Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
E falando em BLIND GUARDIAN, este é o novo single recém-lançado na Europa, intitulado ""The Bard's Song (In The Forest)", trazendo uma nova versão de estúdio e outras ao vivo da faixa-título, além de uma faixa multimídia da mesma, registrada ao vivo na Alemanha em maio do ano passado.
Um bando de vagabundos que se intitulam "cineastas" estão rugindo porque estão prestes a perder a sinecura, a boquinha, dos financiamentos oficiais para as porcarias que produzem, em especial o nojento Cacá Diegues, um dos piores seres de sua raça. Esse troglodita acusou o governo federal de "dirigismo" cultural por querer vincular a liberação de dinheiro ao compromisso de envolvimento, de alguma forma, com projetos sociais do governo, em especial o Fome Zero.
Quem são esses vagabundos para esbravejarem contra isso? O governo é quem detém o pdoer de liberar o dinheiro e tem o direito de estabelecer condições para isso. Esse tipo de política cultural é questionável? Não sei, mas é uma política cultural, ao contrário da confusão tucanada de Francisco Weffort.
É louvável a preocupação do governo, mas a medida merece discussão e debate, mas não o protesto virulento de um bando de vagabundos que ficam pendurados nas barras das calças do governo. Por que esses idiotas não vão buscar dinheiro na iniciativa privada? Simples: estes cansaram de financiar porcarias feitas por cineastas brasileiros.
Mesmo assim, o governo federal afinou e o secretário de Comunicação, LUiz Gushiken, já recuou para não "confrontar" os interesses dos artistas. Lamentável.
Após quatro meses de investigações, a polícia britânica concluiu que Pete Townshend, líder do The Who, não baixou pornografia infantil da internet, mas visitou sites do gênero. Por conta disso, o guitarrista recebeu uma advertência formal e agora está livre das investigações. A polícia também decidiu tirar as digitais, fotografia e DNA de Townshend, que ficarão por cinco anos num banco de dados voltado às investigações de casos de abuso sexual.
Townshend foi preso em janeiro, sob suspeita de pedofilia infantil. À época de sua prisão, ele admitiu ter comprado com seu cartão de crédito o acesso a sites do gênero. Explicou então que estava fazendo uma pesquisa para sua autobiografia, pois ele próprio teria sido vítima de abuso infantil - assim como o personagem principal de sua ópera-rock Tommy. Para a polícia, porém, pesquisa não é desculpa para visitar site de pornografia infantil. (Agências Internacionais)
Os principais clubes da Europa querem ser recompensados financeiramente quando tiverem que ceder seus jogadores para as seleções nacionais. A intenção foi anunciada nesta terça durante reunião do G-14, que, apesar do nome, conta com 18 equipes filiadas. As equipes se referem principalmente às Copas do Mundo. "É necessário estabelecer uma distribuição dos benefícios gerados pelo Mundial", disse Peter Kenyon, representante del Manchester United.
"São os clubes que pagaram os salários dos jogadores durante os 12 meses do ano. É por isso que exigimos um mínimo de solidariedade por parte da Fifa e das federações", afirmou Michael Van Praag, presidente do Ajax. Recentemente, depois de ouvir reclamações dos times europeus, a Fifa estabeleceu datas oficiais para amistosos internacionais. Nesses casos as agremiações são obrigadas a ceder os atletas.
"Atualmente os clubes assumem todos os riscos quando liberam um jogador. Não se pode seguir aceitando isso", disse o diretor geral do G-14. Os integrantes do G-14 são os seguintes: Real Madrid, Milan, Ajax, Liverpool, Juventus, Bayern de Munique, Inter de Milão, Barcelona, Manchester United, Borussia Dortmund, PSV, Porto, Olympique de Marseille, Paris Saint-Germain, Arsenal, Bayer Leverkusen, Olympique Lyon e Valencia.
O goleiro Marcos, do Palmeiras, selou o seu destino na seleção brasileira. Ele nunca contou com a simpatia de parreira e Zagallo, que não deveriam estar onde estão. De qualquer forma, Marcos pisou feio na bola e deve ser alijado após o título mundial de 2002. E, de quebra, pode até sair do Palmeiras. Aliás, deveria, depois da palhaçada contra o Vitória, na derrota por 7 a 2.
As ameaças de expulsão contra os radicais do PT por parte da cúpula do partido e do governo revelam um erro feio de LUla: demorou demais para tomar essa decisão. A expulsão já deveria ter acontecido e em fevereiro. A hesitação para tomar a medida permitiu que esses lixos esquerdisatas ganhassem mais e mais espaço na mídia como um todo, compromteida com interesses econômicos da direita. Fora com a esquerdalha, que emporcalha o governo LUla.
A revista Veja traz uma frase impagável de Dori Caymmi, mais um integrante do interminável e insportável clã baiano de músicos. Dori, que é violonista e tem tem sólida carreira no exterior, disse que recentemente que é "xiita, já que coloca a música de Roberto Carlos e a de Sandy e Júnior no mesmo paramar, a submúsica." Ele está coberto de razão, os artistas citados são medíocres e rpresentam o que de pior a música mundial produziu. Entretanto, o curioso do fato é que a música produzida por Dori é um lixo, tão submúsica quanto a do "rei".
Os políticos do PSDB adoram acusar o governo federal do PT por ter cometido "estelionato eleitoral", ou seja, prometeu uma coisa na campanha e está fazendo outra. Muito bem, e o que dizer da governadora do Rio de Janeiro, Rosinha Matheus? Ela é a personificação do estelionato eleitoral. A coisa apertou em quatro meses de governo, chamou o marido, o ex-governador Anthony Garotinho, para ser seu secretário de Segurança e, na prática o governador, atuando como um primeiro-ministro. Ela é um engodo político e enganou todos os eleitores de seu estado.
Estou cansado de ler na imprensa brasileira que o Brasil ganha pouco com o turismo devido a problema de infra-estrutura e de violência que afetam o país. Isso é uma cortina de fumaça para escamotear o verdadeiro motivo do subaproveitamento do setor: a falta de investimento sério e a falta de profissionais sérios dispostos a trabalhar duro. Dizer que o Brasil não tem infra-estrutura é uma mentira. A questão é: ela é boa ou não?
Outros países sofrem com os mesmos problemas, como África do Sul, Índia, México, Turquia, para ficar apenas nos países em desenvolvimento, como o Brasil. Nenhum deles é comparável ao Brasil em termos de belezas naturais e potencial turístico. Em relação à violência, é claro que atrapalha e afasta o turista, mas assaltos também ocorrem em Los Angeles, Nova York ou Paris, e mais recentemente em Buenos Aires. Mau atendimento existe em todos os lugares do mundo, assim como falta de profissionalismo. A discussão no Brasil é outra e é urgente.
Muito oportuna a entrevista das páginas amarelas de Veja desta semana, com o escritor norte-americano Scott Turow, um ficcionista especializado em romances de tribunal e com temas jurídicos como pano de fundo. Advogado radicalmente contra a pena de morte, ele participou de um geupo de estudos no estado de Illinois que conseguiu provar a inutilidade da medida. Ela é ineficaz, não reduz os crimes, é onerosa e proporciona ao Estado um poder absurdo sobre o cidadão, sem falar na irreversibilidade da medida em si. Seus romances não são lá essas coisas, mas ele acrescentou brilho ao debate.
Por falar em coisas execráveis, está caindo o preço do CD dos execráveis Tribalistas, um dos piores lixos já gravados na história da música mundial. O CD é tão ruim que não serve nem para espantar moscas de padaria. Depois de vendas boas nos quatro primeiros meses de lançamento, o produto está encalhado nas lojas, pois todo mundo percebeu o engodo. Se Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, sozinhos, já fazem com que seus trabalhos envergonhem a humanidade, imagine esses seres juntos. Não dá.
Uma das coisas mais nojentas da história da música, que atende pelo nome de João Gilberto, inaugurou uma nova casa de shows em São Paulo. É o artista mais preguiçoso do mundo, grava e toca as mesmas dez músicas há 40 anos, sem contar que é um dos seres humanos mais chatos do mundo. Ele envergonha a espécie humana.
O Aerosmith já está transitando entre estúdios para a gravação de seu próximo álbum. Dois terços dele será de clássicos do blues, entre eles "Broke Down Engine", de Blind Willie McTell, "Temperature", de Little Walter, "I'm Ready", gravada tanto por Willie Dixon e Muddy Waters. Em entrevista ao semanário americano Billboard, o guitarrista Joe Perry revelou que estão na pré-produção das faixas em um estúdio em Boston, Estados Unidos. A próxima etapa, final, será realizada no estúdio de Tyler. Um terço das músicas serão inéditas.
Segundo o músico, não será um disco para contentar puristas do gênero. Também não será um álbum para introduzir uma nova geração ao blues. Trata-se apenas de músicas que a banda sempre gostou de ouvir e que vai receber um tratamento modernizado, do jeito que o Aerosmith normalmente faria com qualquer música.
A lista de músicas por enquanto tem 10 canções no papel e serão posteriormente gravadas "ao vivo" em estúdio, para manter o clima que Perry diz ser a raiz de tudo. Gravar "ao vivo" significa dizer que não vão gravar os instrumentos separados, mixá-los de uma maneira mais lapidada.
Jack Douglas, que trabalhou com a banda em hits como "Get Your Wings", "Toys in the Attic" e "Rocks", vai co-produzir o disco, em uma clara vontade do Aerosmith de voltar ao passado.
Se sobrar alguma música para o guitarrista cantar, certamente será "Stop Messin' Round," do Fleetwood Mac. Provavelmente em setembro o disco estará nas lojas, período em que iniciarão uma turnê em conjunto com o Kiss, que Perry já acha, de antemão, divertida. "Vi eles nessa turnê de volta aos palcos e não fiquei sentado um minuto no meio da platéia", assegura.
O jabá é uma das coisas mais nojentas que existem na face da Terra. É a prova concreta da promiscuidade nociva da indústria da música e do entretenimento. Todos os jabazeiros, sejam, gravadoras, emissoras de rádio e artistas em geral, têm de ser presos e processados exemplarmente, mesmo que isso signifique o fim do mercado musical como o conhecemos. Só assim é que pdoeremos estabelecer a decência nesse ramo putrefato e malcheiroso.
Trecho abaixo extraído da coluna de Lúcui Ribeiro, na Folha Online:
"Em uma iniciativa decente de um deputado federal e o apoio do ministro da Cultura, Gilberto Gil, o Congresso nacional colocará em discussão ainda neste semestre a criminalização do esquemão rádios-gravadora mais conhecido como jabá, informa o caderno Ilustrada, da Folha.Todo mundo sabe, mas ninguém nunca mexeu com isso, no Brasil as "músicas mais tocadas" nunca foram "as músicas mais pedidas". E as "mais pedidas" nunca são as que ouvintes realmente pedem. Vai virar crime o ato de tocar músicas em rádios mediante pagamento, o que só facilita a vida de meia dúzia envolvida, mas ajuda a impedir a criação no país de uma indústria musical de verdade. Mas, não é difícil adivinhar, dois grupos se mostram contra o projeto de criminalização do jabá: os empresários de rádio e os de gravadora."
A CBF está marcando para as 20h30 todos os jogos do Palmeiras aos sábados na série B do Brasileiro. Está claro que é para atender a interesses da TV, apesar de as emisspras SporTV e Record ainda nem terem assinado o contrato. Está claro que o torcedor de arquibancada não existe mais para esses nojentos e safados.
O regime cubano de Fidel Castro mostra cada vez mais que perdeu a sua razão de existir, se é que algum dia já a teve. A condenação sumária e sem direito a defesa de 75 opositores do regime, a penas que variam de 12 a 20 anos, é uma das coisas mais nojentas e lamentáveis da humanidade. É o fim dos tempos, uma medida que mostra a que ponto de barbárie pode chegar um governo que se diz popular. Fidel Castro fornece cada vez mais argumentos para aqueles que defendem o bloqueio econômico americano contra Cuba.
1) Come Back Alive; 2) Godless; 3) Apes of God; 4) More of The Same; 5) Urge; 6) Corrupted; 7) As It Is; 8) Mind War; 9) Leech; 10) The Rift; 11) Bottomed Out; 12) Activist; 13) Outro; 14) Bullet The Blue Sky*; 15) Bullet The Blue Sky como Video Track* (* Bonus Tracks do EP "Revolusongs")
CD DIGIPACK:
CD 1 - 1) Come Back Alive; 2) Godless; 3) Apes of God; 4) More of The Same; 5) Urge; 6) Corrupted; 7) As It Is; 8) Mind War; 9) Leech; 10) The Rift; 11) Bottomed Out; 12) Activist; 13) Outro
CD 2 - EP "Revolusongs" - 1) Messiah (Hellhammer); 2) Angel (Massive Attack); 3) Black Steel In The Hour Of Chaos (Public Enemy); 4) Mongoloid (Devo); 5) Mountain Song (Jane's Addiction); 6) Bullet The Blue Sky (U2); 7) Piranha (Exodus)
CD 1 - "Hoochie Koochie Lady" (c/ELF); "I'm Coming Back For You" (c/ELF); "Carolina County Ball" (c/ELF); "Man On The Silver Mountain" (c/RITCHIE BLACKMORE'S RAINBOW); "Starstruck" (c/RAINBOW); "Long Live Rock 'N' Roll" (c/RAINBOW); "Neon Knights" (c/BLACK SABBATH), "Children Of The Sea" (c/BLACK SABBATH); "Heaven And Hell" (c/BLACK SABBATH); "Turn Up The Night" (c/BLACK SABBATH); "The Sign Of The Southern Cross" (c/BLACK SABBATH); "The Mob Rules" (c/BLACK SABBATH); "Computer God" (c/BLACK SABBATH); "Voodoo" (ao vivo em 1982 c/BLACK SABBATH); "Sacred Heart" ao vivo em 1985)
CD 2 - "Stand Up And Shout"; "Holy Diver";"Don't Talk To Strangers"; "Straight Through The Heart"; "Rainbow In The Dark"; "We Rock"; "The Last In Line"; "Egypt (The Chains Are On)"; "King Of Rock And Roll"; "Hungry For Heaven"; "Dream Evil"; "All The Fools Sailed Away"; "Lock Up The Wolves"; "Strange Highways".
Tristes eras do tempo do famigerado e nojento "Aqui e Agora", do SBT, que fez escola com as baixarias do mundo cão, inspirado por programas semelhantes norte-americanos. O show de horrores protagonizado pelo execrável Milton Neves foi de doer, mas ao mesmo tempo é perfeitamente compreensível os altos ídncies de audiência.
O telespectador/população brasileiro(a) é de baixíssimo nível, quase analfabeto funcional. Não se trata apenas de falta de educação, é uma questão de bom senso, que ultrapassa a questão da educação formal. Não é preciso ser letrado para saber o distinguir o bom do ruim, o bem do mal.
A população gosta de porcaria, gosta de lixo, e gosta por convicção. E não adianta oferecer coisa melhor para esse tipo de população, não adianta elevar o nível da programação, porque o grosso da população gosta mesmo é de baixaria. é uma questão de opção. É gentalha que gosta de Big Brother, Zorra Total, Cidade Alerta, de novelas mexicanas, da programação inteira lixo do SBT.
Faz parte da índole da população brasileira, um povo sem ética, que gosta de levar vantagem, que mesmo tendo informação e acesso, mesmo que precário, á educação, prefere jogar lixo na rua. O brasileiro é o tipo de gente que depreda os trens e os ônibus e acha isso normal, é o tipo de gente que acha engraçado um moleque pichar um muro ou canivetar o vidro de um trem, acha engraçado um suicídio mostrado ao vivo na TV, acha normal subornar funcionários públicos e policiais. Acha normal defender as viradas de mesa nos campeonatos esportivos.
Se o povo quer lixo, tem opções de sobra atualmente na televisão.
Reproduzo mensagem que recebi, com texto da jornalista Neusa Pereira, conhecida no meio televisivo, a respeito da repugnante exibição do suicídio do PM ocorrido ontem, 10 de abril, em frente ao Palácio dos Bandeirantes, que foi fartamente explorado pelo programa Cidade Alerta, da TV Record, um monumento à baixaria, ao sensacionalismo e ao mau jornalismo:
"Nós, jornalistas,fotógrafos, artistas, pessoas enfim que, de alguma forma, lidam com a comunicação de massa neste país, não podemos deixar passar impune "o verdadeiro show de baixo jornalismo" exibido pela TV RECORD, nesta quarta-feira, 10 de abril.
Apoiada na imagem de um ser humano verdadeiramente desequilibrado - um policial fardado com uma arma amarrada na mão - a emissora mostrou até a exaustão toda a trajetória dramática que o levaria a morte. No estúdio, em off, o apresentador quase que aos berros instigava o telespectador a permanecer ligado para as cenas que veria logo adiante - aquele ser humano se matando diante das câmeras. Em "slow motion" explorou todos os ângulos de expressão do suicida.
Fez do jornalismo um palco de horrores. Quando comecei na tv globo (tempos de Mercadante, Woile, Eurico) havia um rígido código de ética que impedia que se explorasse 'coisas desse tipo'.
Sem censura mas, com diretrizes bastante claras, aprendi desde cedo que suicídio não é 'notícia'. Não é notícia para quem leva o jornalismo a sério. Não é assunto para bons profissionais. Suicídio é pauta pobre. É pauta prá quem não quer ter trabalho com a notícia. Não exige nada, exige apenas que a câmera, usada como arma dessa imprensa marrom, se direcione para a infeliz vítima. Éé jornalismo covarde!
É jornalismo que nós não podemos aceitar! É preciso desmascarar essas pessoas que nem chamo de colegas porque não o são. E aqui é preciso dar nome aos bois. Llamento muito que Luís Gonzaga Mineiro, companheiro das lutas estudantis, parceiro de discussões que ajudaram a mudar este país, contemporâneo de boa safra de jornalistas - julio, valfrido, helena, carmem e outros - tenha descambado pela rota dos miseráveis do jornalismo sem pauta. Que tenha estabelecido como princípio, a ótica da exploração da ignorância humana, que tenha optado por esse jornalismo maneta que insufla o desatino.
Que tenha optado por um jornalismo 'de beiradas'. Jornalismo 'café com leite', de 'fritar bolinhos' , um tipo de jornalismo que desrespeita, dá tapa na cara, cospe sobre todos os princípios éticos e morais construídos ao longo do tempo por gente séria, honesta, batalhadora, que é desrespeitoso...
É coisa de direita que ainda alimenta a ignorância e alienação no país. O que a TV RECORD mostrou ofende princípios.
Ofende pessoas. Amassa e joga no lixo a 'ética editorial'. Mas como falar de ética prá ouvidos mercantilistas? Como discutir seriedade, quando a direção de jornalismo dessa emissora há muito vendeu os princípios que um dia amealhou aí pelos caminhos da vida?
Quem pode pensar em consistência de trabalho quando é a reverência que manda? Quando quem manda mesmo é um 'sim senhor' na ponta da língua?
Continuo com meus princípios e não abro mão deles e é por isso que não posso deixar de desabafar. A cena do infeliz policial que a TV RECORD exibiu hoje foi vista por muita gente. Pelo menos era disso que o apresentador se vangloriava e agradecia.
em muitas casas, ali na tv, o insólito...
.Ali, em frente a tv, a família, os amigos...os filhos desse homem viam na tela transformado em "circo" o drama de um ente querido.Viram de um jeito que o sr luiz gonzaga mineiro , chefe do departamento de jornalismo da tv record, jamais verá...
se acostumou a cegueira profissional.
Hoje é apenas um homem atrás de uma mesa correndo atrás de números - de salário e ibope, os do ibope, com a saída do datena, felizmente já começam faltar. Está instalado o 'salve-se quem puder'.
Pensam que é fácil fazer bom jornalismo? Jornalismo de categoria exige pauta, pesquisa, produção. Requer investimento em pessoas, equipamentos...
Exige responsabilidade, tempo e maturidade para saber se posicionar. Exige critério e cultura. Exige coração e alma.
Exige sentimento fundamentalmente. E isso o jornalismo da tv record não tem. Ela faz jornalismo inconsequente, fraco, sem conteúdo, sem referências, sem credibilidade. É jornalismo pautado apenas na desgraça humana. Jornalismo 'casca de ovo',
irresponsável....
Que o nosso o sindicato atue contra isso, afinal, prá fazer jornalismo assim ninguém precisa ir a faculdade, nem ter diploma.
Como arma, basta uma pequena câmera; como cena, um infeliz suicida. E está feito o jornalismo dessa gente."
Agora que a guerra acabou, fica patente uma das maiores evidências que o bando de imbecis que se intitulam pacifistas, ambientalistas, ecologistas e otários parecidos se recusam a aceitar. Não adianta protestar nas ruas, boicotar empresas americanas, pichar muros e ficar irritantemente falando de paz nas TV e emissoras de rádio. Nunca uma manifestação pacifista conseguiu alguma coisa de útil.
Passeatas das mães da Plaza de Mayo, de espanhóis contra o terrorismo do ETA, de paulistanos cariocas e colombianos contra a violência, de negors americanos contra o racismo, de pacifistas contra a as guerras do Vietnã e do Golfo, de pacifistas contra as armas nucleares, de sem-terra contra os latifundiários, todas essas ações não passam de tentativas patéticas, ridículas e inúteis.
Elas nunca produziram resultado algum. As guerras continuam ocorrendo, e cada vez mais ferozes; a violência urbana aumenta a cada dia; o ambiente continua sendo degradado; os atentados terroristas conitnuam sendo praticados; o racismo persiste. Assim sendo, concluo que passeatas e manifestações são realizadas por gente que não tem o que fazer, gente mais interessada em tumultuar do que contribuir realmente para a causa em si. É gente burra, que não sabe o que faz.
A única forma de influir nos desígnios do mundo é votando e elegendo gente séria, é pressionando no congresso e nso parlamentos. Se os ecologistas querem acabar com a degradaão ambiental, precisam eleger parlamentares ou convencer políticos de outros matizes de aus convicções. Só assim é possível alterar, mudar o mundo.
É muito mais eficaz do que parar um barco na frente de barcos baleeiros noruegueses e japoneses, arriscando-se a ser morto a tiros. Quinze dias de lobby no parlamento é muito mais útil do que uma megamanifestação em qualquer lugar ou pífias e idiotas campanhas pacifistas na TV.
A cada dia fica patente a máxima de que torcedor não entende nada ou muito pouco de futebol. As vaias contra o bom técnico Oswaldo de OLiveira, do São Paulo, mesmo com o time ganhando de 5 a 1 contra o Gama pela Copa do Brasil, é a maior prova disso. Ou o torcedor nada sabe de futebol, ou está a serviço de interesses escusos, como frequentemente acontece.
O Rio de Janeiro é uma cidade sitiada, governada por gente indecente e incompetente, para não dizer corrupta. Rosinha Matheus precisa ser deposta do governo estadual, e a União precisa intervir e decretar lei marcial para combater a criminalidade. Os cidadãos são reféns da criminalidade. Não há mais o que conversar, nem medidas inovadoras a serem implantadas. Infelizmente, só o uso da força bruta e total poderá diminuir a insegurança na cidade. Os bandidos perderam o respeito pela ordem pública, pelo governo e por todas as instituições. Não merecem outro destino que não seja a morte ou a prisão incodicional, mesmo com as graves implicações que isso poderá causar no estado democrático.
Não há explicação que possa convencer o mundo a respeito dos motivos das mortes dos três jornalistas no hotel Palestina, no centro de Bagdá, onde a imprensa internacional se instalou para cobrir a guerra. É bem verdade que os jornalistas sabiam o perigo que corriam, já que estavam ao lado do Ministério da Informação do Iraque. O hotel Palestina era um alvo potencial. Considero uma insanidade a permanência dos jornalistas lá e, em tese, não há muito o que lamentar o ocorrido.
Entretanto, as informações de como ocorreu o ataque mostram que houve assassinato. O líder do tanque que atirou contra o hotel afirma que tiros foram disparados de lá, embora nenhuma outra testemunha tenha ouvido os tais tiros de "franco-atiradores". Não conseguindo identificar o local onde estavam os inimigos, o tanque decidiu, memso assim, revidar os "tiros", atirando contra o 15º andar, "coincidentemente" aquele onde estavam os jornalistas da Al-Jazeera e da Reuters, dois dos veículos mais críticos em relação à guerra.
O Pentágono nao conseguiu explicar e convencer o incidente e terminou dizendo apenas que "Bagdá é um lugar perigoso". Os jornalistas foram assassinados, assim como a liberdade de imprensa está sendo assassinada pelo governo Bush e pela maioria dos jornais e TVs norte-americanos. A demissão de jornalistas que se opõem ou criticam as atitudes militares e governamentais é a maior prova disso.
Final da guerra, resultado esperado, mundo pelo avesso e o "bastião da liberdade" tornando-se o vilão da humanidade. O mundo passará por tempos difíceis neste início de século 21. O fundamentalismo cristão e ultradireitista quer domina o govenro norte-americano - que provavelmente será reeleito - está sendo responsável por algumas das tragédias recentes, como o rompimento do tratado de mísseis balísticos e a recusa em aceitar o Protocolo Ambiental de Kyoto.
Bush e seu governo ultradireitista, ultraliberal na economia e extremamente restrititvo aos direitos humanos e civis, espera que o mundo diga amém a todas as iniciativas norte-americanas. Bush quer o mundo obedecendo e implantando as políticas norte-americanas, assim como os fundamentalistas islâmicos sonham com um mundo inteiro muçulmano mergulhado na Idade Média.
As atitudes agressivas do governo Bush escondem fragilidades e a falta de um programa claro de governo que satisfaça o cidadão. É um governo que esconde a corrupção e o conflito de interesses que domina a sua cúpula. Os Estados Unidos envergonham a humanidade.
A nova compilação de sucessos da banda americana R.E.M. trará duas canções inéditas. Uma das novas faixas será "Bad Day". Ainda não foi divulgado o título da segunda música."The Best of R.E.M." cobrirá a carreira do grupo desde o disco "Green", de 1988, até hoje. O disco chega às lojas americanas no dia 28 de setembro.
Em entrevista ao site Launch, Michael Stipe falou sobre o novo disco da banda, que deverá ser lançado apenas em 2004. O cantor declarou que o grupo já gravou 15 novas músicas e está trabalhando em outras 10.
"Nós já completamos um bom disco, mas queremos mais", disse Stipe. "Nós ainda pensamos em termos de álbuns completos, e não em uma coleção com um ou dois hits e outras canções menos interessantes para completar o CD".
A indústria fonográfica condenou o lançamento de dois sistemas de gravação que permitirão que as pessoas gravem entre 320 e 100 horas de música em um único disco. Os lançamentos, oferecidos pelas gigantes da eletrônica Sony e Philips, vêm sendo encarados como um potencial paraíso para os piratas.
"É uma idéia óbvia. Qualquer coisa que permita que as pessoas pirateiem ainda mais música, como esses lançamentos, certamente é uma péssima notícia para a indústria fonográfica", disse um porta-voz da BPI, a organização setorial das gravadoras britânicas. Os lançamentos surgem em um momento da mais grave crise para a indústria fonográfica desde o lançamento dos CDs. O download online gratuito e os sistemas de cópia de discos têm sido apontados generalizadamente como responsáveis pela queda de vendas do setor.
O sistema da Sony empregará o método de compressão de dados ultra-eficiente já usado nos MiniDiscs para acumular 30 horas de música em formato MP3 em um único CD virgem. Os discos poderão ser executados em uma nova geração de aparelhos de som pessoais, com custo inferior a 100 libras. O sistema proposto pela Philips emprega um gravador de DVDs acoplado a um computador, e permite a gravação de até 100 horas de música em formato MP3 em um DVD virgem, que poderá ser tocado em um player de DVDs portátil.
Que a Sony se interesse por lançar um gravador que pode tornar a pirataria mais fácil talvez pareça surpreendente, já que sua divisão Sony Music produz e vende CDs. Embora a Sony Music tenha optado por não comentar a respeito do lançamento de sua empresa irmã, Mike Tsurumi, presidente da Sony Consumer Electronics em Berlim, insiste em que a idéia faz sentido. "As empresas do setor de música precisam alterar seu modelo de negócios", alega ele.
Um colega de Tsurumi, Simon Mori, espera que as pessoas passem a realizar o download de música em sites oficiais, pagos, das gravadoras. Um desses sites foi lançado na semana passada pelo grupo de telefonia britânico BT e 30 gravadoras (www.dotmusic.com), ainda que o preço de 1,49 libra por faixa dificilmente torne barata a compra de música sob esse sistema.
A International Federation for the Phonographic Industry, organização setorial incansável em sua perseguição aos piratas de música em todo o mundo , ainda não anunciou de que maneira pretende reagir aos novos sistemas de gravação.
O Rio de Janeiro está em estado de sítio. A cidade é refém dos traficantes e de bandidos comuns, que fazem o que querem, riem da Polícia e do governo do Estado e dominam totalmente a vida de seus cidadãos. É o fim da civilização, é a "colombização" em estado bruto e definitivo. Com as coisas chegando nesse estágio, não há outra alternativa: o uso da força total por parte do Estado é necessário. Guerra total contra o crime organizado, mesmo que isso, infelizmente, sacrifique as noções elementares de direitos humanos. Não como pregar uma "solução negociada" nesse caso.
Dificilmente a 2ª Guerra do Golfo se transformará no segundo Vietnã norte-americano. Os EUA e seus aliados vencerão de forma categórica e até mesmo esmagadora, mas não será tão fácil como era esperado. Pelo contrário, a coisa vai ser bem dura e vai cobrar um preço altíssimo. O conflito traz à tona problemas bastante complexos e iminentes a Bush e sua corja.
1 - Imagem e perspectivas - a vitória norte-americana precisará ser implacável e incontestável no campo de batalha e no campo político. Se a campanha for muito demorada ou, num catacisma de proporções universais, os EUA não vencerem, o mundo coidental correrá perigo, pois todos os inimigos dos norte-americanos vão se julgar fortes o suficiente para enfrentá-los. A perda de respeito e de temor poderá transformar a vida na Terra em um conflito permanente. Os valores ocidentais, os quais os norte-americanos são os maiores defensores, põderão ser soterrados;
2 - Democracia x Islã - Os EUA sonham com um Oriente Médio democrático. Sonham em fazer do Iraque um modelo para os demais países da região, tanto política como economicamente. Só que se esquecem que a democracia nos países árabes e islâmicos é o caminho mais fácil para o domínio do fundamentalismo e para os radicalismos de todos os tipos. O exemplo da Argélia nos anos 90 é claro. O país saiu de 35 anos de ditadura militar em emados da década passada para a primeira eleição democrática de sua história. os fundamentalistas islâmicos venceram de forma esmagadora e preparavam o país para ser um novo Irã. O Exército foi obrigado a intervir, a anular a eleição e manter a ditadura militar pró-ocidental, ao custo de nova guerra civil. Resumindo: os muçulmanos não fazem questão de democracia, não querem liberdade e têm raiva de quem a tem; preferem o obscurantismo do fundametalismo teocrático, autocrático e totalitário. Já que querem assim, tudo bem, desde que os fundamentalistas e radicais sejam isolados ou mesmo eliminados. Infelizmente, democracia e liberdade são incompatíveis com o Islã.
3 - O fim da diplomacia - Bush inaugura nova fase na história da humanidade. Ele resgata a política do "big stick" (o grande porrete), que foi implantada por Theodore Roosevelt na primeira década do século 20 para manter os países das Américas "na linha", segundo as doutrinas norte-americanas. A diplomacia foi para a lata do lixo; vale agora somente a máxima "ou estão com a gente ou contra a gente". Coisa de ginásio, infantilóide. O mundo é cada vez mais um lugar impróprio para se viver.
Não existe justificativa qualquer guerra, para qualquer tipo de violência. A maior prova dessa estupidez é a 2ª Guerra do Golfo. Guerra e invasão do Iraque, uma nação paupérrima dominada por um tirano sanguinário, mas que não representa ameaça planetária. Não se trata de defender Saddam Hussein ou de transformá-lo em vítima, mas sim de colocar as coisas em suas devidas dimensões.
George W. Bush é dominado por uma camarilha que mistura negócios privados e de Estado, que lucra com negociatas, com roubos e com guerras. É um presidente de um governo refém da grande indústria e do complexo militar. É um governo capaz de explicitar que não acredita em projetos sociais, que prega o ultraliberalismo puro, o lucro acima de qualquer coisa. Não daria para levar uma coisa assim a sério se Bush e sua gentalha nojenta não dirigissem o país mais poderoso do mundo.
Essa é guerra onde os EUA querem o controle do petróleo do Oriente Médio; é uma guerra para reafirmar o poderio bélico norte-americano; é uma guerra "preventiva" que vai servir de alerta para o mundo todo, em especial os inimigos imediatos; é uma guerra que vai deixar claro que os "valores" da "cultura norte-americana" são os "melhores" e deverão se "impostos" ao resto do mundo; é uma guerra que jamais vai terminar.
Miguel Rossetto, ministro da Reforma Agrária, é uma excrescência do governo Lula. Apóia claramente os bandidos e mentecaptos do MST e a consequente violação da lei com a invasões de terra, depredação de prédios púbicos e outros crimes. É tão criminoso quando Stédile e Rainha. O MST um dia já mereceu a minha admiração, pois se tratava de um verdadeiro e legítimo movumento popular. Quando se transformou num movimento político-terrorista, passou a receber o meu desprezo. O governo federal precisa ser firme e duro na repressão a esse bando de desocupados.
O guitarrista inglês Jimmy Page negou que esteja nos seus planos alguma espécie de revival do LED ZEPPELIN, e disse que a única maneira dos fãs vê-lo em ação ao lado de Robert Plant e John Paul Jones será através do DVD que vai sair em 27 de maio próximo, cuja produção passou pelo crivo do guitarrista, assim como do CD triplo, intitulado "How The West Was Won".Veja a lista de músicas:
DVD:
Royal Albert Hall, January 1970: "We're Gonna Groove"/ "I Can't Quit You Baby"/ "Dazed and Confused"/ "White Summer"/ "What Is and What Should Never Be"/ "How Many More Times"/ "Moby Dick"/ "Whole Lotta Love"/ "Communication Breakdown"/ "C'mon Everybody"/ "Something Else" e "Bring It on Home"; Madison Square Garden, July 1973: "Black Dog"/ "Misty Mountain Hop"/ "Since I've Been Loving You" e "The Ocean".
Earl's Court, May 1975: "Going to California"/ "That's the Way"/ "Bron-Yr-Aur Stomp"/ "In My Time of Dying"/ "Trampled Underfoot" e "Stairway to Heaven". Knebworth Festival, August 1979: "Rock and Roll"/ "Nobody's Fault But Mine"/ "Sick Again"/ "Achilles Last Stand"/ "In the Evening"/ "Kashmir" e "Whole Lotta Love", além de outros bônus.
CD:
Los Angeles Forum e Long Beach Arena (25 e 27 de junho de 1972): "L.A. Drone"/ "Immigrant Song"/ "Heartbreaker"/ "Black Dog"/ "Over the Hills And Far Away"/ "Since I've Been Loving You"/ "Stairway to Heaven"/ "Going to California"/ "That's the Way"/ "Bron-Yr-Aur Stomp"/ "Dazed and Confused"/ "What Is and What Should Never Be"/ "Dancing Days"/ "Moby Dick"/ "Whole Lotta Love" (Medley)/ "Rock and Roll"/ "The Ocean" e "Bring It on Home".
O astro pop norte-americano Prince gravou um cover de "Red House" para um álbum em homenagem a Jimi Hendrix, que também terá a participação de Musiq, Santana e George Clinton, entre outros artistas, disse na terça-feira o site da MTV dos Estados Unidos.
O álbum, "Power of Soul", será lançado este ano, 33 anos depois da morte do lendário guitarrista cuja obra tornou-se uma referência no mundo do rock. Outros astros participantes do disco são Seal e Jeff Beck, que gravaram juntos uma versão de "The Wind Cries Mary".
Santana escolheu "Spanish Castle Magic", e Clinton, vocalista do extinto Parliament/Funkadelic, optou por "Power of the Soul".
A homenagem também contará com a participação de Chaka Khan e até do falecido blueseiro John Lee Hooker, que terá uma de suas últimas gravações, também uma cover de "Red House", incluída no disco.
Depois de 28 anos, o The Stooges está de volta. A primeira apresentação com Iggy Pop, Ron Asheton (guitarra) e Scott Asheton (bateria) vai acontecer no Coachella Valley Music and Arts Festival, na Califórnia, em 27 de abril. Segundo o site "PollStar", o baixista David Alexander, da formação original, morto em 1975, será substituído pelo convidado especial Mike Watt.
A volta do The Stooges acontece agora que a banda completou quatro novas canções, que deverão estar no novo álbum de Iggy Pop, a ser lançado ainda neste ano. O disco também terá solos de Iggy Pop com sua banda The Trolls e participações do grupo Green Day.
O The Stooges foi formado no final dos anos 60. Depois de três discos, a banda se desfez, deixando órfãos inúmeros fãs.O Coachella, que acontecerá dias 26 e 27 de abril, é considerado um dos principais festivais norte-americanos. Ele acontece no deserto em Indio, a mais ou menos duas horas de Los Angeles.
Beastie Boys, Blur, Queens of the Stone Age, Red Hot Chili Peppers, White Stripes, Underworld, Ben Harper and the Innocent Criminals, Groove Armada, Primal Scream, N+E+R+D e Felix da Housecat já confirmaram presença entre as atrações do festival. No ano passado, 55 mil pessoas compareceram ao Coachella, que espera receber o mesmo público em 2003.
Joe Lynn Turner em dose dupla no segundo semestre - Se por um lado as gravações do HUGHES/TURNER PROJECT estão marcadas para abril, com um lançamento previsto para setembro, JOE LYNN TURNER já finalizou seu novo solo, ainda sem título divulgado, a sair em junho, contando com a presença de Al Pitrelli (MEGADETH, SAVATAGE) na guitarra e John O'Reilly (RAINBOW) na bateria.
Chega em breve às lojas do mundo o DVD "Rush in Rio", gravado no show do ano passado no Maracanã. Veja a lista das músicas: "Tom Sawyer"/ "Distant Early Warning"/ "New World Man"/ "Roll The Bones"/ "Eartshine"/ "YYZ"/ "The Pass"/ "Bravado"/ "The Big Money"/ "Trees"/ "Freewill"/ "Natural Science"/ "Closer To The Heart"/ "One Little Victory"/ "Driven"/ "Ghost Rider"/ "Secret Touch"/ "Dreamline"/ "Red Sector 'A'"/ "Leave That Thing Alone"/ "The Rhythm Method"/ "Resist"/ "2112"/ "Limelight"/ "La Villa Strangiato"/ "The Spirit Of Radio"/ "By-Tor & Snow Dow" e "Working Man".
Os alimentos transgênicos estão servindo de pano fundo para um crime contra a humanidadee, por tabela, contra a população brasileira. É demagogia criminosa combater os alimentos transgênicos. Não existe pesquisa que aponte contra-indicações. Assim sendo, privar populações famintas de comida por conta de questões ideológicas. Sementes modificadas geneticamente produzem mais, mais rápido e com custos menores. Por que ser contra os transgênicos, se não há provas de que faz mal à saúde? É um crime ideologizar a questão, apenas para manter vivos e no mercado um bando de de incompetentes que produzem pouco e caro. O governo Lula erra nessa questão e erra feio, assim como o nojento governo gaúcho, seja ele petista ou peemedebista.
A antologia dos Beatles em DVD que será lançada em abril nos Estados Unidos incluirá cinco canções inéditas gravadas em 1994, o que confirma velhos rumores sobre a existência desse material. Em 1994, os ex-Beatles Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr se reuniram em uma sessão informal de gravação que nunca foi divulgada, até que ser apresentada à imprensa na Biblioteca de Artes Cênicas de Nova York.
As imagens da gravação das cinco músicas - Baby What You Want Me to Do, Raunchy, Thinking of Linking, Blue Moon of Kentucky e Ain't She Sweet - serão incluídas em Antology, uma série de quatro DVDs que estará no mercado no dia 1º de abril. No entanto, o encarregado de negócios da banda de Liverpool, Neil Aspinall, disse que não há planos de compilar os cinco temas e lançá-los em um novo CD.
Acrescentou que recentemente foram achadas entre 50 e 60 horas de gravações inéditas dos Beatles na Holanda e na Austrália, e que é provável que parte delas seja incluída na remasterização de Let It Be, que pode ser lançada este ano. "Com os Beatles sempre parece haver surpresas. Continuamos encontrando coisas", disse Aspinall ao apresentar o novo DVD.
Antology tem também uma entrevista inédita gravada em 1994, na qual George Harrison diz que os Beatles eram um quarteto e que sem John Lennon, assassinado em 1980 aos 40 anos, a banda já não existia. A antologia foi gravada ao longo de um ano, durante reuniões privadas dos três ex-Beatles e nos estúdios de gravação Abbey Road.
A comunidade blogueira ganhou recentemente mais um debochado e irreverente integrante. Trata-se do oriundi Paolo D'Arezzo, grande cronista da redação da Gazeta Mercantil. Com certa sutileza, ele relata os poderes da redação e de seus principais personagens. Para saber mais, acesse Entusiasmo.
Mais um detalhado relato do horror que são as torcidas organizadas, que merecem ser dizimadas e destruídas. Leia aqui. Enquanto isso, os estádios estão cada vez mais vazios e a impunidade faz com que a esperança seja suplantada pelo medo no futebol.
Após muitas trovoadas, finalmente o Police entra para o Rock'nRoll Hall of Fame e deverá se juntar após 17 anos de separação para tocar três músicas na cerimônia de entrada do trio inglês no Olimpo do rock. Leia mais detalhes aqui.