A vitória de Severino Cavalgadura na Câmara dos Deputados é um claro recado ao PT: o Brasil não é assemebléia de metalúrgicos, onde as decisões são tomadas por meia dúzia de espertos e enfiada goela abaixo da peãozada, que referenda qualquer coisa. Chega de soberba e falácia, está na hora de governar com seriedade e se livrar dos lixos, como os rossetos da vida, lessas da vida (esse já foi), gushikens da vida, dirceus da vida, dulcis e delúbios da vida e outras porcarias do mesmo calibre.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
sexta-feira, março 04, 2005
sábado, fevereiro 26, 2005
Com informações dos sites Whiplash e Rock Brigade.
01. The Hellion
02. Electric Eye
03. Metal Gods
04. Riding on the Wind
05. The Ripper
06. A Touch of Evil
07. Judas Rising
08. Revolution
09. Hot Rockin'
10. Breaking the Law
11. I'm a Rocker
12. Diamonds & Rust (acoustic)
13. Deal With the Devil
14. Hellrider
15. Beyond the Realms of Death
16. Exciter
17. Victim of Changes
18. Green Manalishi
19. Painkiller
Encore:
20. Hell Bent for Leather
21. Living after Midnight
22. You've Got Another Thing Comin'
Quando foi anunciada que a formação clássica do Stratovarius estava reunida novamente, ficou uma pergunta no ar: o que iria acontecer com o baterista Jörg Michael, que havia entrado para o Saxon? O próprio batera resolveu responder isso com uma nota oficial: ele continua nas duas bandas. "Timo Tolkki está bem melhor [um dos motivos da separação foram brigas homéricas com Tolkki, que assumiu estar passando por uma depressão profunda], está pronto para voltar a trabalhar. Já estamos até trabalhando em cima de material novo e estou muito excitado para ver o que vai sair daí. Por isso, gostaria de esclarecer que o Stratovarius é muito especial para mim, estou junto com esses caras há 10 anos, começamos lá embaixo e vivemos juntos um grande sonho, nos tornamos muito amigos", informou Michael. "Quanto ao Saxon, foi uma grande honra gravar com eles e prometi ao Biff [Byford, vocalista do Saxon] que faria toda a turnê do Lionheart. Para mim foi um sonho realizado, pois o Saxon sempre foi um de meus grupos favoritos, tocar aquela turnê com eles foi maravilhoso. Eu estava no palco tocando clássicos como Motorcycle Man, Crusader e 20.000ft com os caras que os criaram!!! Porém, agora houve esse problema do Biff [cuja casa foi destruída em um incêndio, na França] e não sei muito bem o que vai rolar. Mas desejo toda sorte à família de Biff nesse momento difícil, mas acho que podemos ficar felizes com o fato de ninguém ter se machucado. Vamos torcer pra vida de Biff voltar ao normal o mais rápido possível."
Aparentemente vai sair em 10 de maio pelo gravadora Rhino Records um box-set triplo do YES, trazendo gravações registradas ao vivo entre 1970 e 1988, com arte gráfica por conta de Roger Dean, cujos detalhes seguem abaixo:
Disc 1 (75:30)
- "Then" (John Peel's Sunday Show, 12/03/1970)
- "For Everyone" (John Peel's Sunday Show, 12/03/1970)
- "Astral Traveller" (Konserthuset, Gothenberg, Sweden, 24/01/1971)
- "Everydays" (Konserthuset, Gothenberg, Sweden, 24/01/1971)
- "Yours is No Disgrace" (Crystal Palace Bowl, London, 31/07/1971)
- "I've Seen All Good People" (Crystal Palace Bowl, London, 31/07/1971)
- "America" (Crystal Palace Bowl, London, 31/07/1971)
- "It's Love" (Crystal Palace Bowl, London, 31/07/1971)
Disc 2 (79:33)
- "Apocalypse" (Cobo Hall, Detroit, 17/08/1976)
- "Siberian Khatru" (Cobo Hall, Detroit, 17/08/1976)
- "Sound Chaser" (Cobo Hall, Detroit, 17/08/1976)
- "Sweet Dreams" (Queen's Park Rangers Football Ground, London, 10/05/1975)
- "Future Times/Rejoice" (Oakland Coliseum, Oakland, CA, 08/10/1978
- "Circus of Heaven" (Forum, Inglewood, CA, 5/10/1978)
- "The Big Medley with Time and a Word/ Long Distance Runaround/ Survival/ The Fish/ Perpetual Change and Soon" (Forum, Inglewood, CA, 05/10/1978
- "Hello" (Chicago International Amphitheatre, Chicago, IL, 09/06/1979
- "Roundabout" (Chicago International Amphitheatre, Chicago, IL, 10/06/1979)
Disc 3 (64:24)
- "Heart of the Sunrise", Oakland Coliseum, Oakland, CA, 08/10/1978
- "Awaken" (Chicago International Amphitheatre, Chicago, IL, 10/06/1979
- "Go Through This" (Madison Square Garden, NY, 06/09/1980)
- "We Can Fly from Here" (Madison Square Garden, NY, 06/09/1980)
- "Tempus Fugit" (Madison Square Garden, NY, 06/09/1980
- "Rhythm of Love" (Houston Summit, TX, 19/02/1988)
- "Hold on" (Houston Summit, TX, 19/02/1988)
- "Shoot High, Aim Low" (Houston Summit, TX, 19/02/1988)
- "Make It Easy/Owner of a Lonely Heart" (Houston Summit, TX, 19/02/1988).
quinta-feira, fevereiro 17, 2005
Com informações dos sites Whiplash e Rock Brigade.
O set list será o seguinte:
Disc 1:
01. Rapid Fire
02. Metal Gods
03. Breaking The Law
04. Grinder
05. United
06. You Don't Have To Be Old To Be Wise
07. Living After Midnight
08. The Rage
09. Steeler
10. Red, White & Blue
11. Grinder (Live)
Disc 2:
01. Heading Out To The Highway
02. Don't Go
03. Hot Rockin'
04. Turning Circles
05. Desert Plains
06. Solar Angels
07. You Say Yes
08. All The Way
09. Troubleshooter
10. On the Run
11. Thunder Road
12. Desert Plains (Live)
Disc 3:
01. The Hellion
02. Electric Eye
03. Riding on the Wind
04. Bloodstone
05. (Take These) Chains
06. Pain and Pleasure
07. Screaming For Vengeance
08. You've Got Another Thing Comin'
09. Fever
10. Devil's Child
11. Prisoner of Your Eyes
12. Devil's Child (Live)
Os 25 melhores álbum já gravados por bandas inglesas, segundo a pesquisa, são:
01. Black Sabbath - Black Sabbath
02. Iron Maiden - Number Of The Beast
03. Sex Pistols - Nevermind The Bollocks
04. Led Zeppelin - IV
05. Black Sabbath - Paranoid
06. Muse - Absolution
07. Clash - London Calling
08. Queen - Sheer Heart Attack
09. Iron Maiden - Iron Maiden
10. Manic Street Preachers - The Holy Bible
11. Led Zeppelin - Physical Graffiti
12. Judas Priest - British Steel
13. Def Leppard - Hysteria
14. Black Sabbath - Volume 4
15. Darkness - Permission To Land
16. Ozzy Osbourne - Blizzard Of Ozz
17. Wildhearts - Earth vs The Wildhearts
18. Lostprophets - Start Something
19. Queen - A Night At The Opera
20. Muse - Origin Of Symmetry
21. Ash - Free All Angels
22. Motorhead - Ace Of Spades
23. Stereophonics - Performance And Cocktails
24. Manic Street Preachers - Everything Must Go
25. Feeder - Echo Park
O Nightwish e o Dream Theater foram confirmados como banda de abertura em duas datas importantes do Iron Maiden pela Europa. O Nightwish, juntamente com o Dragonforce, abrirá o show da Donzela no Mystic Festival, que acontece dia 29 de maio na cidade de Chorsow, na Polônia. Já o Dream Theater, ao lado do Within Tempation, abrirá o show do Maiden em Uster, na Suíça, dia 12 de junho.
01. Locked & Loaded
02. Revolution
03. Winds Of War (Invasion)
04. Crown Of Thorns
05. The Bogeyman
06. Beauty And A Beast
07. Cracking The Whip
08. Fuguetta
09. Cherokee Warrior
10. Guardian Angel
11. Let The Good Times Roll
12. Revelation (Drinking With The Devil)
13. Magic And Mayhem (instrumental)
14. Exile
15. The Hunt
16. Russian Roulette
17. Unleash The Fury
18. Paraphrase (instrumental)
Abaixo segue o track-list do álbum:
01. Misfit
02. Pardon My Depression
03. Prisoner 103
04. I Believe
05. Aural Sects
06. Pseudocide Pull
07. The String Alone
08. Dogs of Whore
09. Don't You Know.
terça-feira, fevereiro 01, 2005
Confira, abaixo, o 'track-listing':
01 - "Shakin' My Cage"
02 - "Hold On Me"
03 - "Pray For Me"
04 - "Can't Compare"
05 - "Lonely"
06 - "Crystal Ship"
07 - "Talk Talkin´"
08 - "Push Comes To Shove"
09 - "Twilight"
10 - "Ten Years"
11 - "Dying To Be Free"
12 - "Mercy".
1. Queen – 'Bohemian Rhapsody'
2. Iron Maiden - 'Bring Your Daughter... To The Slaughter'
3. Michael Jackson - 'Billie Jean'
4. Madonna - 'Like A Prayer'
5. Madonna - 'Vogue'
6. Elvis Presley - 'Jailhouse Rock'
7. Oasis - 'Don't Look Back In Anger'
8. Abba - 'Dancing Queen'
9. Mariah Carey - 'Without You'
10. John Lennon - 'Imagine'.
De acordo com o site Treasure Chest, o primeiro DVD a ser lançado chama-se "Hellish Videos" e contará com todos os clips já lançados pelo grupo e mais algum material extra. A novidade ficar por conta da apresentação do DVD, que foi supervisionada e criada pelo vocalista Andi Deris. O lançamento deste vídeo rola no dia 7 de março.
Já o segundo DVD tem previsão de lançamento para o fim deste ano e trará, além de material ao vivo, filmagens dos ensaios que a banda levou a cabo enquanto compunha material inédito.
ERIC CLAPTON - Guitarra e Vocal
JACK BRUCE - Vocal, Baixo e Harmônica
GINGER BAKER - Bateria
O Royal Albert Hall tem grande relação com a história do CREAM. Além de inúmeras e grandiosas apresentações, foi neste local, exatamente no dia 26 de outubro de 1968, que o trio fez suas duas últimas apresentações, numa histórica despedida que pode ser conferida no vídeo "CREAM - FAREWELL CONCERT". O trio CREAM foi formado em 1966 e dissolveu-se em 1968, durando apenas 3 anos, mas deixou profundas marcas no rock e produziu quatro históricos álbuns: "Fresh Cream" (1966), "Disraeli Gears" (1967),
"Wheels of Fire" (1968), "Goodbye" (1968). Em 1993, fizeram uma breve e única apresentação na cidade de Los Angeles, quando a banda teve o seu nome incluído no "Rock and Roll Hall Of Fame".
Sebastian Bach (SKID ROW)
Dave Brooks (SLAMMIN' GLADYS)
Dominic Cifarelli (PULSE ULTRA)
Daniel J. (JORDAN RUDESS)
Randy Jackson (ZEBRA)
Andreas Kisser (SEPULTURA)
Jani Lane (WARRANT)
Alex Skolnick (TESTAMENT, TRAN SIBERIAN ORCHESTRA, ATTENTION DEFICIT)
Jeff Stinco (SIMPLE PLAN)
Kip Winger (WINGER)
Eis o tracklist com as respectivas participações especiais:
- Distant Early Warning
vocal: Randy Jackson
guitarra solo: Daniel J.
- Lakeside Park
vocal: Sebastian Bach
guitarra solo: Daniel J.
- Limelight
vocal: Kip Winger
guitarra solo: Andreas Kisser
- Subdivisions
vocal: Randy Jackson
guitarra solo: Dominic Cifarelli
teclado: Jeff Feldman
- Different Strings
vocal: Robert Berry
guitarra solo: Robert Berry
- Tom Sawyer
vocal: Sebastian Bach
guitarra solo: Dominic Cifarelli
teclado: Jeff Feldman
- Bastille Day
vocal: Jani Lane
guitarra solo: Alex Skolnick
- A Farewell To Kings
vocal: Randy Jackson
guitarra solo: Andreas Kisser
- Spirit Of the Radio
vocal: Kip Winger
guitarra solo: Jeff Stinco
- Didacts and Narpets
bateria: Mike Mangini
- 2112 Overture/Temples Of Syrinx
vocal: Jani Lane
guitarra solo: Vinnie Moore.
Veja, logo a seguir, a lista completa dos vencedores:
IRON MAIDEN – “The Early Years Vol. I” — 32.0%
RAMONES – “Raw” — 12.8%
DREAM THEATER – “Live At Budokan” — 12.0%
AEROSMITH – “You Gotta Move” — 7.7%
QUEEN – “Live On Fire At The Bowl” — 7.4%
SEBASTIAN BACH – “Forever Wild” — 7.1%
GODSMACK – “Changes” — 4.6%
OPETH – “Lamentations (Live At Shepherd’s Bush Empire 2003)” — 4.4%
GOO GOO DOLLS – “Live In Buffalo” — 2.9%
EVANESCENCE – “Anywhere But Home” — 2.6%
RAINBOW – “Inside Rainbow 1975-1979” — 2.5%
ANTIPRODUCT – “Melee In Milan” — 1.4%
MICHAEL SCHENKER – “World Wide Live 2004” — 1.1%
ILL NINO – “Live From the Eye Of The Storm” — 1.1%
HOOBASTANK – “Let It Out” — 0.5%
Veja o comunicado no website oficial do guitarrista logo abaixo: "Tony está realizando um grande trabalho com seu novo álbum, que terá Glen Hughes nos vocais e Kenny Aronoff na bateria. Eles escreveram 13 músicas, todas produzidas por Bob Marlette, que trabalhou no primeiro álbum solo de Tony e no ao vivo 'Reunion', do Black Sabbath, e suas recentes produções com o Seether e o Shinedown estão atualmente nas paradas da Billboard. O álbum está em estágio de mixagem e atualmente todos estão discutindo uma data de lançamento para o trabalho para o fim deste ano. Tony também espera tocar este álbum ao vivo."
domingo, janeiro 23, 2005
Com informações dos sites Whiplash e Rock Brigade
Udo Dirkschneider - Vocais
Wolf Hoffmann - Guitarra
Hermann Frank - Guitarra
Peter Baltes - Baixo
Francesco Jovino – Bateria
A banda fará ainda uma turnê por alguns festivais na Europa como o Sweden Rock e Wacken e em julho no Japão.
quinta-feira, janeiro 20, 2005
Com informações dos sites Whiplash e Rock Brigade
01. All Shook Up
Vocais: Joe Lynn Turner (ex-DEEP PURPLE, RAINBOW)
Baixo: Jeff Pilson (ex-DOKKEN, DIO)
Bateria: Aynsley Dunbar (ex-WHITESNAKE, UFO)
02. Doctor Doctor
Vocais: Jeff Scott Soto (TALISMAN, ex-YNGWIE MALMSTEEN)
Baixo: Marco Mendoza (SOUL SIRKUS, WHITESNAKE)
Bateria: Brett Chassen (BRET MICHAELS BAND)
03. Hair of the Dog
Vocais: Paul Di'Anno (ex-IRON MAIDEN)
Baixo: Phil Soussan (ex-OZZY OSBOURNE)
Bateria: Vinny Appice (ex-BLACK SABBATH, DIO)
04. War Pigs
Vocais: Tim "Ripper" Owens (ICED EARTH, ex-JUDAS PRIEST)
Bateria: Aynsley Dunbar (ex-WHITESNAKE, UFO)
Baixo: Mike Inez (ex-OZZY OSBOURNE, ALICE IN CHAINS)
05. Money
Vocais: Tommy Shaw (STYX)
Saxofone: Edgar Winter (EDGAR WINTER BAND)
Baixo: Tony Levin (PETER GABRIEL)
Bateria: Mike Baird (JOURNEY)
06. Blood of the Sun
Vocais: Leslie West (MOUNTAIN)
Baixo: Rudy Sarzo (DIO, ex-QUIET RIOT)
Bateria: Simon Wright (DIO, ex-AC/DC)
07. Politician
Vocais/Baixo: Jeff Pilson (ex-DOKKEN, DIO)
Bateria: Brett Chassen (BRET MICHAELS BAND)
08. I Don't Live Today
Vocais: Sebastian Bach (ex-SKID ROW)
Bateria: Eric Singer (KISS)
Baixo: Tony Franklin (ex-THE FIRM, BLUE MURDER)
09. Out in the Fields
Vocais: Gary Barden (MSG)
Baixo: Chuck Wright (QUIET RIOT, ex-ALICE COOPER)
Bateria: Brett Chassen (BRET MICHAELS BAND)
10. I'm Not Talking
Vocais: Mark Slaughter (SLAUGHTER)
Bateria: Aynsley Dunbar (ex-WHITESNAKE, UFO)
Baixo: Jeff Pilson (ex-DOKKEN, DIO)
Por enquanto não há informações sobre o lançamento do álbum.
Após meses de especulação, os Black Crowes anunciaram a sua volta aos palcos. A banda tocará em cinco noites especiais no New York´s Hammerstein Balroom, a partir de 22 de março. Estes serão os primeiros shows do grupo desde 31 de outubro de 2001, em um evento batizado pelos irmãoes Chris e Rich Robinson, líderes da banda, como All Join Hands.
O cantor OZZY OSBOURNE anunciou uma mudança nas faixas que estarão no CD do covers do box set "Prince of Darkness" que será lançado em 22 de março. A troca consiste na retirada da música "Hi Ho Silver Lining" de JEFF BECK, substituída por "Working Class Hero" de JOHN LENNON.
Com as mudanças o track list fica assim:
01. 21st Century Schizoid Man (King Crimson)
02. Mississippi Queen (Mountain)
03. All The Young Dudes (Mott The Hoople)
04. In My Life (The Beatles)
05. Fire (Arthur Brown)
06. For What It’s Worth (Buffalo Springfield)
07. Sympathy For The Devil (Rolling Stones)
08. Working Class Hero (John Lennon)
09. Good Times (Eric Burdon)
10. Changes - Duet with Kelly Osbourne (Black Sabbath)
A caixa terá 4 cds com músicas da carreira de OZZY, covers e algumas faixas ao vivo.
sexta-feira, janeiro 07, 2005
Com informações dos sites Whiplash e Rock Brigade
Paul Di'Anno - provável setlist dos shows
The Simpson's Theme
The Ides Of March
Wrathchild
Prowler
Marshal Lockjaw
Dream Keeper
Murders in the Rue Morgue
The Beast Arises
Children of Madness
Remember Tomorrow
Impaler
Faith Healer
Killers
Phantom of the Opera
Band Introduction
The Livin Dead
Running Free
Transylvania
Sanctuary
Relembrando que novas datas foram agendadas, fazendo com que a turnê tenha nove shows, conforme abaixo:
14-01 Teresina/PI - Espaco Cultural Noe Mendes
15-01 São Luis/MA - Boite Fabrica
16-01 Belem/PA - Ginasio Educacao Fisica
20-01 Porto Alegre/RS - Opiniao
21-01 Curitiba/PR - Center Arts
22-01 Sao Jose dos Campos/SP - Dama Rock
27-01 Rio de Janeiro/RJ - Circo Voador
28-01 Juiz de Fora/MG - Free Hits
29-01 São Paulo/SP - Manifesto.
Ao mesmo tempo, Daltrey foi nomeado Comandante do Império britânico pela Rainha Elizabeth. "Espero morrer antes de envelhecer", costumava cantar Daltrey,
que, aos 60 anos, aceitou a distinção da realeza por seus serviços à
música, à indústria do espetáculo e às causas humanitárias. Daltrey, que gravará o primeiro álbum de The Who em 22 anos, arrecadou três milhões de euros com seus shows anuais a favor da luta contra o câncer no Albert Hall de Londres. Seis vezes pai,
Daltrey afirmou recentemente que o novo álbum do grupo documentará a
viagem do The Who para a velhice.
sábado, janeiro 01, 2005
da BBC
Um porta-voz de Ozzy Osbourne desmentiu o produtor Rick Rubin (Slayer, The Cult, Red Hot Chili Peppers e Beastie Boys), que afirmara no início do mês, em entrevista ao diário inglês "Sunday Harold", estar em Worcestershire, Inglaterra, para trabalhar no novo álbum do Black Sabbath.
Segundo o representante do vocalista, a banda inglesa não irá lançar nenhum disco inédito de estúdio, mesmo tendo feito a última edição do Ozzfest com sua formação original - Além do Madman, o guitarrista Tony Iommi, o baixista Geezer Butler e batera Bill Ward.
Apesar da negativa, o editor do "Sunday Harold", Alan Taylor, confirmou que esteve com Rubin em Worcestershire no último fim de semana e este parecia estar trabalhando realmente num novo trabalho do Sabbath. "Ele se confundiu. Não há realmente nada a informar", garantiu o porta-voz. Iommi, por sua vez, disse recentemente à revista Rolling Stone que "gostaria de imaginar que iremos gravar mais um disco. Com o Sabbath as coisas apenas acontecem. Nós não deveríamos ter feito o Ozzfest, mas estávamos no festival".
O último álbum da banda com Ozzy foi Never Say Die!, de 1978. Dois anos depois chegou às lojas o ao vivo "Live at Last", mas apenas para capitalizar em cima do sucesso de Heaven and Hell, lançado no mesmo ano e com Ronnie James Dio nos vocais. Em 1998, o duplo Reunion comemorou a turnê da formação original do Sabbath e trouxe duas faixas inéditas de estúdio, Psycho Man e Selling My Soul - esta última com uma bateria porgramada no lugar de Ward.
Outro duplo ao vivo, Past Lives, foi lançado em 2002, trazendo "Live at Last" remasterizado no primeiro disco e versões inéditas no segundo. O último de inéditas do grupo foi Forbidden, de 1995, com Tony Martin (vocal), Neil Murray (baixo) e Cozy Powell (bateria) ao lado de Iommi.
quarta-feira, dezembro 29, 2004
do Rockwave
Já se vão quase 40 anos desde que Roger Daltrey uivou o verso "espero morrer antes de ficar velho", cunhando um hino e uma lenda. Hoje, aos 60 anos de idade e avô de dez netos é de se perguntar se isso ainda faz sentido pra ele, que na década de 1960 ajudou a catapultar o Who para o estrelato com seu incalcinável carisma sobre o palco aliado às letras de Pete Townshend e os acordes de guitarra tão furiosamente arrancado pelos braços de moinho de vento do guitarrista.
Se você perguntar pra ele, como a revista Billboard fez, a resposta é sim, tudo faz sentido. Ele acaba de gravar vocais para um DVD de animação para crianças entre 2 e 4 anos, chamado "The Wheels On The Bus". Sim, aquele cara que girava microfones frente a uma banda que destruía seus instrumentos no palco depois de tocar em um volume ensurdecedor, tem gravado músicas pra crianças e diz que, agora sim, a vida faz sentido.
"Tendo tido filhos e, depois, netos, tudo isso me pareceu uma bela idéia. Sim, são dez netos. É simplesmente fantástico. Finalmente, a vida começou a fazer um pouco de sentido. Eu não vejo Roger Daltrey como nada além de um ser humano do dia-a-dia. Nunca fui ultraprotetor com o lado da imagem nesse negócio de rock'n'roll. Você pára com isso aos 40 anos. Para mim, tudo que resta é a música que você toca e isso, em se tratando do The Who, é mais poderoso hoje do que jamais foi" , diz Daltrey.
Escaldado por rompimentos, projetos-solo e reuniões que deram certo, Daltrey vê o Who de outro modo e vê sua própria vida escolhendo novos caminhos e novas utilidades para a música. Por isso também, ele tem se envolvido com projetos assistenciais que envolvem crianças e arrecadam fundos para jovens carentes. "Nosso trabalho sempre foi sustentado pelos adolescentes, então é bom poder fazer algo em troca", diz ele em entrevista à revista Billboard.
Hoje em dia, ele divide o Who com Pete Townshend, depois das mortes do baterista Keith Moon, em 1978, e do baixista John Entwistle, em 2002. A dupla remanescente passou anos conversando e discutindo idéias até que o momento chegou. Neste mês, os dois entram em estúdio para gravar o primeiro disco de estúdio do Who desde "It's Hard", de 1982. Pete vem tratado o disco pelo nome de "Who2" e descreve o título como "parcialmente provocativo".
Daltrey está ansioso para entrar em estúdio, mas reconhece que será estranho gravar com o Who outra vez. "Só restamos Pete e eu. A primeira coisa que vamos fazer é entramos em estúdio, ele e eu, e fazer música juntos. Então, a gente vai pegar a banda que toca ao vivo com a gente e trabalhar, envolvendo-os no que for que a banda crie, o que é, outra vez, uma coisa estranha", diz ele.
Sobre o seu papel na banda, Roger diz não saber dimensionar ao certo, mas acha que a longevidade da banda se deve ao estilo de música "totalmente único" que Pete faz. Sobre ele, não há o que dizer. "Não posso ser objetivo a respeito do meu papel nisso. Nunca me vi. E eu tampouco vi o Who. Sei que existe uma energia na música do The Who que é inegável e isso está na composição das músicas", diz.
Com informações dos sites Whiplash e Rock Brigade
CD 1
1. Let the Music Do the Talking
2. My Fist Your Face
3. Shame on You
4. Heart's Done Time
5. Rag Doll
6. Dude (Looks Like A Lady)
7. Angel
8. Hangman Jury
9. Permanent Vacation
10. Young Lust
11. The Other Side
12. What it Takes
13. Monkey on My Back
14. Love in an Elevator
15. Janie's Got a Gun
16. Ain't Enough
17. Walk This Way (with RUN-D.M.C.)
CD 2
1. Eat the Rich
2. Love Me Two Times
3. Head First
4. Livin' on the Edge (acoustic version)
5. Don't Stop
6. Can't Stop Messin'
7. Amazing (orchestral version)
8. Cryin'
9. Crazy
10. Shut Up and Dance
11. Deuces are Wild
12. Walk on Water
13. Blind Man
14. Falling in Love (Is Hard on the Knees) (live)
15. Dream on (live)
16. Hole in My Soul (live)
17. Sweet Emotion (live)
- Way Back to the Bone (TRAPEZE)
- I'll be Creepin' (FREE)
- Love Is Worth Blues (LESLIE WEST)
- Evil (CACTUS)
- I'll Come Tumblin' (GRAND FUNK)
- Hard Way to Go (SAVOY BROWN)
- Woman (JAMES GANG)
- Rock Candy (MONTROSE)
- Guess I'll Go Away (JOHNNY WINTER)
- Whiskey Train (PROCOL HARUM)
- I Can't Stand It (ROBIN TROWER)
Ainda não foi divulgada a data de lançamento do CD.
Soul Mover
First Step Of Love
In For The Kill
Can't Stop The Flood
Written All Over you Face
Coast To Coast
She Moves Ghostly
High Road
You Keep On Moving
Little Miss Insane
Medusa
Last Mistake
I'm Not The Same Man
Bis:
Sail Away
Blue Jade
In My Blood
Feb. 18 - Local a ser definido no Brasil
Feb. 19 - Lapa Multishow, Belo Horizonte/MG
Feb. 20 - Direct Music Hall, São Paulo/SP
Feb. 22 - Adam Street, Novo Hamburgo/RS
Feb. 24 - Centro De Convenciones Ambassador, Lima (Peru)
Feb. 26 - Palacio de Los Deportes, Bogotá (Colômbia)
Feb. 27 - La Bombonera, Cali (Colômbia)
Mar. 01 - Local a ser definido na Costa Rica
Mar. 02 - Local a ser definido no México
terça-feira, dezembro 21, 2004
THE BEAST IN BRAZIL TOUR 2005
Quinta-Feira, 13-01 Circo Voador, Rio de Janeiro/RJ
Sexta-Feira, 14-01 Manifesto Bar, São Paulo/SP
Sábado, 15-01 Boite Fábrica, Sao Luis/MA
Domingo, 16-01 Ginásio Educação Física, Belém/PA
Quarta-Feira 19-01 London Club, Uberlândia/MG
Quinta-feira, 20-01 Opinião, Porto Alegre/RS
Sexta-Feira, 21-01 Center Artes, Curitiba/PR
Sábado, 22-01 Dama Rock, São José dos Campos/SP
do Whiplash
Damien, editor assistente da revista inglesa especializada em metal Terrorizer, participou da audição do novo trabalho do JUDAS PRIEST, intitulado “Angel of Retribution”. A pré-audição rolou em Londres nesta segunda-feira, 20 de dezembro. A seguir, veja uma pequena crítica acerca das cinco faixas mostradas aos jornalistas ingleses:
Worth Fighting For — a mais fraca de todas as outras, uma semi-balada que definitivamente não vai a lugar algum.
Ainda há duas introduções movidas a baixo entre essas cinco faixas, algo bem incomum, já que o baixista Ian Hill fez isso apenas duas vezes em todo o catálogo do Priest — nas músicas ‘The Rage’ e ‘Love Bites’. No geral, este álbum limpa o chão com os dois últimos trabalhos do grupo, ainda que seja diferente de ‘Painkiller’ ou ‘Screaming For Vegeance’. Entretanto, como Glen me disse, este é apenas o próximo trabalho do Judas, ‘pois nós temos mais dois ou três por vir ainda...’”.
O novo CD do Judas Priest estará nas lojas no dia 1º de março, via Epic. Um single, porém, será disponibilizado às rádios para a faixa “Revolution”. O álbum foi produzido por Roy Z (famoso por seus trabalhos ao lado de Bruce Dickinson, Helloween, Downset e do próprio vocalista do Priest, Rob Halford).
sexta-feira, dezembro 17, 2004
O Conselho Nacional de Jornalistas foi derrotado Congresso Nacional. O projeto erta na verdade uma amálgama de estultícies, nulidades, bobagens e textos subliminares que evocavam o pior que o esquerdismo poderia produzir. Por baixo, o texto mostrava oportunismo de gente autoritária e sedenta do intervencionismo do Estado na questão da liberdade de imprensa. Sou favorável a um órgão patrecido como a OAB para a profissão de jornalista, mas sua criação precisa ser discutida com toda a classe, e não por um grupelho de oportunistas encastelados na Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) e nos Sindicatos de Jornalistas. Deve ser um órgão regulador e fiscalizador, mas completamente dissociado do Estado. Leia a seguir texto extraído do boletim Jornalistas & Cia a chiadeira da Fenaj, derrotada no Congresso:
Sonho para alguns, pesadelo para outros, o CFJ cai na Câmara e a Fenaj desabafa
Em nota oficial, que também pode ser considerada um texto-desabafo, a Direção da Fenaj, a propósito da decisão da Câmara Federal de rejeitar o projeto do CFJ, diz: "O projeto que propõe o Conselho Federal dos Jornalistas está morto. A esperança de milhares de jornalistas e a expectativa de segmentos sociais importantes foram enterradas pelos coveiros tradicionais da democracia e
da organização da sociedade, aliados a inusitados novos cúmplices."
Diz ainda: "O projeto do CFJ está morto e dançam sobre sua tumba
os interesses aparentemente mais contraditórios. Os empresários da
mídia brasileira devem se regozijar. Mais uma vez seus desejos são aten-
didos. Escondidos atrás de um inverossímil discurso de liberdade de
imprensa, na verdade sempre tiveram a mais medíocre das intenções:
manter as condições salariais e de trabalho dos jornalistas nos níveis
mais baixos possíveis para compensar suas cambaleantes taxas de lu-
cros. Os empresários não admitem a normatização ética da profissão
porque querem manter o poder de decisão sobre o que pode e o que
não pode ser informado à população. Os donos da mídia e do poder
real, mais uma vez, impuseram sua vontade."
Complementa: "Indisfarçável satisfação devem estar sentindo alguns jornalistas desinformados e/ou mal intencionados, notoriamente aqueles com espaço concedido e privilegiado, que serviram como verdadeiros cães de guarda da monopolizada mídia nacional. Durante o debate público, suscitado pelo envio do projeto, era visível o alinhamento submisso à retórica patronal de preconceito e infâmia."
Sequer o Governo Lula é preservado: "Melancólico foi o comportamento do Governo que, se num primeiro momento compreendeu a justeza da reivindicação dos jornalistas e encaminhou o projeto, em seguida sucumbiu à prática de balcão de negócios estabelecida com o Congresso e, parecendo admitir as acusações de tentativa de cerceamento da imprensa, abandona o projeto de organização da profissão de jornalista à própria sorte."
Diz, por fim, o documento, que "os jornalistas brasileiros não desistirão de ter o controle do seu destino, que é a auto-regulamentação de sua profissão. Há 39 anos, o Congresso arquivou o primeiro projeto de criação de um Conselho Federal dos Jornalistas. Essa não é a primeira, e não será a última vez que nos mobilizamos. A Fenaj - que nos últimos quatro meses liderou um rico e histórico processo de debate sobre o jornalismo e os interesses privados que controlam a mídia no País - seguirá firme na luta".
terça-feira, dezembro 14, 2004
Eu tinha prometido não tocar no assunto, por considerar perda de tempo, mas a indignação que tomou conta dos redatores do site Whiplash me comoveu e faço minhas as palavras deles a respeito do preconceito demonstrado pela TV Globo sobre a morte de Dimebag Darrell, do Damageplan. Aliás, preconceito semelhante ao que acomete a péssima editoria de Cultura da Veja, que emprega o péssimo repórter Sérgio Martins. O texto abaixo foi reproduzido do Whiplash:
"Como era de se esperar, a morte de Dimebag Darrell se tornou a bola da vez da imprensa sensacionalista. Entre tantas outras emissoras e veículos a rede Globo se destacou com uma cobertura sensacionalista e preconceituosa da morte do ex-guitarrista do Pantera.
Na reportagem levada adiante no Jornal Nacional pelo correspondente Willian Wack, Dimebag (a esta hora não mais uma vítima) foi mostrado como um usuário de drogas (devido ao apelido, que traduzido, significa "trouxa de maconha") pregador do ódio e violência. Houveram ainda insinuações de que acidentes do tipo em shows de heavy metal se tornam mais comuns a cada dia.
Logo a seguir, o comentarista Arnaldo Jabor apresentou um editorial intitulado "Não Sobrou Nada" (título disponível no site da Globo) igualmente equivocado e preconceituoso. Leia na íntegra:
"O rock começou como canto à alegria e à liberdade, música de esperança numa era de utopias e flores. Aos poucos, a ilusão foi passando. Em 68, a esperança jovem foi sendo detida pela reação da caretice mundial. Os ídolos começaram a morrer: Janis Joplin, Jimmy Hendrix sumiram juntos.
Na década de 70, o que era novo e belo se transforma nos embalos de sábado à noite e começa o tempo da brilhantina. Junto com a caretice dos Beegees, o que era liberdade cai na violência. Em Altamont, no show dos Stones, a morte aparece. Charles Manson é o hippie assassino e o heavy metal o punk vão glorificar o barulho e o ódio.
Com a pressão do mercado mais sólida e invencível, a falsa violência comercial, sem meta, nem ideologia, fica mais louca e ridícula. Os shows de rock viram missas negras que lembram comícios fascistas. É musica péssima, sem rumo e sem ideal. A revolta se dissolve e só fica o ódio e o ritual vazio. Hoje, chegamos a isso, a essas mortes gratuitas. A cultura e a arte foram embora e só ficou a porrada."
O que seria óbvio para tantos fugiu à percepção de Jabor e da Globo: se fosse alguma faceta da música em questão o que levasse um fã demente a assassinar o seu ídolo, John Lennon, assassinado em um outro 8 de dezembro, ainda estaria vivo. Como era de se esperar, uma massa gigantesca de emails foi enviada à Rede Globo por fãs indignados com a cobertura da emissora sobre a morte de Darrell. Um funcionário da emissora respondeu a uma das mensagens, dando detalhes possíveis sobre a reportagem e a relação do heavy metal dentro da emissora. Seu nome não será revelado.
"Antes de mais nada devo confessar que não acompanhei a cobertura, assim não tenho condições para comentar. Agora, uma coisa é a matéria jornalística, outra é a opinião livre do Jabor. E, mesmo nesse caso, aposto que se ele pisou na bola foi por absoluta falta de conhecimento. Há algum tempo eu tive que dar umas "aulas" por aqui para explicar que "hip-hop" não era apologia do tráfico. Vou comentar com a moçada, mas esse episódio serve para mostrar que as pessoas aqui agem e eventualmente erram com independência, ou preconceito pessoal, uma vez que ninguém pode imaginar que existe uma recomendação editorial contra heavy-metal... Grato pelo toque. Abraço."
da Reuters e Billboard
Os Rolling Stones concluíram recentemente em Paris as sessões de gravação de um novo álbum com o produtor Don Was, que trabalhou com eles em seus dois discos anteriores feitos em estúdio. Was disse à Billboard.com que a banda vai se reunir outra vez depois do Ano Novo para fazer mais sessões de gravações para o álbum, cujo lançamento está sendo previsto, por enquanto, para o verão norte-americano de 2005.
O produtor descreveu a música que os Stones estão fazendo como algo bastante diferente de seus discos mais recentes, como "Bridges to Babylon", de 1997, e "Voodoo Lounge", de 1994. "Mick e Keith estão compondo canções juntos de uma forma que não faziam desde o final dos anos 1960", disse Was. "Acho que seus fãs de longa data vão adorar os resultados, e os novos fãs vão compreender porque os Rolling Stones são a maior banda de rock'n'roll do mundo."
Was falou de sessões em que Jagger e Richards compuseram de maneira espontânea, às vezes com Keith Richards tocando baixo e Mick Jagger na bateria. "Mick é um ótimo baterista", disse Was. "Ele também está tocando muita guitarra, é um guitarrista realmente bom. Em algumas coisas ele tem tocado baixo, e em outras é Keith quem vem tocando baixo. É maravilhoso. É essa a razão pela qual eles são os Rolling Stones há tanto tempo."
"Eles conseguem fazer isso quatro vezes por dia, todo dia", disse o produtor, falando das sessões de composição da dupla. "São canções realmente boas. Nunca vi nada como isso."
O baterista Charlie Watts, que há pouco passou por tratamento de câncer da garganta, também participou das sessões em Paris e está com a saúde ótima, disse Was, além de estar tocando "como um leão". Em 2002, os Stones gravaram no estúdio Guillaume Tell, também em Paris, com Was e o engenheiro de som Ed Cherney. Quatro das canções gravadas ali figuram no CD duplo "40 Licks", lançado em 2002. Outros materiais gravados naquelas sessões também podem fazer parte do próximo álbum dos Stones, disse Was. "Ainda não está pronto", disse o produtor. "Ainda poderíamos errar de milhares de maneiras. Mas o que estou ouvindo no momento faz parte da grande tradição dos Stones."
Duas guitarras de George Harrison e Keith Richards estão sendo leiloadas desde a última quinta-feira, 9 de dezembro, pela casa de leilões Christie's, em Nova York.
Os fãs dos músicos já podem fazer suas ofertas. A Gibson SG, de 1964, foi a que Harrison usou em um dos seus discos, e a Gibson Les Paul, de 1959, foi o instrumento que o guitarrista dos Rolling Stones usou para tocar durante sua participação no programa de Ed Sullivan.
"Judas Rising", "Deal with the Devil", "Revolution (primeiro single)", "Worth Fighting For", "Hellrider". As primeiras cópias lançadas do CD serão acompanhadas de um DVD filmado em Barcelona durante shows em junho passado. Já em fevereiro uma tour mundial será iniciada para dar suporte ao álbum.
Foi lançado na Europa esta semana o DVD Classic Diamonds, de Doro Pesch (foto). O vídeo traz a apresentação da cantora alemã com a Classic Night Orchestra, executando músicas de sua carreira solo e dos tempos de sua antiga banda Warlock. O DVD tem ainda a apresentação de Doro no dfestival alemão de Wacken, em que ela aparece cantando Fear Of The Dark (Iron Maiden) junto com Blaze Bayley e Für Immer com Chris Caffery (Savatage). Há ainda um "Behind The Scenes" com entrevistas nos camarins, clipes e outras novidades.
quinta-feira, dezembro 09, 2004
Da Agência Estado/AP
Um homem subiu ao palco de uma boate durante um show de rock lotado da banda Damageplan e abriu fogo, matando pelo menos quatro pessoas, inclusive o guitarrista da banda, "Dimebag" Darrell Abbott (ex-Pantera>, antes de ser morto por um policial, disseram autoridades e testemunhas.
O agressor foi identificado como Nathan Gale, de 25 anos, oriundo de Marysville, uma cidade a noroeste de Columbus. A porta voz do departamento de polícia de Columbus, Sherry Mercurio, disse que não se sabe o motivo do ataque, nem se Gale estava ligado à banda de alguma maneira.
Sherry disse que foram identificadas duas vítimas do tiroteio, além de Abbott: Nathan Bray e Erin Halk. A banda Damageplan tinha começado a tocar a primeira música no clube Alrosa Villa quando o homem abriu fogo, primeiro atingindo Abbott, atirando várias vezes no guitarrista, disse uma testemunha, Chris Couch, de 22 anos. Couch disse que estava há 10 metros do palco quando viu o homem, que vestia um agasalho com gorro, subir ao palco, começar a gritar e a atirar no guitarrista. O homem também atirou em um segurança que tentou puxá-lo do palco e depois começou a disparar contra a platéia. Um policial, que chegou logo depois, atirou e matou o agressor.
"Se o policial não estivesse tão perto, poderia ter sido pior", disse o sargento Brent Mull. "A situação era caótica". Segundo Sherry, o policial que matou o agressor estava fazendo patrulha em uma rua próxima ao bar e recebeu uma chamada de socorro.
Abbott, um dos maiores guitarristas de heavy metal, e seu irmão, o baterista da banda Vinnie Paul Abbott, fizeram parte da formação original da banda Pantera, uma das mais populares do início dos anos 1990, pioneira do rock trash. O Damageplan é formado também pelo vocalista Patrick Lachman e o baixista Bob Zilla.
Segundo presentes no local, o assassino subiu ao palco durante a apresentação do Damage Plan e gritou para Dimebag algo como: "Você acabou com o Pantera. Você arruinou a minha vida. E quanto a Phil [Anselmo]? Ele precisa de dinheiro para comprar heroína." Em seguida atirou cinco vezes a queima-roupa em Dimebag, se voltando depois para Vinnie (que aparentemente não foi atingido).
Scott Ian, guitarrista do ANTHRAX, deu a seguinte declaração acerca do caso: "Estou devastado assim como todos vocês estão. Tudo que posso dizer neste momento são minhas condolência para com Rita e Vinnie e toda a família. Meu coração está com vocês".
Nikki Sixx, do Mötley Crüe, comentou: "Nunca esquecerei as vezes que ele nos fez rir. Deveríamos todos viver nossas vidas com a intensidade que ele viveu. Este é um dia muito triste."
terça-feira, dezembro 07, 2004
A revista Poeira Zine (www.poeirazine.com) traz em sua edição nº 6 uma reportagem fantástica sobre o baterista desconhecido do Who, um fã que saiu da platéia para substituir Keith Moon, que desmaiara, em uma apresentação nos Estados Unidos em 1973. Foi a melhor (única???) reportagem sobre o tema publicada no Brasil. A autoria é de Bento Araújo, editor da revista. Aqui, um trecho da reportagem, que está íntegra somente na edição impressa.
O "banquinho" da bateria do The Who é um dos lugares mais cobiçados do Rock. Depois da morte de Keith Moon, em 1978, o Who teve vários bateristas que tentaram, em vão, ao menos fazer algo parecido com o que Moon fazia. Kenny Jones tinha tocado no Small Faces (depois Faces) e era da turma de Pete Townshend. Tudo parecia "em casa", mas Jones era um bocado "duro" para realizar as maluquices percussivas de Moon. Depois inventaram de chamar o experiente Simon Phillips, ótimo baterista, técnico e preciso, mas nada a ver com o Who.
Phillips é ótimo tocando temas mais complexos, no Rock mais básico, porém, o cara se atrapalha (basta conferir sua performance tocando "Stairway To Heaven" ao lado de Jimmy Page, no Arms Concert, aquele show para arrecadar fundos para o tratamento de Ronnie Lane). Depois veio Zak Starkey, filho de Ringo Starr, que se não é perfeito, ao menos é o que mais se assemelha ao estilo original de Moon.
O que pouca gente sabe é que o Who teve um outro baterista além de todos esses, um sujeito chamado Thomas Scot Halpin.
O The Who estava na América para dar início a tour do disco Quadrophenia, seu mais audacioso projeto, que até hoje divide a opinião dos fãs no quesito ópera-rock definitiva (uns dizem que Tommy é a melhor ópera do Who, mas eu fico com Quadrophenia e não abro). Os quatro lados do vinil contavam uma excitante história de um rapaz louco para achar sua identidade, tudo bem no centro do movimento Mod inglês da metade dos anos 60.
A data marcada para a estréia da tour era dia 20 de novembro de 1973, e o local o Cow Palace, em São Francisco. Meses antes da apresentação, a expectativa tanto do público como da crítica era enorme. Todos queriam conferir como o Who se sairia tocando aquelas audaciosas passagens do Quadrophenia. Os 13.500 lugares do Cow Palace haviam sido vendidos em apenas quatro horas, três semanas antes da estréia.
Quanto ao show em si, na introdução de "Won't Get Fooled Again", algo estava completamente errado: Keith Moon não havia executado suas partes de bateria, ele simplesmente não entrou na música. Pete Townshend, Roger Daltrey e John Entwistle viraram imediatamente para trás e viram Moon completamente inconsciente, desmaiado em cima das peças da bateria!
Os roadies vieram e rapidamente levaram Moon para o backstage, colocando-o debaixo de uma ducha gelada, tentando a todo custo reanimar o baterista. A banda terminou a música sem baterista, logo se retirando do palco. Ninguém na platéia tinha a mínima idéia do que estava acontecendo.
Moon parecia que tinha apagado mesmo e o primeiro integrante da banda pego de surpresa pelo desespero foi Pete Townshend, que voltou ao palco e abriu o jogo com a galera, dizendo que Moon estava mal, mas que eles estavam fazendo de tudo para trazê-lo de volta ao tablado. O guitarrista ainda ironizou: "O pior de tudo é que sem ele nós não somos um grupo!". Depois de meia hora de interrupção, Moon estava pelo menos com os olhos abertos (graças a uma poderosa injeção de cortisona) e o Who resolve voltar ao palco do Cow Palace, como sempre, ovacionados pelos presentes...