É muito engraçado ver o mundo criticar, até mesmo de forma indignada, a seleção brasileira. Uns fazem crítica em tom de alívio, do tipo "eles são humanos, podemos vencê-los"; outros, usam da ironia para esconder a fragilidade de suas próprias seleções. O fato é que o ninguém consegue ficar indiferente ao futebol da seleção brasileira. Talvez esse seja o grande trunfo de Parreira e seus asseclas, que até agora não quiseram jogar. Já que tem tanta gente com dor-de-cotovelo por causa da exuberância e do excesso de qualidade do Brasil, então vamos chutar os cotovelos desses inejosos.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
terça-feira, junho 20, 2006
É inevitável o fim do quadrado mágico. Assim como Felipão ousou esscalar somente Gilberto Silva como volante na primeira fase em 2002 - Juninho Paulista tentou marcar, mas não conseguiu, fazendo com que o Brasil jogasse em um 3-3-1-3 -, Parreira está testando esse quadrado emperrado contra as três babas da primeira fase.
O Brasil sofreu um pouco porque a marcação realmente foi bastante deficiente no meio-campo, mesmo com os laterais ficando mais. Assim como Felipão consertou o time contra a Bélgica em 2002, com a entrada de Kléberson, Parreira fará o mesmo com a saída de Adriano e a entrada de Juninho.
É bom lembrar que, depois que Kléberson entrou, o Brasil só tomou um gol em quatro jogos eliminatórios - e esse gol surgiu de uma falha indidivual grotesca de Lúcio.
terça-feira, junho 13, 2006
do site Whiplash
O tão esperado DVD do show de 20 anos do DREAM THEATER finalmente tem nome, capa e data certa de lançamento: "Score" está para ser lançado oficialmente na terça-feira, 29 de agosto de 2006, pela Rhino Records.
O álbum triplo e o DVD duplo serão vendidos separadamente. Ambas versões contêm todo o show "20th Anniversary World Tour Grand Finale", gravado ao vivo no Radio City Music Hall em New York no dia 1º de abril de 2006. São aproximadamente três horas de música, sendo que 90 minutos contam com a performance de uma orquestra completa.
O DVD contará com um documentário de uma hora sobre toda carreira da banda, desde o começo na Berklee College Music em 1985 até o show no Radio City Music Hall, incluindo gravações nunca vistas antes e entrevistas com membros atuais e ex-membros da banda. Também estão inclusos no DVD várias faixas bônus ao vivo dos famosos "Portnoy Archives", feitas através dos anos de carreira.
A lendária banda britânica THE WHO, lança nova música depois de 24 anos. Na BBC2 de Londres hoje, foi tocada pela primeira vez a música "Mirror Door", integrante da mini-ópera "Wire and Glass" que será lançada no formato EP dia 10 de junho.
O grupo, que atualmente consiste apenas do vocalista Roger Daltrey e do guitarrista Pete Townshend planeja lançar o primeiro disco em setembro desse ano após um hiato de 24 anos, sendo o último lançamento "It's Hard", de 1982.
segunda-feira, junho 12, 2006
Agora é oficial. O baterista Iggor Cavalera, do Sepultura, maior banda de heavy metal brasileiro de todos os tempos (e a mais famosa banda de rock nacional no exterior) anunciou hoje sua saída do grupo, confirmando os rumores e boatos que s eintensificaram nos últimos dois meses - e constantemente desmentidos de forma vergonhosa pela banda.
Em comunicado distribuído à imprensa, Iggor alega incompatibilidade artística com os colegas - o guitarrista Andreas, o baixista Paulo e o vocalista Derrick.
“Acredito que a minha missão no Sepultura tenha chegado ao fim. Tenho muito orgulho de tudo o que fizemos, mas hoje sinto que o formato da banda já não atende mais às minhas expectativas como músico e como pessoa. Desde a minha última turnê na Europa em dezembro de 2004, percebi que as minhas idéias já não batiam com as do resto da banda”, afirmou o músico.
Iggor é o segundo Cavalera a deixar o grupo. Em 1996, seu irmão Max Cavalera deixou o grupo - as razões apontavam as atitudes centralizadoras da mulher de Max, Gloria, que foi comparada a Yoko Ono pelos fãs. Max e Iggor criaram o grupo em Belo Horizonte.
Iggor Cavalera é considerado um dos melhores bateristas de rock em ação no País. A cisão com o Sepultura vinha se anunciando desde o ano passado, quando ele se afastou das turnês e foi substituído por Roy Mayorga. “Muitos anos de trabalho em conjunto fizeram com que o relacionamento fosse se desgastando cada vez mais e vejo que hoje não há compatibilidade de idéias entre eu e o resto da banda. Tentei deixar isso claro aos outros membros propondo que déssemos um tempo, no entanto a prioridade deles era a de continuar tocando independentemente da minha permanência”, disse Iggor.
domingo, junho 11, 2006
A cada dia de Copa os jogos vão piorando. Suécia e Trinidad, Holanda e Sérvia e Angola e Portugal irritaram até não poder mais. O jogo do México contra o Irã foi dose de assistir, mas pelo menos foi um pouquinho mais movimentado. A Argentina deu o tom até agora: o jogo contra a Costa do Marfim foi péssimo, mas foi o melhor da Copa até agora. Vai ser duro encarar Austrália e Japão e Estados Unidos e República Tcheca...
O futebol africano só começou ser levado a sério mesmo em 1982, quando Camarões empatu seus três jogos na primeira fase - incousive contra a Itália - e foi desclassificado, e a Argélia surpreendeu e gabhou a Alemanha por 2 a 1 (também foi desclassificada por pura inexperiência).
Desde então todo mundo fica esperando a "next big thing" que vem da África. O fato é que o futebol africano é um engodo, desde as surpresas de 1982. A única seleção que realmente fez alguma coisa de bom e que realmente incomodou foi a Nigéria de 1994, que tinha time para ser campeã. De resto, nem Camarões de 1990 incomodou, embora o péssimo time inglês comandado pelo bêbado Gascoigne quase tenha perdido o jogo.
Depois da Nigéria, em 1994, o futebol africano nada mais apresentou de sério e concreto. Nem mesmo as medalhas de ouro de Nigéria-96 e Camarões-2000 nas Olimpíadas - torneio menor e sem muita expressão dentro do futebol.
A Nigéria fracassou vergonhosamente em 1998, assim como Marrocos em 1986 e Camarões em 1994.nem mesmo a "sensação" Senegal, em 2002, dvee ser considerado, com aquele futebol peladeiro paupérrimo e sem talento - tanto que foi eliminado pela Turquia.
A Costa do Marfim é a mesma porcaria: muita correria, dois ou três que sabem um pouqinho de bola e muitas jogadas toscas. Um time que eprde do Egito na Copa das Nações da África não pode ser levado a sério.
Desisti definitivamente da Copa.
Cansei da Copa do Mundo. Vou ler minhas revistas de rock. Todos os jogos até agora foram insuportáveis, ridículos. É inacreditável como nenhum time conseguiu dar três passes consecutivos para armar uma jogada - qualquer jogada. Pensei que Inglaterra 1 x 0 Paraguai tinha sido o pior jogo de futebol de todos os tempos. Enganei-me, Trinidad e Suécia fui milhões de vezes pior. E com certeza o jogo da Argentina contra a Costa do Marfim vai ser pior ainda. Qualquer porcaria da locadora do lado da minha casa é melhor do que o melhor jopgo da Copa, incluindo os do Brasil.
Alemanha e Costa Rica tentaram fazer algo parecido com futebol na abertura da Copa do Mundo e fracassaram redondamente. Isso demonstra claramente que teremos uma sucessão de peladas, com timecos que não jogariam na várzea de São Caetano, como Togo, Gana, Japão, Arábia e outras porcarias. Será com certeza a pior de todas as Copas.
A Fifa só atrapalha o andamento do futebol, seja interferindo nos campeonatos nacionais, seja dando ouvidos aos asquerosos do G-14, que almejam, no fundo, o fim das seleções nacionais e um único campeonato mundial (na verdade europeu) com os maiores clubes do mundo, excluindo todo o resto.
Copa a cada dois anos é uma idéia absurda, que só serve - se é que serve - a interesses imediatos de alguns clubes europeus, que querem cada vez mais minar o poder da Fifa. Esse é o risco que o mundo do futebol corre a partir de agora.
Um estudo encomendado pelo G-14, o grupo dos clubes mais ricos do mundo, propõe no congresso da Fifa deste ano a Copa a cada dois anos, para "aumentar os lucros". E a Fifa parece que vai estudar a idéia estapafúrdia.
Leia o seguinte texto publico no portal Estadão.com:
"Clubes europeus querem Copa do Mundo a cada dois anos
O G-14 vai propor à Fifa que realize o Mundial a cada biênio e que lhe ceda maior poder de decisão nos assuntos relacionados ao futebol
por Jamil Chade
GENEBRA, Suíça - O G-14, grupo formado pelos maiores clubes de futebol da Europa, estuda a possibilidade da realização da Copa do Mundo a cada dois anos, e não a cada quatro como ocorre atualmente. A proposta faz parte de um estudo sobre a reformulação completa do futebol mundial.
O Brasil, que se candidata para ser sede da Copa em 2014, seria o primeiro atingido pela proposta. Pelo estudo, a nova estrutura do futebol começaria a valer depois da Copa de 2010, na África do Sul. Isso significaria que o Mundial seguinte ocorreria em 2012, e não em 2014.
Nesta semana, em Munique, a Fifa realiza seu congresso anual e, na agenda, está a definição sobre um calendário internacional para 2007 e 2008. Outro ponto da agenda é a relação entre a entidade máxima do futebol e o grupo de clubes milionários. O G-14 é formado por clubes como Real Madrid, Juventus e Manchester United, e pede maior voz nas definições sobre o futebol mundial.
Os cartolas se queixam de que a Fifa toma decisões sem consultar os clubes, que acabam sofrendo com o calendário e com a necessidade de liberar seus jogadores para as seleções. O estudo sobre a reformulação do futebol foi encomendado pelo G-14 à consultoria Hypercube, que elaborou um documento com mais de 30 páginas. Segundo os assessores do grupo, se a Fifa der maior espaço de participação para os clubes e se tomar decisões mais favoráveis às equipes, o relatório sugerindo uma reforma do futebol poderia ser descartado.
"Não se trata ainda de uma política do G-14, mas sim de um estudo que encomendamos para que possamos repensar a estrutura do futebol" alerta uma fonte do G-14. Já a Fifa prefere não comentar o documento.
Outra proposta é para que a Eurocopa também ocorra a cada dois anos, enquanto o Mundial de Clubes, uma criação da Fifa e que tem o São Paulo como atual campeão, seja realizado apenas a cada quatro anos. Com isso, as Eliminatórias para a Copa e para Eurocopa praticamente acabariam para a Europa. As seleções seriam divididas em três divisões no continente europeu, com direito à rebaixamento. As doze melhores equipes da Eurocopa se classificariam diretamente para a Copa do Mundo.
Na prática, apesar do Mundial ocorrer a cada dois anos, as seleções jogariam menos e, assim, os clubes não perderiam tanto com a ausência de seus craques. "
terça-feira, junho 06, 2006
06/06/2006 - 17h41
Palmeiras e Corinthians apostam em escrita para não serem rebaixados
da Folha Online
Apesar da delicada situação na tabela do Campeonato Brasileiro-2006, em que se situam na zona de rebaixamento, Palmeiras e Corinthians podem se apoiar em um trunfo histórico para retornarem das férias mais otimistas.
Na era dos pontos corridos --desde 2003--, apenas uma equipe que freqüentou a zona de rebaixamento durante a décima rodada do campeonato --momento em que foi paralisado o Nacional deste ano devido à disputa da Copa do Mundo-- terminou a competição rebaixada.
O único clube a manter o péssimo desempenho até o final foi Atlético-MG, no ano passado. Naquela edição, passadas dez rodadas, Figueirense, Flamengo e Atlético-PR acompanhavam a equipe mineira na zona de descenso. Mas nenhum dos três times caiu. Eles foram "substituídos" por Brasiliense, Coritiba e Paysandu, que este ano disputam a Série B.
Em 2004, Corinthians, Flamengo, Paysandu e Botafogo eram os quatro últimos colocados do Nacional após a décima rodada. Nenhum deles caiu. Grêmio, Guarani, Vitória e Criciúma foram as equipes que desceram de divisão naquela oportunidade.
Já em 2003, primeiro ano dos pontos corridos, apenas duas equipes eram rebaixadas. Naquela oportunidade, passadas dez rodadas, Goiás e Paysandu ocupavam as duas últimas colocações, em uma edição do Nacional na qual Bahia e Fortaleza foram rebaixados.
Em números, apenas um time que ocupou a zona de rebaixamento na décima rodada nas três últimas edições do Campeonato Brasileiro terminou rebaixado, o que significa 10% --um em dez no total.
da AP
Billy Preston, cantor de R&B que cantou e tocou piano com os Beatles (em Let it Be) e os Rolling Stones (em Black & Blue), morreu ontem em uma clínica de Scottsdale, nos Estados Unidos. Ele estava em coma desde novembro. Tinha 60 anos. Sua morte foi comunicada por seu agente, Joyce Moore. Preston também excursionou com Little Richard nos anos 60.
Billy começou na carreira aos 10 anos, tocando com a diva gospel Mahalia Jackson. Em 1958, ele participou da biografia cinematográfica de W.C.Handy, o filme St. Louis Blues, fazendo o papel de Handy. Nos anos 60, também participou da série de TV Shindig, da Rede ABC.
Em 2004, ele participou de um tributo a Ray Charles, cantando e tocando Unchain my Heart ao piano.
Vi vários cariocas debocharem e zombarem de São Paulo por causa dos ataques do PCC em maio. Falavam com aquele ar de peraltice, como quem diz "tá vendo, vocês também estão em guerra civil e não pode falar da gente".
Nada mais falso. A vida em São Paulo é mais fácil e menos perigosa do que no Rio de Janeiro, essa sim uma cidade em plena guerra civil, onde o perigo é constante e imediato.
Viver ou mesmo passar pelo Rio é uma experiência extremamemnte perigosa e com grandes chances de ser fatal. Que o digam Marcelo Youka (ex-O Rappa) e agora Nettinho, guitarrista do Detonautas assassinado em um assalto no fim de semana passado. Morar no Rio é inviável.
Movimento social baseado na revolução soicalista e nas teses de Mao Tsé-tung... é para rir. enquanto não houver uma reação firme e violenta por parte do poder público, vagabundos como esses do MLST, MST e outros movimentos anacrônicos, absurdos e nojentos vão continuar abusando da falta de autoridade geral dos governos em todas as instâncias. Como o governo Lula é leniente e conivente com esses vagabundos, continuaremos a ver cenas de barbárie como as de hoje.
Luciana Nunes Leal
Estadão.com
BRASÍLIA - Cerca de 300 pessoas do Movimento pela Libertação dos Sem-Terra entrou em conflito com os seguranças da Câmara e acabaram de invadir o anexo do prédio. Portando paus e pedras, os manifestantes agrediram seguranças e funcionários da Casa, deixando vários feridos.
Os manifestantes destruíram praticamente todo o material exibido em uma exposição sobre meio ambiente, no saguão do Anexo 2 da Câmara dos Deputados.
Enquanto se dirigiam para o plenário da Casa, os manifestantes quebraram vasos de plantas, painéis e maquetes da exposição. Duas portas de vidro foram quebradas, e vários manifestantes e seguranças ficaram feridos com cortes causados por estilhaços.
O grupo já invadiu o prédio do Ministério da Fazenda em Brasília, em maio de 2005, para protestar contra o corte do orçamento do governo, destinado aos assentamentos. O então ministro Antonio Palocci não se encontrava no prédio.
Na época da invasão da ministério, em entrevista à Agência Brasil, o professor de geografia da Universidade Federal da Paraíba, Marco Antonio Mitidiero, disse que "o MLST se configura como um movimento muito radical, com um discurso em defesa da revolução socialista baseado nas teses do líder da revolução chinesa Mao Tse Tung. É até um movimento muito mais radical que o MST."
O MLST é considerado uma dissidência do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem-terra. Atua principalmente no Estado de Pernambuco.
segunda-feira, junho 05, 2006
As mudanças que o G-14 pretende implantar e que a Fifa parece estar "estudando" só atrapalham o futebol. Os grandes clubes do mundo querem simplesmente inviabilizar os calendários anuais ao propor copas a cada dois anos e Eurocopas em igual período. Bagunçando o futebol mundial, eles minam o poder da Fifa e a eliminam, tomando conta de tudo. A Fida realmente só atrapalha.
A Fifa também tem seus planos para reestruturar o futebol. Um deles é o estabelecimento de um teto máximo para o número de times nas primeiras divisões dos campeonatos nacionais, além da criação de um sistema de compensações para os clubes que se sentem prejudicados por ter de emprestar seus jogadores às seleções.
No que se refere aos jogadores, a Fifa prevê a criação de um sistema informatizado que monitora todas as transferências de atletas a partir de 2008. Os agentes também passariam a ser monitorados.
Para a entidade, não são as seleções que devem jogar menos, mas os campeonatos nacionais que devem ter um limite de clubes para que não desgastem os jogadores. Pela proposta da entidade, as primeiras divisões teriam apenas 18 equipes.
do Estadão.com
GENEBRA, Suíça - O G-14, grupo formado pelos maiores clubes de futebol da Europa, estuda a possibilidade da realização da Copa do Mundo a cada dois anos, e não a cada quatro como ocorre atualmente. A proposta faz parte de um estudo sobre a reformulação completa do futebol mundial.
O Brasil, que se candidata para ser sede da Copa em 2014, seria o primeiro atingido pela proposta. Pelo estudo, a nova estrutura do futebol começaria a valer depois da Copa de 2010, na África do Sul. Isso significaria que o Mundial seguinte ocorreria em 2012, e não em 2014.
Nesta semana, em Munique, a Fifa realiza seu congresso anual e, na agenda, está a definição sobre um calendário internacional para 2007 e 2008. Outro ponto da agenda é a relação entre a entidade máxima do futebol e o grupo de clubes milionários. O G-14 é formado por clubes como Real Madrid, Juventus e Manchester United, e pede maior voz nas definições sobre o futebol mundial.
Os cartolas se queixam de que a Fifa toma decisões sem consultar os clubes, que acabam sofrendo com o calendário e com a necessidade de liberar seus jogadores para as seleções. O estudo sobre a reformulação do futebol foi encomendado pelo G-14 à consultoria Hypercube, que elaborou um documento com mais de 30 páginas.
Segundo os assessores do grupo, se a Fifa der maior espaço de participação para os clubes e se tomar decisões mais favoráveis às equipes, o relatório sugerindo uma reforma do futebol poderia ser descartado.
"Não se trata ainda de uma política do G-14, mas sim de um estudo que encomendamos para que possamos repensar a estrutura do futebol" alerta uma fonte do G-14. Já a Fifa prefere não comentar o documento.
Outra proposta é para que a Eurocopa também ocorra a cada dois anos, enquanto o Mundial de Clubes, uma criação da Fifa e que tem o São Paulo como atual campeão, seja realizado apenas a cada quatro anos. Com isso, as Eliminatórias para a Copa e para Eurocopa praticamente acabariam para a Europa.
As seleções seriam divididas em três divisões no continente europeu, com direito à rebaixamento. As doze melhores equipes da Eurocopa se classificariam diretamente para a Copa do Mundo.
Na prática, apesar do Mundial ocorrer a cada dois anos, as seleções jogariam menos e, assim, os clubes não perderiam tanto com a ausência de seus craques.