Show do meio milhão
Tentei resistir mas não deu. O caso Sílvio Santos foi uma sucessão de barbáries. Desde a absurda entrevista de Patrícia Abravanel na sacada de seu quarto até a invasão absurda e lunática da casa do empresário pelo sequestrador. Bizarro, tudo muito bizarro. A polícia paulista mostrou tanta incompetência que deu até dó. Já Patrícia mostrou que é umas pessoas mais imbecis que vi na vida. Trauma de sequestro? ela é apenas uma idiota descerebrada que acha que a vida não passa de um dos quadros do programa de seu pai. É de morrer de riri
Já o sequestrador não passa de um aspirante a bandido e um pseudo-psicopata. Conseguiu sem muito esforço a sua condenação à morte ao matar dois policiais ineptos. Não deve chegar vivo a 2002, mas mostrou como a polícia paulista é ruim, despreparada e vulnerável.
Nessa história, o único que realmente sofreu foi Sílvio Santos, que até agora não deve estar acreditando nas encrencas em que foi envolvido. O homem que mais paga impostos no Brasil refém em sua própria casa. Lamentável.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
sexta-feira, agosto 31, 2001
Alckmin e o circo
O texto abaixo é de Clóvis Rossi e foi publicado na edição de 31 de agosto da Folha. Como sempre, Rossi foi cirúrgico e preciso:
Banalizou-se de tal forma a violência, especialmente em São Paulo, que era inevitável a sua transformação em um grande espetáculo, como ocorreu nos episódios que envolveram a família Abravanel.
Já há o suficiente para lamentar nessa "espetacularização" do crime. Por isso tornava-se perfeitamente dispensável a grotesca participação das mais altas autoridades do Estado, a começar pelo governador Geraldo Alckmin, no show .
Não há uma só explicação aceitável para que um governante se rebaixe ao diálogo com um sequestrador e assassino. Com a agravante de que com ele estavam o secretário de Segurança Pública e o comandante da Polícia Militar.
Ou Alckmin assume que é governador apenas dos ricos e famosos como Sílvio Santos ou vai ser obrigado a participar das negociações para resolver todos os demais sequestros, que ocorrem com espantosa frequência no Estado que ele governa.
A começar pelos cinco casos que permaneciam não resolvidos até ontem, enquanto a cúpula da polícia e o próprio chefe do governo se dedicavam a participar do espetáculo em que se transformou o sequestro de Sílvio Santos.
A partir de agora, está dado um recado a todos os que querem uma audiência com Geraldo Alckmin: basta sequestrar alguém famoso (nem precisa ser rico) e exigir a presença do governador. Se houver câmeras de televisão nas imediações, a audiência estará garantida.
Só faltou, para completar o absurdo, que o governador e o criminoso dessem entrevista coletiva um ao lado do outro, como é da praxe em "visitas de Estado".
Tudo somado, o espetáculo dos últimos dias não passa de repetição do cotidiano do Brasil: como é de costume, morreram apenas os atores coadjuvantes, no caso os policiais assassinados pelo interlocutor de Alckmin. Não eram ricos nem famosos. O governador não foi ao enterro.
O texto abaixo é de Clóvis Rossi e foi publicado na edição de 31 de agosto da Folha. Como sempre, Rossi foi cirúrgico e preciso:
Banalizou-se de tal forma a violência, especialmente em São Paulo, que era inevitável a sua transformação em um grande espetáculo, como ocorreu nos episódios que envolveram a família Abravanel.
Já há o suficiente para lamentar nessa "espetacularização" do crime. Por isso tornava-se perfeitamente dispensável a grotesca participação das mais altas autoridades do Estado, a começar pelo governador Geraldo Alckmin, no show .
Não há uma só explicação aceitável para que um governante se rebaixe ao diálogo com um sequestrador e assassino. Com a agravante de que com ele estavam o secretário de Segurança Pública e o comandante da Polícia Militar.
Ou Alckmin assume que é governador apenas dos ricos e famosos como Sílvio Santos ou vai ser obrigado a participar das negociações para resolver todos os demais sequestros, que ocorrem com espantosa frequência no Estado que ele governa.
A começar pelos cinco casos que permaneciam não resolvidos até ontem, enquanto a cúpula da polícia e o próprio chefe do governo se dedicavam a participar do espetáculo em que se transformou o sequestro de Sílvio Santos.
A partir de agora, está dado um recado a todos os que querem uma audiência com Geraldo Alckmin: basta sequestrar alguém famoso (nem precisa ser rico) e exigir a presença do governador. Se houver câmeras de televisão nas imediações, a audiência estará garantida.
Só faltou, para completar o absurdo, que o governador e o criminoso dessem entrevista coletiva um ao lado do outro, como é da praxe em "visitas de Estado".
Tudo somado, o espetáculo dos últimos dias não passa de repetição do cotidiano do Brasil: como é de costume, morreram apenas os atores coadjuvantes, no caso os policiais assassinados pelo interlocutor de Alckmin. Não eram ricos nem famosos. O governador não foi ao enterro.
terça-feira, agosto 28, 2001
Stevie Ray Vaughan "ressurge" em Montreux
Stevie Ray Vaughan foi o grande guitarrista dos anos 80. Rivalizando com ele, somente Eddie Van Halen e Yngwie Malmsteen, outros dois gênios.Ele foi muito mais além na fusão do blues com o rock do que Eric Clapton e Gary Moore, e ninguém conseguiu captar e se apoderar do espírito de Jimi Hendrix, somente ele, o mestre da Stratocaster.
Morto aos 36 anos em 1990, em um acidente de helicóptero após um show nos Estados Unidos (a aeronave deveria transportar ainda Eric clapton e Robert Cray no vôo fatídico), Vaughan continua sendo uma fonte inesgotável de lançamentos póstumos, todos a cargo de Jimmie Vaughan, irmão mais velho e também bom guitarrista.
Muitos o acusam de oportunista. Pode ser, mas pelo menos ele coloca produtos de alta qualidade no mercado. Jimmie Vaughan tem critério e seleciona o que de melhor o irmão produziu para colocar no mercado. Foi assim com "Live at the Carnegie Hall", "The Sky is Crying", "In The Beggining" e a maravilhosa caixa com quatro CDs "SRV". Tudo ao contrário do fizeram e fazem empresários detentores de direitos sobre a obra de Hendrix (a família dele também...). Tudo o que é gravação encontrada com as performances do mago de Seattle é jogada no mercado. Com isso, muita porcaria mancha a memória dele.
A nova tramóia de Jimmie Vaughan é "Live at Montreux 1982 and 1985", apresentação de Stevie e dua Double Trouble realizada em 17 de julho de 1982 no Montreaux Casino, Suíça, e que sai em novembro como CD duplo.
Stevie considerou o show de 1982 fraco e sem graça. Só que quem escutou os CDs piratas da apresentação discorda: a performance foi estupenda, tanto que David Vowie e Jackson Browne, que assistiam in loco, ficaram maravilhados. Enquanto o primeiro viria a requisitar o guitarrista para atuar no álbum "Let's Dance" e participar de algumas apresentações, o segundo abriria as portas de seu estúdio de Los Angeles, onde os rapazes registrariam seu primeiro álbum, "Texas Flood", e logo em seguida assinariam com a Epic Records por intermédio do lendário John Hammond, apresentado à banda por Browne.
O segundo show é de 1985 e esse Stevie adorou, assim como o público. É esse material, que será lançado oficialmente, que vai trazer ainda mais qualidade à obra vasta de o guitarrista texano. Não é necessário dizer que o lançamento é impedível.
Stevie Ray Vaughan foi o grande guitarrista dos anos 80. Rivalizando com ele, somente Eddie Van Halen e Yngwie Malmsteen, outros dois gênios.Ele foi muito mais além na fusão do blues com o rock do que Eric Clapton e Gary Moore, e ninguém conseguiu captar e se apoderar do espírito de Jimi Hendrix, somente ele, o mestre da Stratocaster.
Morto aos 36 anos em 1990, em um acidente de helicóptero após um show nos Estados Unidos (a aeronave deveria transportar ainda Eric clapton e Robert Cray no vôo fatídico), Vaughan continua sendo uma fonte inesgotável de lançamentos póstumos, todos a cargo de Jimmie Vaughan, irmão mais velho e também bom guitarrista.
Muitos o acusam de oportunista. Pode ser, mas pelo menos ele coloca produtos de alta qualidade no mercado. Jimmie Vaughan tem critério e seleciona o que de melhor o irmão produziu para colocar no mercado. Foi assim com "Live at the Carnegie Hall", "The Sky is Crying", "In The Beggining" e a maravilhosa caixa com quatro CDs "SRV". Tudo ao contrário do fizeram e fazem empresários detentores de direitos sobre a obra de Hendrix (a família dele também...). Tudo o que é gravação encontrada com as performances do mago de Seattle é jogada no mercado. Com isso, muita porcaria mancha a memória dele.
A nova tramóia de Jimmie Vaughan é "Live at Montreux 1982 and 1985", apresentação de Stevie e dua Double Trouble realizada em 17 de julho de 1982 no Montreaux Casino, Suíça, e que sai em novembro como CD duplo.
Stevie considerou o show de 1982 fraco e sem graça. Só que quem escutou os CDs piratas da apresentação discorda: a performance foi estupenda, tanto que David Vowie e Jackson Browne, que assistiam in loco, ficaram maravilhados. Enquanto o primeiro viria a requisitar o guitarrista para atuar no álbum "Let's Dance" e participar de algumas apresentações, o segundo abriria as portas de seu estúdio de Los Angeles, onde os rapazes registrariam seu primeiro álbum, "Texas Flood", e logo em seguida assinariam com a Epic Records por intermédio do lendário John Hammond, apresentado à banda por Browne.
O segundo show é de 1985 e esse Stevie adorou, assim como o público. É esse material, que será lançado oficialmente, que vai trazer ainda mais qualidade à obra vasta de o guitarrista texano. Não é necessário dizer que o lançamento é impedível.
Os crentes e fanáticos estão se superando
O glorioso Maurício Gaia manda-me outra colaboração para irritar os crentes e fanáticos religiosos. Ele achou o site da ABCC - Associação Brasileira de Católicos Conservadores -, de Recife (PE). É simplesmente hilário, mas ridículo que o da Frente Lepanto e dos outros crentes imbecis que mencionei dias atrás. Leiam e se divirtam.
ABCC.
O glorioso Maurício Gaia manda-me outra colaboração para irritar os crentes e fanáticos religiosos. Ele achou o site da ABCC - Associação Brasileira de Católicos Conservadores -, de Recife (PE). É simplesmente hilário, mas ridículo que o da Frente Lepanto e dos outros crentes imbecis que mencionei dias atrás. Leiam e se divirtam.
ABCC.
segunda-feira, agosto 27, 2001
Ótimos shows no segundo semestre
Confirmados mais shows internacionais de porte no Brasil neste segundo semestre. Anote aí:
Judas Priest : Esse já estava confirmado, mas é bom reforçar, pois é imperdível. No Credicard Hall, nos dias 6 e 7 de setembro;
Nazareth : 7 de setembro em Limeira e 8 de setembro no DirecTV.
Yingwie Malmsteen : Dia 29 de setembro no Via Funchal
Eric Clapton : o grande mestre confirmou a vinda. dia 11 de outubro provavelmente no estádio do Pacaembu.
Nevermore : 19 de outubro provavelmente no Via Funchal.
Testament : 6 de outubro (a confirmar) no Via Funchal (a confirmar).
Confirmados mais shows internacionais de porte no Brasil neste segundo semestre. Anote aí:
sexta-feira, agosto 24, 2001
Hollywood descobre The Who
A whomania atingiu a meca do cinema. Hollywood entrou na onda britânica de redescobrimento da maravilhosa obra do Who (o quarteto britânico está em alta na Inglaterra desde 1999) e redescobriu grandes pérolas de seu repertório, que estão recheando seus filmes e suas trilhas sonoras.
Fundado em 1964 pelo guitarrista Pete Townshend e pelo vocalista Roger Daltrey (John Entwistle, o baixista, entrou um pouquinho depois), o Who frequentemente é listado ( com justiça ) como uma das cinco bandas mais importantes de todos os tempos ao lado de Beatles, Rolling Stones. Led Zeppelin e Pink Floyd. O grupo encerrou as atividades em 1982, mas reuniu-se em 1985 para a apresentação do Live Aid e em 1989 para uma turnê norte-americana de comemoração de 25º aniversário. Em 1996, Townshend, Daltrey e Entwistle (o baterista original, Keith Moon, morreu em 1978) decidiram voltar à ativa para intermináveis turnês nostálgicas e ainda permanecem tocando por aí.
Quem ressuscitou o Who para as trilhas foi "Austin Powers", produção de 1999 sucesso de bilheteria com Mike Myers. A trilha trazia uma versão do clássico "My Generation" gravada nos estúdios da BBC londrina em 1965. Desde então as músicas do grupo apareceram em diversas produções premiadas e estouradas nas bilheterias.
"Beleza Americana", que ganhou Oscars de melhor filme, melhor diretor e melhor ator (Kevin Spacey), toca na íntegra "The Seeker', canção do Who que virou single em 1970. A mesma música serve com trilha de abertura para "The Limey" (no Brasil, "O Estranho"), produção alternativa do ano passado mas que foi um surpeendente sucesso de público. O ator principal é o veterano inglês Terence Stamp, excelente. Ele provavelmente foi o responsável pela inclusãp da canção no filme. Seu irmão é Chris Stamp, empresário do Who até 1970. Ele mesmo é amicíssimo de Townshend e Daltrey.
"Almost Famous" ("Quase Famosos"), de 2000, e que concorreu a vários Oscars neste ano, conta a história de um garoto que vira repórter e tem a missão de contar uma turnê de um afamosa banda de rock (história real baeeada na vida do diretor do filme, Cameron Crowe, que acompanhou a turnê do Led Zeppelin aos 16 anos em 1973). Em sua iniciação no mundo do rock, o personagem principal é apresentado na infância aos mestres do gênero por sua irmã mais velha e ganha de presente o álbum "Tommy". A cena tem como trilha "Sparks", uma das canções instrumentais do disco.
Mas o filme que realmente apostou firme nas músicas da banda inglesa foi "Summer of Sam" ("Verão de Sam"), produção do aclamado Spike Lee de 1999 (com ótima interpretação de John Leguizamo e Mira Sorvino). Em duas cenas cruciais do filme, dois clássicos do Who são executados na íntegra: "Baba O'Riley" e "Won't Get Fooled Again", sendo que esta última tem oito minutos de duração. Hollywood atestou que o Who está mais vivo do que nunca.
A whomania atingiu a meca do cinema. Hollywood entrou na onda britânica de redescobrimento da maravilhosa obra do Who (o quarteto britânico está em alta na Inglaterra desde 1999) e redescobriu grandes pérolas de seu repertório, que estão recheando seus filmes e suas trilhas sonoras.
Fundado em 1964 pelo guitarrista Pete Townshend e pelo vocalista Roger Daltrey (John Entwistle, o baixista, entrou um pouquinho depois), o Who frequentemente é listado ( com justiça ) como uma das cinco bandas mais importantes de todos os tempos ao lado de Beatles, Rolling Stones. Led Zeppelin e Pink Floyd. O grupo encerrou as atividades em 1982, mas reuniu-se em 1985 para a apresentação do Live Aid e em 1989 para uma turnê norte-americana de comemoração de 25º aniversário. Em 1996, Townshend, Daltrey e Entwistle (o baterista original, Keith Moon, morreu em 1978) decidiram voltar à ativa para intermináveis turnês nostálgicas e ainda permanecem tocando por aí.
Quem ressuscitou o Who para as trilhas foi "Austin Powers", produção de 1999 sucesso de bilheteria com Mike Myers. A trilha trazia uma versão do clássico "My Generation" gravada nos estúdios da BBC londrina em 1965. Desde então as músicas do grupo apareceram em diversas produções premiadas e estouradas nas bilheterias.
"Beleza Americana", que ganhou Oscars de melhor filme, melhor diretor e melhor ator (Kevin Spacey), toca na íntegra "The Seeker', canção do Who que virou single em 1970. A mesma música serve com trilha de abertura para "The Limey" (no Brasil, "O Estranho"), produção alternativa do ano passado mas que foi um surpeendente sucesso de público. O ator principal é o veterano inglês Terence Stamp, excelente. Ele provavelmente foi o responsável pela inclusãp da canção no filme. Seu irmão é Chris Stamp, empresário do Who até 1970. Ele mesmo é amicíssimo de Townshend e Daltrey.
"Almost Famous" ("Quase Famosos"), de 2000, e que concorreu a vários Oscars neste ano, conta a história de um garoto que vira repórter e tem a missão de contar uma turnê de um afamosa banda de rock (história real baeeada na vida do diretor do filme, Cameron Crowe, que acompanhou a turnê do Led Zeppelin aos 16 anos em 1973). Em sua iniciação no mundo do rock, o personagem principal é apresentado na infância aos mestres do gênero por sua irmã mais velha e ganha de presente o álbum "Tommy". A cena tem como trilha "Sparks", uma das canções instrumentais do disco.
Mas o filme que realmente apostou firme nas músicas da banda inglesa foi "Summer of Sam" ("Verão de Sam"), produção do aclamado Spike Lee de 1999 (com ótima interpretação de John Leguizamo e Mira Sorvino). Em duas cenas cruciais do filme, dois clássicos do Who são executados na íntegra: "Baba O'Riley" e "Won't Get Fooled Again", sendo que esta última tem oito minutos de duração. Hollywood atestou que o Who está mais vivo do que nunca.
Morte às gravadoras
Este texto foi publicado no Plantão Info. Querem acabar com a nossa festa...
"Saiu no SiliconValley.com, a versão virtual do noticiário sobre tecnologia do Mercury News: as principais gravadoras já começaram a vender, por baixo dos panos, CDs protegidos contra a cópia digital de suas músicas.
A tecnologia contida nesses CDs impede que um usuário consiga copiar seus arquivos para o computador, em formato MP3, ou para um CD virgem. De acordo com a matéria, atribuída à agência Associated Press, os primeiros CDs estão sendo vendidos na Europa, mas as gravadoras se recusaram a dizer quais são os artistas que já estão digitalmente protegidos.
Para a AP, estariam envolvidas na operação Warner Music, EMI, Universal, BMG e Sony Music. Diz a matéria que apenas a Sony e a BMG confirmaram ter colocado CDs protegidos à venda nas lojas européias.
A maioria dos fãs de música gostam de fazer cópias pessoais de suas músicas favoritas, e esta atividade nunca foi considerada ilegal. Mas a indústria acredita que continuar dando a seus consumidores esta facilidade seria escancarar a porta para que os mesmos começassem a trocar as músicas em serviços online, como o Napster e o Audiogalaxy. Em sua defesa, as gravadoras costumas dizer que não querem manter os arquivos musicais longe dos computadores, mas sim ter um maior controle de como eles chegam aos equipamentos.
Os analistas de mercado, segundo o SiliconValley, duvidam da eficácia da estratégia: "A música precisa ser portátil. Precisa estar no carro e em seu dispositivo portátil, e o que a indústria vai encontrar é uma batalha perdida, a menos que liberem as cópias", afirmou o analista de mídia digital Phil Leigh, da Raymond James and Associates, à AP."
Este texto foi publicado no Plantão Info. Querem acabar com a nossa festa...
"Saiu no SiliconValley.com, a versão virtual do noticiário sobre tecnologia do Mercury News: as principais gravadoras já começaram a vender, por baixo dos panos, CDs protegidos contra a cópia digital de suas músicas.
A tecnologia contida nesses CDs impede que um usuário consiga copiar seus arquivos para o computador, em formato MP3, ou para um CD virgem. De acordo com a matéria, atribuída à agência Associated Press, os primeiros CDs estão sendo vendidos na Europa, mas as gravadoras se recusaram a dizer quais são os artistas que já estão digitalmente protegidos.
Para a AP, estariam envolvidas na operação Warner Music, EMI, Universal, BMG e Sony Music. Diz a matéria que apenas a Sony e a BMG confirmaram ter colocado CDs protegidos à venda nas lojas européias.
A maioria dos fãs de música gostam de fazer cópias pessoais de suas músicas favoritas, e esta atividade nunca foi considerada ilegal. Mas a indústria acredita que continuar dando a seus consumidores esta facilidade seria escancarar a porta para que os mesmos começassem a trocar as músicas em serviços online, como o Napster e o Audiogalaxy. Em sua defesa, as gravadoras costumas dizer que não querem manter os arquivos musicais longe dos computadores, mas sim ter um maior controle de como eles chegam aos equipamentos.
Os analistas de mercado, segundo o SiliconValley, duvidam da eficácia da estratégia: "A música precisa ser portátil. Precisa estar no carro e em seu dispositivo portátil, e o que a indústria vai encontrar é uma batalha perdida, a menos que liberem as cópias", afirmou o analista de mídia digital Phil Leigh, da Raymond James and Associates, à AP."
A deterioração progressiva da UNE
A UNE (União nacional dos Estudantes) cada vez mais se revela como uma das entidades mais dispensáveis do atual cenário social brasileiro. A organização simplesmente não existe. Está tomada por agitadores e grupelhos da esquerdalha que ficam lutando por privilégios indefensáveis. O lucrativo mercado das carteiras de desconto para estudantes em eventos culturais serviu para engordar o combalido caixa da entidade, mas não foi suficiente para retirá-la do ostracismo e do obscurantismo em que está mergulhada desde os anos 70.
A UNE não defende os estudantes. Não tem representatividade para isso. Passou a ser um refúgio de "estudantes" profissionais que nunca saem da faculdade e que usam a entidade para fins pessoais e políticos. Não se vê a UNE em debates relevantes, não se vê seus representantes lutando por melhoria do ensino, ela não propõe nada, não sugere nada, só promove arruaças.
Foi o caso desta sexta-feira, dia 24 de agosto. Cerca de 200 estudantes que apóiam a entidade apedrejaram a casa do professor da Unicamp Marcelo Souza em Campinas pela manhã. O professor é irmão do ministro da Educação, Paulo Renato Souza (também professor da Unicamp).
Há uma semana alguns estudantes acamparam em frente à casa de Marcelo Souza com o objetivo de "pressioná-lo" a pressionar o irmão ministro a rever a decisão do ministério de acabar com o monopólio da UNE na expedição de carteiras de estudante a serem apresentadas para descontos em eventos culturais. A entidade estudantil cobrava para emitir o documento. O ministério agora vai autorizar cada estabelecimento de ensino, particular ou privado, a emitir a carteira. Melhor, sem cobrar nada.
Pois então os dinossauros da esquerdalha totalitários resolveram protestar contra a iniciativa do ministério, que merece o nosso aplauso. Estão aterrorizando parentes do ministro. Táticas terroristas para evitar a perda de privilégios. A UNE se reduziu a isso. Lamentável.
A UNE (União nacional dos Estudantes) cada vez mais se revela como uma das entidades mais dispensáveis do atual cenário social brasileiro. A organização simplesmente não existe. Está tomada por agitadores e grupelhos da esquerdalha que ficam lutando por privilégios indefensáveis. O lucrativo mercado das carteiras de desconto para estudantes em eventos culturais serviu para engordar o combalido caixa da entidade, mas não foi suficiente para retirá-la do ostracismo e do obscurantismo em que está mergulhada desde os anos 70.
A UNE não defende os estudantes. Não tem representatividade para isso. Passou a ser um refúgio de "estudantes" profissionais que nunca saem da faculdade e que usam a entidade para fins pessoais e políticos. Não se vê a UNE em debates relevantes, não se vê seus representantes lutando por melhoria do ensino, ela não propõe nada, não sugere nada, só promove arruaças.
Foi o caso desta sexta-feira, dia 24 de agosto. Cerca de 200 estudantes que apóiam a entidade apedrejaram a casa do professor da Unicamp Marcelo Souza em Campinas pela manhã. O professor é irmão do ministro da Educação, Paulo Renato Souza (também professor da Unicamp).
Há uma semana alguns estudantes acamparam em frente à casa de Marcelo Souza com o objetivo de "pressioná-lo" a pressionar o irmão ministro a rever a decisão do ministério de acabar com o monopólio da UNE na expedição de carteiras de estudante a serem apresentadas para descontos em eventos culturais. A entidade estudantil cobrava para emitir o documento. O ministério agora vai autorizar cada estabelecimento de ensino, particular ou privado, a emitir a carteira. Melhor, sem cobrar nada.
Pois então os dinossauros da esquerdalha totalitários resolveram protestar contra a iniciativa do ministério, que merece o nosso aplauso. Estão aterrorizando parentes do ministro. Táticas terroristas para evitar a perda de privilégios. A UNE se reduziu a isso. Lamentável.
Tiazinha e os Cavaleiros Mascarados
Pensei que ia ser engraçado, mas foi altamente constrangedor. Num dos zaps na TV ontem à noite caí no horrível Superpop, da Rede TV!, da imbecil Luciana Gimenez (1,20 m de pernas, zero de cérebro), eis que me deparo com um trio vestido de metaleiros, com roupas pretas e maquiagem à la Kiss, dublando uma música de péssima qualidade e com uma baixinha muito gostosa e roupas mínimas também dublando.
Depois de algum tempo consegui identificar aquela pessoinha rebolando: era Tiazinha, lançando sua "nova música". O nome artístico do grupo: Tiazinha e os Cavaleiros Mascarados. Grotesco, nojento, escroto, não há qualificativos para designar a coisa. Péssimo sobre todos os aspectos. Pretensamente rock pesado, não passada de popzinho da pior qualidade. Ainda bem que ela vai desaparecer logo.
Pensei que ia ser engraçado, mas foi altamente constrangedor. Num dos zaps na TV ontem à noite caí no horrível Superpop, da Rede TV!, da imbecil Luciana Gimenez (1,20 m de pernas, zero de cérebro), eis que me deparo com um trio vestido de metaleiros, com roupas pretas e maquiagem à la Kiss, dublando uma música de péssima qualidade e com uma baixinha muito gostosa e roupas mínimas também dublando.
Depois de algum tempo consegui identificar aquela pessoinha rebolando: era Tiazinha, lançando sua "nova música". O nome artístico do grupo: Tiazinha e os Cavaleiros Mascarados. Grotesco, nojento, escroto, não há qualificativos para designar a coisa. Péssimo sobre todos os aspectos. Pretensamente rock pesado, não passada de popzinho da pior qualidade. Ainda bem que ela vai desaparecer logo.
Mudanças no Helloween
Nota surpreendente nos sites de música: Roland Grapow (guitarra) e Uli Kusch (bateria) foram "convidados" a sair da banda alemã Helloween, um dos ícones do heavy metal melódico. Há pouco mais de um mês a banda passou por aqui para divulgar seu novo trabalho "The Dark Ride", um bom disco. Tudo parecia ir bem bem e a apresentação no abarrotado Via Funchal foi muito boa.
Os membros remanescentes _ Michael Weikath, Markus Grosskopf e Andi Deris _ começaram a entrevistar candidatos para as vagas deixadas por Roland Grapow e Uli Kusch.
Um porta-voz do grupo revelou que "foi um consenso geral que Roland e Uli deixariam a banda. Vocês podem dizer que foi por causa das diferenças musicais, mas na verdade foi mais uma questão de prioridade. Percebeu-se que eles estavam prestando mais atenção às suas respectivas carreiras solo. Depois da bem sucedida turnê do álbum 'Dark Ride', Markus e Andi perceberam que os membros do Helloween precisam dedicar-se 100% à banda. Como isso não estava acontecendo, notou-se que a criatividade do grupo estava sendo afetada e agora as coisas podem entrar nos eixos novamente. Roland e Uli estavam conosco há muito tempo e obviamente é muito triste quando este tipo de coisa acontece, mas não havia outra alternativa. Todos desejam aos dois muita sorte nessa nova aventura".
O guitarrista Michael Weikath acrescentou: "Nós esperamos anunciar logo nossa formação nova. Existem vários músicos talentosos a serem descobertos e nós estamos bastante animados com as futuras possibilidades para a banda. Uma vez que a formação nova esteja completa, nós começaremos escrever material para um novo álbum de estúdio, que deve ser lançado no próximo ano. Será uma nova era para o HELLOWEEN e vai nos inspirar a dar aos fãs o nosso melhor!".
Nota surpreendente nos sites de música: Roland Grapow (guitarra) e Uli Kusch (bateria) foram "convidados" a sair da banda alemã Helloween, um dos ícones do heavy metal melódico. Há pouco mais de um mês a banda passou por aqui para divulgar seu novo trabalho "The Dark Ride", um bom disco. Tudo parecia ir bem bem e a apresentação no abarrotado Via Funchal foi muito boa.
Os membros remanescentes _ Michael Weikath, Markus Grosskopf e Andi Deris _ começaram a entrevistar candidatos para as vagas deixadas por Roland Grapow e Uli Kusch.
Um porta-voz do grupo revelou que "foi um consenso geral que Roland e Uli deixariam a banda. Vocês podem dizer que foi por causa das diferenças musicais, mas na verdade foi mais uma questão de prioridade. Percebeu-se que eles estavam prestando mais atenção às suas respectivas carreiras solo. Depois da bem sucedida turnê do álbum 'Dark Ride', Markus e Andi perceberam que os membros do Helloween precisam dedicar-se 100% à banda. Como isso não estava acontecendo, notou-se que a criatividade do grupo estava sendo afetada e agora as coisas podem entrar nos eixos novamente. Roland e Uli estavam conosco há muito tempo e obviamente é muito triste quando este tipo de coisa acontece, mas não havia outra alternativa. Todos desejam aos dois muita sorte nessa nova aventura".
O guitarrista Michael Weikath acrescentou: "Nós esperamos anunciar logo nossa formação nova. Existem vários músicos talentosos a serem descobertos e nós estamos bastante animados com as futuras possibilidades para a banda. Uma vez que a formação nova esteja completa, nós começaremos escrever material para um novo álbum de estúdio, que deve ser lançado no próximo ano. Será uma nova era para o HELLOWEEN e vai nos inspirar a dar aos fãs o nosso melhor!".
quinta-feira, agosto 23, 2001
Grande resposta ao fanatismo religioso
Mais uma para irritar os fanáticos religiosos e crentes. Esse texto está circulando há um mês na Internet e foi uma das melhores respostas que eu vi até hoje aos crentes fanáticos e dogmáticos de todas as espécies. É hilário. Divirtam-se... (agradecimentos ao grande José Mauro Capp).
"Laura Schlessinger é uma personalidade da rádio americana que distribui conselhos para pessoas que ligam para o seu show.
Recentemente ela disse que a homossexualidade é uma abominação de acordo com Levíticos 18:22 (Antigo Testamento) e não pode ser perdoado em qualquer circunstância. O texto abaixo é uma carta aberta para Dra. Laura, escrita por um cidadão americano e também disponibilizada na Internet.
"Cara Dra. Laura:
Obrigado por ter feito tanto para educar as pessoas no que diz respeito à Lei de Deus. Eu tenho aprendido muito com seu show, e tento compartilhar o conhecimento com tantas pessoas quantas posso.
Quando alguem tenta defender a homossexualidade, por exemplo, eu simplesmente lembro que Levíticos 18:22 claramente afirma que isso é uma abominação. Fim do debate.
Mas eu preciso da sua ajuda, entretanto, no que diz respeito a algumas leis específicas e como segui-las:
a) Quando eu queimo um touro no altar como sacrifício, eu sei que isso cria um odor agradável para o Senhor (Levíticos 1:9). O problema são os meus vizinhos. Eles reclamam que o odor não é agradável para eles. Devo matá-los por heresia?
b) Eu gostaria de vender a minha filha como escrava, como é permitido em Êxodo 21:7. Na época atual, qual você acha que seria um preço justo por ela?
c) Eu sei que não é permitido ter contato com uma mulher enquanto ela está em seu período de impureza menstrual (Levíticos 15:19-24). O problema é: como é que eu digo isso a ela ? Eu tenho tentado, mas a maioria das mulheres toma isso como ofensa.
d) Levíticos 25:44 afirma que eu posso possuir escravos, tanto homens quanto mulheres, se eles forem comprados de nações vizinhas. Um amigo meu diz que isso se aplica a mexicanos, mas não a canadenses. Você pode esclarecer isso? Por que eu não posso possuir canadenses?
e) Eu tenho um vizinho que insiste em trabalhar aos sábados. Êxodo 35:2 claramente afirma que ele deve ser morto. Eu sou moralmente obrigado a matá-lo eu mesmo?
f) Um amigo meu acha que mesmo que comer moluscos seja uma abominação (Levíticos 11:10), é uma abominação menor que a homossexualidade. Eu não concordo. Você pode esclacer esse ponto?
g) Levíticos 21:20 afirma que eu não me posso aproximar do altar de Deus se eu tiver algum defeito na visão. Eu admito que uso óculos para ler. A minha visão tem mesmo que ser 100%, ou pode-se dar um jeitinho?
h) A maioria dos meus amigos homens apara a barba, inclusive o cabelo das têmporas, mesmo que isso seja expressamente proibido em Levíticos19:27. Como devem eles morrer?
i) Eu sei que tocar a pele de um porco morto me faz impuro (Levíticos11:6-8), mas eu posso jogar futebol americano se usar luvas? (as bolas de futebol americano são feitas com pele de porco)
j) O meu tio tem uma fazenda. Ele viola Levíticos 19:19 plantando dois tipos diferentes de vegetais no mesmo campo. Sua esposa também viola Levíticos 19:19, porque usa roupas feitas de dois tipos diferentes de tecido (algodão e poliester). Ele também tende a xingar e blasfemar muito. É realmente necessário que eu chame toda a cidade para apedrejá-los (Levíticos 24:10-16)? Nós não poderíamos simplesmente queimá-los numa cerimônia privada, como deve ser feito com as pessoas que mantêm relações sexuais com seus sogros (Levíticos 20:14)?
Eu sei que você estudou essas coisas a fundo e então estou confiante de que me possa ajudar. Obrigado novamente por nos lembrar que a palavra de Deus é eterna e imutável.
Seu discípulo e fã ardoroso. "
Mais uma para irritar os fanáticos religiosos e crentes. Esse texto está circulando há um mês na Internet e foi uma das melhores respostas que eu vi até hoje aos crentes fanáticos e dogmáticos de todas as espécies. É hilário. Divirtam-se... (agradecimentos ao grande José Mauro Capp).
"Laura Schlessinger é uma personalidade da rádio americana que distribui conselhos para pessoas que ligam para o seu show.
Recentemente ela disse que a homossexualidade é uma abominação de acordo com Levíticos 18:22 (Antigo Testamento) e não pode ser perdoado em qualquer circunstância. O texto abaixo é uma carta aberta para Dra. Laura, escrita por um cidadão americano e também disponibilizada na Internet.
"Cara Dra. Laura:
Obrigado por ter feito tanto para educar as pessoas no que diz respeito à Lei de Deus. Eu tenho aprendido muito com seu show, e tento compartilhar o conhecimento com tantas pessoas quantas posso.
Quando alguem tenta defender a homossexualidade, por exemplo, eu simplesmente lembro que Levíticos 18:22 claramente afirma que isso é uma abominação. Fim do debate.
Mas eu preciso da sua ajuda, entretanto, no que diz respeito a algumas leis específicas e como segui-las:
a) Quando eu queimo um touro no altar como sacrifício, eu sei que isso cria um odor agradável para o Senhor (Levíticos 1:9). O problema são os meus vizinhos. Eles reclamam que o odor não é agradável para eles. Devo matá-los por heresia?
b) Eu gostaria de vender a minha filha como escrava, como é permitido em Êxodo 21:7. Na época atual, qual você acha que seria um preço justo por ela?
c) Eu sei que não é permitido ter contato com uma mulher enquanto ela está em seu período de impureza menstrual (Levíticos 15:19-24). O problema é: como é que eu digo isso a ela ? Eu tenho tentado, mas a maioria das mulheres toma isso como ofensa.
d) Levíticos 25:44 afirma que eu posso possuir escravos, tanto homens quanto mulheres, se eles forem comprados de nações vizinhas. Um amigo meu diz que isso se aplica a mexicanos, mas não a canadenses. Você pode esclarecer isso? Por que eu não posso possuir canadenses?
e) Eu tenho um vizinho que insiste em trabalhar aos sábados. Êxodo 35:2 claramente afirma que ele deve ser morto. Eu sou moralmente obrigado a matá-lo eu mesmo?
f) Um amigo meu acha que mesmo que comer moluscos seja uma abominação (Levíticos 11:10), é uma abominação menor que a homossexualidade. Eu não concordo. Você pode esclacer esse ponto?
g) Levíticos 21:20 afirma que eu não me posso aproximar do altar de Deus se eu tiver algum defeito na visão. Eu admito que uso óculos para ler. A minha visão tem mesmo que ser 100%, ou pode-se dar um jeitinho?
h) A maioria dos meus amigos homens apara a barba, inclusive o cabelo das têmporas, mesmo que isso seja expressamente proibido em Levíticos19:27. Como devem eles morrer?
i) Eu sei que tocar a pele de um porco morto me faz impuro (Levíticos11:6-8), mas eu posso jogar futebol americano se usar luvas? (as bolas de futebol americano são feitas com pele de porco)
j) O meu tio tem uma fazenda. Ele viola Levíticos 19:19 plantando dois tipos diferentes de vegetais no mesmo campo. Sua esposa também viola Levíticos 19:19, porque usa roupas feitas de dois tipos diferentes de tecido (algodão e poliester). Ele também tende a xingar e blasfemar muito. É realmente necessário que eu chame toda a cidade para apedrejá-los (Levíticos 24:10-16)? Nós não poderíamos simplesmente queimá-los numa cerimônia privada, como deve ser feito com as pessoas que mantêm relações sexuais com seus sogros (Levíticos 20:14)?
Eu sei que você estudou essas coisas a fundo e então estou confiante de que me possa ajudar. Obrigado novamente por nos lembrar que a palavra de Deus é eterna e imutável.
Seu discípulo e fã ardoroso. "
Primeira carta a Maurício Gaia
Essa aqui é para o meu amigo Maurício Gaia, que reclama da minha indicação do show do Nazareth no DirecTV no dia 8 de setembro. Ele despreza o quarteto escocês dos anos 70 e os chama de geriátricos. Está tudo lá no blog Mauricéia Desvairada.
O cidadão até que tem certo bom gosto, anda ouvindo B.B. King, Rolling Stones, gosta de Eric Clapton antigo, até mesmo Led Zeppelin, se bem me lembro. No entanto, tudo cai por terra, já que também aprecia procarias modernosas que vêm da Inglaterra e outras tantas porcarias da MPB. Nesse quesito, caro amigo corintiano, você não deve ser levado a sério... (risos) Mas isso é papo para ser regado a cerveja gelada em boteco aprazível.
Quanto à questão do desvio de identidade da Gaviões da Fiel, concordo com você. Seus dirigentes e integrantes são bandidos que pregam arruaças e se locupletam da associação. Igualzinho na Mancha, na Independente, na Torcida Jovem, na Leões da Fabulosa (essa eu desenterrei)...
Por fim, caro Maurício, quanto à suposta intolerância apontada por você na questão rock x religião x satanistmo x crentes idiotas, tenho a dizer o seguinte:
1 - se eles propagam essas imbecilidades por aí, destilando preconceitos, também tenho os meus em relação a esse assunto e acho interessante que eles saibam disso. Se é para manter algum tipo de debate aceso, é bom desancá-los um pouco. Eles são imbecis mas não sabem, e alguém precisa mostrar isso a eles;
2 - eu me divirto a valer provocando esses tontos, eu me divirto ao ler suas idiotices e me divirto mais ainda aom colocá-los em seu devido lugar.
Abraços ao valoroso Guilherme e à batalhadora Patrícia, que se esforça por aguentá-lo...
Essa aqui é para o meu amigo Maurício Gaia, que reclama da minha indicação do show do Nazareth no DirecTV no dia 8 de setembro. Ele despreza o quarteto escocês dos anos 70 e os chama de geriátricos. Está tudo lá no blog Mauricéia Desvairada.
O cidadão até que tem certo bom gosto, anda ouvindo B.B. King, Rolling Stones, gosta de Eric Clapton antigo, até mesmo Led Zeppelin, se bem me lembro. No entanto, tudo cai por terra, já que também aprecia procarias modernosas que vêm da Inglaterra e outras tantas porcarias da MPB. Nesse quesito, caro amigo corintiano, você não deve ser levado a sério... (risos) Mas isso é papo para ser regado a cerveja gelada em boteco aprazível.
Quanto à questão do desvio de identidade da Gaviões da Fiel, concordo com você. Seus dirigentes e integrantes são bandidos que pregam arruaças e se locupletam da associação. Igualzinho na Mancha, na Independente, na Torcida Jovem, na Leões da Fabulosa (essa eu desenterrei)...
Por fim, caro Maurício, quanto à suposta intolerância apontada por você na questão rock x religião x satanistmo x crentes idiotas, tenho a dizer o seguinte:
1 - se eles propagam essas imbecilidades por aí, destilando preconceitos, também tenho os meus em relação a esse assunto e acho interessante que eles saibam disso. Se é para manter algum tipo de debate aceso, é bom desancá-los um pouco. Eles são imbecis mas não sabem, e alguém precisa mostrar isso a eles;
2 - eu me divirto a valer provocando esses tontos, eu me divirto ao ler suas idiotices e me divirto mais ainda aom colocá-los em seu devido lugar.
Abraços ao valoroso Guilherme e à batalhadora Patrícia, que se esforça por aguentá-lo...
Mais crentes com medo do "rock satânico"
Um cidadão me mandou uma url de uma pagina hilária, muito mais engraçada do que aquela da Frente Lepanto, que associava o rock ao satanismo. Esses crentes imbecis da Zeukela ultrapassaram o limite da sanidade mental. A igorância é tanta e o fanatismo é tão exagerado que se torna patético. Ali estão algumas das coisas mais engraçadas que eu li nos últimos tempos...
O Rock in Rio 3 é a "sinagoga de satanás"... Essa foi a melhor... leiam e se divirtam...
Um cidadão me mandou uma url de uma pagina hilária, muito mais engraçada do que aquela da Frente Lepanto, que associava o rock ao satanismo. Esses crentes imbecis da Zeukela ultrapassaram o limite da sanidade mental. A igorância é tanta e o fanatismo é tão exagerado que se torna patético. Ali estão algumas das coisas mais engraçadas que eu li nos últimos tempos...
O Rock in Rio 3 é a "sinagoga de satanás"... Essa foi a melhor... leiam e se divirtam...
Definidos os grupos da Copa dos Campeões da Europa
A União Européia de Futebol (UEFA) definiu hoje a composição dos oito grupos da Liga dos Campeões 2001/2002, em sorteio realizado nesta quinta-feira em Montecarlo. Nesta primeira fase, as equipes jogam entre si, dentro de cada grupo, em dois turnos. Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam à fase seguinte. A primeira rodada será realizada nos dias 11 e 12 de setembro. Veja como ficaram os grupos:
Grupo A:
Real Madrid (Espanha) Roma (Itália) Lokomotiv de Moscou (Rússia) Anderlecht (Bélgica)
Grupo B:
Liverpool (Inglaterra) Borussia de Dortmund (Alemanha) Dínamo de Kiev (Ucrania) Boavista (Portugal)
Grupo C:
Arsenal (Inglaterra) Real Mallorca (Espanha) Schalke 04 (Alemanha) Panathinaikos (Grécia)
Grupo D:
Lazio (Itália) Galatasaray (Turquía) PSV Eindhoven (Holanda) Nantes (França)
Grupo E: Juventus (Itália) Porto (Portugal) Rosenborg (Noruega) Celtic (Escócia)
Grupo F:
Barcelona (Espanha) Olympique Lyon (França) Bayer Leverkusen (Alemanha) Fenerbahce (Turquía)
Grupo G:
Manchester United (Inglaterra) Deportivo La Coruña (Espanha) Olympiakos (Grécia) Lille (França)
Grupo H:
Bayern Munich (Alemanha) Spartak de Moscou (Rússia) Feyenoord (Holanda) Sparta de Praga (República Checa)
A União Européia de Futebol (UEFA) definiu hoje a composição dos oito grupos da Liga dos Campeões 2001/2002, em sorteio realizado nesta quinta-feira em Montecarlo. Nesta primeira fase, as equipes jogam entre si, dentro de cada grupo, em dois turnos. Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam à fase seguinte. A primeira rodada será realizada nos dias 11 e 12 de setembro. Veja como ficaram os grupos:
Grupo A:
Real Madrid (Espanha) Roma (Itália) Lokomotiv de Moscou (Rússia) Anderlecht (Bélgica)
Grupo B:
Liverpool (Inglaterra) Borussia de Dortmund (Alemanha) Dínamo de Kiev (Ucrania) Boavista (Portugal)
Grupo C:
Arsenal (Inglaterra) Real Mallorca (Espanha) Schalke 04 (Alemanha) Panathinaikos (Grécia)
Grupo D:
Lazio (Itália) Galatasaray (Turquía) PSV Eindhoven (Holanda) Nantes (França)
Grupo E: Juventus (Itália) Porto (Portugal) Rosenborg (Noruega) Celtic (Escócia)
Grupo F:
Barcelona (Espanha) Olympique Lyon (França) Bayer Leverkusen (Alemanha) Fenerbahce (Turquía)
Grupo G:
Manchester United (Inglaterra) Deportivo La Coruña (Espanha) Olympiakos (Grécia) Lille (França)
Grupo H:
Bayern Munich (Alemanha) Spartak de Moscou (Rússia) Feyenoord (Holanda) Sparta de Praga (República Checa)
A banda Catedral é ruim, mas merece crédito por ter irritado os evangélicos
A banda carioca Catedral, de pop rock, é uma das mais fracas que surgiram no cenário nacional nos últimos anos. suas letras são risíveis e e musicalmente deixa muito a desejar, mesmo estrando na estrada há 13 anos. Mesmo assim, está conseguindo algum sucesso por aí com execuções maciças em rádios FMs populares e também com clipes repetidos exaustivamente na MTV. Esse fato fez com que assinassem um belo contrato com a gravadora Continental.
Mesmo ruim, a banda merece ser ouvida por um fato simples: o quarteto sempre tocou música gospel e seus integrantes são evangélicos. Bastou eles afastarem a temática gospel de suas letras para que antigos fãs iniciassem uma cruzada inquistorial contra o grupo, afirmando que ele "traíram" seus ideais.
Quem tem esse tipo de comportamento é gente lixo, gente escrota que não merece a menor consideração. para a sorte dos nossos ouvidos eles abandonaram a temática religiosa, que é ridícula e insuportável (principalmente as de cunho evangélico). Chega de dogmas, chega de inquisição, chega de censura, chega de evangélicos nojentos.
A banda carioca Catedral, de pop rock, é uma das mais fracas que surgiram no cenário nacional nos últimos anos. suas letras são risíveis e e musicalmente deixa muito a desejar, mesmo estrando na estrada há 13 anos. Mesmo assim, está conseguindo algum sucesso por aí com execuções maciças em rádios FMs populares e também com clipes repetidos exaustivamente na MTV. Esse fato fez com que assinassem um belo contrato com a gravadora Continental.
Mesmo ruim, a banda merece ser ouvida por um fato simples: o quarteto sempre tocou música gospel e seus integrantes são evangélicos. Bastou eles afastarem a temática gospel de suas letras para que antigos fãs iniciassem uma cruzada inquistorial contra o grupo, afirmando que ele "traíram" seus ideais.
Quem tem esse tipo de comportamento é gente lixo, gente escrota que não merece a menor consideração. para a sorte dos nossos ouvidos eles abandonaram a temática religiosa, que é ridícula e insuportável (principalmente as de cunho evangélico). Chega de dogmas, chega de inquisição, chega de censura, chega de evangélicos nojentos.
quarta-feira, agosto 22, 2001
Copa dos Campeões da Europa definida
Alemanha e Espanha têm o maior número de representantes classificados para a primeira fase da Copa dos Campeões. Os dois países terão quatro times após os resultados de hoje pela terceira rodada preliminar, que definiu os 32 participantes.
A Alemanha, além do Bayern de Munique _atual campeão do torneio_, contará com a presença de Schalke 04, Bayer Leverkusen, Schalke 04 e Borussia Dortmund. Já os esponhóis entram na disputa com Real Madrid, Deportivo La Coruña, Mallorca e Barcelona.
A Itália, que também poderia ter quatro participantes, terá apenas três _Roma, Juventus e Lazio_ após a eliminação do Parma pelo Lille, da França. Os franceses estarão representados ainda pelo Nantes e Olympique de Lyon.
Inglaterra é o outro país com três times garantidos. Manchester United, Arsenal e Liverpool estão na briga pelo título do mais importante torneio de clubes da Europa.
Confira os participantes:
Alemanha: Bayern Munique, Schalke 04, Bayer Leverkusen e Borussia ortmund
Espanha: Real Madrid, Deportivo La Coruña, Mallorca e Barcelona
Inglaterra: Manchester United, Arsenal e Liverpool
França: Nantes, Olympique de Lyon e Lille
Itália: Roma, Juventus e Lazio
Grécia: Olympiakos e Panathinaikos
Holanda: PSV Eindhoven e Feyenoord
Portugal: Boavista e Oporto
Rússia: Spartak Moscou e Lokomotiv Moscou
Turquia: Galatasaray e FenerbahÐe
Bélgica: Anderlecht
Escócia: Celtic Glasgow
Noruega: Rosenborg
República Tcheca: Sparta Praga
Ucrânia: Dynamo Kiev
Alemanha e Espanha têm o maior número de representantes classificados para a primeira fase da Copa dos Campeões. Os dois países terão quatro times após os resultados de hoje pela terceira rodada preliminar, que definiu os 32 participantes.
A Alemanha, além do Bayern de Munique _atual campeão do torneio_, contará com a presença de Schalke 04, Bayer Leverkusen, Schalke 04 e Borussia Dortmund. Já os esponhóis entram na disputa com Real Madrid, Deportivo La Coruña, Mallorca e Barcelona.
A Itália, que também poderia ter quatro participantes, terá apenas três _Roma, Juventus e Lazio_ após a eliminação do Parma pelo Lille, da França. Os franceses estarão representados ainda pelo Nantes e Olympique de Lyon.
Inglaterra é o outro país com três times garantidos. Manchester United, Arsenal e Liverpool estão na briga pelo título do mais importante torneio de clubes da Europa.
Confira os participantes:
Alemanha: Bayern Munique, Schalke 04, Bayer Leverkusen e Borussia ortmund
Espanha: Real Madrid, Deportivo La Coruña, Mallorca e Barcelona
Inglaterra: Manchester United, Arsenal e Liverpool
França: Nantes, Olympique de Lyon e Lille
Itália: Roma, Juventus e Lazio
Grécia: Olympiakos e Panathinaikos
Holanda: PSV Eindhoven e Feyenoord
Portugal: Boavista e Oporto
Rússia: Spartak Moscou e Lokomotiv Moscou
Turquia: Galatasaray e FenerbahÐe
Bélgica: Anderlecht
Escócia: Celtic Glasgow
Noruega: Rosenborg
República Tcheca: Sparta Praga
Ucrânia: Dynamo Kiev
Hollywood redescobre o rock
Nunca se filmou tanto o rock como nos últimos tempos. São várias produções retratando o mundo da música pop e seu estilo de vida. Quase todas já estão disponíveis em VHS nas principais locadoras do país. O assunto rende e é atraente, pois todo espectador algum dia já se imaginou em cima de um palco soltando a voz ou tem muita curiosidade em saber como vivem os rock stars e seu modo de vida repleto de excessos.
O filme mais bem-sucedido dessa leva foi "Almost Famous" (Quase Famosos), de 2000, dirigido por Cameron Crowe baseado em sua própria autobiografia. A fita consagrou as atrizes Kate Hudson (filha da atriz Goldie Hawn) e deu mais prestígio para Frances McDormand (Oscar de melhor atriz por "Fargo", em 1997). As duas concorreram ao Oscar 2001 como melhores atrizes coadjuvantes (perderam para Marcia Gay Hayden, que atuou em "Pollock").
O filme conta a história de um garoto de 15 anos que subitamente vê-se contratado pela revista Rolling Stone para acompanhar por dois meses a turnê de uma banda fictícia de rock em ascensão, a Stillwater, que acaba na capa da revista. O filme retrata com fidelidade todo o tipo de excessso que ocorriam nas verdadeiras turnês. Todos os fatos narrados são baseados em fatos que ocorream com artistas como Led Zeppelin, The Who, Allman Brothers, Rolling Stones, Free e muitas outras.
O roteiro também é de Camerom Crowe, baseado na sua própria experiência. Em 1973, aos 16 anos, ele escrevia textos sobre música para um jornalzinho de uma cidade pequena da Califórnia. Um de seus textos caiu nas mãos dos editores regionais da Rolling Stone (a mais importante revista de música e cinema dos Estados Unidos), que sugeriram enviar o garoto para acompanhar a turnê do Led Zeppelin daquele ano. A reportagem virou capa da revista e Crowe até hoje é amigo do guitarrista Jimmy Page.
Veja outros filmes recentes que têm o rock como tema:
Sweetwater - Na Estrada do Rock - Esse filme de 1999 narra a história de uma banda verdadeira mas que pouqiíssimas pessoas conhecem. A Sweetwater teve um sucesso meteórico na Califórna entre 1968 e 1969, no auge da psicodelia, chegando a tocar no famoso Festival de Woodstock. A banda, no entanto, não suportou o sucesso e acabou logo em seguida, depois de um acidente de carro com a vocalista Namci Nevins. O destaque da fita é a atriz Kelli Williams, que interpreta a vocalista Nanci Nevins, da Sweetwater. A cantora Amy Jo Johnson é a voz responsável pelas músicas da banda. Toda a produção e os arranjos das músicas foram supervisionadas pela própria Nanci Nevins.
Still Crazy - Ainda Muito Loucos - - O melhor filme de toda essa safra. Produzido pelo astro irlandês Stephen Rea, que também estrela o fime, mostra o retorno às atividades da banda fictícia Strange Fruit, que era um dos ícones do hard rock dos anos 70. O legal desse filme é que a fita satiriza as bandas rock inativas que voltam apenas para ganhar dinheiro, mas capricha também ao mostrar de forma fiel e até com certo drama como é dura a vida na estrada e como é dura a vida de quem esteve no topo e tem de recomeçar tudo de novo. Resumindo, a banda Strange Fruit arruma novo vocalista em 1977 após a morte do titular. Em um grande festival norte-americano naquele ano, a apresentação do grupo é um fiasco, trazendo á tona as brigas internas. Ao final do show a banda acaba. Cada membro do grupo segue seu caminho e fracassa redondamente. Stephen Rea, o tecladista, vira traficante e contrabandista; o guitarrista drogado desaparece e é dado como morto; o baixista vira um humilde reparador de telhados; o baterista se transforma em um péssimo jardineiro; o vocalista, que insistiu na música, perde tudo depois de pequeno sucesso em umca carreira-solo; a empresária e fã trabalha em uma rede hotéis, está divorciada e tem uma filha adolescente maleta. Rea é reconhecido por um fã em 1997 e recebe um convite para reformar a banda para um festival de rock. Começa então a dura batalha para convencer a todos a retornar para o mundo do rock. A fita, de 1998, é deliciosa porque consegue colocar na tela todos os clichês do mundo do rock com talento e humor.
Velvet Goldmine - Produção de 1998, é dirigida por Todd Haynes, tendo como estrela principal Ewan MacGregor. O filme é interessante pro fazer um fiel retrato da cena do glitter rock, aquela dos exageros na maquiagem e na androginia. O personagem principal é um cantor que se torna a estrela do movimento, uma caricatura baseada nas vidas de astros como David Bowie, Iggy Pop, Marc Bolan e Lou Reed, entre outros.
Metal God - Produção em fase final de montagem, que deve estrear nos cinemas no segundo semetres deste ano e ainda com outro nome, Rock Star. Tendo como astro Mark Wahlberg, narra a ascensão de um balconista de loja de discos e cantor amador a vocalista de sua banda de heavy metal preferida, que é uma das mais famosas da música pop. O filme tem tudo para estourar, pois é baseado na história verídica de Ripper Owens, o atual vocalista do Judas Priest. A produção é do astro George Clooney.
Nunca se filmou tanto o rock como nos últimos tempos. São várias produções retratando o mundo da música pop e seu estilo de vida. Quase todas já estão disponíveis em VHS nas principais locadoras do país. O assunto rende e é atraente, pois todo espectador algum dia já se imaginou em cima de um palco soltando a voz ou tem muita curiosidade em saber como vivem os rock stars e seu modo de vida repleto de excessos.
O filme mais bem-sucedido dessa leva foi "Almost Famous" (Quase Famosos), de 2000, dirigido por Cameron Crowe baseado em sua própria autobiografia. A fita consagrou as atrizes Kate Hudson (filha da atriz Goldie Hawn) e deu mais prestígio para Frances McDormand (Oscar de melhor atriz por "Fargo", em 1997). As duas concorreram ao Oscar 2001 como melhores atrizes coadjuvantes (perderam para Marcia Gay Hayden, que atuou em "Pollock").
O filme conta a história de um garoto de 15 anos que subitamente vê-se contratado pela revista Rolling Stone para acompanhar por dois meses a turnê de uma banda fictícia de rock em ascensão, a Stillwater, que acaba na capa da revista. O filme retrata com fidelidade todo o tipo de excessso que ocorriam nas verdadeiras turnês. Todos os fatos narrados são baseados em fatos que ocorream com artistas como Led Zeppelin, The Who, Allman Brothers, Rolling Stones, Free e muitas outras.
O roteiro também é de Camerom Crowe, baseado na sua própria experiência. Em 1973, aos 16 anos, ele escrevia textos sobre música para um jornalzinho de uma cidade pequena da Califórnia. Um de seus textos caiu nas mãos dos editores regionais da Rolling Stone (a mais importante revista de música e cinema dos Estados Unidos), que sugeriram enviar o garoto para acompanhar a turnê do Led Zeppelin daquele ano. A reportagem virou capa da revista e Crowe até hoje é amigo do guitarrista Jimmy Page.
Veja outros filmes recentes que têm o rock como tema:
Contas de Jersey são realmente de Maluf
Está comprovado: Paulo Maluf mentiu em seu depoimento na Câmara de São Paulo, já que o Ministério Público confirmou que ele tem mesmo contas no paraíso fiscal de Jersey, uma ilha do canal da Mancha pertencente à Inglaterra. Sendo assim, o ex-governador e ex-prefeito pode ser processado por crimes fiscais e remessa ilegal de divisas para o exterior, entre outros crimes. Se condenado, pode pegar até 10 anos de reclusão.
Segundo texto da Folha de S. Paulo de hoje, "Documento oficial do governo da Suíça informa que o ex-governador e ex-prefeito Paulo Maluf abriu uma conta no Citibank daquele país em julho de 1985 (logo depois de perder a eleição presidencial indireta para Tancredo Neves) e, em 1997, a transferiu para o mesmo banco em Jersey, paraíso fiscal no canal da Mancha.
A conta foi aberta originalmente em nome da empresa Blue Diamond Ltd, constituída nas Ilhas Cayman, paraíso fiscal do Caribe. Essa empresa, cujo beneficiário era Paulo Maluf, mudou de nome mais tarde para Red Ruby Ltd.
Em 9 de janeiro de 1997, oito dias depois que Maluf deixou a Prefeitura de São Paulo, a conta da empresa no Citibank da Suíça foi fechada, e todas as suas aplicações transferidas para o Citibank da ilha de Jersey.
O documento oficial suíço foi enviado pelo Bundesamt Für Polizeiwsen, órgão de inteligência financeira daquele país. O destinatário foi o seu congênere no Brasil, o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), presidido por Adrienne Senna e ligado ao Ministério da Fazenda".
Maluf é acusado de ter em seu nome e de seus familiares contas com US$ 200 milhões em Jersey. De onde saiu tanto dinheiro? Ele não explica, aliás, não consegue explicar.
Que ele é uma das figuras políticas mais nojentas desse país não há dúvida. Maluf e o malufismo representa o que de pior existe dentro do povo brasileiro e do pensamento político do ser humano. Não bastasse as sucessivas derrotas eleitorais em toda a sua carreira, sempre teve associada à sua figura centenas de denúncias de corrupção, malversação de verbas e superfatuamentos mil.
Maluf é sinônimo de do que de pior existe na política, é sinônimo de roubalheira, de corrupção, de comissões ilegais, de administração em prol de si mesmo e de seu grupo político, é sinônimo de administração desastrosa e péssima. CAdeia para Maluf e para toda a sua família, que faz parte da quadrlha do malufismo.
Está comprovado: Paulo Maluf mentiu em seu depoimento na Câmara de São Paulo, já que o Ministério Público confirmou que ele tem mesmo contas no paraíso fiscal de Jersey, uma ilha do canal da Mancha pertencente à Inglaterra. Sendo assim, o ex-governador e ex-prefeito pode ser processado por crimes fiscais e remessa ilegal de divisas para o exterior, entre outros crimes. Se condenado, pode pegar até 10 anos de reclusão.
Segundo texto da Folha de S. Paulo de hoje, "Documento oficial do governo da Suíça informa que o ex-governador e ex-prefeito Paulo Maluf abriu uma conta no Citibank daquele país em julho de 1985 (logo depois de perder a eleição presidencial indireta para Tancredo Neves) e, em 1997, a transferiu para o mesmo banco em Jersey, paraíso fiscal no canal da Mancha.
A conta foi aberta originalmente em nome da empresa Blue Diamond Ltd, constituída nas Ilhas Cayman, paraíso fiscal do Caribe. Essa empresa, cujo beneficiário era Paulo Maluf, mudou de nome mais tarde para Red Ruby Ltd.
Em 9 de janeiro de 1997, oito dias depois que Maluf deixou a Prefeitura de São Paulo, a conta da empresa no Citibank da Suíça foi fechada, e todas as suas aplicações transferidas para o Citibank da ilha de Jersey.
O documento oficial suíço foi enviado pelo Bundesamt Für Polizeiwsen, órgão de inteligência financeira daquele país. O destinatário foi o seu congênere no Brasil, o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), presidido por Adrienne Senna e ligado ao Ministério da Fazenda".
Maluf é acusado de ter em seu nome e de seus familiares contas com US$ 200 milhões em Jersey. De onde saiu tanto dinheiro? Ele não explica, aliás, não consegue explicar.
Que ele é uma das figuras políticas mais nojentas desse país não há dúvida. Maluf e o malufismo representa o que de pior existe dentro do povo brasileiro e do pensamento político do ser humano. Não bastasse as sucessivas derrotas eleitorais em toda a sua carreira, sempre teve associada à sua figura centenas de denúncias de corrupção, malversação de verbas e superfatuamentos mil.
Maluf é sinônimo de do que de pior existe na política, é sinônimo de roubalheira, de corrupção, de comissões ilegais, de administração em prol de si mesmo e de seu grupo político, é sinônimo de administração desastrosa e péssima. CAdeia para Maluf e para toda a sua família, que faz parte da quadrlha do malufismo.
Como destruir um país
Uma aula de como destruir um país. Assim vai ficar na história a série interminável de pacotes e trapalhadas que os governos argentinos estão praticando desde a década 90. Toda a empáfia e a arrogância dos vizinhos estã afundando junto com a economia. Aquela velha anedota de que os argentinos não passam de "italianos que falam espanhol e pensam que são ingleses ou suíços" já perdeu a graça. Mais adequado seria afirmar, na atual pindaíba, que hoje o argentino se sente como um "boliviano que pensa que é nivaraguense ou hondurenho".
Tanto lá como aqui, pensa-se que o fim da inflação foi também o fim da penúria e da falta de dinheiro. O fim da inflação foi apenas um pré-requisito para colocar o país nos eixos. Essa frase é muito óbvioa para uam criança, mas não parece oas olhos dos sucessivos governos e ministros da Economia da Argentina e do Brasil. Reformas? Para quê? Está bem assim sem inflação. Assim garantiremos nossos cargos, nossos salários, nossas comissões e nossas reeleições.
A Argentina foi destruída por uma elite burguesa burra, sem caráter e espoliadora. Essa elite se acomodou na prosperidade do fom dos século 19 e do crescimento dos 30 primeiros anos do século passado. Toda a base industrial estabelecida até meados dos anos 50 passou a servir aos interesses políticos de gente desclassificada como Perón e sua quadrilha, que inauguraram uma era de pilhagem sobre a economia nacional. Getúlio Vargas, que fazia parte da mesma escória, pelo menos estabeleceu uma política de base industrial que possibilitou a megalomania de Juscelino e dos governos militares. Os peronistas, ao contrário, se locupletaram à base do então moderno e poderoso parque industrial argentino e nunca se preocuparam com o progresso. Progresso para a elite burguesa argentina, somente de suas contas bancárias.
O país vizinho está à beira da bancarrota pela enésima vez. Para brasileiros acostumados com as favelas de nossas grandes cidades, abarrotadas de nordestinos em sua maioria, e de pele escura, é um choque observar as favelas de Buenos Aires coalhadas de garotinhos e garotinhas de pele e olhos claros É, de certa forma, ultrajante verificar que um economista com mestrado ganha a vida nas ruas do elegante bairro de Palermo engraxando sapatos nos cafés.
A Argentina foi destruída aos poucos, entre 1950 e 1982, ano da Guerra das Malvinas. Esse evento histórico foi a gota d'água que jogou o vizinho no inferno. Sem base industrial confiável, sem reservas cambiais suficientes e com equipamentos obsoletos, o governo militar argentino perdeu em dois meses de conflito o pouco que o país conseguiu economizar nos 12 anos anteriores.
Alfonsín e sua UCR só fizeram agravar a situação, com um apolítica suicida de subsídios fartos a uma indústria em frangalhos, apesar de fortemente protegida. Os juros foram parar em Marte para tentar conter a hiperinflação, as exportações caíam ano a ano e o funcionalismo público foi sendo gradativamente arrochado. Como resgatar um país de um buraco desses?
Para completar, um falastrão messiânico do porte de Ménem cai no conto da paridade fixa do peso com o dólar elaborado pelo equino Cavallo. A estratégia de transformar a paridade em lei, para evitar que a inflação voltasse ao sabor do mercado do dólar, serviu para dar um pouco de ordem à economia. No entanto, o que deveria ser o primeiro passo de uma série de importantes e profundas medidas moralizadoras e modernizadoras acabou se transformando na base de um modelo econômico frágil e manco. A paridade peso-dólar era a solução de todos os problemas.
Com isso, a elite burguesa burra da Argentina sentiu-se segura para manter o status quo e continuar o butim nas contas do Estado. Reformas? Para quê? Mantemos nossos privilégios e assunto encerrado. O mundo vai melhorar...
Bastou o Mercosul engrenar e os produtos brasileiros invadirem o vizinho para que todo o atraso e a obsolescência da infra-estrutura argentina ficarem evidentes. As dificuldades aumentaram, as exportações ficaram mais caras e a competitividade desabou. Sem o truque mágico da desvalorização do peso, proibido por lei, a economia do vizinho foi sendo asfixiada aos poucos. A arrecadação despencou e as reservas também. A solução? Cortar salário de funcionários públicos. É o fundo do poço.
A conclusão: nenhum dos exemplos da destruição da Argentina parecem estar sendo assimilados no Brasil. O governo FHC não está comprometido com o futuro nem com a modernidade, está comprometido em manter o poder e os privilégios da atual elite nacional. O destino da Argentina é o nosso destino.
Uma aula de como destruir um país. Assim vai ficar na história a série interminável de pacotes e trapalhadas que os governos argentinos estão praticando desde a década 90. Toda a empáfia e a arrogância dos vizinhos estã afundando junto com a economia. Aquela velha anedota de que os argentinos não passam de "italianos que falam espanhol e pensam que são ingleses ou suíços" já perdeu a graça. Mais adequado seria afirmar, na atual pindaíba, que hoje o argentino se sente como um "boliviano que pensa que é nivaraguense ou hondurenho".
Tanto lá como aqui, pensa-se que o fim da inflação foi também o fim da penúria e da falta de dinheiro. O fim da inflação foi apenas um pré-requisito para colocar o país nos eixos. Essa frase é muito óbvioa para uam criança, mas não parece oas olhos dos sucessivos governos e ministros da Economia da Argentina e do Brasil. Reformas? Para quê? Está bem assim sem inflação. Assim garantiremos nossos cargos, nossos salários, nossas comissões e nossas reeleições.
A Argentina foi destruída por uma elite burguesa burra, sem caráter e espoliadora. Essa elite se acomodou na prosperidade do fom dos século 19 e do crescimento dos 30 primeiros anos do século passado. Toda a base industrial estabelecida até meados dos anos 50 passou a servir aos interesses políticos de gente desclassificada como Perón e sua quadrilha, que inauguraram uma era de pilhagem sobre a economia nacional. Getúlio Vargas, que fazia parte da mesma escória, pelo menos estabeleceu uma política de base industrial que possibilitou a megalomania de Juscelino e dos governos militares. Os peronistas, ao contrário, se locupletaram à base do então moderno e poderoso parque industrial argentino e nunca se preocuparam com o progresso. Progresso para a elite burguesa argentina, somente de suas contas bancárias.
O país vizinho está à beira da bancarrota pela enésima vez. Para brasileiros acostumados com as favelas de nossas grandes cidades, abarrotadas de nordestinos em sua maioria, e de pele escura, é um choque observar as favelas de Buenos Aires coalhadas de garotinhos e garotinhas de pele e olhos claros É, de certa forma, ultrajante verificar que um economista com mestrado ganha a vida nas ruas do elegante bairro de Palermo engraxando sapatos nos cafés.
A Argentina foi destruída aos poucos, entre 1950 e 1982, ano da Guerra das Malvinas. Esse evento histórico foi a gota d'água que jogou o vizinho no inferno. Sem base industrial confiável, sem reservas cambiais suficientes e com equipamentos obsoletos, o governo militar argentino perdeu em dois meses de conflito o pouco que o país conseguiu economizar nos 12 anos anteriores.
Alfonsín e sua UCR só fizeram agravar a situação, com um apolítica suicida de subsídios fartos a uma indústria em frangalhos, apesar de fortemente protegida. Os juros foram parar em Marte para tentar conter a hiperinflação, as exportações caíam ano a ano e o funcionalismo público foi sendo gradativamente arrochado. Como resgatar um país de um buraco desses?
Para completar, um falastrão messiânico do porte de Ménem cai no conto da paridade fixa do peso com o dólar elaborado pelo equino Cavallo. A estratégia de transformar a paridade em lei, para evitar que a inflação voltasse ao sabor do mercado do dólar, serviu para dar um pouco de ordem à economia. No entanto, o que deveria ser o primeiro passo de uma série de importantes e profundas medidas moralizadoras e modernizadoras acabou se transformando na base de um modelo econômico frágil e manco. A paridade peso-dólar era a solução de todos os problemas.
Com isso, a elite burguesa burra da Argentina sentiu-se segura para manter o status quo e continuar o butim nas contas do Estado. Reformas? Para quê? Mantemos nossos privilégios e assunto encerrado. O mundo vai melhorar...
Bastou o Mercosul engrenar e os produtos brasileiros invadirem o vizinho para que todo o atraso e a obsolescência da infra-estrutura argentina ficarem evidentes. As dificuldades aumentaram, as exportações ficaram mais caras e a competitividade desabou. Sem o truque mágico da desvalorização do peso, proibido por lei, a economia do vizinho foi sendo asfixiada aos poucos. A arrecadação despencou e as reservas também. A solução? Cortar salário de funcionários públicos. É o fundo do poço.
A conclusão: nenhum dos exemplos da destruição da Argentina parecem estar sendo assimilados no Brasil. O governo FHC não está comprometido com o futuro nem com a modernidade, está comprometido em manter o poder e os privilégios da atual elite nacional. O destino da Argentina é o nosso destino.