A revista norte-americana Rolling Stone publicou sua lista com as 500 melhores músicas de todos os tempos. O primeiro lugar ficou com "Like a Rolling Stone", de Bob Dylan, na cola "Satisfaction", dos Rolling Stones, "Imagine", de John Lennon, "What´s Going On", de Marvin Gaye, e no quinto lugar aparece "Respect", de Aretha Franklin. Os garotos de Liverpool emplacaram cinco clássicos das 20 primeiras da lista, que foi elaborada pela equipe da publicação. Entre os 50 primeiros estão U2, Elvis Presley, Michael Jackson, The Who, Jimi Hendrix, Johnny Cash, Led Zeppelin, The Doors, David Bowie...
Confira os 10 primeiros da lista:
1. "Like a Rolling Stone", Bob Dylan
2. "Satisfaction", The Rolling Stones
3. "Imagine", John Lennon
4. "What's Going On", Marvin Gaye
5. "Respect", Aretha Franklin
6. "Good Vibrations", The Beach Boys
7. "Johnny B. Goode", Chuck Berry
8. "Hey Jude", The Beatles
9. "Smells Like Teen Spirit", Nirvana
10. "What'd I Say", Ray Charles
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
sexta-feira, julho 28, 2006
da Agência EFE
Os líderes do The Who, o guitarrista Pete Townshend e o vocalista Roger Daltrey, entraram em um impasse. O motivo é a venda de gravações dos shows da nova turnê da banda. Townshend defende que o dinheiro deve ser revertido para caridade, mas Daltrey quer uma parte dos lucros.
O grupo cobra US$ 10 pelo áudio de cada apresentação. Daltrey, no entanto, acha que está sendo prejudicado pela prática. "Roger acha que quando eu disponibilizo parte da banda do nosso site para transmissões ao vivo, ele está sendo explorado de alguma forma e quer parte do 'lucro'", escreveu Townshend em sua página na internet.
"Não acho que há muita chance de obtermos lucro quando tudo é direcionado para a caridade", ironizou.
O guitarrista até criou uma conta de e-mail para que os fãs entrem em contato com Daltrey e o façam mudar de idéia.
O músico ainda aproveitou para deixar claro como funciona sua relação com o vocalista. "Roger é meu parceiro no The Who. Ele não é meu parceiro em mais nada. Amamos um ao outro, mas não somos colegas como Bono e The Edge (do U2), não discutimos nem compartilhamos idéias e não temos uma visão unificada de estratégia para o The Who ou para qualquer projeto", escreveu.
Apesar das discussões, o grupo se prepara para sair em turnê mundial e lançar um novo álbum. Townshend atualmente está mixando o disco, e disse que o material "começa a soar muito bem".
quinta-feira, julho 27, 2006
Governo pífio, atitudes pífias, ações pífias. Essé é o dianóstico do governo Lula, um dos piores que esse país já teve. Não bastasse ser humilhado por venezuelanos e bolivianos, de ter vuma política externa lesiva aos interesses nacionais e de estar até o pescoço mesrgulhado no escândalo do mensalão, agora o governo petista virou refém de corporaões e empresas de mídia, ao vetar o projeto de lei 79/2004, que ampliava a área de abrangência da regulamentação da profissão de jornalista.
A decisão fortalece aqueles que combatem a obrigatoriedade dp diploma para o jornalista. Lula trabalha contra o trabalhador. Continua emrpestando dinheiro público à Volkswagen mesmo a empresa mantendo a decisão de demitir 6 mil funcionários. Lula merece a lata de lixo da história.
Numa clara ofensa à liberdade de imprensa, a coligação Por um Brasil Decente (PSDB/PFL) entrou com representação junto ao Tribunal Superior Eleitoral contra a Central Única dos Trabalhadores, Regional São Paulo (CUT/SP), pela veiculação da primeira edição da Revista do Brasil.
No dia 26 de julho, o ministro Carlos Alberto Menezes julgou procedente a representação, proibindo a distribuição da revista por qualquer meio, sob pena de multa prevista no § 3° do artigo 36 da Lei n° 9.504/97 pelo valor mínimo. Os sindicatos vão recorrer.
A publicação é produzida por 23 dos maiores sindicatos do país e pela CUT e nasceu da fusão de diferentes projetos mantidos por algumas dessas entidades. Foi lançada em maio com o intuito de fazer chegar aos cerca de 360 mil associados a esses sindicatos informação de qualidade apresentada sob a ótica dos trabalhadores.
A alegação da coligação é de que a revista estaria servindo única e exclusivamente para fazer campanha de Luiz Inacio Lula da Silva.
terça-feira, julho 11, 2006
A banda norte-americana de thrash metal Slayer e o cantor Ziggy Marley são as novidades no calendário de shows neste semestre. O grupo de rock pesado fará uma apresentação no dia 1º de setembro, no Via Funchal, em São Paulo. Uma segunda data está reservada, mas a cidade e o local ainda serão definidos. Já o filho de Bob Marley chega na primeira semana de outubro, para uma turnê por várias capitais.
O Slayer desembarca no país ao mesmo tempo em que seu próximo disco gera polêmica antes mesmo de ser lançado. A capa do CD Christ Illusion, que saiem agosto, mostra Jesus tatuado e mutilado, prato cheio para uma briga (jáiniciada) com a Igreja. A visita anterior do quarteto californiano ao Brasil aconteceu em 1998, quando foi a principal atração do festival Monsters of Rock.
A agenda extra-megaeventos patrocinados (TIM Festival, NokiaTrends) tem muitos nomes mais. Também o Uriah Heep, sobrevivente inglês do hard rock dosanos 70, acertou sua presença no país, dessa vez como headliner do Rock in Concert Brazil, festival que rola em São Paulo e no Rio, no final de setembro. O RiCB terá ainda o guitarrista holandês Jan Akkerman, ex-Focus.
da Folha Online
O músico, Syd Barrett, um dos fundadores do grupo Pink Floyd, morreu aos 60 anos, informou uma porta-voz da banda. Segundo ela, que não informou a causa da morte, a lenda do rock "morreu em paz" na última sexta-feira (7). Barrett sofria de diabetes há muitos anos.
Barrett fundou o Pink Floyd em 1965 ao lado de Roger Waters, Nick Mason e Rick Wright. O Pink Floyd divulgou um comunicado em que diz: "O grupo está naturalmente muito triste por saber da morte de Syd Barrett. Syd foi a luz que guiou a banda em seu início e deixa um legado que continua a nos inspirar".
Apesar da fama, Barrett passou os últimos anos recluso e longe da imprensa e dos fãs. Barrett fundou o Pink Floyd em 1965 ao lado de Roger Waters, Nick Mason, Rick Wright e Bob Klose e escreveu muitas das primeiras canções do grupo. Foi dele a idéia do nome Pink Floyd, uma homenagem aos blues-men Pink Anderson e Floyd Council, influências dele.
A banda logo se tornou uma das preferidas da cena londrina. Em 1967, lançaram o álbum "The Piper at the Gates of Dawn", sucesso de crítica e público. Com o trabalho, além de tocar guitarra, Barrett contribuiu escrevendo várias músicas.
Com o sucesso, o comportamento instável do músico se acentuou, grande parte por causa do uso declarado de LSD. Barrett abandonou o Pink Floyd em 1968, sendo substituído por David Gilmour. Ele saiu cinco anos antes do lançamento do disco mais popular da trupe, "Dark Side of the Moon".
Barrett lançou dois discos solo, "The Madcap Laughs", com letras desconexas e melodias fraturada, e "Barrett", que exibiu seu estado de alienação, mas logo abandonou o mundo musical. Tido como gênio visionário por muitos, ele ajudou a definir a psicodelia do pop na metade da década.
Apesar de sua careira breve, Barrett influenciou muitos músicos, de David Bowie --quem gravou "See Emily Play"-- aos próprios membros do Pink Floyd, que gravaram "Wish You Were Here" em tributo ao amigo nos anos 70.
Nos últimos anos, ele viveu em sua cidade natal, Cambridge, na Inglaterra, ao lado de sua família.
domingo, julho 09, 2006
Eu previ uma final de Copa medíocre, daquelas de fazer chorar de raiva e querer assistir a um DVD da Xuxa. Pois não é que os caras não só levaram ao pé da letra como foram muito além? O jogo foi horroroso, para não me estender nos adjetivos, tão brigado que parecia luta de rua, com pontapés e cabeçadas fortuitas. Foram cinco as vezes em que os jogadores das duas equipes conseguiram trocar mais de três passes certos e consecutivos. O jogo e a barbaridade de Zidane representaram bem op que foi essa Copa: medíocre até nos pênaltis.
quinta-feira, julho 06, 2006
A maior imbecilidade da Copa até agora é de autoria do deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR). Esse vagabundo teve o disparate de propor um projeto de lei "proibindo" jogadores brasileiro que atuem no exterior de jogar pela seleção brasileira, em qualquer circunstância.
Será que seres asquerosos como esse não podem usar seu tempo para fazer algo de útil? Ou melhor, será custa muito ficarem quietos em seus cantos, sem se manifestar? Uma notícia dessas deveria provocar risos, mas só consegue irritar cada vez mais quem gosta de futebol. Sem falar que a proposta é inconstitucional. Leia mais aqui.
Uma final de Copa bastante adequada para o torneio: totalmente medíocre. Dois times ruins e sem brilho vão disputar o direito de se tornar o "melhor" do mundo. Zidane fez apenas uma partida boa na Copa (boa, na verdade, com muito boa vontade) e todo mu ndo se derrama como se fosse o Pelé. Época de Copa é insportável por conta das bobagens que somos obrigados a ouvir. Quando o Brasil ganha torna-se menos insuportável.
segunda-feira, julho 03, 2006
A incompetência de Parreira ganha tamanho monumental quando se avalia o quilate bdos jogadores que ele reuniu (antes da Copa, é claro). Pelo menos dez jogadores brasleiros estavam entre os 20 melhores do mundo e nem assim Parreira foi capaz de montar um time em três anos e meio de trabalho.
Ficou iludido com vitórias contra ninguém nas eliminatórias e contra a Argentina na Copa das Confederações. Parreira sempre trabalhou mais com o nome. Pena que não irá para a lata de lixo da história, pois é campeão do mundo (como pode?).
Essa é a única qualificação que me vem à cabeça, dois dias depois da vergonhosa desclassificação do Brasil na Copa. Nunca fui daqueles que exige na menos do que o título. Futebol é o mais democrático e equilibrado dos esportes, é Brasil é sem dúvida o que melhor o pratica e o maior vencedor.
O problema é que os vermes se comportaram como vermes. Faltou tudo: vontade, empenho e motivação. Quando um jogador de futebol precisa de futebol para jogar uma Copa pela melhor das seleções, é sinal de que tudo, tudo esteve errado desde o começo.
Sempre detestei o trabalho de Parreira, o considerava incompetente. Comecei a mudar de idéia quando ele levou o o Corinthians aos tírulos da Copa do Brasil e do Rio-São Paulo em 2002 - mais o vice brasileiro daquele ano.
Só que voltei atrás. Parreira é incompentente, não sabe gerenciar um grupo, não sabe tática, não sabe aproveitar tecnicamente os jogadores.
O que vimos no sábado foi um time sem alma, um time sem vontade, burocrático e formado por vagabundos milionários entediados com a vida e com a mídia baba-ovo a lhes atribuir superfavoritismo.
Mais uma vez, a seleção perdeu para ela mesma, entrou derrotada pelos cismas e rachas internos de um bando de vermnes mais preocupados com eles mesmos. A França, novamente, foi mero detalhe. Ouso até a dizer que existe a possibilidde de ter havido auto-sabotagem - jogadores jogaram mal de propósito apenas para provar suas "teses".
Fora Parreira e toda a corja de vagabundos que se recusaram a jogar futebol, que não tiveram um mínimo de decência para se esforçar um pouco apenas para diminuir o tamanho do vexame.
quinta-feira, junho 29, 2006
Não existe Justiça no Brasil. O Judiciário brasileiro está se transformando em uma máfia que apenas está preocupada em lutar pelos seus próprios interesses. A história do jornalista Lucas Figueiredo, um dos melhores do país, é exemplar. Leia aqui seu desabafo kafkiano sobre o que a Justiça alagoana fez com ele. É o maior exemplo da corrupção judiciária.
Recentemente outro jornalista, Daniel Lima, ex-diretor de redação do Diário do Grande ABC, passou a ser acossado por promotores e juízes no mínimo equivocados que querem condená-lo por ter evitado uma das maiores barbaridades contra o jornalismo - um direito de resposta absurdo concedido a um grupo político na primeira página do DGABC, uma decisão arbitrária totalmente influenciada pelo compadrio e pela promiscuidade provinciana de Santo André, decisão qure felizmente foi revertida no TRE (Tribunal Regional Eleitoral).
do site Whiplash
O site Audio Video Revolution, voltado para análise e venda de equipamentos de áudio e vídeo de alta-definição, fez uma lista com as 100 maiores bandas da história do rock, baseada em fatores como número de álbuns vendidos, habilidade com os instrumentos, inovação, performance ao vivo e consistência durante a carreira.
Os juízes foram Jack Sonni (guitarrista do Dire Straits), Ken Lopez (professor de música da University of Southern California), Charles Andrews (editor do site AVRev.com), Howard Schilling (presidente da empresa XHi-Fi e também da AVRev.com) e Jerry Del Colliano Jr. (editor musical).
Conheça melhor os fatores usados na escolha e como cada banda se classificou
A lista completa, com a quantidade de pontos de cada banda, ficou assim:
001. Led Zeppelin (525 pontos)
002. The Beatles (514 pontos)
003. Pink Floyd (506 pontos)
004. The Jimi Hendrix Experience (503 pontos)
005. Van Halen (496 pontos)
006. Queen (493 pontos)
007. The Eagles (479 pontos)
008. Metallica (468 pontos)
009. U2 (455 pontos)
010. Bob Marley and the Wailers (454 pontos)
011. The Police (451 pontos)
012. The Doors (450 pontos)
013. Stone Temple Pilots (446 pontos)
014. Rush (444 pontos)
015. Genesis (436 pontos)
016. Prince and the Revolution (435 pontos)
017. Yes (434 pontos)
018. Earth Wind and Fire (433 pontos)
019. The Bee Gees (428 pontos)
020. The Rolling Stones (418 pontos)
021. The Beach Boys (414 pontos)
022. Soundgarden (413 pontos)
023. The Who (412 pontos)
024. Steely Dan (411 pontos)
025. James Brown and the JBs (408 pontos)
026. AC/DC (400 pontos)
027. Fleetwood Mac (398 pontos)
028. Crosby, Stills, Nash and Young (396 pontos)
029. The Allman Brothers (394 pontos)
030. ZZ Top (392 pontos)
031. Aerosmith (391 pontos)
032. Cream (390 pontos)
033. Bruce Springsteen & The E Street Band (386 pontos)
034. The Grateful Dead (385 pontos)
035. Guns 'N Roses (381 pontos)
036. Pearl Jam (378 pontos)
037. Boston (377 pontos)
038. Dire Straits (363 pontos)
039. King Crimson (362 pontos)
040. Parliament Funkadelic (361 pontos)
041. Red Hot Chili Peppers (356 pontos)
042. Bon Jovi (355 pontos)
043. Dixie Chicks (353 pontos)
044. Foreigner (352 pontos)
045. David Bowie and The Spiders From Mars (351 pontos)
046. The Talking Heads (348 pontos)
047. Jethro Tull (347 pontos)
048. The Band (344 pontos)
049. The Beastie Boys (343 pontos)
050. Nirvana (342 pontos)
051. Rage Against The Machine (340 pontos)
052. Sly and the Family Stone (338 pontos)
053. The Clash (337 pontos)
054. Tool (335 pontos)
055. Journey (334 pontos)
056. No Doubt (332 pontos)
057. Creedence Clearwater Revival (328 pontos)
058. Deep Purple (325 pontos)
059. Alice In Chains (323 pontos)
060. Orbital (322 pontos)
061. Little Feat (321 pontos)
062. Duran Duran (320 pontos)
063. Living Colour (319 pontos)
064. Frank Zappa and the Mothers of Invention (318 pontos)
065. The Carpenters (317 pontos)
066. Audioslave (316 pontos)
067. The Pretenders (315 pontos)
068. Primus (314 pontos)
069. Blondie (313 pontos)
070. Black Sabbath (309 pontos)
071. Lynyrd Skynyrd (307 pontos)
072. Sex Pistols (306 pontos)
073. Isaac Hayes and the Movement (305 pontos)
074. R.E.M. (304 pontos)
075. Traffic (303 pontos)
076. Buffalo Springfield (302 pontos)
077. Derek and the Dominos (301 pontos)
078. The Jackson Five (299 pontos)
079. The O'Jays (298 pontos)
080. Harold Melvin and the Blue Notes (287 pontos)
081. Underworld (286 pontos)
082. Thievery Corporation (285 pontos)
083. Motley Crue (284 pontos)
084. Janis Joplin and Big Brother and the Holding Company (283 pontos)
085. Blind Faith (277 pontos)
086. The Animals (276 pontos)
087. The Roots (271 pontos)
088. The Velvet Underground (265 pontos)
089. The Kinks (262 pontos)
090. Radiohead (261 pontos)
091. The Scorpions (260 pontos)
092. Kansas (258 pontos)
093. Iron Maiden (257 pontos)
094. Motorhead (253 pontos)
095. Judas Priest (251 pontos)
096. The Orb (239 pontos)
097. The Cure (230 pontos)
098. Coldplay (229 pontos)
099. Slayer (225 pontos)
100. Black Eyed Peas (214 pontos)
- Gana foi uma decepção contra os italianos, surpreendeu contra os checos, foi mais ou menos contra os americanos tremeu contra o Brasil. Só estavam esperando o apito final para tirar fotos com os ídolos. Um time desse não pode jogar uma Copa do Mundo.
- A Espanha é a Portuguesa das Copas. Assim comos mexicanos, o Guarani das Copas, jogaram como nunca, perderam como semrpe.
- A França não é lá essas coisas, não está subindo durante a competição, como afirmam jornalistas bocudos, mas é um time chato, daqueles que enchem o saco e que atrapalham a festa.
- Alemanha e Argentina será um jogo chato, pegado, brigado e com pouquíssimos gols. E os hermanso serão roubados.
- A Ucrânia é uma piada.
- A Itália não conseguiu ganhar da tosca Austrália (gol de pênalti roubado não vale). Vai ganhar de quem?
- Portugal acha que é o Grêmio e que está na Libertadores. Vai colocar o coração nos pés, vai bater que nem aquele volante gremiosta, o Dinho, e vai ser elminado nos pênaltis pela medíocre Inglaterra. Aliás, será o duelo dos mais vaidosos jogadores do mundo.
- Henry esqueceu o futebol em Londres, assim como Zidane e Ronaldinho Gaúcho. Robben é uma farsa, Nistelroy é pipoqueiro e Shevchenko é mascarado. Será que teremos de aguentar o chato papa-hóstia do Kaká como craque da Copa?
quinta-feira, junho 22, 2006
A obrigatoriedade do diploma está sendo analisada pelo STF (Supremo Tribunal federal. Está diretamente ligada à regulamentação da profissão. Sem regulamentação, vira terra de ninguém, com modelos virando "jornalistas" e vagabundos diversos querendo o MTB apenas para de beneficiar eventualmente de algumas "benesses" que as carteiras supostamente oferecem.
Infelizmente, muita gente que eventualmente não tem diploma mas que poderia se tornar jornalista é prejudicada. Paciência, mas as exceções não podem prevalecer, senão não existe mais regra. A exigência do diploma disciplina e regula uma profissão que é frequentemente objeto de cobiça e vilipêndio.
Pode até não proteger e nem garantir qualidade, mas é o mínimo que a categoria conseguiu para obter um mínimo de respeito e benefícios. Se com a profissão regulamentada os salários caíram e os calotes aumentaram, imaginemos como seria sem a regulamentação.
A nossa profissão tem uma regulamentação, ainda que esteja sendo atacada e precarizada. E mesmo assim as redações estão lotadas de estagiários, que trabalham de graça, assim como "profissionais" sem diploma trabalhando de graça em jornais do interior.
Sem a regulamentação, as empresas substituir cada vez mais mão-de-obra qualificada por trabalhadores precários em todos os sentidos - intelectual, cultural e legalmente.
Defendo a exigência do diploma e a importância das faculdades de nossa área, por pior que sejam. É uma forma de garantir (um pouco de) dignidade à nossa profissão e, em tese, mais qualidade na difusão da informação. Os argumentos da promotora são frágeis e genéricos e afrontam a legislação em vigor.
Os mesmos argumentos que servem para tornar a exigência "inconstitucional" também servem para o contrário. Da mesma forma que não existe advogado sem diploma e sem OAB, defendo que não exista jornalista sem diploma.
terça-feira, junho 20, 2006
do site Whiplash:
“A Matter of Life and Death" é o título do novo álbum do IRON MAIDEN, cujo lançamento rola no início de setembro, mais uma vez co-produzido por Kevin “Caveman” Shirley ao lado do baixista Steve Harris.
A banda garante que todas as músicas foram gravadas “ao vivo”, sem quaisquer toques de computadores para acertos nas novas composições. “Acho que de diversas maneiras, este foi o álbum mais fácil que fizemos em termos de gravação. Acredito também que quanto às composições, puxamos os nossos limites e vamos agradar diversos fãs e surpreender a outros também”, disse o líder e baixista, Steve Harris.
As faixas que compreendem “A Matter of Life and Death" são:
01. Different Worlds (Smith/Harris) 4:17
02. These Colours Don't Run (Smith/Harris/Dickinson) 6:52
03. Brighter Than a Thousand Suns (Smith/Harris/Dickinson) 8:44
04. The Pilgrim (Gers/Harris) 5:07
05. The Longest Day (Smith/Harris/Dickinson) 7:48
06. Out Of the Shadows (Dickinson/Harris) 5:36
07. The Reincarnation of Benjamin Breeg (Murray/Harris) 7:21
08. For The Greater Good of God (Harris) 9:24
09. Lord Of Light (Smith/Harris/Dickinson) 7:23
10. The Legacy (Gers/Harris) 9:20
do Rockwave
A legendária banda britânica The Who voltou aos palcos na Inglaterra, dando início à sua turnê mundial e lançando seu primeiro álbum gravado em estúdio depois de 24 anos.
"Voltamos!", disse Pete Townshend, guitarrista e líder da banda, no último sábado durante o show de estréia da turnê européia na Universidade de Leeds, na Inglaterra. Pete disse também que nunca mais vai quebrar uma guitarra e que sua fama de cantor selvagem já é passado.
O Who iniciou sua turnê no mesmo palco onde, 36 anos atrás, fez uma apresentação registrada no álbum "Live at Leeds", considerado pela crítica como o melhor disco ao vivo da música moderna.
Daquele legendário show restam apenas Townshend e Roger Daltrey. O baterista Keith Moon morreu em 1978 devido a uma overdose e o baixista John Entwistle morreu em 2002. A atual formação do grupo se completa com Zak Starkey, filho de Ringo Starr, Pino Palladino no baixo, John Bundrick nos teclados e Simon Townshend, irmão de Pete, na guitarra.
Meses atrás Townshend disse que não voltaria a se apresentar com o The Who se não fosse para mostrar material novo. E foi exatamente o que fizeram sábado: apresentaram parte de seu novo álbum, intitulado "Wire & Glass", que chegará às lojas em setembro deste ano. Além de novas músicas, o grupo interpretou alguns clássicos como "Who are You", "Baba O'Riley" e "Won't Get Fooled Again".
Segundo adiantou um porta-voz do grupo, durante o ano de 2007, o Who poderia se apresentar pela primeira vez na América do Sul. No Brasil, especula-se que a banda poderia vir ainda no segundo semestre deste ano.
Ao que parece, o segundo semestre promete com grandes atrações após a Copa. Para começar a lista dos famosos, o astro do blues B.B. King pousa no país no fim do ano, para apresentação no Bourbon Street, em São Paulo. No bloco das estrelas já confirmadas estão: Yeah Yeah Yeahs, Devendra Banhart, The Bad Plus (para o Tim Festival), New Order, Adult, Peter Hook e Franz Ferdinand (para o Motomix), Dio, Eric Johnson, Bon Jovi e Robbie Williams. E ainda para os fãs de metal teremos Manowar e Rhapsody juntos no mesmo dia.
É muito engraçado ver o mundo criticar, até mesmo de forma indignada, a seleção brasileira. Uns fazem crítica em tom de alívio, do tipo "eles são humanos, podemos vencê-los"; outros, usam da ironia para esconder a fragilidade de suas próprias seleções. O fato é que o ninguém consegue ficar indiferente ao futebol da seleção brasileira. Talvez esse seja o grande trunfo de Parreira e seus asseclas, que até agora não quiseram jogar. Já que tem tanta gente com dor-de-cotovelo por causa da exuberância e do excesso de qualidade do Brasil, então vamos chutar os cotovelos desses inejosos.
É inevitável o fim do quadrado mágico. Assim como Felipão ousou esscalar somente Gilberto Silva como volante na primeira fase em 2002 - Juninho Paulista tentou marcar, mas não conseguiu, fazendo com que o Brasil jogasse em um 3-3-1-3 -, Parreira está testando esse quadrado emperrado contra as três babas da primeira fase.
O Brasil sofreu um pouco porque a marcação realmente foi bastante deficiente no meio-campo, mesmo com os laterais ficando mais. Assim como Felipão consertou o time contra a Bélgica em 2002, com a entrada de Kléberson, Parreira fará o mesmo com a saída de Adriano e a entrada de Juninho.
É bom lembrar que, depois que Kléberson entrou, o Brasil só tomou um gol em quatro jogos eliminatórios - e esse gol surgiu de uma falha indidivual grotesca de Lúcio.