sábado, maio 13, 2006

Andre Matos poderá cantar em Tommy, do The Who



Está sendo organizada pela Banda Sinfônica Jovem de São Paulo uma série de apresentações da Ópera-Rock "Tommy", do THE WHO, que seriam realizadas no mês de junho no Memorial da América Latina.


O musical contará com uma banda de Rock, um coro de 88 vozes e diversos cantores, sendo que um deles poderá ser o vocalista Andre Matos (SHAAMAN, ex-ANGRA), que supostamente atuaria em um dos papéis principais.

Robert Plant e Roger Daltrey juntos em causa beneficente




Os vocalistas Robert Plant, do Led Zeppelin, e Roger Daltrey, do The Who, uniram sua forças nesta semana para uma causa beneficente. Eles se apresentaram juntos no London’s Old Billingsgate Fish Market sob o nome de RD Crusaders.

A idéia era ajudar o hospital infantil The Evelina Chindren’s Hospital Appeal e eles conseguiram cerca de US$ 3,5 milhões. Isso porque na platéia estavam apenas figurões do mundo dos negócios e celebridades como Kevin Spacey e Mohamed Al Fayed. “My Generation” e “Shout” foram algumas das canções executadas.

O Shaaman estaria encerrando atividades?


do site Whiplash

Desde o início do mês de abril a imprensa vem sendo questionada sobre o destino da banda Shaaman. Embora ainda na ativa e com vários shows marcados, os rumores de uma crise interna com ruptura entre os integrantes se tornaram cada vez mais intensos.

A Whiplash!, assim como outros meios de informação especializados, vem continuamente tentando obter informações mais concretas sobre o caso, sem sucesso. O que se sabe até o momento é que diversas fontes (internas e externas) dão como certa a saída do baterista Ricardo Confessori, e até mesmo o fim da banda, por motivos de divergências entre os músicos. O nome de um suposto baterista substituto teria sido divulgado, mas não oficialmente.

O mais recente rumor seria o de que os próximos shows, já marcados, seriam os últimos da banda, com um comunicado oficial saindo nos dias seguintes.

O Whiplash! divulga estas informações por estarem sendo amplamente comentadas e debatidas, já não sendo novidades para boa parte do público, muito menos para a imprensa. Por outro lado deixamos claro que se tratam até o momento de informações NÃO CONFIRMADAS, e ficamos no aguardo de pronunciamentos oficiais.

Guerra total



A guerra civil prevista aqui neste blog há alguns meses está a pleno vapor no Brasil, notadamente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os ataques que o PCC perpetrou contra as polícias paulistas em 12 de maio mostra o grau de crise em que nossa sociedade está afundada. O Estado virou refém. O crime organizado domina amplamente as nossas vidas e rege o comportamento das autoridades, que estão acuadas. E nós, paulistanos, que nos gabávamos de ficar à distância da "barbárie" carioca...

E agora, o que fazer? Temos um governo Lembo-alckmin fraquíssimo, leniente com a violência, inexistente sob todos os pontos de vista. Temos um governo federal atolado em corrupção e inerte, que mal consegue conter um índio analfabeto boliviano que insiste em humilhar nosso presidente aos olhos do mundo.

A resposta do Estado paulista - e por que não do Estado brasileiro? - tem de ser brutal e definitiva, para enterrar de vez, mesmo que seja no sentido literal da palavra, o crime organizado do PCC.

A guerra civil está instalada, então o Estado tem de agir como se estivesse ocorrendo uma guerra. Em épocas de colombização, ataque macio e violento é necessário, mesmo que haja conseqüências funestas em termos institucionais e mesmo que envolva inocentes e civis na parada.

sexta-feira, maio 12, 2006

Beco quase sem saída


A questão que se coloca depois de quase dez dias do vandalismo ao final da partida Corinthians e River Plate é a seguinte: teremos punições? As torcidas organizadas merecem ser banidas dos estádios? Ou melhor, adianta bani-las, pelo menos de forma oficial?


Quando se necessita cada vez mais de um número maior de policiais para uma partida de futebol é sinal de que o caminho está errado, de 1que tudo pelo qual lutamos sumiu.


Por mais que queiramos que o poder público, clubes e federações organizem de forma perfeita o espetáculo, este está fadado ao fracasso se o público não estiver de acordo com a organização. E frequentemente o público não está de acordo. O público não se interessa em colaborar, só quer "desfrutar" e "curtir", seja já lá o que a maior parte da turba entende por isso.


Por mais que a organização do espetáculo seja perfeita - e não é no Brasil -, a maior parte dos torcedores estraga o evento. É o torcedor que fura a fila do ingresso, da entrada e do banheiro; é o torcedor que incentiva o filho criança a burlar as regras e fingir que tem menos de cinco anos quando tem muito mais; é o torcedor que frauda a carteira do estudante para lesar o clube do coração e pagar menos; é o otorcedor que urina na parede ou no canto, para não ir ao banheiro; é o torcedor que compra produtos pirata; é o torcedor que atira amendoim e copo de plástico no outro torcedor na arquibancada.


Quando esse é o perfil do torcedor que frequenta os estádios brasileiros, chego a conclusão de que esse torcedor-consumidor não tem direito a nada. Merece ser roubado pelos assaltantes, pelos cambistas, pelo flanelinha e pelo dono do boteco.


Merece apanhar da polícia mesmo quando nada fez. Merece ser espancado até a inconsciência quando resolve destruir o patrimônio só porque seu time perdeu. Merece que seja ignorado pelo ídolo quando este se recusa a dar autógrafo.


Tudo isso é reflexo direto da falta de cidadania, de civilidade, de educação. e não me refiro à educação formal, tão citada quando o assunto é violência e desesperança da população. Não dá para sociologizar uma situação que é apenas fruto da péssimo caráter e do vandalismo de grande parte dos torcedores brasileiros.


Nada justifica as cenas absurdas do final do jogo Corinthians e River Plate. nada justifica a destruição dos banheiros do Parque Antártica pelos são-paulinos e das cadeiras de madeira do Morumbi pelos palmeirenses.


Nada justifica a tentativa de invasão de campo do Pacaembu pelos palmeirenses na final da Copa São Paulo de Juniores de 2003.


Nenhuma frustração justifica atos desse tipo. Se falta de dinheiro fosse motivo para descontar as tristezas da vida, nenhuma cidade brasileira, indiana, boliviana, venezuelana ou de qualquer país pobre permaneceria de pé. Não creio nisso.


As cenas de violência que presenciamos em todos os jogos, sobretudo nos clássicos, é consequência direta do caráter obtuso e deformado do torcedor (povo) brasileiro.


Entre os gaviões que quiseram invadir o gramado do Pacaembu estavam estudantes de classe média que moram bem em um sobrado ou em um apartamento amplo, que ficam irados quando a empregada ou "mulher da limpeza" inadvertidamente quebra um mouse de computador ou tira uma lasca de móvel. É o cara que vai no banheiro limpo de sua casa e urina direitinho no vaso sanitário.


A situação acima é a mesma de um torcedor que mora em um barraco na favela, mas que é ajeitadinho. Duvido que ele tome cerveja e a atire no chão de sua residência. Duvido que o cara da classe média e o favelado descritos aqui arranquem as torneiras dos banheiros de suas casas quando seus times perdem.


Portanto, podemos dizer que a questão é de mau comportamento, consequência de falta de educação, caráter deformado e ausência de qualquer sentido de solidariedade e civilização.


Essas características são encontradas principalmente nas torcidas organizadas, que reúnem o que há de pior na sociedade, ofuscando os verdadeiros torcedores que tentam se juntar em um grupo organziado para torcer. Os vagabundos, vândalos e bandidos predominam nas torcidas organizadas há muitos anos, infelizmente. E acabam exercendo fascínio em grande parte dos chamados "torcedores comuns".


Sou um feroz crítico das torcidas organizadas e anseio por seu banimento e extinção. Mas elas não são as principais culpadas pelo vandalismo e violência que estamos presenciando no futebol nos últimos tempos - afinal, enquanto as organziadas assistiam à final da Libertadores de 2005 no Morumbi, milhares de vãndalos comuns sçao-paulinos destruíam a avenida Paulista.


Todo o sofrimento que o torcedor é submetido quando vai ao estádio é reflexo de seu comportamento. É um torcedor que não s eimporta de ser maltratado, que fura filas e frauda documentos. Não pode reclamar das péssimas condições oferecidas e das borrachadas da polícia.

quinta-feira, maio 11, 2006

Keith Richards pode parar de tocar, diz jornal




O jornal inglês The Sun publicou que o guitarrista Keith Richards, dos Rolling Stones, teve de se submeter a uma segunda operação no cérebro e os médicos alertaram para que ele nunca mais toque ao vivo. As informações foram negadas pela produção da banda.

O porta-vioz do músico chegou a divulgar uma nota oficial sobre o caso. "Ao contrário do publicado em jornais da Nova Zelândia e da Inglaterra, Keith Richards não passou por uma segunda operação. A primeira e única operação foi realizada na segunda-feira, dia 8, e teve 100% de sucesso", escreveu o assessor.


Apesar da negativa, os boatos ganharam força porque, inicialmente, a produção dos Stones negou tanto o acidente sofrido por Richards quando a necessidade de cirurgia. Depois de cair de uma árvore, enquanto passava férias nas Ilhas Fiji, Richards ficou internado na Nova Zelândia. Os médicos detectaram uma leve hemorragia cerebral e realizaram a intervenção para drenar o sangue.


Por conta disso, a temporada européia de A Bigger Bang, que começaria em Barcelona no dia 27 de maio, foi adiada.

terça-feira, maio 09, 2006

Pink Floyd bate recorde na parada da Billboard


da Reuters



A obra mais conhecida da banda Pink Floyd (foto), o disco "The Dark Side of the Moon", lançado em 1973, acaba de atingir a marca de 1,5 mil semanas na parada da Billboard - um feito inédito neste ranking musical norte-americano.


Com mais de 40 milhões de cópias vendidas, o disco praticamente nunca deixou a lista dos 200 mais vendidos nas lojas dos Estados Unidos.


Mesmo depois de mais de 30 anos, todas as faixas do álbum ainda são tocadas em emissoras de rádio do mundo todo e pelo menos 8 mil unidades do álbum saem das prateleiras semanalmente.


O disco "Legend", de Bob Marley, é segundo colocado nesse ranking de permanência, porém ficou três vezes menos presente na parada da Billboard.

Tempos perigosos


Quando o Palmeiras foi rebaixado em 2002, a torcida protestou, esperneou e até ameaçou dirigentes e jogadores. Surpreendente, no entanto, que ninguém tenha sido agredido. também surpreende que que todos tenham ficado vivos.

Temo, entretanto, que dirigentes e jogadores do Palmeiras não tenham a mesma sorte em 2006, caso haja novo rebaixamento. Afinal, como prega uma parte significativa dos torcedores, alguma coisa precisa acontecer no Parque Antártica.

sábado, maio 06, 2006

Lições de um freguês e da empáfia


Não houve nada de épico na segunda partida entre São Paulo e Palmeiras pela Libertadores. Foi um jogo de futebol muito ruim onde a empáfia e a arrogância do Tricolor esbarraram no desespero palmeirense.

O time verde foi prejudicado pela arbitragem de forma flagrante e vergonhosa. O juiz interferiu ao "lançar" o lateral Júnior, que não sofreu pênalti na entrada de Cristian.

Ao final, o juiz não acrescentou cinco minutos aos outros quatro de desconto por conta da confusão protagonizada por Rogério Ceni. O Palmeiras merecia, no mínimo, a disputa por pênaltis, mas é óbvio que não tinha time para passar de fase.

Ficam duas lições dos dois confrontos: que o São Paulo, do alto de sua empáfia, incensado como o melhro time do Brasil, é um time com muitos defeitos e dificilmente será camoeão da Libertadores. Teve dificuldade de vencer um time destroçado e sem qualidade.

Por outro lado, o Palmeiras segue firme em seu projeto Segunda Divisão parte 2, com time péssimo em todos os setores, sem técnico, sem departamento médico e sem vergonha, com uma diretoria recehada de incompetentes e oportunistas.

Está completamente decadente e corre sério risco de trilhar o caminho da Portuguesa nos próximos anos. Ainda está longe disso, mas o alerta está dado.

Desastre anunciado



A MSI é muito mais amadora do que os dirigentes brasileiros. Dualib dá dez em Kia Joorabichian. A derrota para o River Plate é uma tragédia, uma vergonha para um clube que gastou R$ 150 milhões para montar um time de estrelas que não se encontra em campo e que fica em sétimo lugar no Canpeonato Paulista.


A verdade é que a oposição corintiana e gente que apóia Dualib deliberadamente deixou a MSI quebrar a cara, com um time frankenstein, com craques no ataque e no meio, mas sem defesa e sem técnico.


Os problemas que o time enfrentou no Paulistão e no começo da Libertadores escancaram as fragilidades do time, mas ninguém se preocupou com isso. Afinal, iriam ganhar a Libertadores de qualquer jeito.


O Corinthians campeão brasileiro de 2005 apenas porque houve remarcação de jogos se parece com o cidadão que está pendurado numa janela do Empire State Building: estão alto, e pode até pensar alto, mas está muito longe do chão.

sexta-feira, maio 05, 2006

A guerrilha urbana chega ao futebol


O alerta já havia sido dado no ano passado. São-paulinos irados e fora de si, mesmo com o time vencendo a Taça Libertadores, destruíram a avenida Paulista, sem motivo aparente (não engulo a história de que a falta de telão motivou a selvageria).

Os atos de vandalismo foram nojentos e asquerosos e mostram que a sociedade brasileira estava perto da barbárie, à beira de uma explosão de irracionalidade.

Os acontecimentos do estádio do Pacaembu ontem, com os corintianos querendo invadir o jogo só porque o time perdia um jogo, mostra que a situaão piorou. E não podemos mais aceitar as teses sociolóides de que a miséria, a violência, o buraco da camada de ozônio e a falta do que quer que seja estão estressando o homem moderno, que desconta suas frustrações de forma violenta.

O que vimos no Pacaembu, assim como vimos na Paulista e como vimos no final de 2004 no Parque Antártica - briga entre torcidas uniformizadas rivais do Palmeiras na rua - é a própria bestialidade. É um agrupamento de vagabundos com a nítida intenção de quebrar por quebrar, destruir por destruir.

Assim como ocorreu na França, no ano passado, quando jovens filhso de imigrantes destruíram 9 mil carros, os atos de vandalismo em São Paulo são inconsequentes de gente sem caráter e sem decência, bandidos infiltrados nas platéias com o objetivo de intimidar e de mostrar que estão fora do alcance das leis e das autoridades.

Tanto a Justiça quanto a as polícias são lenientes com esse tipo de gente, que ainda é minoria. os PMs bateram pouco nos corintianos na última quinta.

Como bateram pouco nos santistas que detonaram a Praça Independência, em Santos, quando estes comemoravam o titulo paulista.

Como bateram pouco nos tricolores que destruíram a Paulista. Como bateram pouco nos palmeirenses em 2004 e nos campineiros do Guarani e da Ponte.

Defendo medidas radicais contra esses baderneiros. A coisa só vai amenizar quando começarem a ocorrer mortes. Quando a polícia começar a matar bastante, quem sabe a coisa comece a melhorar.

Impunidade é isso aí.

segunda-feira, maio 01, 2006

Será que os bolivianos agüentam?



Por que não invadirmos a Bolívia? É um país governado por um mentecapto, e ainda por cima metido a ladrão.

Vamos extinguir as 'abelhas'


Criou-se uma polêmica recentemente quando o técnico Emerson Leão, então no Palmeiras, se recusou a conceder uma entrevista a um videorrepórter (ou "abelha")da TV Cultura. Alegou que aquilo tirava empregos de profissionais.

Coisa rara, mas o técnico acertou. Videorreportagem é um retrocesso, até mesmo em casos simples e emergenciais. O videorrepórter não faz bem nem a imagem e muito menos a reportagem em si. São duas funções incompatíveis.

Talvez tenha funcionado, mas de forma precária, no começo da internet. No entanto, revelou-se depois um fiasco. Acho que Leão até tem razão em sua bronca, mas entrou numa seara que desconhece.

Se ele se preocupa tanto com as condições de trabalho dos jornalistas, por que não critica o excesso de estagiários que fazem a função de formados e diplomados? Por que não critica a existência de jornalistas sem diploma que aceitam receber salário mínimo, destruindo ainda mais a profissão?

Sem futuro

Evo Morales, Hugo Chávez, Ollanta Humala, Kirchner... A América Latina caminha firme para o retrocesso. A decisão de Morales de restringir e atrapalhar a atuação de empresas estrangeiras na Bolívia só mostra que a incompetência é a marca da esquerdalha no continente. A região não tem futuro. Na verdade, nunca teve.

Cadê o leite do Garotinho?


Greve de fome agora virou o último recurso dos calhordas para chamar a atenção. É o caso de Anthony Garotinho, pré-candidato a presidente pelo PMDB. Supostamente perseguido pela grande imprensa, parou de comer porque se sente "injustiçado". Quer observadores internaiconais para acompanhar a eleição presidencial deste ano e uma "intervenção" na imprensa para que não seja mais atacado. Ridículo é pouco. A revista Veja tem perdido cada vez mais credibilidade por causa de reportagens torats e tendenciosas, mas pelo menos todo mundo está apanhando, de Lula a Alckmin, de Garotinho a pefelistas. Menos mal.

terça-feira, abril 25, 2006

Dream Theater disponibiliza mais bootlegs



do site Whiplash:

O site Ytsejam Records acaba de disponibilizar as pré-vendas para uma série de “bootlegs oficiais” do DREAM THEATER.

A gravação do show de 25 de outubro de 2005, no Hammersmith Apollo, em Londres, onde a banda tocou o clássico "Dark Side of the Moon", na íntegra, estará disponível em CD — que virá com um disco bônus — e DVD. Outra raridade serão os CDs “Awake Demos” e "Old Bridge, New Jersey - 12/14/96".

Confira as faixas que estarão nos respectivos lançamentos logo abaixo:

"Dark Side of the Moon"
01. Speak to Me / Breathe
02. On the Run
03. Time
04. The Great Gig in the Sky
05. Money
06. Us and Them
07. Any Colour You Like
08. Brain Damage
09. Eclipse

Bonus Disc – "A Saucerful of Floyd":
01. Echoes Pt.1 (Soundcheck Rehearsal - Philadelphia, PA - 4/2/04
02. One of These Days (Live in Rotterdam, Netherlands - 1/18/04)
03. Sheep (Soundcheck Rehearsal - Anaheim, CA - 3/9/06)
04. In the Flesh? (Live in Berlin, Germany - 2/26/95)
05. Run Like Hell (Live in Poughkeepsie, NY - 12/30/98)
06. Hey You (Live in Paris, France - 6/25/98)
07. Comfortably Numb (Featuring QUEENSRŸCHE - Live in Spokane, WA - 7/30/03)

O conteúdo do DVD “Dark Side of the Moon” será diferente do CD. Confira:

01. Speak to Me / Breathe
02. On the Run
03. Time
04. The Great Gig in the Sky
05. Money
06. Us and Them
07. Any Colour You Like
08. Brain Damage
09. Eclipse
+ Special Bonus Features
* Entrevistas, ensaio, e imagens da passagem de som
* Covers adicionais do PINK FLOYD: “Hey You”, “Echoes Pt.1” e "Comfortably Numb", junto aos membros do QUEENSRŸCHE.

"Awake Demos":
01. Scarred
02. 6:00
03. The Mirror
04. Caught In A Web
05. Erotomania
06. Voices
07. The Silent Man
08. Lie
09. Lifting Shadows Off a Dream
10. Innocence Faded
11. Space-Dye Vest

"Old Bridge, New Jersey - 12/14/96":
CD 1:
01. A Change of Seasons Pt. I
02. A Change of Seasons Pt. II
03. The Mirror
04. Lie
05. Burning My Soul
06. Another Hand / The Killing Hand
07. Just Let Me Breathe
08. Caught In a Web
09. Peruvian Skies
10. Pull Me Under

CD 2:
01. Lines in the Sand
02. Take Away My Pain
03. A Change of Seasons Pt. IV
04. Ytse Jam
05. Learning to Live
06. A Change of Seasons Pt. VII
07. Metropolis

sexta-feira, abril 14, 2006

A mídia sempre é culpada


A espetacularização da entrevista da assassina confessa Suzane von Richthofen à TV Globo e à Veja rendeu muito mais do que imaginávamos. E as críticas à imprensa estã vindo de onde menos se esperava: os próprios jornalistas.

Os dois principais sites dedicados à discussão do jornalismo no país, frequentado basicamente por jornalistas, o Comunique-se e o Observatório da Imprensa, estão recheados de depoimentos de pessoas da categoria condenando a "falta de ética" da TV Globo ao "invadir" a privacidade da relação cliente-advogado.

Foi a mesma coisa quando do caso das charges européias que mostravam Maomé como terrorista. Em vez de se condenar os terroristas e radicais que fomentavam o ódio contra o Ocidente, criticou-se a "falta de sensibilidade" dos autores e dos jornais que as publicaram, num perigoso incentivo à censura, à autocensura e à ditadura do politicamente correto. Invertaram a coisa e transformaram vítima em vilão.

No caso suzane, ocorre a mesma coisa. Quem errou foram Suzane e seus advogados, que fizeram uma das maiores besteiras da advocacia criminalista brasileira. A TV Globo e a revista Veja nada mais fizeram do que o seu papel. Desvendaram a farsa que foi a entrevista.

Desvio de ética dos veículos? De forma alguma. Suzane portava microfone portátil quando recebeu por três as orientaões de seu advogado e tutor. Uma mistura de burrice, ingenuidade e tremenda cara-de-pau.

Terremoto de risadas


Texto extraído da coluna de Ricardo Kotscho, do site NoMinimo:

Pode não ser politicamente correto, mas não resisto a partilhar com os leitores uma historinha que me chegou pela internet e acabou com o mau humor em que fico depois de ler os jornais logo cedo:

"O Centro Sísmico Nacional enviou à polícia da cidade nordestina de Catolé do Amparo Velho um telegrama que dizia: “Possível movimento sísmico na zona. Ponto. Muito perigoso, superior Richter 7. Ponto. Epicentro a três quilômetros da cidade. Ponto. Tomem medidas. Ponto. Informem resultados com urgência. Ponto.”

Uma semana depois, foi recebido no Centro Sísmico Nacional este telegrama:“Aqui é da Polícia de Catolé do Amparo Velho. Ponto. Movimento sísmico totalmente desarticulado. Ponto. O tal Richter tentou fugir, mas foi abatido a tiros. Ponto. Desativamos as zonas. Ponto. As putas estão todas presas. Ponto. Epicentro e três cupinchas detidos. Ponto. Não respondemos antes porque aqui teve um terremoto do c******. Ponto."

Esta história me fez lembrar de um episódio de muitos anos atrás quando os jornais resolveram fazer cobertura de enchentes por telefone para economizar nas despesas da redação. O repórter encarregado da “cobertura” desandou a ligar para os prefeitos da região atingida sempre com a mesma pergunta: “Como está o problema das enchentes aí na sua zona?” Até que um deles, candidamente, lhe respondeu: “Na zona, não tem mais nenhum problema porque mandei tirar todas as putas de lá. Mas o resto da cidade ainda tá debaixo d´água...”.

quarta-feira, abril 12, 2006

CD dos Beatles e show do Cirque du Soleil


Londres, 10 abr (EFE).- Um novo CD dos Beatles está em fase avançada de produção e será lançado junto ao primeiro espetáculo teatral autorizado sobre a história do grupo de Liverpool, informa o jornal "The Daily Telegraph".

Segundo Neil Aspinall, presidente da Apple Corps, a companhia fonográfica dos Beatles, o evento, em que os acrobatas do "Cirque du Soleil" darão vida às canções da banda, exige novas versões das músicas gravadas pelo grupo e incluirá canções inéditas.

Todo esse material fará parte de um espetáculo de 90 minutos de duração que estreará em meados do ano no hotel Mirage de Las Vegas, nos EUA.

Os produtores receberam autorização para ter acesso aos catálogos dos Beatles e a 200 horas de conversas entre seus integrantes no estúdio de gravação.

Paul McCartney e Ringo Starr contribuíram para a produção do espetáculo, mas não aparecerão no palco.

O produtor dos discos dos Beatles, George Martin, encarregado de supervisionar a parte musical, fala de "uma experiência única e mágica" para alguém que dedicou 40 anos de sua vida ao grupo.

O projeto em andamento era uma idéia de George Harrison, que morreu de câncer em 2001. Harrison conheceu Guy Laliberte, fundador do "Cirque du Soleil", em uma festa e, após uma sessão de rock improvisada, eles se tornaram amigos.

O ex-Beatle viu um espetáculo do circo, ficou encantado e propôs a Laliberte uma produção cênica conjunta. Segundo Laliberte, os Beatles "fizeram com palavras o que os membros do 'Cirque du Soleil' fazem com imagens".

terça-feira, abril 11, 2006

The Who lança miniópera em edição limitada

da Folha Online


Para os fãs do The Who, 2006 será um prato cheio. Além do prometido álbum de inéditas (o primeiro em quase 25 anos) e da turnê mundial já anunciada, a banda britânica irá lançar uma miniópera de 11 minutos em um EP (extended play) de edição limitada.

O formato não é novidade para o grupo, que se tornou célebre pela ópera-rock "Tommy", de 1969. "Roger e eu terminamos a miniópera de 11 minutos e a tocamos para o pessoal da [gravadora] Polydor", avisa em seu site o guitarrista Pete Townshend, referindo-se ao vocalista Roger Daltrey. Eles são os únicos remanescentes da formação original --o baterista Keith Moon morreu de overdose em 1978 e o baixista John Entwistle morreu de ataque cardíaco em 2002.

"Está tudo pronto para o lançamento [da miniópera], provavelmente em edição limitada, em junho, antes do lançamento do álbum em setembro", completa Townshend. O grupo batizou esse trabalho "The Glass Household".

Os planos da banda para a turnê e para o álbum convencional foram adiados em alguns meses devido a problemas de agenda do baterista Zak Starkey, filho do ex-Beatle Ringo Starr. Ele assumiu compromisso com o Oasis, com quem saiu em turnê --no EP da miniópera quem toca é Peter Huntington. O baixista Pino Palladino toca tanto no álbum como no EP.

A turnê deste ano será a primeira em 27 anos que inclui participações em festivais. A banda havia vetado esse tipo de evento após 1979, quando 11 fãs morreram em um festival em Cincinnati (EUA). A última vez que a banda entrou em estúdio foi em 1982, ano de lançamento de "It's Hard".