Zizinho, um dos maiores jogadores de todos os tempos. Apenas isso. R.I.P.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
sexta-feira, fevereiro 08, 2002
Os shows do primeiro semestre
Ótimos shows internacionais ocorrem neste primeiro semestre no Brasil. Confira aqui.
Ótimos shows internacionais ocorrem neste primeiro semestre no Brasil. Confira aqui.
quinta-feira, fevereiro 07, 2002
Rush em DVD
A Atlantic Records finalmente preparou um grande presente para os fãs do Rush. Está colocando o mercado norte-americano em primeiro lugar os vídeos "Show Of Hands" (1988), "Exit Stage Left" (1981) e "Grace Under Pressure" (1984) em formato DVD. São apresentações antológicas do trio canadense. Ainda não há previsão para a chegada dos três produtos no Brasil.
Pelo menos um dos vídeos, "Show of Hands", tem qualidade de som e de imagem impecáveis, melhorados ainda mais com as modernas técnicas de mixagem proporcionadas pela tecnologia do DVD. Um dos grandes destaques é o maravilhoso solo de bateria de Neil Peart em "The Rhythm Method", uma verdadeira aula.
"Exit Stage Left" é o vídeo do álbum duplo homônimo lançado erm 1981. É considerado o melhor dos quatro álbuns ao vivo da carreira do Rush, contendo os hits "Red Barchetta", "Spirit of Radio", "Passage to Bangcok" e "The Trees". É o melhor da fase progressiva da banda.
A Atlantic Records finalmente preparou um grande presente para os fãs do Rush. Está colocando o mercado norte-americano em primeiro lugar os vídeos "Show Of Hands" (1988), "Exit Stage Left" (1981) e "Grace Under Pressure" (1984) em formato DVD. São apresentações antológicas do trio canadense. Ainda não há previsão para a chegada dos três produtos no Brasil.
Pelo menos um dos vídeos, "Show of Hands", tem qualidade de som e de imagem impecáveis, melhorados ainda mais com as modernas técnicas de mixagem proporcionadas pela tecnologia do DVD. Um dos grandes destaques é o maravilhoso solo de bateria de Neil Peart em "The Rhythm Method", uma verdadeira aula.
"Exit Stage Left" é o vídeo do álbum duplo homônimo lançado erm 1981. É considerado o melhor dos quatro álbuns ao vivo da carreira do Rush, contendo os hits "Red Barchetta", "Spirit of Radio", "Passage to Bangcok" e "The Trees". É o melhor da fase progressiva da banda.
Pílulas roqueiras
O HUGHES TURNER PROJECT, dos veteranos Glenn Hughes e Joe Lynn Turner, terá o álbum "HTP" lançado na Europa pela gravadora MTM Music, no dia 18 de março. O CD conta com as participações especiais dos guitarristas Paul Gilbert (Racer X e MR. BIG) e John Sykes (Thin Lizzy, ex-Whitesnake). No site Melodic Rock pode-se fazer o download de trechos de todas as faixas do "HTP". Esse deve ser um dos mais importantes lançamentos deste ano.
A formação original do grupo Girlschool - Kim AcAuliffe, Denise Dufort, Kelly Johnson e Enid Williams - lançou um novo álbum na Europa para comemorar os 21 anos de carreira. O CD se chama "21st Anniversary - Not So Innocent" e traz as seguintes músicas: "Coming Your Way", "Mad Mad Sister", "A Love Too Far", "Stay Wild", "Knife", "London", "I Told You So", "Have A Nice Day", 'Born To Be", "Hooked", "Little Green Men", "Innocent" e "Everybody Does It". A formação original estava separada havia pelo menos 17 anos, mas nenhuma delas conseguiu ir muito longe em carreiras solo ou em outras bandas.
O Marillion lança seu quarto álbum ao vivo no próximo mês. "Anorak In The UK Live” foi gravado no ao passado e traz basicamente músicas gravadas nos quatro últimos álbuns.
Paraíso dos bandidos
Os bandidos estrangeiros estão vindo sequestrar no Brasil pelas inúmeras facilidades que estão encontrando no Brasil: muita gente rica sem proteção, impunidade, leis frágeis e polícia idem. Quem diz isso são os próprios bandidos chilenos, gente lixo, escória da sociedade como todo bandido. Leia mais aqui.
Os bandidos estrangeiros estão vindo sequestrar no Brasil pelas inúmeras facilidades que estão encontrando no Brasil: muita gente rica sem proteção, impunidade, leis frágeis e polícia idem. Quem diz isso são os próprios bandidos chilenos, gente lixo, escória da sociedade como todo bandido. Leia mais aqui.
quarta-feira, fevereiro 06, 2002
Talking Heads de volta
O bom grupo pop Talking Heads faz uma apresentação de reunião após dez anos de separação em 18 de março, quando a banda será incluída no Hall of Fame fo Rock and Roll. O quarteto norte-americano surgiu por volta de 1974 e se tornou um ícone do pós- punk por volta de 1980. Muita gente enxerga nessa reunião uma coisa mais duradoura, com a possibilidade de uma turnê e um novo álbum. Se isso ocorrer, será uma oxigenada no pop atual, que nada mais faz do que reciclar os anos 80 e chafurdar na falta de criatividade. Leia mais sobre assunto.
O bom grupo pop Talking Heads faz uma apresentação de reunião após dez anos de separação em 18 de março, quando a banda será incluída no Hall of Fame fo Rock and Roll. O quarteto norte-americano surgiu por volta de 1974 e se tornou um ícone do pós- punk por volta de 1980. Muita gente enxerga nessa reunião uma coisa mais duradoura, com a possibilidade de uma turnê e um novo álbum. Se isso ocorrer, será uma oxigenada no pop atual, que nada mais faz do que reciclar os anos 80 e chafurdar na falta de criatividade. Leia mais sobre assunto.
Os bandidos chilenos
A irmã do tal comandante Ferdinando, o chileno que sequestrou o Washington Olivetto, desembarcou agora em São Paulo afirmando que o irmão é "um revolucionário internacional" e teme pela segurança dele no Brasil. Engraçado. O irmão dessa cidadã sequestra, espanca e até mata, mas a desginação dele é "revolucionário".
Esse vagabundo, assim como os outros que faziam parte de seu bando, não passa de um criminoso comum, um bandidinho que merece ficar trancafiado por anos, isolado da sociedade. Além de sequestrador, é assassinado. Tem três sentenças de prisão perpétua nas costas no Chile. Não merece qualquer consideração ou respeito, apenas e tão somente ser tratado como bandido.
A irmã do tal comandante Ferdinando, o chileno que sequestrou o Washington Olivetto, desembarcou agora em São Paulo afirmando que o irmão é "um revolucionário internacional" e teme pela segurança dele no Brasil. Engraçado. O irmão dessa cidadã sequestra, espanca e até mata, mas a desginação dele é "revolucionário".
Esse vagabundo, assim como os outros que faziam parte de seu bando, não passa de um criminoso comum, um bandidinho que merece ficar trancafiado por anos, isolado da sociedade. Além de sequestrador, é assassinado. Tem três sentenças de prisão perpétua nas costas no Chile. Não merece qualquer consideração ou respeito, apenas e tão somente ser tratado como bandido.
"Anna Júlia" em inglês com George Harrison chega ao Brasil
Um dos momentos mais constrangedores da história da música pop deve chegar em breve ao Brasil. A versão em inglês de "Anna Júlia", péssima música do péssimo Los Hermanos, deve começar a ser tocada maciçamente nesta semana nas emissoras de rádio.
Quem cometeu o sacrilégio foi Jim Capaldi, excelente baterista inglês que tocou com mnaravilhoso Traffic nos anos 60 e 70. Apaixonado por uma brasileira, mudou-se para o Brasil em 1975 logo após ter lançado seu primeiro álbum solo. Morou no Rio de Janeiro e em São Paulo e fez muitos amigos por aqui. Dizem até que ele foi o responsável pelo casamento de Steve Hackett (ex-Genesis) com uma brasileira (será?). Em meados dos anos 80 voltou para a Inglaterra mas manteve a sua casa do Rio, onde passa férias regulares.
Pois bem, esse distinto baterista que está com o nome na história do rock (e que cometeu discos solo ruins) resolveu descer fundo e gravar uma versão da péssima "Anna Júlia". E o pior é que contou com amigos de peso nesse "projeto": George Harrison, Steve Winwood (ex-companheiro do Traffic), Jon Lord e Ian Paice (Deep Purple), Paul Weller (ex-Jam e Style Council) e outros.
A coisa ganha mais dramaticidade porque provavelmente deve ter sido a última participação de Harrison em uma gravação, ele que morreu no final de novembro passado. Harrison não merecia isso.
Leia aqui a boa entrevista que Capaldi deu à Agência Estado e escute aqui a versão dele para "Anna Júlia".
Um dos momentos mais constrangedores da história da música pop deve chegar em breve ao Brasil. A versão em inglês de "Anna Júlia", péssima música do péssimo Los Hermanos, deve começar a ser tocada maciçamente nesta semana nas emissoras de rádio.
Quem cometeu o sacrilégio foi Jim Capaldi, excelente baterista inglês que tocou com mnaravilhoso Traffic nos anos 60 e 70. Apaixonado por uma brasileira, mudou-se para o Brasil em 1975 logo após ter lançado seu primeiro álbum solo. Morou no Rio de Janeiro e em São Paulo e fez muitos amigos por aqui. Dizem até que ele foi o responsável pelo casamento de Steve Hackett (ex-Genesis) com uma brasileira (será?). Em meados dos anos 80 voltou para a Inglaterra mas manteve a sua casa do Rio, onde passa férias regulares.
Pois bem, esse distinto baterista que está com o nome na história do rock (e que cometeu discos solo ruins) resolveu descer fundo e gravar uma versão da péssima "Anna Júlia". E o pior é que contou com amigos de peso nesse "projeto": George Harrison, Steve Winwood (ex-companheiro do Traffic), Jon Lord e Ian Paice (Deep Purple), Paul Weller (ex-Jam e Style Council) e outros.
A coisa ganha mais dramaticidade porque provavelmente deve ter sido a última participação de Harrison em uma gravação, ele que morreu no final de novembro passado. Harrison não merecia isso.
Leia aqui a boa entrevista que Capaldi deu à Agência Estado e escute aqui a versão dele para "Anna Júlia".
terça-feira, fevereiro 05, 2002
Ingressos promocionais para Roger Waters até 1º de março
Começa amanhã a venda de ingressos para os shows de Roger Waters, ex-baixista do grupo inglês Pink Floyd. A cervejaria Kaiser, que patrocina o show, anunciou preços promocionais até o dia 1.º de março,
O Kaiser Music começa com a turnê já anunciada de Roger Waters, que traz In the Flash ao Rio de Janeiro (Praça da Apoteose, 9 de março), Porto Alegre (Estádio Olímpico, 12 de março) e São Paulo (Pacaembu, dia 14 de março). Além de São Paulo, Porto Alegre e Rio, o Kaiser Music prevê shows também em Curitiba, Belo Horizonte e a cidade paulista de Jaguariúna.
As apresentações de Roger Waters têm duração prevista de três horas e o repertório inclui grandes clássicos do Pink Floyd, banda de space rock que Waters ajudou a fundar em 1965 com Syd Barrett, Richard Wright e Nick Mason. Ele brigou com os parceiros e saiu em 1984. Seu primeiro disco solo foi The Pros and Cons of Hitchhicking. Seu álbum mais recente, o duplo In the Flash, foi lançado em 2000. O som, a cenografia e a iluminação do show que Waters traz ao Brasil são os mesmos dos shows realizados pelo mundo há 4 anos.
Rio de Janeiro - Data: 09/03
Horário: 21h
Local: Praça da Apoteose
Ingressos : Pista: R$ 70,00 (até 01/03, preço promocional de R$ 50,00) Ingressos para estudantes : R$ 35,00 Pontos de venda : Lojas Redley ( Rio Sul, Barra Shopping, Fashion Mall e Iguatemi). Ou pela Internet em www.ingressofacil.com.br
Porto Alegre -
Data: 12/03
Horário: 21h
Local : Estádio Olímpico
Ingressos : Pista: R$ 50,00 (estudantes, R$ 25,00) Social: R$ 60,00 (estudantes, R$ 30,00) Geral/Arquibancada: R$ 40,00 (estudantes, R$ 20,00) Pontos de venda : Estádio Olímpico Pela Internet em www.ingressofacil.com.br
São Paulo - Data : 14/03
Horário : 21h30
Local : Estádio do Pacaembu
Ingressos : Camarote (pista): R$ 250,00 Cadeira especial (pista): R$ 100,00 Cadeira azul: R$ 80,00 (preço promocional até 01/03, R$ 60,00; estudantes, R$ 40,00) Arquibancada especial (laranja): R$ 80,00 (preço promocional até 01/03, R$ 60,00; estudantes, R$ 40,00) Arquibancadas (amarela e verde): R$ 40,00 (preço promocional até 01/03, R$ 30,00; estudantes, R$ 20,00) Pontos de venda : Estádio do Pacaembu e Estádio do Morumbi Pela Internet em www.ingressofacil.com.br
Começa amanhã a venda de ingressos para os shows de Roger Waters, ex-baixista do grupo inglês Pink Floyd. A cervejaria Kaiser, que patrocina o show, anunciou preços promocionais até o dia 1.º de março,
O Kaiser Music começa com a turnê já anunciada de Roger Waters, que traz In the Flash ao Rio de Janeiro (Praça da Apoteose, 9 de março), Porto Alegre (Estádio Olímpico, 12 de março) e São Paulo (Pacaembu, dia 14 de março). Além de São Paulo, Porto Alegre e Rio, o Kaiser Music prevê shows também em Curitiba, Belo Horizonte e a cidade paulista de Jaguariúna.
As apresentações de Roger Waters têm duração prevista de três horas e o repertório inclui grandes clássicos do Pink Floyd, banda de space rock que Waters ajudou a fundar em 1965 com Syd Barrett, Richard Wright e Nick Mason. Ele brigou com os parceiros e saiu em 1984. Seu primeiro disco solo foi The Pros and Cons of Hitchhicking. Seu álbum mais recente, o duplo In the Flash, foi lançado em 2000. O som, a cenografia e a iluminação do show que Waters traz ao Brasil são os mesmos dos shows realizados pelo mundo há 4 anos.
Rio de Janeiro - Data: 09/03
Horário: 21h
Local: Praça da Apoteose
Ingressos : Pista: R$ 70,00 (até 01/03, preço promocional de R$ 50,00) Ingressos para estudantes : R$ 35,00 Pontos de venda : Lojas Redley ( Rio Sul, Barra Shopping, Fashion Mall e Iguatemi). Ou pela Internet em www.ingressofacil.com.br
Porto Alegre -
Data: 12/03
Horário: 21h
Local : Estádio Olímpico
Ingressos : Pista: R$ 50,00 (estudantes, R$ 25,00) Social: R$ 60,00 (estudantes, R$ 30,00) Geral/Arquibancada: R$ 40,00 (estudantes, R$ 20,00) Pontos de venda : Estádio Olímpico Pela Internet em www.ingressofacil.com.br
São Paulo - Data : 14/03
Horário : 21h30
Local : Estádio do Pacaembu
Ingressos : Camarote (pista): R$ 250,00 Cadeira especial (pista): R$ 100,00 Cadeira azul: R$ 80,00 (preço promocional até 01/03, R$ 60,00; estudantes, R$ 40,00) Arquibancada especial (laranja): R$ 80,00 (preço promocional até 01/03, R$ 60,00; estudantes, R$ 40,00) Arquibancadas (amarela e verde): R$ 40,00 (preço promocional até 01/03, R$ 30,00; estudantes, R$ 20,00) Pontos de venda : Estádio do Pacaembu e Estádio do Morumbi Pela Internet em www.ingressofacil.com.br
O ocaso da Hicks & Muse no futebol brasileiro
Matéria interessante na edição de hoje do Jornal da Tarde a respeito de uma reunião do conselho deliberativo do Corinthians ocorrida recentemente. O texto informa que o presidente do clube, Alberto Dualib, relatou as dificuldades para renovar o contrato com a Pepsi e que a Hicks & Muse está prestes a deixar o clube e o futebol brasileiro. É um retrato dramático da crise do futebol brasileiro.
No caso do Corinthians, a coisa é mais preocupante porque a empresa fez tudo errado. Meteu-se com dirigentes incompetentes e amadores (ninguém se salva no Corinthians e no Cruzeiro) e em um negócio do qual nada entende (futebol). Junte-se a isso a mais pura incompetência administrativa, na figura do esquisito Dick Law, e temos um caldeirão onde tudo poderia dar errado.
O modelo de parceria proposto pela Hicks desde o começo foi criticado por especialistas, que previram o fracasso a médio prazo da empreitada (embora desde 1999 o Corinthians tenha conseguido títulos importantes, sendo que os méritos são muito mais dos jogadores do que da parceira e da diretoria).
Talvez o único clube brasileiro que pudesse evitar o naufrágio da Hicks no Brasil fosse o São Paulo, justamente por uma questão de cultura empresarial-admnistrativa que ali existe que remonta os áureos tempos de Telê Santana. A Hicks fracassaria com certeza no Palmeiras, no Corinthians, no Flamengo, no Vasco, no Grêmio e em todos os outros times brasileiros.
É fato que a lei Pelé atrapalhou os planos da empresa (proibição de parceria com mais de um clube), assim como as dificuldades de entrar no mercado de TV (com a falida PSN). Mas também é fato que a empresa é incompetente e se envolveu com quem não devia.
Matéria interessante na edição de hoje do Jornal da Tarde a respeito de uma reunião do conselho deliberativo do Corinthians ocorrida recentemente. O texto informa que o presidente do clube, Alberto Dualib, relatou as dificuldades para renovar o contrato com a Pepsi e que a Hicks & Muse está prestes a deixar o clube e o futebol brasileiro. É um retrato dramático da crise do futebol brasileiro.
No caso do Corinthians, a coisa é mais preocupante porque a empresa fez tudo errado. Meteu-se com dirigentes incompetentes e amadores (ninguém se salva no Corinthians e no Cruzeiro) e em um negócio do qual nada entende (futebol). Junte-se a isso a mais pura incompetência administrativa, na figura do esquisito Dick Law, e temos um caldeirão onde tudo poderia dar errado.
O modelo de parceria proposto pela Hicks desde o começo foi criticado por especialistas, que previram o fracasso a médio prazo da empreitada (embora desde 1999 o Corinthians tenha conseguido títulos importantes, sendo que os méritos são muito mais dos jogadores do que da parceira e da diretoria).
Talvez o único clube brasileiro que pudesse evitar o naufrágio da Hicks no Brasil fosse o São Paulo, justamente por uma questão de cultura empresarial-admnistrativa que ali existe que remonta os áureos tempos de Telê Santana. A Hicks fracassaria com certeza no Palmeiras, no Corinthians, no Flamengo, no Vasco, no Grêmio e em todos os outros times brasileiros.
É fato que a lei Pelé atrapalhou os planos da empresa (proibição de parceria com mais de um clube), assim como as dificuldades de entrar no mercado de TV (com a falida PSN). Mas também é fato que a empresa é incompetente e se envolveu com quem não devia.
segunda-feira, fevereiro 04, 2002
Fora Nike na coluna Papo de Esporte
Uma grata surpresa entre os colunistas de esporte da nova geração é Alec Duarte, ex-editor de esportes do Diário do Grande ABC, ex-chefe de redação da extinta Gazeta Esportiva e atual colaborador da Folha Online. Sua coluna, a Papo de Esporte, está na internet no site Diário Online. A coluna tem cerca de dois emses já coleciona furos (notícias exclusivas, no jargão de jornalista) atrás de futos. Na coluna de hoje ele narra a força que a Nike está fazendo para sair da CBF e da seleção brasileira. O valor do contrato já foi reduzido em 25%.
Pessoalmente, sou favorável à saída da Nike. O contrato assinado em 1996 é um absurdo em todos os sentidos e dava um poder desproporcional à empresa. Além do mais, a imagem da Nike é ruim no mundo e nunca combinou com a seleção brasileira. Americano não entende nada de futebol e mostra isso cada vez mais. A Nike não fará falta, embora a culpa de tudo isso tenha sido mesmo da CBF.
Uma grata surpresa entre os colunistas de esporte da nova geração é Alec Duarte, ex-editor de esportes do Diário do Grande ABC, ex-chefe de redação da extinta Gazeta Esportiva e atual colaborador da Folha Online. Sua coluna, a Papo de Esporte, está na internet no site Diário Online. A coluna tem cerca de dois emses já coleciona furos (notícias exclusivas, no jargão de jornalista) atrás de futos. Na coluna de hoje ele narra a força que a Nike está fazendo para sair da CBF e da seleção brasileira. O valor do contrato já foi reduzido em 25%.
Pessoalmente, sou favorável à saída da Nike. O contrato assinado em 1996 é um absurdo em todos os sentidos e dava um poder desproporcional à empresa. Além do mais, a imagem da Nike é ruim no mundo e nunca combinou com a seleção brasileira. Americano não entende nada de futebol e mostra isso cada vez mais. A Nike não fará falta, embora a culpa de tudo isso tenha sido mesmo da CBF.
Jardel choraminga e diz que pára se não for à Copa
Uma das notícias mais constrangedoras foi divulgada hoje. O atacante brasileiro Jardel, do Sporting, de Portugal, anunciou que pensa em abandonar a carreira caso não seja convocado para a Copa 2002 por Luís Felipe Scolari. Ele tem 28 anos, mas não se conforma por estar permanentemente esquecido por Felipão, que foi seu técnico no Grêmio supercampeão de 1994-1996.
Essa notícia é nojenta, ultrajante e totalmente absurda. Que Jardel pare já de jogar, é um favor que ele faz à humanidade. A presença dele em seleções anteriores foi uma das excrescências e excentricidades cometidas por técnicos delirantes, entre eles o próprio Felipão. Jardel foi um dos piores jogadores a vestir a camsia da seleção em todos os tempos. Se ele alega que faz muitos gols em Portugal, a resposta é óbvia: também, em Portugal qualquer zémané marca tantos gols como ele. Essa forma de pressão sme nenhuma sutileza, à la Romário, só queima o jogador. Tomara que ele cumpra a promessa de parar mesmo de jogar.
Uma das notícias mais constrangedoras foi divulgada hoje. O atacante brasileiro Jardel, do Sporting, de Portugal, anunciou que pensa em abandonar a carreira caso não seja convocado para a Copa 2002 por Luís Felipe Scolari. Ele tem 28 anos, mas não se conforma por estar permanentemente esquecido por Felipão, que foi seu técnico no Grêmio supercampeão de 1994-1996.
Essa notícia é nojenta, ultrajante e totalmente absurda. Que Jardel pare já de jogar, é um favor que ele faz à humanidade. A presença dele em seleções anteriores foi uma das excrescências e excentricidades cometidas por técnicos delirantes, entre eles o próprio Felipão. Jardel foi um dos piores jogadores a vestir a camsia da seleção em todos os tempos. Se ele alega que faz muitos gols em Portugal, a resposta é óbvia: também, em Portugal qualquer zémané marca tantos gols como ele. Essa forma de pressão sme nenhuma sutileza, à la Romário, só queima o jogador. Tomara que ele cumpra a promessa de parar mesmo de jogar.
Jovem Pan lesa ouvintes e desiste da Copa
A rádio Jovem Pan de São Paulo decidiu não comprar os direitos de transmissão da Copa 2002. Será a primeira vez na história que a emissora deixará de transmitir os jogos da seleção em uma Copa do Mundo. É bastante provável que mande apenas um repórter para a Coréia e para o Japão apenas para dizer que foi.
Isso mostra a crise de credibilidade do futebol brasileiro e também a miopia pelos responsáveis pela área comercial da rádio. A desculpa de que o faturamento publicitário seria bem menor por a copa ser disputada na madrugada para os brasileiros não cola. Todo mundo vai assistir aos jogos da seleção brasileira e é provável que outros jogos a serem transmitidos pela TV Globo tenham até um bom público. Ainda se a desculpa fosse que a TV Globo estaria vendendo os direitos a preços exorbitantes...
A decisão da Jovem Pan é uma das mais burras da história do radiojornalismo.
A rádio Jovem Pan de São Paulo decidiu não comprar os direitos de transmissão da Copa 2002. Será a primeira vez na história que a emissora deixará de transmitir os jogos da seleção em uma Copa do Mundo. É bastante provável que mande apenas um repórter para a Coréia e para o Japão apenas para dizer que foi.
Isso mostra a crise de credibilidade do futebol brasileiro e também a miopia pelos responsáveis pela área comercial da rádio. A desculpa de que o faturamento publicitário seria bem menor por a copa ser disputada na madrugada para os brasileiros não cola. Todo mundo vai assistir aos jogos da seleção brasileira e é provável que outros jogos a serem transmitidos pela TV Globo tenham até um bom público. Ainda se a desculpa fosse que a TV Globo estaria vendendo os direitos a preços exorbitantes...
A decisão da Jovem Pan é uma das mais burras da história do radiojornalismo.
Morre Paul Balloff, do Exodus
Morreu na manhã do último sábado, dia 2 de fevereiro, Paul Balloff, 41 anos, vocalista do legendário grupo thrash metal Exodus. Baloff estava internado desde o dia 31 de janeiro em um hospital de Oakland, Califórnia, depois de sofrer um derrame cerebral fulminante que o deixou em coma profundo.
Como havia perdido o contato com sua família há muito tempo, — ele chegou a se tornar um andarilho por alguns anos —, todas as decisões cruciais tomadas no hospital foram feitas pelos outros músicos do Exodus, segundo o bom site da Rock Brigade.
Baloff foi um dos fundadores da banda, em 1981, e sua voz esganiçada era uma das marcas registradas da banda, especialmente no clássico dos clássicos, "Bonded By Blood". O guitarrista Gary Holt divulgou um comunicado oficial lamentando muito a morte do amigo, onde afirma que "palavras não podem descrever a dor que sinto com a premature perda de Paul. Ele era meu irmão, meu espírito, minha alma (...), ele era o Exodus."
Ao lado de Testament e Metallica, o Exodus formava a "santíssima trindade" do thrash metal de Bay Area, de San Francisco, e transformou o subgênero ao qual se encaixavam em música respeitada dentro do rock.
Morreu na manhã do último sábado, dia 2 de fevereiro, Paul Balloff, 41 anos, vocalista do legendário grupo thrash metal Exodus. Baloff estava internado desde o dia 31 de janeiro em um hospital de Oakland, Califórnia, depois de sofrer um derrame cerebral fulminante que o deixou em coma profundo.
Como havia perdido o contato com sua família há muito tempo, — ele chegou a se tornar um andarilho por alguns anos —, todas as decisões cruciais tomadas no hospital foram feitas pelos outros músicos do Exodus, segundo o bom site da Rock Brigade.
Baloff foi um dos fundadores da banda, em 1981, e sua voz esganiçada era uma das marcas registradas da banda, especialmente no clássico dos clássicos, "Bonded By Blood". O guitarrista Gary Holt divulgou um comunicado oficial lamentando muito a morte do amigo, onde afirma que "palavras não podem descrever a dor que sinto com a premature perda de Paul. Ele era meu irmão, meu espírito, minha alma (...), ele era o Exodus."
Ao lado de Testament e Metallica, o Exodus formava a "santíssima trindade" do thrash metal de Bay Area, de San Francisco, e transformou o subgênero ao qual se encaixavam em música respeitada dentro do rock.
quarta-feira, janeiro 30, 2002
Fora Romário
Tenho restrições à convocaão de Romário para a seleção. Se ele era imprescindível em 1994 e 1998, hoje já não o é. Quanto mais velho fica, mais arrogante e pedante se torna, mais mal-educado e transgressor ele fica. Numa Copa do Mundo uma seleção tem de contar com os 23 jogadores 100%. Não dá para levar alguém que assume não correr ou não ter condição de jogar 90 minutos.
Também é injusto fazer alguém correr por ele e por outro por 90 minutos. É muito desgastante. Romário joga para ele, não para o time. Se antes ele corria e se mostrava mais participativo, hoje ele não é mais assim. Romário não coopera, não colaboram, então não serve para a seleção.
Isso sem falar no constante desrespeito a todos que o cercam. ela acha que é Deus, e não é, acha que pode fazer o que quiser, e não pode.É mau caráter e indolente. Até 1998 dava para tolerar, mas agora não mais. Foi só ele pegar uma defesa um pouquinho melhor e mais violenta nas Eliminatórias (Uruguai, em Montevidéu) que ele desaparece.
Se Romário jogar o dobro do que jogou no passado, merece a convocação. Caso contrário, que fique enfurnado no bairro da Penha, no Rio, ao lado do lixo Eurico Miranda.
Tenho restrições à convocaão de Romário para a seleção. Se ele era imprescindível em 1994 e 1998, hoje já não o é. Quanto mais velho fica, mais arrogante e pedante se torna, mais mal-educado e transgressor ele fica. Numa Copa do Mundo uma seleção tem de contar com os 23 jogadores 100%. Não dá para levar alguém que assume não correr ou não ter condição de jogar 90 minutos.
Também é injusto fazer alguém correr por ele e por outro por 90 minutos. É muito desgastante. Romário joga para ele, não para o time. Se antes ele corria e se mostrava mais participativo, hoje ele não é mais assim. Romário não coopera, não colaboram, então não serve para a seleção.
Isso sem falar no constante desrespeito a todos que o cercam. ela acha que é Deus, e não é, acha que pode fazer o que quiser, e não pode.É mau caráter e indolente. Até 1998 dava para tolerar, mas agora não mais. Foi só ele pegar uma defesa um pouquinho melhor e mais violenta nas Eliminatórias (Uruguai, em Montevidéu) que ele desaparece.
Se Romário jogar o dobro do que jogou no passado, merece a convocação. Caso contrário, que fique enfurnado no bairro da Penha, no Rio, ao lado do lixo Eurico Miranda.
Torcida tem que ser proibida de ir a treinos de times de futebol
É fato que o técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, está novamente tendo dificuldades para lidar com a pressão da torcida por conta de jogadores não-convocados. Mas não precisava agredir um torcedor na porta do hotel em Goiânia (se é que a agressão realmente ocorreu). Não resta dúvida de que o torcedor, profundamente mal-educado, merecia apanhar, mas não DEVIA apanhar, ainda mais do técnico da seleção...
De qualquer forma, desde 1993 defendo que treino não tem que ter torcida. Devido a atitudes demagógicas, interesseiras e outros interesses inconfessáveis, os treinos da seleção brasileira são abertos a torcedores aqui e no exterior. E aí aparecem situações constrangedoras como as que estamos vendo desde 2000, com as arquibancadas cheias de gente sem o que fazer, desocupados e vagabundos em geral, que se portam como torcedores ruidosos pedindo Romário.
Essa praga de torcida em treino se alastrou pelos clubes e culminou com a agressão a Edílson no Parque São Jorge, em 2000, fato que provocou a saída dele do Cortinthians. Treino é treino, jogo é jogo. A torcida acha que tem o direito de fazer o que quer. Não tem. Se quer protestar, que proteste nas ruas e nos jogos oficiais. Nos treinos a torcida tem que ficar fora, deixar os jogadores trabalharem em paz.
Ao que me consta, não existe público em ensaio de banda de rock, de peça de teatro, em capítulo de novela. Seria ridículo os Rolling Stones estarem ensaiando e um bando desocupados e vagabundos ficar gritando na platéia por "Satisfaction", "Let it Bleed", "Street Fighting Man" ou músicas obscuras como "No Expectations", "Worried About You", "Winter" e outras.
É fato que o técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, está novamente tendo dificuldades para lidar com a pressão da torcida por conta de jogadores não-convocados. Mas não precisava agredir um torcedor na porta do hotel em Goiânia (se é que a agressão realmente ocorreu). Não resta dúvida de que o torcedor, profundamente mal-educado, merecia apanhar, mas não DEVIA apanhar, ainda mais do técnico da seleção...
De qualquer forma, desde 1993 defendo que treino não tem que ter torcida. Devido a atitudes demagógicas, interesseiras e outros interesses inconfessáveis, os treinos da seleção brasileira são abertos a torcedores aqui e no exterior. E aí aparecem situações constrangedoras como as que estamos vendo desde 2000, com as arquibancadas cheias de gente sem o que fazer, desocupados e vagabundos em geral, que se portam como torcedores ruidosos pedindo Romário.
Essa praga de torcida em treino se alastrou pelos clubes e culminou com a agressão a Edílson no Parque São Jorge, em 2000, fato que provocou a saída dele do Cortinthians. Treino é treino, jogo é jogo. A torcida acha que tem o direito de fazer o que quer. Não tem. Se quer protestar, que proteste nas ruas e nos jogos oficiais. Nos treinos a torcida tem que ficar fora, deixar os jogadores trabalharem em paz.
Ao que me consta, não existe público em ensaio de banda de rock, de peça de teatro, em capítulo de novela. Seria ridículo os Rolling Stones estarem ensaiando e um bando desocupados e vagabundos ficar gritando na platéia por "Satisfaction", "Let it Bleed", "Street Fighting Man" ou músicas obscuras como "No Expectations", "Worried About You", "Winter" e outras.
Audiência qualificada
Audiência qualificada é isso... meu amigo e parceiro Maurício Gaia, o líder do blog Mauricéia Desvairada, fez alusão à polêmica a respeito dos textos/opiniões do jornalista de Santo André Célio Franco, que "desejou" em dezembro que Celso Daniel, prefeito de Santo André assassinado, fosse para o inferno. Mesmo com Daniel morto, o ultraconservador e ultradireitista (e também mal-educado) Franco continuou destilando seu ódio contra o PT e contra o prefeito assassinado emn textos para a imprensa do ABC. A repercussão de tais barbaridades foi enorme, e mais aimplificada com a remissão que o Maurício colocou no Mauricéia Desvairada.
Audiência qualificada é isso... meu amigo e parceiro Maurício Gaia, o líder do blog Mauricéia Desvairada, fez alusão à polêmica a respeito dos textos/opiniões do jornalista de Santo André Célio Franco, que "desejou" em dezembro que Celso Daniel, prefeito de Santo André assassinado, fosse para o inferno. Mesmo com Daniel morto, o ultraconservador e ultradireitista (e também mal-educado) Franco continuou destilando seu ódio contra o PT e contra o prefeito assassinado emn textos para a imprensa do ABC. A repercussão de tais barbaridades foi enorme, e mais aimplificada com a remissão que o Maurício colocou no Mauricéia Desvairada.
Jethro Tull vai regravar músicas com formação original
Uma notícia interessante vem de Los Angeles. A veterana banda inglesa de rock progressivo Jethro Tull está produzindo um DVD sobre a trajetória do grupo e vai conter uma grande surpresa: a regravação de clássicos do começo da carreira do grupo com a primeira formação que teve, datada de 1968. De acordo com informações de sites ingleses, Ian Anderson, o vocalista e flautista que lidera a banda, convidou Mick Abrahams (guitarra), Clive Bunker (bateria) e Glen Cornick (baixo). Entre as músicas cotadas para serem regravadas estão "My Sunday Feeling" e "Song for Jeffrey", entre outras.
Dos músicos da formação original, excetuando-se Anderson, apenas Mick Abrahams chegou a ter trabalhos com alguma repercussão após a sua saída da banda, em 1969. Chegou a tocar em uma banda que fez algum sucesso entre 1971 e 1973 na Inglaterra chamada Bloodwin Pigs. Desapareceu do cenário musical até meados dos anos 80, quando ressurgiu com três albuns solo .
Atualmente o Jethro Tull tem como membros fixos Ian Anderson, Martin Barre (guitarrista que substituiu Abrahams em 1969) e o tecladista Andy Giddings. A bateria é frequentemente ocupada por Doane Perry, que atua como convidado. Já o baixo é revezado por uma série de músicos contratados. O último trabalho oficial da banda é "J-Tull.com", lançado em 2000.
Uma notícia interessante vem de Los Angeles. A veterana banda inglesa de rock progressivo Jethro Tull está produzindo um DVD sobre a trajetória do grupo e vai conter uma grande surpresa: a regravação de clássicos do começo da carreira do grupo com a primeira formação que teve, datada de 1968. De acordo com informações de sites ingleses, Ian Anderson, o vocalista e flautista que lidera a banda, convidou Mick Abrahams (guitarra), Clive Bunker (bateria) e Glen Cornick (baixo). Entre as músicas cotadas para serem regravadas estão "My Sunday Feeling" e "Song for Jeffrey", entre outras.
Dos músicos da formação original, excetuando-se Anderson, apenas Mick Abrahams chegou a ter trabalhos com alguma repercussão após a sua saída da banda, em 1969. Chegou a tocar em uma banda que fez algum sucesso entre 1971 e 1973 na Inglaterra chamada Bloodwin Pigs. Desapareceu do cenário musical até meados dos anos 80, quando ressurgiu com três albuns solo .
Atualmente o Jethro Tull tem como membros fixos Ian Anderson, Martin Barre (guitarrista que substituiu Abrahams em 1969) e o tecladista Andy Giddings. A bateria é frequentemente ocupada por Doane Perry, que atua como convidado. Já o baixo é revezado por uma série de músicos contratados. O último trabalho oficial da banda é "J-Tull.com", lançado em 2000.
segunda-feira, janeiro 28, 2002
Round final - a resposta da Prefeitura de Santo André
O sr. Célio Franco, do alto de sua arrogancia e incompetencia, se julga no direito de julgar o trabalho do prefeito Celso Daniel e tecer comentarios pessoais sobre ele, que não apenas passam longe da verdade como distorce a realidade, como distorcido é o cerebro deste que se diz jornalista, mas defende causas que contrariam os preceitos da formaçaõ humanista dos que militam no jornalismo.
Sr. Célio Franco, você não tem o direito e capacidade para qualquer julgamento sério sobre Celso Daniel. Apenas por uma razão: Celso Daniel está a anos-luz de distância de sua mediocridade. Infelizmente perdemos nosso prefeito - o melhor prefeito que Santo André ja viu e um dos mais talentosos politicos que o Brasil começava a conhecer.
Mandaria o senhor estudar, como já o fizeram antes. Mas seria uma ofensa aos grandes mestres que nos ensinam a lutar por um mundo mais justo. As páginas da boa literatura - técnica ou ficcional - não merecem que dedos imundos as toquem.
Sr. Celio Franco, Celso entra para a memória do País como símbolo de que é possível um mundo melhor e que vale a pena lutar pelas causas justas. Agora o senhor segue para o seu devido lugar - a lata de lixo da mediocridade absoluta e do mau-caratismo rasteiro. Volte ao convívio dos ratos que o cercam, e dos quais o sr. come os restos em doses humilhantes de bajulação e serventia.
Eduardo Luiz Correia
Secretário de Comunicação da PMSA
O sr. Célio Franco, do alto de sua arrogancia e incompetencia, se julga no direito de julgar o trabalho do prefeito Celso Daniel e tecer comentarios pessoais sobre ele, que não apenas passam longe da verdade como distorce a realidade, como distorcido é o cerebro deste que se diz jornalista, mas defende causas que contrariam os preceitos da formaçaõ humanista dos que militam no jornalismo.
Sr. Célio Franco, você não tem o direito e capacidade para qualquer julgamento sério sobre Celso Daniel. Apenas por uma razão: Celso Daniel está a anos-luz de distância de sua mediocridade. Infelizmente perdemos nosso prefeito - o melhor prefeito que Santo André ja viu e um dos mais talentosos politicos que o Brasil começava a conhecer.
Mandaria o senhor estudar, como já o fizeram antes. Mas seria uma ofensa aos grandes mestres que nos ensinam a lutar por um mundo mais justo. As páginas da boa literatura - técnica ou ficcional - não merecem que dedos imundos as toquem.
Sr. Celio Franco, Celso entra para a memória do País como símbolo de que é possível um mundo melhor e que vale a pena lutar pelas causas justas. Agora o senhor segue para o seu devido lugar - a lata de lixo da mediocridade absoluta e do mau-caratismo rasteiro. Volte ao convívio dos ratos que o cercam, e dos quais o sr. come os restos em doses humilhantes de bajulação e serventia.
Eduardo Luiz Correia
Secretário de Comunicação da PMSA
Célio Franco x Daniel Lima (Livre Mercado) - parte 2
"7) Celso Daniel foi contra o Hospital Regional de Clínicas. O hospital só saiu do papel graças à pressão do jornal Diário do Grande ABC (e fui eu, graças a Deus, quem fiz, como editor executivo de Política, juntamente com o jornalista João Paulo Soares, a entrevista pingue-pongue em que o governador garantiu que concluiria o hospital). Mas, mesmo sendo contra a obra no discurso, o prefeito não deixou de tentar capitalizar o hospital para sua administração durante o evento de inauguração.
Meus comentários -- Salvo erro de interpretação, Celso Daniel não foi propriamente contrário à obra, mas reunia informações de seu secretariado sobre a maior relevância de descentralizar o investimento em várias unidades espalhadas pelo município, em vez de concentrá-la num único endereço. Poderia estar até enganado, e isso só o tempo dirá, embora já se tenham estudos que recomendem a pulverização geográfica de unidades. Agora, quanto à capitalização da obra do ponto de vista político, trata-se
de ritual ao qual todo administrador público, em situação semelhante, se lança de forma inescapável, sob pena de ser rotulado de estúpido pelo comportamento padrão dos políticos brasileiros -- seriamente impulsionados pela mídia política brasileira.
8) Assim como também tentou capitalizar politicamente a inauguração das obras do Rio Tamanduateí e da Avenida dos Estados, financiadas com dinheiro do governo do Estado (Mário Covas de novo).
Meus comentários -- O Semasa, ligado ao Paço de Santo André, também participou das obras com recursos dos contribuintes.
9) Celso Daniel foi responsável pelos maiores precatórios (dívidas decorrentes de sentença judicial) da história de Santo André.
> Lembra-se da desapropriação do terreno da Alzira Franco e do Parque Guaraciaba?
Meus comentários -- Esse erro histórico do prefeito em sua primeira gestão, e tudo que fez na sequência para tentar livrar-se do
abacaxi, só mostram o quanto ele evoluiu. Contrariamente a muitos gestores públicos que praticam erros novos e cada vez mais graves a cada gestão.
10) Lembra-se ainda do Parque Central, que seria, segundo a Prefeitura, o maior parque da cidade, semelhante ao Central Park, de Nova York? E que virou um enorme lixão?
Meus comentários -- O que é o Parque Central perto do legado regional que ele deixou? O que outros prefeitos fizeram pelo mesmo espaço?
11) Celso Daniel não tinha nada de democrático. Era um homem arrogante e que não admitia espaço para o contraditório. Muitos colegas jornalistas sempre reclamaram da dificuldade para entrevistá-lo, principalmente quando se tratava de assunto contrário a sua administração.
Meus comentários -- Tive alguns arranca-rabos com o Celso Daniel, mas jamais o canal democrático de interlocução foi interrompido. Uma certa arrogância todos nós, administradores públicos e jornalistas, acabamos por carregar em doses maiores ou menores, e também apenas por interpretações distorcidas. Nada que uma conversa em dia mais propício não
resolva. Pelo menos para quem tem bom senso. Com o Celso Daniel, a reciprocidade de bom senso sempre prevaleceu nos contatos que tivemos.
12) Por fim, Celso Daniel cultivava amizades estranhas. Apesar de se dizer que era um homem inteligente, acabou deixando a chave do cofre da Prefeitura em mãos muitas vezes pouco confiáveis. As suas ligações com o "amigo" Sérgio Sombra, que estava no carro no momento do rapto do prefeito, ainda merecem melhor investigação, que com certeza a Polícia fará. Por que não começar com uma quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico para descobrir o que há por trás de toda essa tragédia?
Meus comentários -- Estamos de novo invadindo o terreno das especulações, sobre o qual, insisto, não trafego. Nada que eventualmente venha a pretender manchar a biografia pessoal de Celso Daniel atingirá sua história político-administrativa em proporção minimamente capaz de abalar sua herança de mentor público da regionalidade jamais construída
pelos seus antecessores, pela comunidade e que, também é, um dogma deste jornalista que, ao fundar LIVRE MERCADO em 1999 (antes, portanto, do Consórcio Intermunicipal de Prefeitos), tinha em seu horizonte um Grande ABC que honrasse a própria denominação."
"7) Celso Daniel foi contra o Hospital Regional de Clínicas. O hospital só saiu do papel graças à pressão do jornal Diário do Grande ABC (e fui eu, graças a Deus, quem fiz, como editor executivo de Política, juntamente com o jornalista João Paulo Soares, a entrevista pingue-pongue em que o governador garantiu que concluiria o hospital). Mas, mesmo sendo contra a obra no discurso, o prefeito não deixou de tentar capitalizar o hospital para sua administração durante o evento de inauguração.
Meus comentários -- Salvo erro de interpretação, Celso Daniel não foi propriamente contrário à obra, mas reunia informações de seu secretariado sobre a maior relevância de descentralizar o investimento em várias unidades espalhadas pelo município, em vez de concentrá-la num único endereço. Poderia estar até enganado, e isso só o tempo dirá, embora já se tenham estudos que recomendem a pulverização geográfica de unidades. Agora, quanto à capitalização da obra do ponto de vista político, trata-se
de ritual ao qual todo administrador público, em situação semelhante, se lança de forma inescapável, sob pena de ser rotulado de estúpido pelo comportamento padrão dos políticos brasileiros -- seriamente impulsionados pela mídia política brasileira.
8) Assim como também tentou capitalizar politicamente a inauguração das obras do Rio Tamanduateí e da Avenida dos Estados, financiadas com dinheiro do governo do Estado (Mário Covas de novo).
Meus comentários -- O Semasa, ligado ao Paço de Santo André, também participou das obras com recursos dos contribuintes.
9) Celso Daniel foi responsável pelos maiores precatórios (dívidas decorrentes de sentença judicial) da história de Santo André.
> Lembra-se da desapropriação do terreno da Alzira Franco e do Parque Guaraciaba?
Meus comentários -- Esse erro histórico do prefeito em sua primeira gestão, e tudo que fez na sequência para tentar livrar-se do
abacaxi, só mostram o quanto ele evoluiu. Contrariamente a muitos gestores públicos que praticam erros novos e cada vez mais graves a cada gestão.
10) Lembra-se ainda do Parque Central, que seria, segundo a Prefeitura, o maior parque da cidade, semelhante ao Central Park, de Nova York? E que virou um enorme lixão?
Meus comentários -- O que é o Parque Central perto do legado regional que ele deixou? O que outros prefeitos fizeram pelo mesmo espaço?
11) Celso Daniel não tinha nada de democrático. Era um homem arrogante e que não admitia espaço para o contraditório. Muitos colegas jornalistas sempre reclamaram da dificuldade para entrevistá-lo, principalmente quando se tratava de assunto contrário a sua administração.
Meus comentários -- Tive alguns arranca-rabos com o Celso Daniel, mas jamais o canal democrático de interlocução foi interrompido. Uma certa arrogância todos nós, administradores públicos e jornalistas, acabamos por carregar em doses maiores ou menores, e também apenas por interpretações distorcidas. Nada que uma conversa em dia mais propício não
resolva. Pelo menos para quem tem bom senso. Com o Celso Daniel, a reciprocidade de bom senso sempre prevaleceu nos contatos que tivemos.
12) Por fim, Celso Daniel cultivava amizades estranhas. Apesar de se dizer que era um homem inteligente, acabou deixando a chave do cofre da Prefeitura em mãos muitas vezes pouco confiáveis. As suas ligações com o "amigo" Sérgio Sombra, que estava no carro no momento do rapto do prefeito, ainda merecem melhor investigação, que com certeza a Polícia fará. Por que não começar com uma quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico para descobrir o que há por trás de toda essa tragédia?
Meus comentários -- Estamos de novo invadindo o terreno das especulações, sobre o qual, insisto, não trafego. Nada que eventualmente venha a pretender manchar a biografia pessoal de Celso Daniel atingirá sua história político-administrativa em proporção minimamente capaz de abalar sua herança de mentor público da regionalidade jamais construída
pelos seus antecessores, pela comunidade e que, também é, um dogma deste jornalista que, ao fundar LIVRE MERCADO em 1999 (antes, portanto, do Consórcio Intermunicipal de Prefeitos), tinha em seu horizonte um Grande ABC que honrasse a própria denominação."