É duro dizer, mas o são Paulo mereceu vencer a Libertadores. Já era esperado, pois o Atlético-PR é muito fraco, mas ninguém imaginava que seria tão fácil.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
sexta-feira, julho 15, 2005
Inexplicável a onda de vandalismo e violência proporciodada pewlos bandidos da torcida do São Paulo. O time foi campeão da Libertadores. Nada justificava todos os atos cometidos durante e após a partida. Se não há mais ingressos, não adianta tentar entrar. Ponto final. Se não tem telão na avenida Paulista, paciência. Destruir é a melhor forma de pedir para apanhar. E foi o que aconteceu. Os bandidos são-paulinos apanharam pouco da polícia. Tinham de ser massacrados. A PM paulistana é uma piada, perdeu todo o respeito da população. Apanhou da torcida do River Palte e da torcida do São Paulo. Esse tipo de violência só vai ocorrer quando a polícia matar no mínimo 20. Aí nunca mais acontece.
P.S.: Nunca ocorreu nada parecido nas comemorações de torcedores pailemiresens, corintianos e santistas. Está mais do que provado que os são-paulinos são em sua maioria mais suscetíveis ao vandalismo. São queles que arrumam mais confusão. Qual a explicação?
1. The Trooper (Versão Original)
2. Prowler (Live 2005)
3. Hallowed By They Name (Live 2005)
4. The Trooper (Live - Enhanced Video)
5. Hallowed By They Name (Live From Brixton - Video).
- Dia 14 de outubro em Vitória (ES)
- Dia 15 de outubro em Porto Alegre (RS).
terça-feira, julho 12, 2005
O PT finalmente se confundiu com a esquerdalha. É um partido corrupto e fisiológico, com o agravante de que ainda se apega na ideologia mofada e caduca para justicar a roubalheira. O duro é ter de concordar com Roberto Jefferson, autor do seguinte pensamento: "O PT é arrogante e antidemocrático. Em vez de debater e dividir idéias e para governar, prefere comprar mercenários para garantir a maioria e não ter de ceder a argumentos que aliados e opositores. Não admite se misturar."
Ladrão conhece ladrão. Lula jogou sua biografia fora ao se aliar com bandidos conhecidos, como Jefferson, e permitir as estripulias de bandidos "da casa", como José Dirceu e José Genoíno. E agora? Será que eremos de dar razão a um vagabundo fanfarrão como Diogo mainardi, o palhaço-mor da Veja?
Não adianta ter dinheiro se não tiver cultura. Os melhores exemplos disso são os chamados circuitos de "forró universitário" e agora, o chamado "pagode universitário". Ainda tenho um certo respeito pelo forró por cuasa de seu caráter regional e de sua importância cultural, embora musicalmente seja inaudível.
Entretanto, muito pior é o "pagode universitário", que reúne o supremo lixo musical com o pior do comportamento social das chamadas elites. Gente sem cérebro e sem cultura, mas com os bolsos cheios, sempre rejeitou forró e pagode por conta de sua origem e da "freqüência" dos lugares onde eram executados. Ou seja, era coisa de gente pobre e ignorante.
A partir do momento em que um bando de idiotas brancos e bem nascidos resolveu tocar os dois ritmos em faculdades e depois transformaram a coisa em negócio, as "elites" passaram a aceitá-los. Passaram a se esbaldar em casas notornuas e de shows, desde que devidamente "higienizados", ou seja, bem longe dos pobres, nordestinos e negros. Mais asqueroso impossível.
Já era insuportável o paode. Agora, pagode mauricinho é simplesmente o fim do fim. Nâo dá para respeitar um ser humano que gosta frequenta esse tipo de lixo.
O Ocidente ainda insiste na tática do "politicamente correto" ao tratar os atentados sangrentos cometidos por islâmicos radicais. Não há mais acordos, não há mais tolerância. A guerra entre o Ocidente civilizado e o Islamismo bárbaro é uma questão de tempo. E fica cada vez mais claro quem vai ganhar. Os atentados são a única arma dos covardes, o mesmo comportamento nojento e asqueroso dos irlandeses do IRA. Matar inocentes é fácil, enfrentar o "inimigo" cara a cara dói...
De acordo com o jornal britânico The Sun, o guitarrista e vocalista Dave Gilmour teria afirmado que a banda recebera uma proposta de 150 milhões de dólares para uma turnê pelos EUA, que foi rejeitada. "Isto é uma loucura, claro que não faremos [a turnê]. A idéia da reunião foi apenas para tocar no Live 8" teria dito Gilmour, que vêm deixando claro em todas suas declarações que a banda (ou ao menos ele) não têm o mínimo interesse em uma reunião por motivos financeiros, tanto que toda a renda oriunda da participação no evento será revertida para instituições de caridade. "Embora o objetivo principal do Live8 tenha sido conscientizar as pessoas sobre a miséria na África e pressionar os líderes do G-8, não quero um centavo do lucro sobre este show, que deve ser usado para salvar vidas", disse David Gilmour.
7/10 Santiago, Chile - Estadio do Chile
09/10 TBA Buenos Aires, Argentina - Pepsi Music Rock Festival
11/10 Sao Paulo, Brasil - Credicard Hall.
De acordo com o jornal britânico The Sun, o guitarrista e vocalista Dave Gilmour teria afirmado que a banda recebera uma proposta de 150 milhões de dólares para uma turnê pelos EUA, que foi rejeitada. "Isto é uma loucura, claro que não faremos [a turnê]. A idéia da reunião foi apenas para tocar no Live 8" teria dito Gilmour, que vêm deixando claro em todas suas declarações que a banda (ou ao menos ele) não têm o mínimo interesse em uma reunião por motivos financeiros, tanto que toda a renda oriunda da participação no evento será revertida para instituições de caridade. "Embora o objetivo principal do Live8 tenha sido conscientizar as pessoas sobre a miséria na África e pressionar os líderes do G-8, não quero um centavo do lucro sobre este show, que deve ser usado para salvar vidas" disse David Gilmour.
Megadeth anuncia datas na América do Sul em outubro - Foram anunciadas no site oficial do MEGADETH as datas da turnê "Blackmail The Universe Tour" na América do Sul:
7/10 Santiago, Chile - Estadio do Chile
TBA Buenos Aires, Argentina - Pepsi Music Rock Festival
11/10 Sao Paulo, Brasil - Credicard Hall.
quinta-feira, julho 07, 2005
The Musical Box, recria o show original "The Lamb Lies Down on Broadway" do Genesis assim como foi apresentado nos anos '70. A última participação de Peter Gabriel no GENESIS nunca foi filmada, tendo se tornado o trabalho mais misterioso e fascinante da banda.
O espetáculo recupera a cenografia que o GENESIS apresentou originalmente entre os anos de 1973 à 1975. Além disso, eles são a única companhia do mundo a quem o GENESIS e Peter Gabriel deram licença para fazer o espetáculo com os 1120 slides usados originalmente.
Com vários prémios de melhor produção e concerto, ‘The Musical Box – The Lamb Lies Down on Broadway’ é apelidado pela crítica como um espetáculo surreal. Uma produção de encher os olhos que além dos músicos (que interpretarão a totalidade do álbum duplo), conta ainda com projeção de slides e uma infinidade de efeitos especiais.
A recriação foi levada à cena pela primeira vez no ano 2000, apenas no Canadá e "The Musical Box – The Lamb Lies Down on Broadway" implicou num enorme esforço de pesquisa e de meticulosa recriação. Para a música e som, por exemplo, foram requisitados os mesmos instrumentos e equipamentos que o Genesis usou em palco, incluindo a raríssima guitarra de dois braços de Mike Rutherford, combinando uma viola-baixo e uma guitarra semi-acústica. O que levou o músico a afirmar que este é um espectáculo "melhor que o original".
A turnê passará pela América do Sul entre o final de setembro/ começo de outubro e as datas já confirmadas para o Brasil são: São Paulo, dias 07 e 08/10 (Olympia). Outras datas e cidades serão anunciadas em breve.
Um editorial publicado no "The New York Times", no mês passado, defendeu a quebra de patentes de remédios anti-Aids pelo governo brasileiro. A publicação elogia o programa do Brasil de combate à Aids e ressalta que as patentes devem ser respeitadas, mas que a justificativa brasileira tem respaldo legal nos acordos internacionais e merece o apoio de Washington.
O programa, que fornece tratamento gratuito para quem precisar, é viável graças à fabricação dos remédios, a partir da cópia da fórmula original, por laboratórios brasileiros. No entanto, diz o editorial, novos remédios ainda são importados e custam muito caro.
O governo estuda agora medidas que permitiriam que laboratórios brasileiros pudessem copiar a fórmula desses remédios, como o licenciamento voluntário. No entanto, segundo o texto, grupos de direita e a indústria farmacêutica nos EUA classificaram a atitude de roubo e congressistas americanos pediram sanções contra o Brasil.
O "NYT" diz ainda que apenas um punhado de países quebra as patentes, pois os demais "são intimidados, principalmente pelos Estados Unidos". O editorial sugere, por fim, que as autoridades comerciais dos EUA declarem publicamente que o Brasil não sofrerá retaliações, ao quebrar as patentes, "por exercer o seu direito de salvar vidas".
O posicionamento do jornal recebeu a aprovação da organização Médicos Sem-Fronteiras e foi considerado "importante" pelo Ministério da Saúde.
Do site Disconnected
Em entrevista à rádio norueguesa Metal Express, o vocalista Sammy Hagar jogou um imenso balde de água fria nos fãs do Van Halen. Apesar de a banda ter se reunido para uma turnê que foi de junho a novembro do ano passado, com 80 shows apenas nos Estados Unidos, e ter lançado a coletânea dupla Best of Both Worlds com três músicas novas - It's About Time, Up for Breakfast e Learning to See - parece que não há mesmo futuro para Hagar, os irmãos Eddie (guitarra) e Alex Van Halen (bateria) e o baixista Michael Anthony juntos.
"Nós tentamos gravar um novo disco, mas conseguimos finalizar apenas três canções. E levamos quatro meses para isso, por isso disse que era melhor sair em turnê antes que tudo aquilo acabasse. Eles tentaram gravar um segundo álbum com Gary Cherone, mas não conseguiram. Tentaram três vezes fazer um com Dave Lee Roth, mas não conseguiram. Então, percebi que estávamos indo pelo mesmo caminho. Sou um cara que gosta de sair e tocar para as pessoas, assim disse 'Vamos parar de gravar para cair na estrada enquanto ainda podemos'. Acredito que foi uma decisão inteligente, e isso teve o apoio dos empresários. Tínhamos shows vendidos e deveríamos mesmo sair para tocar ao vivo. Está explicado porque fizemos apenas três músicas".
"O último show com o Van Halen [dia 19 de novembro, no Anselmo Valencia Amphitheater, em Tucson, Arizona] foi um desastre, uma experiência horrível. Foi preciso que entrássemos no palco separadamente, por caminhos diferentes. Estávamos a ponto de explodir e isso era muito ruim. Por isso foi tão péssimo. O restante da turnê não foi tão ruim, mas as últimas apresentações... Eu não sei. Alguma coisa se perdeu".
01. PEARL JAM
02. AEROSMITH
03. VAN HALEN
04. THE EAGLES
05. JOURNEY
06. GUNS N' ROSES
07. THE GRATEFUL DEAD
08. QUEENSRYCHE
09. THE DOORS
10. R.E.M.
11. THE ALLMAN BROTHERS BAND e FLEETWOOD MAC (empate)
12. METALLICA
13. KISS
14. THE RAMONES
15. BRUCE SPRINGSTEEN AND THE E STREET BAND e CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL (empate)
16. DAVE MATTHEWS BAND e LYNYRD SKYNYRD (empate)
17. THE BEACH BOYS
18. NIRVANA
19. THE REPLACEMENTS
20. BON JOVI
segunda-feira, julho 04, 2005
Desde o dia 1º de julho até o dia 16 está sendo realizado o "39th Annual Montreux Jazz Festival" na Suiça, e as preparações, acontecimentos e shows estão sendo gravados deste já lendário e anual evento, que conta nesta edição com artistas como Audioslave, Elvis Costello, Brian Wilson, Alice Cooper e Crosby, Stills & Nash.
Através de parceria exclusiva com a Montreux Sounds, a gravadora Eagle Rock Entertainment lançará as principais apresentações, em uma série chamada "Live at Montreux", que trará alguns lançamentos em CD e outros em DVD.
Em 1997, na 31ª edição do Montreux Jazz Festival, que aconteceu entre os dias 4 e 19 de julho, Eric Clapton, ao lado do baterista Steve Gad, de Joe Sample, pianista e tecladista, do baixista Marcus Miller e do saxofonista David Samborn reuniram-se para uma série de apresentações instrumentais.
A estréia do "Legends", como se auto denominaram, acabou acontecendo na abertura deste festival, no dia 3 de julho e no primeiro dia do festival, dia 4, a lado um público de 3.000 pessoas no Auditorium Stravinsky. Ninguém sabia exatamente com seriam essas apresentações, e todos ficaram surpresos quando Eric começou a cantar "Going Down Slow", porque as apresentações tinham sido anunciadas como sendo apenas instrumentais.
Ainda não é conhecido qual das duas apresentações será lançada em DVD ainda este ano de 2005, mas é certo qua a gravadora Eagle Rock Entertainment colocará no mercado ao menos o inédito "Legends featuring Eric Clapton, Steve Gadd, Marcus Miller, Joe Sample, David Sanborn Live at Montreux 1997"
O "Legends" teve vida curta, foram somente onze apresentações durante o mês de julho de 1997. E o setlist dessas duas apresentações consistiu em:
- Dia 3 de julho de 1997
Full house
Snakes
Ruthie
Marcus #1 (A)
Going down slow (EC vocais)
Peeper
Suggestions
Third degree (EC vocais)
1st Song Tango
Put it where you want
Jelly roll (Bis)
In a sentimental mood (Bis)
Layla (Bis, EC vocals)
Everyday I have the blues (Bis, EC vocais)
- Dia 4 de julho de 1997
Full house
Marcus #1 (A)
Ruthie
Snakes
Going down slow (EC vocais)
Peeper
Suggestions
Third degree (EC vocais)
1st Song Tango
Put it where you want
Jelly roll (Bis)
In a sentimental mood (Bis)
Layla (Bis, EC vocais)
Everyday I have the blues (Bis, EC vocais).
sábado, julho 02, 2005
do site Rockwave (89 FM):
Foi Roger Waters quem deu o primeiro passo ao ligar para David Gilmour e propor a reunião. Pelos bastidores, Gilmour anda dizendo que não considera que o show no Live 8 uma reunião propriamente dita para o Floyd e que está mais preocupado com seu disco solo do que com a banda.
Rick Wright, o tecladista quietinho, continua sendo o cara quieto e, assim, sobrou para o batera Nick Mason falar sobre a reaproximação da formação histórica em uma entrevista para o jornal inglês Daily Telegraph.
O que ele diz é que a banda ainda não se reuniu na mesma sala para decidir quais serão as músicas que eles vão tocar e de que maneira eles irão tocar. "Estamos meio que supondo que nós nos lembraremos de como as músicas são, mas haverá um ensaio. Ou isso, ou teríamos que emitir um comunicado dizendo: 'devido a compromissos assumidos anteriormente, o Pink Floyd só poderá ensaiar depois dos shows'", diz ele.
Mason confirma que a iniciativa de promover a trégua entre a banda e Roger Waters partiu de Bob Geldof, que sacou que a banda é querida demais e que isso atrairia atenção para a causa do Live 8. "Além disso, eu acho que Bob queriia algo mais do que houve na última vez. Ele queria uma novidade, basicamente. Foi um sorteio entre nós e as Spice Girls. Ainda não sei se a gente ganhou ou se a gente perdeu", brinca Mason antes de assumir postura mais séria e declarar: "Neste ponto, é de bom ter ser lembrado não só por causa de um punhado de boas músivas, mas por algo que possa fazer diferença real no mundo".
Para ele, a figura de Bob Geldof foi fundamental para que houvesse a reunião, uma vez que ele tem amizade com Roger Waters - Bob fez o papel de Pink, personagem principal do filme "The Wall", de Alan Parker, idealizado por Waters. "Roger e Bob têm um respeito enorme um pelo outro.. Esses dois juntos são um pouco como Hitler e Stalin, com mais senso de humor. E, no caso de Bob, com um cabelo pior", diz.
Ele também acha que o verdadeiro motivo da volta do Pink Floyd foi o desejo de botar uma pedra em cima no fantasma de não ter tocado no Live Aid, 10 anos atrás. A banda estava em uma batalha legal para decidir quem ficaria com o nome "Pink Floyd" e, por causa disso, só David Gilmour acabou comparecendo, para tocar guitarra na banda de Bryan Ferry. "Eu sinto e acho que todos nós sentimos que foi uma vergonha não ter tocado no primeiro Live Aid", disse Mason.
sexta-feira, julho 01, 2005
Com informações dos sites Whiplash e Rock Brigade:
segunda-feira, junho 27, 2005
Enquanto o Brasil aguarda com ansiedade a chegada de Judas Priest e Whitesnake em show conjunto em setembro, além do maravilhoso Saxon, temos de aguentar a vinda de porcarias como Strokes e Wilco, que devem tocar no segundo semestre por aqui. Chega de porcarias. O governo deveria criar uma lei proibindo lixos de tocar no país.
A banda DREAM THEATER, que há sete anos não toca no Brasil, pode vir para a América do Sul em janeiro ou fevereiro. Segundo o vocalista James LaBrie em uma entrevista ao site Paradise Metal, já existem negociações em andamento para a realização de 16 shows pela América do Sul.
Confira um trecho da entrevista:
Paradise Metal: E falando em Brasil, vocês não tocam no país já tem um bom tempo!!!
James Labrie: Pois é. Nesse exato momento eu não vou confirmar nada, mas nossa agência está negociando uma turnê de 16 shows na América do Sul em janeiro e fevereiro. Brasil, Argentina, Chile e Colômbia podem nos esperar pois provavelmente estaremos aí! E é ridículo que não tenhamos tocado lá em 7 anos e meio. E considerando o número de fãs que temos lá, acho que será uma experiência memorável. Brasil sempre é sensacional quando nós tocamos, em 98 com o Megadeth no Monsters of Rock e em 97 também, sozinhos. Foi inacreditável!
A banda lançou recentemente o álbum Octavarium e no momento está em turnê pela Europa, passando nesta semana pela Grécia e Turquia. (do site Whiplash)
Matéria do The Globe And Mail afirma que a gravadora EMI lançará nos EUA, Canadá, Inglaterra, França, Alemanha e Itália um DVD com os "melhores momentos" das performances do Live 8. Os detalhes ainda não foram acertados, mas é dado como certo que cada país terá uma edição diferenciada do DVD, já que a previsão é que ao menos oito concertos sejam realizados simultaneamente no dia 2 de julho, em lugares como Japão, Alemanha, França, Itália, EUA, África do Sul, Canadá e Reino Unido, conforme publicado no UOL.
Já se sabe que, além de ser transmitido online, diversas redes de TV ao redor do mundo exibirão o evento ao vivo, tais como a BBC britânica e a MTV americana - por hora nenhuma emissora brasileira se manifestou oficialmente, embora comente-se que a Rede Globo passará ao menos alguns flashes. Dentre os artistas que já confimaram presença constam nomes como Elton John, Paul McCartney, U2, REM e Pink Floyd, cuja história reunião, de acordo com o Brain Damage, deverá ter cerca de quinze minutos de duração, com a banda tocando umas quatro canções.
quinta-feira, junho 23, 2005
Por absoluta falta de tempo, aí vão alguns comentários carinhosos:
"Back Home".
Eis as músicas da caixa:
CD 1:
01. Blitzkrieg Bop
02. Beat on the Brat
03. Judy Is a Punk
04. I Wanna Be Your Boyfriend
05. Loudmouth
06. 53rd & 3rd
07. Havana Affair
08. Now I Wanna Sniff Some Glue
09. Glad To See You Go
10. Gimme Gimme Shock Treatment
11. I Remember You
12. Carbona Not Glue
13. Oh Oh I Love Her So
14. Swallow My Pride (single version)
15. Commando
16. Pinhead
17. Sheena Is a Punk Rocker (ABC single version)
18. I Don't Care (single version)
19. Rockaway Beach
20. Cretin Hop
21. Here Today, Gone Tomorrow
22. Teenage Lobotomy
23. Slug (demo)
24. Surfin' Bird
25. We're A Happy Family
26. I Just Want To Have Something To Do
27. I Wanted Everything
28. Needles & Pins (remixed single version)
29. I Wanna Be Sedated
30. Go Mental
31. Don't Come Close
32. I Don't Want You
33. She's the One
34. I'm Against It
CD 2:
01. Rock 'N' Roll High School (Ed Stasium mix)
02. I Want You Around (Ed Stasium mix)
03. Do You Remember Rock 'N' Roll Radio?
04. I'm Affected
05. Danny Says
06. The KKK Took My Baby Away
07. You Sound Like You're Sick
08. She's a Sensation
09. All's Quiet on the Eastern Front
10. Outsider
11. Highest Trails Above
12. Psycho Therapy (single version)
13. Time Bomb
14. Mama's Boy
15. I'm Not Afraid of Life
16. Too Tough To Die
17. Wart Hog
18. Howling at the Moon (Sha-La-La)
19. Daytime Dilemma (Dangers of Love)
20. Endless Vacation
21. My Brain Is Hanging Upside Down (Bonzo Goes to Bitburg) (U.K. 12 version)
22. Somebody Put Something in My Drink
23. Animal Boy
24. I Don't Want To Live This Life (Anymore) (U.K. b-side)
25. Love Kills
26. Something to Believe In (single version)
CD 3:
01. I Wanna Live
02. Bop 'Til You Drop
03. I Lost My Mind
04. Garden of Serenity
05. I Believe in Miracles
06. Pet Sematary (single version)
07. Punishment Fits the Crime
08. Merry Christmas (I Don't Want To Fight Tonight) (single version)
09. Main Man
10. Strength To Endure
11. Poison Heart
12. I Won't Let It Happen
13. Censorsh*t
14. Journey to the Center of the Mind
15. 7 and 7 Is
16. When I Was Young
17. I Don't Wanna To Grow Up
18. Scattergun
19. Makin' Monsters for My Friends
20. The Crusher
21. Spiderman
22. Life's a Gas
23. She Talks To Rainbows
24. Any Way You Want It
25. R.A.M.O.N.E.S.
DVD "Lifestyles of the Ramones and More!"
01. Do You Remember Rock 'N' Roll Radio?
02. Rock 'N' Roll High School
03. We Want the Airwaves
04. Psycho Therapy
05. Time Has Come Today
06. Howling at the Moon (Sha-La-La)
07. Something To Believe In
08. I Wanna Live
09. I Wanna Be Sedated
10. Pet Sematary
11. Merry Christmas (I Don't Want To Fight Tonight)
12. I Believe in Miracles
13. Strength To Endure
14. Poison Heart
15. Substitute
16. I Don't Wanna To Grow Up
17. Spiderman
18. Blitzkrieg Bop (live).
E lá vem Glenn Hughes com um novo projeto... Agora, o ex-músico do Black Sabbath e do Deep Purple lançou o projeto Albatross, que conta também com J.J. Marsh (vocal/guitar), Tomas Broman (bateria) e Kjell Haraldsson (teclados). Inicialmente, o material gravado pelo Albatross seria usado no álbum solo de Marsh, mas acabou sendo rebatizado como um novo projeto, cujo álbum vai se chamar Music From Planet Marsh. "Estou muito feliz com esse álbum, é o melhor que já fiz. O som é bem anos 70, uma mistura de Hendrix com Sabbath, Purple e um toque de Yes aqui e acolá", disse Marsh, em nota oficial.