Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
quinta-feira, dezembro 04, 2003
quarta-feira, dezembro 03, 2003
Com informações dos sites Whiplash e Rock Brigade:
terça-feira, dezembro 02, 2003
quarta-feira, novembro 26, 2003
Até que demorou muito para que João Gordo arrumasse uma baita confusão nos estúdios da MTV, onde apresenta um programa muito engraçado, mas também bastante absurdo. O seu talk-show é bem legal, do jeito Gordo de ser, e quqando os entrevistados entram no clima descontraído de boteco, na zoeria total, fica delicioso.
Ontem, na gravação de mais uma entrevista, com o ator Dado Dolabella, que agora resolver dar uma de "cantor", os dois discutiram muito e quase saíram no tapa. Leia mais destalhes aqui.
terça-feira, novembro 25, 2003
Sempre achei que uma das piores coisas que poderiam ter surgido na imprensa brasileira nos últimos anos foi o dublê de cineasta, escritor e polemista idiota de plantão Diogo Mainardi, de Veja. Esse cidadão está mais para um comediante do que para um articulista sério.
Estretanto, seus dois últimos artigos acabaram acertando em cheio, apesar de sua extrema mediocridade e boçalidade.
O primeiro fala da péssima gafe que o presidnete Lula cometu na Namíbia, em sua viagem pela África - "Essa cidade, Windhoek, é tão limpa que nem parece a África". Mainardi foi feliz ao dizer que Windhoek, a capital da Namíbia, foi fundada por imigrantes holandeses e depois passou pelas mãos de ingleses, alemães e brancos sul-africanos, ou seja, todos brancos e ocidentais que discriminavcam os negros, proibindo-os de entrar na cidade. A mensagem é clara: Lula louvou a presença branca colonizadora na África.
No segundo texto, nesta semana, Mainardi critica a afirmação de que o sistema tributário brasileiro privilegia os "ricos", segundo afirmação do ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Para o ministro, quem ganha acima de R$ 8.000,00 é "rico", numca clara confusão entre classes A e B. Resumindo: confusão proposital para aumentar os impostos sobre a classe média.
Tudo o que era necesário falar da volta do Palmeiras à primeira divisão já foi falado. Desde a verdadeira lição de paixão da torcida, que fez festas maravilhosas desde a histótica partida com o Marília no Parque Antártica, até a lição de competência, persistência, sangue-frio e humildade que os jogadores e comissão técnica em todos os times brasileiros. No Brasil, segunda divisão é uma tragédia, coisa que não ocorre na Europa. Um texto destes últimso dias me chamou atenção: o de Alberto Helena Júnior na edição de segunda do Diário de São Paulo. Reproduzo um trecho que achei o mais relevante:
"Na Europa, os grandes caem —- não uma, mas várias vezes, até —- e voltam sem maiores traumas. No Brasil, porém, país em que a mais abjeta exclusão social é rotina há 500 anos, no futebol, cair para a Segunda Divisão, representa a exclusão irreversível, a suprema e fatal humilhação.
Por isso, até outro dia, ninguém caía. Ou melhor: os grandes não caíam. Arrumava-se sempre um jeito, nos bastidores, para que voltassem pela porta dos fundos, isto, sim, humilhação infame.
Até mesmo o Fluminense, que amargou dois descensos sucessivos, depois de ter escapado a bordo do velho tapetão de queda anterior, não cumpriu seu fado até o fim. Ao vencer a Terceira, já embarcou de volta à Primeira, junto com Bahia.
Era o fantasma da queda definitiva que ronda o futebol brasileiro desde a instituição da Lei do Acesso e Descenso, no final dos anos 40, no Paulista.
O Jabaquara, então, frequentador assíduo das últimas posições, sempre que despencava, recorria à justiça, na qualidade de sócio fundador da FPF, e permanecia na primeira. Eram as célebres jabaquaradas. Quando, porém, essa ressalva foi eliminada dos estatutos da FPF, o Jabaquara caiu e nunca mais voltou."
segunda-feira, novembro 24, 2003
sexta-feira, novembro 21, 2003
Amsterdã, a realidade. Holanda 6 a 0, classificada. Já o País de Gales, a grande surpresa da primeira fase, chegou a vencer a Itália e tinha tudo para se classificar direto. Nos dois últimos jogos, no entanto, foi goleado pela Itália em Milão e empatou em casa com a Finlândia. Na repescagem, conseguiu perder em casa por 1 a 0 para a Rússia. Lamentável. De qualquer forma, o futebol agradece pelas eliminações.
quinta-feira, novembro 20, 2003
Com informações dos sites Rock Brigade, Whiplash e Disconnected.
CD 1: "Unchain My Heart"/ "Feelin' Alright"/ "Summer In The City"/ "You Can Leave Your Hat On"/ "Up Where We Belong"/ "You Are So Beautiful"/ "With A Little Help From My Friends"/ "Cry Me A River" (ao vivo)/ "The Letter" (ao vivo)"/ "Delta Lady"/ "Many Rivers To Cross"/ "When The Night Comes"/ "Night Calls"/ "Don't You Love Me Anymore" e "She Came In Through The Bathroom Window".
CD 2: "Could You Be Loved"/ "Civilized Man"/ "First We Take Manhattan"/ "The Simple Things"/ "N'oubliez Jamais"/ "That's All I Need To Know"/ "Have a Little Faith"/ "Don't Let The Sun Go Down On Me"/ "Now That The Magic Has Gone"/ "Sweet Little Man"/ "Feels Like Forever"/ "My Father's Son"/ "Sorry Seems To Be The Hardest Word"/ "Never Tear Us Apart" e "Ruby Lee".
quarta-feira, novembro 19, 2003
O vocalista do Hammerfall está preparando um álbum solo e traz com colaborador o baterista Ronny Milianowicz ( Dionysus ), além dele espera-se pelas participações de Mat Sinner ( Sinner ), Mark Zonder ( Fates Warning ), Stefan Elmgren ( Hammerfall ) e Metal Mike Chlasciak ( Halford ).
Após sair da Nuclear Blast Records, os finlandeses do Stratovarius assinaram contrato com a Sanctuary Records ( que faz parte da Noise Records antiga gravadora deles ). O valor do contrato por três álbuns é de 3 milhões de euros ( aproximadamente 3 milhões e meio de dolares ).
Uma enquete realizada pela revista britânica de música Q elegeu a canção One, do U2, como a melhor faixa já gravada na história da música pop. A votação foi feita com opiniões músicos e editores da revista. A lista é longa: a revista elegeu as 1001 melhores gravações. E os irlandeses entraram nela com apenas uma, a primeira, "One". Leia mais aqui. Diante dessa bobagem, não dá para tecer maiores comentários. Uma música do Nirvana e outra de Eminem entre as dez mais... a população mundial caminha para sacramentar a burrice e a mediocridade.
segunda-feira, novembro 17, 2003
Definida data de lançamento de box do Black Sabbath (14/11/03)
Finalmente foi definida para 2 de março de 2004 o lançamento do "Black Box: The Complete Original Black Sabbath (1970-1978)", box set que trará os oito primeiros álbuns de estúdio do BLACK SABBATH e um DVD com filmagens realizadas para o "Beat Club" e o clipe promocional de "Black Sabbath", além de entrevistas com "personalidades famosas" depondo sobre a influência do grupo sobre seu trabalho, tais como James Hetfield (METALLICA), Dave Navarro (JANE'S ADDICTION), Melissa Auf Der Maur, Slash e outros. Aparentemente a discografia completa da banda será relançada posteriormente neste formato.
São apenas 4 minutos e 20 segundos, mas já valem a compra da caixa ‘Four Flicks’, com quatro DVDs com imagens da última turnê dos Rolling Stones, ‘Licks’. A breve passagem referida acima traz trechos de jam sessions entre a banda de rock mais antiga do planeta e Angus e Malcom Young, os guitarristas do AC/DC. Ela pode ser conferida em um dos volumes do pacote, lançado esta semana nos EUA.
O grande encontro ocorreu nas cidades alemãs de Leipzig, Hockenheim e na australiana Sydney, nas oportunidades em que o AC/DC abriu shows da mega-turnê mundial dos Stones.
As bandas também se trombaram no gigantesco concerto realizado em Toronto, Canadá em julho, mas na ocasião a jam session não aconteceu. Além das imagens do som rolando, o DVD traz também entrevistas com os integrantes das duas bandas falando sobre os episódios.
sexta-feira, novembro 14, 2003
A polícia paulista foi eficiente e desvendou logo o crime do casalzinho assassinado em Juquitiba. Na manhã de hoje os cinco acusados deram seus depoimentos formais a respeito do crime. Leia o texto aqui da Folha Online sobre o assinto. Independentemente das considerações sociológicas, filosóficas e espirituais, trata-se de gentalha, vermes da pior espécime. Tiveram sorte de serem presos, pois corriam sério risco de linchamento (que seria merecido, embora eu não defenda isso). Nunca passaram de badidinhos vagabundos e desclassficiados, que decidiram de uma hora para outra colocar para suas personalidades psicopatas. Não devem durar muito ans cadeias da vida e nas febens. Isso é que é triste, pois eu gostaria que esses lixos vivessem para cumprir integralmente suas penas de 30 anos nas piores condições prisionais possíveis.
É inútil gastar palavras e espaço para falar sobre a selvagem Bragança e seu povo nojento. Voltamos 30 anos no tempo ao ler o relato do jornalista abaixo. O que prova que Bragança não passa de uma vilinha de sertão, com seu time varzeano quase falido. Por isso é que a CBF deveria extinguir o time e a União riscar essa cidade maldita do mapa.
Segue o relato do jornalista Daniel Lima, de santo André, sobre os problemas que o time do Santo André enfrentou para jogar em Bragança pelas quartas-de-final da Série C do Campeonato Brasileiro. NO primeiro jogo, Santo André 4 a 1 no ABC. Neste jogo de volta, Bragantino 3 a 1, mas no saldo de gols, classificou-se o Santo André.
"Ficou adiada minha participação como analista de futebol em TV, depois que o soberano rei de Bragança Paulista, Marco Antonio Chedid, herdeiro predileto de Nabi Abi Chedi, vice-presidente da CBF, proibiu a transmissão pela TV+ ABC, canal 8. Televisão não é companhia interessante para quem acha que futebol tem de ser decidido fora de campo.
Os jogadores do Santo André tiveram que se trocar fora dos vestiários. Funcionários do Bragantino espalharam coquetel de produtos químicos como presente de grego à delegação visitante.
Torcedores jovens e da ala dos executivos do Santo André não assistiram ao segundo tempo do jogo: eles foram convencidos pelo policiamento a deixar o estádio do Bragantino, sob risco de não contarem com proteção.
A grande massa de torcedores do Bragantino se comportou com civilidade. Apenas algumas dezenas de torcedores organizados, manipulados pelo presidente do clube, resolveram pressionar os torcedores visitantes, atirando-lhes objetos. Aí o tempo fechou porque a molecada do Santo André não teve medo de cara.
Duro mesmo foi suportar o barulho da buzina de ar comprimido que um torcedor do Bragantino acionava a todo instante, principalmente quando o técnico do Santo André, Luiz Carlos Martins, chamava alguém para passar orientações.
Pior que a buzina de ar comprimido foi a chuva de urina que o treinador do Santo André teve de suportar durante todo o jogo.
Também não faltaram pedras atiradas em direção aos jogadores do Santo André. Careca e Rodrigo Sá foram atingidos.
O Bragantino contrariou o regulamento do campeonato e durante larga parte do jogo colocou em campo bolas não oficiais, com as quais seus jogadores treinaram durante a semana.
Exceção à regra, não sofri qualquer tipo de hostilidade ao assistir o jogo do setor de numeradas cobertas, onde me mantive calado e gestualmente inerte. Das duas uma: a prancheta que carregava poderia induzir que fosse representante da Federação Paulista de Futebol a acompanhar o espetáculo ou tenho sósia em Bragança que goza de prestígio, porque não me faltaram cumprimentos.
Só espero que, a prevalecer a segunda alternativa, não seja este jornalista alguém aparentemente (no sentido lato do termo) da família Chedid. Sei lá se eles vieram genealogicamente de Granada, região ocupada pelos mouros, na Espanha.
Outra explicação à minha incolumidade: meu santo é forte.
Celso Luiz de Almeida, vice-presidente do Santo André, concedeu entrevista a Milton Neves, da Jovem Pan, quando chegava em São Paulo. Seu relato foi sucinto e grave: Bragança Paulista ainda não entrou no século XXI.
Carlos Carreiras, diretor da TV+, também falou com Milton Neves. Ainda estava assustado com os safanões que um cinegrafista de sua emissora sofreu por parte de um dirigente do Bragantino, depois de roubarem-lhe a câmara. "