passado pela nacionalidade ou naturalidade. Outra imbecilidade. É distorcer a realidade. Discriminação por cor de pele é racismo, e racismo é crime. Uma escola particular recusar a matrícula de uma criança com Down não é crime, é um direito.

segunda-feira, outubro 16, 2006

Nazareth: vocalista comemora sessenta anos


do site Whiplash

O vocalista do NAZARETH, Dan McCafferty, completa 60 anos de idade. Dan comemorará seu aniversário fazendo o que mais gosta: estará no palco, na cidade de Vancouver, em mais um show dos escoceses no Canadá. Esta cidade, aliás, traz ótimas recordações para o grupo, pois foi lá que o Nazareth gravou o famoso álbum ao vivo "Snaz", em 1981.

Dan McCafferty está no Nazareth desde 1965, quando a banda ainda se chamava "The Shadettes" e participou de todos os álbuns do Nazareth, além de gravar os álbuns solo "Dan McCafferty", em 1975, e "Into The Ring", em 1986. Para alegria dos fãs, o escocês sessentão continua na ativa, mantendo seu potencial vocal e sendo sempre lembrado como um dos melhores vocalistas da história do rock.

Quando a falta de respeito destrói reputações



O Live and Louder se tornou o maior festival de rock da América Latina, substituindo os finados Philips Monsters of Rock e Hollywood rock. Traz os mais importantes artistas do gênero do mundo, principalmente os de heavy metal, e coloca o conintente no mapa da música mundial.

Isso não impede que seus promotores, a Top Link do empresário e insano Paulo Baron, tome calotes e sofra com o descaso de artistas sem nenhum escrúpulo. No ano passado, o festival teve o cancelamento em cima da hora do Testament. Neste ano, Zakk Wylde resolveu não vir para pode ficar "perto" de seu "papai" Ozzy Osbourne. Não deu nenhuma satisfação.

Mas pior fez o Saxon, uma das maiores bandas de heavy metal de todos os tempos. Leia mais aqui, em entrevista de Baron ao site Whiplash.

Adoro o Saxon, tenho todos os CDs, mas o que a banda inglesa fez, ao dar o cano mesmo recebendo as passagens e de ter recebido o cachê adiantado - e até agora não devolvido - não se faz. Não devo mais assistir a nenhuma apresentação desses caras.