sexta-feira, abril 26, 2002

Ilusão de um cafajeste - 2


Essa é da coluna de Roberto Avallone na Gazeta Mercantil.Net.


"LUXEMBURGO NO SÃO PAULO

No final da noite desta quinta-feira, recebi um telefonema de uma fonte muito segura me garantindo que Wanderley Luxemburgo já acertou com o São Paulo. Na última terça-feira não encontrei um Luxemburgo muito animado em seu restaurante. Ele reclamava da falta de melhores opções para armar uma equipe poderosa, em especial o lateral-esquerdo que tanto pediu e não veio, além de estranhar a falta de uma defesa mais ágil em seu julgamento no Rio de Janeiro, quando foi considerado culpado e suspenso por um mês. Eu não estranharia, ah, nem um pouquinho, se Luxemburgo fosse para o São Paulo - apesar da concorrência de Oswaldo de Oliveira -, continuando no Palmeiras o diretor de futebol-remunerado Sebastião Lapola, um dirigente que ninguém sabe ao certo o quanto manda - ou se apenas executa aquilo que lhe determina o presidente do clube. E assim caminha o Palestra, em outros tempos tão forte e poderoso. "

Ilusão de um cafajeste


Essa nota está na coluna on line de Juca Kfouri:


"ILUSÃO

Por mais que Vanderlei Luxemburgo se insinue (e até jantar ele já tentou marcar com a direção do São Paulo), os novos comandantes do Morumbi nem cogitam em tê- lo entre seus funcionários.

Oswaldo de Oliveira sim, tem o perfil idealizado por lá. "

quinta-feira, abril 25, 2002

Por trás dos olhos tristes


Para encerrar a seção "lyrics", "Behind Blue Eyes", de Pete Townshend e celebrizada por The Who:


No one knows what it's like
To be the bad man
To be the sad man
Behind blue eyes
No one knows what it's like
To be hated
To be fated
To telling only lies

But my dreams
They aren't as empty
As my conscience seems to be

I have hours, only lonely
My love is vengeance
That's never free

No one knows what it's like
To feel these feelings
Like I do
And I blame you

No one bites back as hard
On their anger
None of my pain and woe
Can show through

But my dreams
They aren't as empty
As my conscience seems to be

I have hours, only lonely
My love is vengeance
That's never free

When my fist clenches, crack it open
Before I use it and lose my cool
When I smile, tell me some bad news
Before I laugh and act like a fool

If I swallow anything evil
Put your finger down my throat
If I shiver, please give me a blanket
Keep me warm, let me wear your coat

No one knows what it's like
To be the bad man
To be the sad man
Behind blue eyes
A vida em um pedacinho


No embalo, uma das melhores músicas já compostas no mundo pop/rock/blues. "Life by the Drop" é de Doyle Bramall e Barbara Logan, cantada magistralmente, em formato acústico, pelo genial Stevie Ray Vaughan


Hello there, my old friend
Not so long ago it was 'til the end
We played out in th' pouring rain
On our way up the road we started over again

You're livin' our dream, wo you on top
My mind is achin', Lord it won't stop
That's how it happens livin' life by th' drop

Up and down that road in our worn out shoes
Talkin' 'bout good thangs, singin' th' blues
You went your way, I stayed behind
We both knew it was justa matter of time

You're livin' our dream, wo you on top
My mind is achin', Lord it won't stop
That's how it happens livin' life by th' drop

No wasted time, we're alive today
Churnin' up th' past, there's no easier way
Time's been between us, a means to an end
God it's good to be here walkin' together my friend

We're livin' our dreams
My mind's stopped achin'
That's how it happens livin' life by th' drop

Uma ode a Stevie Ray Vaugahn


Essa é "Life Without You", de Stevie Ray Vaughan, cantada por ele mesmo. Uma homenagem a ele e também um breve momento de romantismo por aqui...


Well hello baby, Tell me, How have you been?
We all have missed you, And the way you grin
The day is necessary, Every now and then
For souls to move on, Given life back again

Fly on, Fly on, Fly on my friend
Go on, Go on and live again, Love again
Cause day after day, Night after night
Sittin' here singin', every, every minute

As the years go passin' by, by, by, by
A long look in the mirror, We come face to face
Wishin' our love we took for granted
A love we had yesterday, Cause Life Without You

All the love, you've passed our way
Angels have waited, for so long
Now they have their way
Take your place....
Luxemburgo força a sua saída


Luxemburgo está fazendo o que sempre faz nos times por onde passa. Quando é "desagradado", fica forçando sua saída. No ano passado ele ficou o segundo semestre einteiro se oferecendo ao Palmeiras, mesmo estando no Corinthians. Agora ele está louquinho para ir ao Morumbi, para treinar o são Paulo. Ele só espera a queda de Nelsinho Batista. E tem gente no Palmeiras torcendo muito para que ele saia. Leia aqui.

Heavy metal cresce nos EUA



O heavy metal volta a estar em evidência nos Estados Unidos, com inúmeras de turnês de bandas antigas e algumas novatas. É melhor momento do gênero desde o surgimento do grunge, no começo dos anos 90. Leia mais aqui.

Brian Johnson na Broadway


Do heavy metal para o teatro musical. Brian Johnson, cantor do grupo AC/DC, está trabalhando em conjunto com o compositor Brendan Healy e o diretor artístico do Sarasota Ballet, Robert de Warren, em um musical chamado Helena de Tróia, uma love story cheia de ação baseada na mitologia grega.

O autor de hits do heavy metal como Hard as a Rock e Stiff Upper Lip já escreveu 14 canções para o espetáculo, que estréia em março do ano que vem no Van Wezel Performing Arts Hall, em Sarasota, Flórida, e depois segue em turnê pelo Estado. Se tudo der certo, uma turnê nacional também deve ser realizada.

O show de US$ 1,2 milhão vai ter 15 cantores e 15 dançarinos, que incluem acrobatas, malabaristas e outros artistas circenses. Um dos papéis principais é o de Zeus, que narra a história, e deve ser interpretado ou por Malcolm McDowell (o astor do filme Laranja Mecânica) ou pelo apresentador de TV Jerry Springer, o Ratinho americano. Em tempo: Helena de Tróia não vai ter nada de rock´n´roll.

quarta-feira, abril 24, 2002

Dorsal Atlântica sempre foi um lixo



A revista Rock Brigade deste mês traz uma entrevista com um cidadão chamado Carlos Lopes, ex-vocalista e guitarrista de uma banda de heavy metal carioca chamada Dorsal Atlântica, banda antiga dos anos 80. Esse cidadão, que também é jornalista (bom texto, mas raso e vazio de idéias), acha-se o maior rock star de todos os tempos.

É um ilustre desconhecido, na sua opinião, porque sua banda estava à frente de seu tempo, era muito boa para o mercado da época e porque "não se vendeu" ao comercialismo. Resumindo, essa besta acha que é um "artista". Na verdade, não passa de um idiota obtuso que não tem a mínima idéia do que fala.

O público jamais deu bol apara sua bandinha. O Dorsal Atlântica tem o mérito de ter sido um dos primeiros, senão o primeiro, grupo brasileiro a fazer um metal extremo, bem ao estilo Venom, Hellhammer, Celtic Frost e outros. Além disso, teria inspirado os irmãos Cavalera a criar o Sepultura em 1985 em Belo Horizonte.

Entretanto, sempre foi uma banda ruim, tosca, com péssimos músicos e músicas simplesmente horríveis. Nunca teve relevância no cenário roqueiro nacional. O Dorsal praticamente ficou incógnito durante todos os seus 20 anos de vida. Tanto que Carlos Lopes decidiu acabar com o grupo e criar o Usina Le Blonde, que faz um funk calcado no som negro dos anos 70. é tão ruim quanto o Dorsal, já que os músicos são péssimos. É lamentável que um cidadão como esse ainda seja ouvido por aí como "ícone roqueiro nacional", mas democracia é isso aí, melhor do que nada...

A pirataria deve mesmo ser combatida?


A pirataria cresce no Brasil graças uma uma mistura de corrupção, estrutura de fiscalização pífia, desemprego alto e abuso de poder econômico por parte das grandes empresas. A pirataria enriquece muito fiscal e policial corrupto. A fiscalização não existe, nem por parte dos governos nem por parte da Polícia Federal. Com o desemprego em alta, torna-se o único meio de sobrevivência para desmepregados.

Sobre o abuso econômico, ele é claro. As empresas de todos os setores sempre ganharam muito, sempre tiveram margens altíssimas de lucro e nunca se preocuparam com o consumidor. Muitos setores merecem ter perdas significativas, como a indústria fonográfica, que tem o disparate de vender um CD de artista nacional por R$ 25,00, obrigando lojistas a vender os produtos por mais de R$ 30,00. Eles que vendam mais barato para poder concorrer com os piratas.

A pirataria é odiosa e tem de ser combatida, mas é consequência também de uma política econômica que prejudica os trabalhadores e de uma política de preços nojenta praticada pela indústria.

O corticeiro Luxemburgo


Na edição de hoje do Jornal da Tarde, informações de bastidores dão conta de que as relações entre Luxemburgo e a diretoria do Palmeiras são péssimas e que dificlmente o treinador, pretendido pelo São Paulo e pelo Cruzeiro, não fica para o segundo semestre, mesmo que ganhe o torneio Rio-SP. Hoje, mais bate-boca entre ele e diretores. Leia aqui.

Wanderley Luxemburgo é um dos seres mais nojentos do futebol. Tudo indica que ele esteja forçando a sua saída do Palmeiras para ir ganhar mais no São Paulo. Pois que vá e não perturbe mais.

Ele não é confiável. Em 1994, depois de várias notas em jornais dando conta de que ao final do ano Luxemburgo sairia do Palmeiras rumo ao Flamengo, todas elas negadas por ele, o que aconteceu? Luxa no Flamengo em 1995. No meio do Campeonato Brasileiro desse mesmo ano, ele volta ao Palmeiras depois de fracassar no Flamengo e no Paraná.

No final de 1996, notas em jornais davam conta de que ele estaria saindo do Palmeiras rumo ao Santos. Ele negou veementemente. Um mês depois, rescindia com o Palmeiras e ia para o Santos. No final de 1997, os jornais e rádios davam conta de que ele abandonaria o Santos antes do término de seu contrato para treinar o Corinthians. Ele negou veementemente, mas um mês depois estava no Corinthians.

Luxemburgo não é confiável, é mentiroso e prejudica sua equipe com seu comportamento de corticeiro. Fora Luxemburgo.

Eric Clapton deu uma de Pelé


A citação abaixo é de Eric Clapton feita em 1990 em uma entrevista. Ele se refere a uma gravação feita por Brian May (Queen) e Eddie Van Halen em 1981 e que acabou sendo editada em um EP chamado "Star". Clapton, aqui, dá uma de Pelé: tocando, é um monstro; falando, é uma besta.

"Eddie Van Halen e Brian May gravaram um disco juntos há alguns anos, no qual havia uma jam de blues, que eles dedicaram a mim. Me mandaram uma cópia, fui ouvir esperando alguma coisa e... sabe, eu fiquei quase insultado por eles terem me mandado aquilo, porque eles... eles não sabem tocar! Eles se alternavam em solos e se jogavam de cabeça naquilo com tudo que sabiam. E não havia dinâmica alguma, não havia climas, nenhuma sensibilidade. Fiquei muito desapontado."

O papa e seus mafiosos contra a pedofilia


O máfia da Igreja Católica está reunida em Roma com o capo João Paulo 2º para discutir os casos de padres pedófilos no mundo. Criminosos analisando os crimes de outros criminosos do bando. Um absurdo. O papa e sua quadrilha não estão preocupados com as crianças e adolescentes, mas sim com a repercussão negativa e, principalmente, com as milionárias indenizações que precisarão pagar. A máfia está acuada.

Pelo fim das carteiras de estudantes


E o escândalo das carteiras de estudante que propiciam o pagamento de meia entrada em eventos corre solto e ninguém faz nada. Os preços dos ingressos subiram assutadoramente por conta das imensas fraudes que o esquema proporciona sob os olhos das autoridades e da nojenta UNE (União Nacional dos Estudantes), que não serve para nada. A meia entrada deve ser extinta já.

terça-feira, abril 23, 2002

Mercado financeiro é nojento]


Hoje pela manhã houve pânico no mercado financeiro por causa do aumento das intenções de voto em Lula na pesquisa do Vox Populi. O mercado é "sensível" e crê que o Brasil vai piorar em um hipotético governo Lula. Puro terrorismo de gente desclassificada. Eu tenho nojo do mercado financeiro.

Kansas tocará em rodeio em São Paulo


Essa nota traz duas abordagens, uma boa e outra ruim. A boa: o Kansas, uma das melhroes banda de rock progressivo da história, vem ao Brasil. A ruim: vai ter de tocar em um rodeio (????) em Jaguariúna (???), interior de São Paulo. Lamentável quem teve essa "brilhante" idéia. A notícia abaixo é da agência Reuters.

"A partir do dia 30 de abril, a cidade de Jaguariúna, no interior de São Paulo, será sede da 13ª edição de seu tradicional rodeio que, entre outras atrações, contará com um show do grupo norte-americano Kansas. De acordo com informações dos organizadores, a vinda do Kansas ao Brasil faz parte do projeto Kaiser Music, que foi responsável pela visita de Roger Waters, do Pink Floyd, e pretende trazer mais artistas internacionais ao país.

O show do Kansas do Jaguariúna Rodeo Festival acontecerá dia 5 de maio, quando o grupo de rock progressivo do final dos anos 1970 deverá apresentar canções como "Dust in the Wind", do filme "Highlander 2". Esta será a primeira vez que o Kansas se apresentará no Brasil.

A injustiça contra o técnico do São Paulo


O futebol brasileiro passa por uma inversão de valores difícil de engolir. Nelsinho Batista, técnico do São Paulo, tem chance levar o seu time a duas conquistas importantes nos próximos dias - Copa do Brasil e Torneio Rio-São Paulo -, mas o novo presidente do São Paulo, Marcelo Portugal Gouveia, já dá todos os indícios de que o treinador não ficará, mesmo que ganhe tudo. Um grande absurdo.

O São Paulo talvez seja hoje o melhor time do Brasil ao lado do Corinthians, apesar da irregularidade, e mesmo assim, com um bom trabalho, será chutado. Gouveia é um energúmeno, um idiota como muitos que povoam o futebol brasileiro. E dá corda às especulaões de que Scolari, Tite, Oswaldo de Oliveira e Luxemburgo são os preferidos para substituir Nelsinho, e tudo isso às vésperas de duas decisões. A burrice impera no Morumbi e o São Paulo merece perder os dois títulos.

Os maiores artilheiros paulistas



Para conferir os dez maiores artilheiros de todos os tempos dos quatro maiores clubes paulistas. Leia aqui.

segunda-feira, abril 22, 2002

Le Pen no 2º turno, o mundo corre perigo


O povo não sabe votar. Estou quase acreditando nessa máxima. Primeiro a gente vê gente que admite votar em lixos como Maluf, roseana e Serra. Depois colocam a extrema-direita no segundo turno presidencial na França. Assim não dá. Às vezes a democracia exagera no direito de ser democrática. Le Pen como presidente da França é uma coisa inimiginável, nojenta e asquerosa. É o nazi-fascismo voltando ao poder em uma potência mundial. Le Pen e sua extrema-direita precisam ser contidos a todo custo.

Bom empate, mas Luxemburgo tem que sair


Bom jogo no Morumbi ontem, entre Palmeiras e São Paulo. Um jogo chato no primeiro tempo, excelente no segundo, empate em 1 a 1 relativamente justo. Mas o São Paulo mostrou que é melhor, técnica e taticamente. O time de Luxemburgo é mal orientado e mal escalado, além de excessivamente medroso, mesmo que eventualmente proporcione bons jogos, como os dois contra o São Paulo. Luxemburgo é pretensioso e arrogante, mas seu trabalho atualmente está abaixo da crítica. Precisa sair.