Correndo o risco de ser politicamente incorreto, fiquei enojado com a tal Parada Gay de São Paulo. O que deveria ser um evento cívico e até mesmo uma manifestação emblemática por direitos civis acabou se transformando em palco para exibicionistas de todo o tipo. Lamentável.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
segunda-feira, junho 14, 2004
quarta-feira, junho 09, 2004
A banda fez o primeiro ensaio nesta segunda-feira, nos estúdios da Sony, em Los Angeles, ocasião em que tocaram as seguintes músicas: "Jump"/ "Runaround"/ "Humans Being"/ "Up For Breakfast" - solo de baixo/ "Somebody Get Me a Doctor (Mike no vocal)"/ "Poundcake"/ "It's About Time - solo de bateria"/ "Top Of The World"/ "Unchained"/ "Why Can't This Be Love"/ "Eagles Fly" /"Deeper Kinda Love" (as duas últimas acústicas com Sammy)/ "Learning To See"/ "Best of Both Worlds" - solo de guitarra/ "Dreams"/ "Ain't Talkin' 'Bout Love"/ "Right Now"/ "You Really Got Me" e "When It's Love".
Ex-guitarrista do Black Crowes vai lançar CD solo
Foi divulgado o título do novo álbum ao vivo de KING DIAMOND que será lançado ainda este ano: "Deadly Lullabies Live", que foi gravado durante a última turnê americana, e mixado pelo guitarrista Andy La Rocque em seu estúdio na Suécia. O álbum que será duplo conterá as seguintes faixas: "Funeral"/ "Mansion In Darkness"/ "The Family Ghost"/ "Black Horsemen"/ "Spare This Life"/ "Mansion In Sorrow"/ "Spirits"/ "Sorry Dear"/ "Eye Of The Witch"/ "Sleepless Nights"/ "Puppetmaster"/ "Blood To Walk"/ "So Sad"/ "Welcome Home"/ "Invisible Guest"/ "Burn"/ "Halloween" e "No Presents For Christmas".
quinta-feira, junho 03, 2004
- Hellion
- Electric Eye
- Metal Gods
- Heading Out to the Highway
- The Ripper
- Touch of Evil
- The Sentinel
- Turbo Lover
- Victim of Changes
- Diamonds and Rust
- Breaking the Law
- Beyond the Realms of Death
- The Green Manalishi (With the Two Pronged Crown)
- Painkiller
Encore
- Hell Bent for Leather
- Living After Midnight
- United
- You Got Another Thing Coming.
da Agência Estado
Depois de muita propaganda, os dirigentes do Barcelona, enfim, se encontraram com a cúpula são-paulina para fazer proposta por Luís Fabiano. Mas não agradaram. A oferta de US$ 6 milhões à vista, bem abaixo do que se especulava, deixou o presidente do São Paulo, Marcelo Portugal Gouvêa, e o diretor de futebol do clube, Juvenal Juvêncio, irritadíssimos. A oferta foi feita pelo presidente do Barcelona, Joan Laporta, e pelo seu vice, Sandro Rosell, no início da madrugada desta quarta-feira, durante jantar no restaurante do luxuoso Hotel Emiliano, nos Jardins, em São Paulo. De acordo com os são-paulinos, o Barcelona esperava que o São Paulo não jogasse tão pesado, usando como referência a negociação do meia Kaká com o Milan por US$ 8,2 milhões, no ano passado.
Em determinado momento da conversa, Juvenal Juvêncio perguntou para os espanhóis se eles não haviam acompanhado, pela imprensa, que o São Paulo não aceitaria liberar o jogador por menos de US$ 20 milhões, valor da multa rescisória do contrato. Sandro Rosell foi contundente na resposta. "Se fosse para pagar US$ 20 milhões, o Barcelona depositaria o valor e levaria o atleta sem precisar negociar." O clube espanhol ofereceu a possibilidade dar mais US$ 4 milhões em bônus dependendo do desempenho de Luís Fabiano no primeiro ano de contrato, aborrecendo ainda mais os são-paulinos, que se sentiram ofendidos.
Meu comentário: Até que enfim os dirigentes brasileiros estão mostrando um pouco de decência. Os dirigentes do Barcelona deveriam ser agredidos por ousarem perder o tempo de gente ocupada com essa palhaçada. Tinham de ser expulsos a pontapés. Só para sacanear, o São Paulo deve aumentar para US$ 25 milhões só para o Barcelona...
Eric Clapton vai organizar um festival de três dias, a partir de amanhã, que vai levar a Dallas, no estado americano do Texas, 60 guitarristas, entre eles B.B. King, Carlos Santana, Jeff Beck, Buddy Guy, Robert Cray, Joe Walsh, J.J. Cale, Bo Diddley, James Taylor, Jimmie Vaughan e Vince Gill.
O evento, que levou dois anos para ser preparado, é "o maior que já fizemos", disse Peter Jackson, produtor das turnês de Clapton desde 1978. "É uma celebração da guitarra." A renda será revertida para o centro de reabilitação Crossroads para usuários de droga e álcool que Clapton fundou em 1997, em Antigua, no Caribe, onde mora.
Além dos shows, quem for ao festival vai poder ver como se faz uma guitarra e conhecer coleções de instrumentos de Clapton e outros artistas, que serão vendidas em um leilão na Christie’s, em 24 de junho, com renda igualmente revertida para o Crossroads.
O Festival Crossroads será realizado no Dallas Fair Park e no estádio Cotton Bowl, antecipando a turnê americana de Clapton, que começa em 9 de junho, na Cidade de Oklahoma. O guitarrista de 59 anos, que foi ele mesmo viciado em drogas e álcool nos anos 1970, investiu US$ 6,5 milhões no centro de tratamento para 36 pessoas que fundou em 1997, com a promessa de não negar ajuda a ninguém.
sexta-feira, maio 28, 2004
"Five Guys Walk Into A Bar", a caixa retrospectiva do FACES que estava prevista originalmente para sair em 25 de maio, teve seu lançamento adiado para 20 de julho devido a problemas ocorridos na produção, conforme nota divulgada pela gravadora Rhino Records. Trazendo 67 faixas distribuídas em 4 CDs, o box vai contar com material extraído dos quatro primeiros trabalhos da banda, além de raridades diversas tais como releituras para "Jealous Guy" (JOHN LENNON), "Maybe I'm Amazed" (PAUL McCARTNEY), "The Stealer" (FREE), gravações realizadas para programas de rádio, sobras de estúdio e muitas outras coisas. O livreto trará textos de autoria dos integrantes da banda, além de David Fricke, editor da revista Rolling Stone, e músicos como Slash (GUNS N'ROSES, VELVET REVOLVER) e Rich Robinson (BLACK CROWES), entre outros. Formada ainda nos anos sessenta como SMALL FACES, a banda decidiu abreviar seu nome com o ingresso do vocalista Rod Stewart e do guitarrista Ron Wood, ambos egressos do JEFF BECK GROUP.
Dois vídeos do CROSBY, STILLS & NASH serão relançados em DVD agora no início de junho: "Daylight Again", trazendo uma apresentação realizada em novembro de 1982 em Los Angeles, e "Crosby, Stills & Nash: Acoustic", com uma apresentação transmitida por uma rede de TV já nos anos noventa. Ambos DVDs trarão filmagens extras, entrevistas e cenas de bastidores, além de imagens de bandas pré-CSN (THE BYRDS, BUFFALO SPRINGFIELD, etc).
quinta-feira, maio 20, 2004
Vai sair em 14 de junho na Europa uma nova versão em DVD remasterizada do filme "Tommy", lançado originalmente em 1975 e baseado na ópera-rock homônima do THE WHO, e que conta com Ann Margret, Jack Nicholson, Elton John, Tina Turner e Eric Clapton entre outros, incluindo o vocalista Roger Daltrey, um dos entrevistados no disco extra, juntamente com Pete Townshend e o diretor Ken Russell.
Por sinal, o álbum homônimo, lançado em 1969, vai ganhar em meados deste ano uma exposição no Rock And Roll Hall Of Fame & Museum de Cleveland, Ohio, em homenagem aos seus 35 anos de lançamento.
Enquanto isto a banda, que vai fazer algumas apresentações agora em maio nos EUA, seguindo posteriormente para Europa, Japão e Austrália, anunciou que vai disponibilizar mais uma série de gravações ao vivo dos shows que serão realizados este ano. Até o momento estão disponíveis apenas quatro sets, todos trazendo em CDs duplos apresentações realizadas em março na Inglaterra, mas outros shows serão oferecidos futuramente, incluindo o da Ilha de Wight, a ser realizado em 12 de junho.
Vai sair em 28 de maio na Europa um DVD do MICHAEL SCHENKER GROUP, trazendo filmagens realizadas na recente turnê mundial do grupo; eis o tracklist do DVD, cujo título será "World Wide Live 2004": "Ready to Rock"/ "Mother Mary"/ "Assault Attack"/ "Let It Roll"/ "Lights Out"/ "Rock'n'roll Believer"/ "Arachnophobiac"/ "Into the Arena"/ "Only You Can Rock Me"/ "On and On"/ "Too Hot to Handle"/ "Attack of the Mad Axeman"/ "Armed and Ready"/ "Doctor Doctor"/ "Rock Bottom" e uma entrevista com o guitarrista.
CD 1: "Eruption"/ "Ain't Talkin' 'bout Love"/ "You Really Got Me "/ "Jamie's Cryin'"/ "Runnin' With the Devil"/ "Beautiful Girls"/ "Dance the Night Away"/ "And the Cradle Will Rock..."/ "Everybody Wants Some!!"/ "Unchained"/ "Dancing In the Street"/ "(Oh) Pretty Woman"/ "Hot For Teacher"/ "Jump"/ "Panama"/ "I'll Wait"/ "Why Can't This Be Love"/ "Dreams"/ "Best of Both Worlds" e "Love Walks In".
CD 2: "When It's Love"/ "Finish What Ya Started"/ "Feels So Good "/ "Black and Blue"/ "Poundcake"/ "Runaround"/ "Right Now"/ "Top of the World"/ "Can't Stop Lovin' You"/ "Not Enough"/ "It's About Time"/ "Learning To See"/ "Up For Breakfast"/ "Ain't Talkin' 'bout Love" (ao vivo)/ "Jump" (ao vivo) e "Panama" (ao vivo).
Eis o tracklist: CD 1: "The Boys Are Back In Town"/ "Jailbreak"/ "Don't Believe A Word"/ "Dancing In The Moonlight (It's Caught Me In Its Spotlight)"/ "Rosalie"/ "Waiting For An Alibi"/ "Do Anything You Want To"/ "Sarah"/ "Chinatown"/ "Killer On The Loose"/ "Trouble Boys"/ "Hollywood (Down On Your Luck)"/ "Cold Sweat"/ "Thunder And Lightning"/ "The Sun Goes Down"/ "Dedication"/ "Still In Love With You"/ "She Knows " e "Yellow Pearl". CD 2: "Whiskey In The Jar"/ "Out In The Fields"/ "Parisienne Walkways"/ "Emerald"/ "Bad Reputation"/ "Wild One"/ "Fighting My Way Back"/ "Showdown"/ "Black Rose"/ "Dear Miss Lonely Hearts"/ "The Rocker"/ "Are You Ready"/ "Renegade"/ "King's Call "/ "Angel Of Death"/ "Cowboy Song" e "The Boys Are Back In Town".
A revista norte-americana Guitar One fez uma lista com as melhores covers já produzidas no mundo do rock. A lista vai ser publicada na edição de julho da revista e o aqui você sabe quais foram as dez primeiras da lista:
01. ‘Cum On Feel The Noize’ (Slade) - Quiet Riot
02. ‘Snowblind’ (Black Sabbath) - System Of A Down
03. ‘Born To Be Wild’ (Steppenwolf) - Slayer
04. ‘Knockin’ On Heaven’s Door’ (Bob Dylan) - Guns N’ Roses
05. ‘Star Spangled Banner’ - Jimi Hendrix
06. ‘My Back Pages’ (Bob Dylan) - The Byrds
07. ‘Eight Miles High’ (?)- Husker Du
08. ‘Little Wing’ (Jimi Hendrix) - Stevie Ray Vaughn
09. ‘Love Buzz’ (?) - Nirvana
10. ‘You Really Got Me’ (Kinks) - Van Halen
Jotabê Medeiros/AE
No Delta do Mississippi, mítico rio do Sul dos Estados Unidos, existe um bar-estalagem chamado Shack Up Inn, cujo slogan é o seguinte: "O mais antigo B&B (Bed & Beer, cama e cerveja) do Mississippi, um lugar para os peregrinos ficarem enquanto procuram a encruzilhada onde se supõe que o pioneiro bluesman Robert Johnson vendeu sua alma ao Diabo."
Robert Johnson, como se vê, tornou-se mais que um músico; tornou-se parte da mitologia de um gênero. É parte das oferendas feitas em um rito pagão, como a cachaça e o frango preto no despacho. Esse pacto que ele teria feito com o tinhoso em troca da fama já alimentou a ficção de diferentes maneiras. No filme A Encruzilhada (Walter Hill, 1986), com Ralph Macchio, tudo se resolvia com um duelo de guitarras.
Eric Clapton, cujo nome também virou lenda na Inglaterra ("Clapton is God", dizia uma pichação num muro de Londres, em tempos idos), construiu sua reputação em afinada sintonia com o blues de Johnson, Muddy Waters e John Lee Hooker, pioneiros do blues americano. Sua reverência ao blues está registrada nos discos com seus primeiros grupos, o Cream e os Bluesbreakers de John Mayall.
Para não deixar dúvidas, ele gravou com uma das autoridades supremas do gênero, B.B. King, o disco Riding with the King. Seria de se esperar que, um dia, Eric Clapton resolvesse encarar o maior dos desafios: gravar um disco apenas com o repertório de Robert Johnson. E isso acabou acontecendo. Me and Mr. Johnson (Warner Music), que chegou há alguns dias às loja brasileiras, é um dos mais refinados álbuns do ano. O nome do disco remete ao auto-de-fé de Johnson, a canção Me and the Devil Blues, que Clapton, é claro, gravou.
O álbum traz 14 canções das 23 únicas composições que Robert Johnson legou para o repertório do gênero. Para acompanhá-lo, ele convidou uma legião de bons amigos: Steve Gadd e Jim Keltner (baterias), Nathan East e Pino Paladino (baixos), Billy Preston (piano e órgão), Andy Fairweather Low e Doyle Bramhall 2.º (guitarras) e Jerry Portnoy (gaita).
O repertório procurou ser representativo com o legado de Johnson, e ainda assim incluir algumas coisas que têm sido menos exploradas no seu espólio, como If I Had Possession over Judgement Day. Mesmo outras, como Love in Vain, já revisitada com energia pelos Rolling Stones, ganha leitura - digamos assim - menos "sensacionalista" do guitarrista. Por causa desses cuidados, ele chegou a ser acusado por fãs de demonstrar pouca "paixão" nas versões.
Em sua defesa, basta lembrar que, quando Clapton gravou seu disco Unplugged, já tinha feito duas reverências a Johnson, registrando Malted Milk e Walking Blues. E as duas tinham o mesmo tratamento que essas versões recebem agora. Os sentimentos místicos e misteriosos do blues, sua tradição de sofrimento e redenção, seu caráter de amálgama cultural. Tudo isso está na música de Robert Johnson, que Eric Clapton compreende como poucos.
"I got to keep moving" ("Preciso continuar"), cantava Robert Johnson, em Hellhound on My Trail, uma das pérolas do CD. "I got to keep moving, blues falling down like hail, blues falling down like hail... And the day keeps ‘minding me, there’s a hellhound on my trail, hellhound on my trail, hellhound on my trail." ("Preciso continuar, a tristeza caindo como granizo, a tristeza caindo como granizo... E o dia fica me lembrando, há um demônio em meu caminho, demônio em meu caminho, demônio em meu caminho.")
Nova York (AE-AP)- O Black Sabbath vai reunir seus membros originais, Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler, para o Ozzfest 2004, que começa em 10 de julho, na cidade de Hartford em Connecticut, de acordo com o site do Ozzfest. Além dos integrantes originais, a banda vai contar com Mike Bordin, que faz parte da banda de Ozzy, para os 26 shows previstos. Ninguém explicou a ausência do baterista original, Bill Ward. Será a primeira apresentação ao vivo da banda desde 2001. “Desde 27 de abril, quando foram lançados o CD e o DVD Black Box: The Complete Original Black Sabbath (1970-1978), tem havido uma demanda enorme para uma turnê do Black Sabbath”, diz o texto do site. No palco principal do Ozzfest, também irão se apresentar Judas Priest, Slayer, Dimmu Borgir, Superhoint Ritual e Zakk Wylde´s Black Label Society.
segunda-feira, maio 17, 2004
- Black Sabbath (ICED EARTH)
- Die Young (PRIMAL FEAR)
- Children of the Sea (JAG PANZER)
- Children of the Grave (RACER X)
- Paranoid (LYNCH/NEIL)
- Falling Off the Edge of the World (ICARUS WITCH)
- Sabbath Bloody Sabbath (FOREVER SAY DIE!)
- Disturbing The Priest (ORDER OF NINE)
- Neon Knights (STEEL PROPHET)
- Hole in the Sky (AGENT STEEL)
- N.I.B. (DOFKA)
- Glory Ride (TWISTED TOWER DIRE)
- Danger Zone (OCTOBER 31)
- Summertime Blues (EDDIE COCHRAN)
- Heart Full Of Soul (THE YARDBIRDS)
- The Seeker (THE WHO)
- For What It's Worth (BUFFALO SPRINGFIELD)
- Mr. Soul (BUFFALO SPRINGFIELD)
- Shapes Of Things (THE YARDBIRDS)
- Seven & Seven Is (LOVE)
- Crossroads (CREAM).
quinta-feira, maio 13, 2004
O principal jornal de Naples, o Naples Daily News, informa que houve uma mudança na data do julgamento de Alex Lifeson, guitarrista do Rush. Ele está sendo acusado de resistência à prisão e de agressão por causa de uma briga em que se envolveu durante uma festa de ano-novo em um hotel da cidade, que fica no estado norte-americano da Flórida.
A nova data, estipulada para 14 de junho, cai justamente no meio da turnê comemorativa aos 30 anos de carreira da banda. Na noite exatamente anterior à data do julgamento, Alex estará em Bonner Springs, no Kansas, fazendo um show com o Rush.
Mesmo assim, Jerry Berry, o advogado de defesa do guitarrista não acredita que o julgamento vá acontecer na data programada. "Ainda há muitas coisas a serem descobertas. O julgamento não acontecerá assim tão cedo", diz Berry.
De acordo com os termos estabelecidos pela fiança, Alex Lifeson tem permissão para viajar com a banda. Tanto Lifeson quanto seu filho, Justin Zivojinovich, sofrem acusações por causa de uma briga com os oficiais de polícia, durante a última festa de ano novo que rolou no hotel Ritz-Carlton.
Alex tem uma casa na zona norte de Naples e pagou 650 dólares o convite para casal e estava na festa, com seu filho e a mulher dele. A data do julgamento de Justin não foi alterada e deve rolar mesmo no dia 17 de maio.
Segundo os relatórios referentes à prisão, foi por causa de Justin que a confusão começou. O que se diz na papelada é que Justin subiu ao palco em que a banda contratada pelo hotel estava tocando, mesmo depois de ter sido advertido para que não o fizesse. No palco, ele teria ficado agressivo ao ter sido aconselhado a se retirar.
A banda que tocava na festa era liderada por Freddy Colem, de 71 anos, irmão mais novo de Nat King Cole. Alex só teria se envolvido quando os policiais estavam levando seu filho para rua. As acusações contra o guitarrista são de empurrar uma oficial escada abaixo e de cuspir sangue no rosto de outro oficial.
A polícia diz que foi obrigada a usar choques elétricos para subjugar os dois. As acusações contra Alex são de agressão contra oficiais de polícia e, caso ele seja culpado, pode pegar até cinco anos de prisão. Ambos alegaram inocência na audiência preliminar.
O episódio envolvendo o governo Lula e o jornalista do New York Times foi gorsseiro e irritante, e isso sendo condescendente com o governo. O amadorismo do PT está enterrando a administração. Levar a extremos um episódio tendo como base um texto mal escrito e uma edição porca naquele que é considerado o maior jornal do mundo é demais. Começo a achar que a burrice é contagiosa e que acometeu todo o governo Lula.
terça-feira, maio 11, 2004
A questão dos soldados iraquianos torturados por americanos em Bagdá reacente os debates a respeito da tortura como meio de obtenção de informações. É consenso que a tortura é uma das coisas mais abjetas que um ser humano pode perpetrar contra o outro. Humilha a vítima, mas desmoraliza o torturador e o corrói a cadeia de comando que permite tal barbaridade. A tortura tem de ser banida de todas as formas.
Entretanto, ontem um amigo meu, amante dos direitos humanos e radical de esquerda, colocou a seguinte questão: como reagir quando um de nós têm um filho, a esposa ou mãe sequestrada, e a PM consegue capturar um comprovado integrante da quadrilha que se recusa a dizer onde fica o cativeiro? Devemos aceitar pura e simplesmente a recusa do bandido e respeitar os seus direitos, enquanto seu parente corre risco iminente de morte?
E o que fazer quando uma cidade está ameaçada por uma bomba nuclear e os serviços de segurança conseguem prender um terrorista que está envolvido no crime? E o que fazer quando este bandido se recusa a dizer onde a bomba foi colocada, sendo que existe apenas uma hora antes da explosão? Como reagir diante das circunstâncias, quando é iminente que milhões de pessoas correm risco de morte?
Fiquei sem resposta...
Com informações dos sites Whiplash, Rock Brigade e Disconnected.
1. Burn on the Flame (Sweet)
2. Good Rocking Tonight (Montrose)
3. Black Sheep of the Family (Quartermass/Rainbow)
4. Speed King (Deep Purple)
5. Stay With Me (The Faces)
6. Red Light Mama, Red Hot (Humble Pie)
7. Gonna Have a Good Time (The Easybeats)
8. Drivin' Sister (Mott the Hoople)
9. Razzmatazz (Nazareth)
10. 20th Century Boy (T- Rex)
11. Rollin' With My Baby - (Silverhead)
02/06 - Campinas, São Paulo (local a ser anunciado)
03/06 - Curitiba (local a ser anunciado)
04/06 - São Paulo (Hangar 110)
05/06 - São Paulo (Hangar 110)
06/06 - Rio de Janeiro (local a ser anunciado)
1. Creatures of the Night
2. Calling Dr. Love
3. I Pledge Allegiance to the State of Rock'n'Roll
4. I Love it Loud
5. Christine Sixteen
6. Tears are Falling
7. War Machine (Gene Simmons cospe fogo)
8. Lick it Up
9. I Want You
10. Deuce
11. 100,000 Years
12 Unholy (solo de baixo)
13. Shandi (apenas Paul Stanley)
14. Detroit Rock City
15. Shout it Out Loud
16. Love Gun
17. I Was Made For Lovin' You (Stanley "voa" até o meio da platéia)
Bis
18. God Gave Rock and Roll to You II
19. Rock and Roll all Nite
Na mesma data vai sair também um DVD retrospectivo, chamado "Greatest Hits - The Video Collection", trazendo os vídeos das canções: "Gimme All Your Lovin'"/ "Sharp Dressed Man"/ "Legs"/ "TV Dinners"/ "Sleeping Bag"/ "Stages"/ "Rough Boy"/ "Velcro Fly"/ "Give It Up"/ "My Head's In Mississippi"/ "Burger Man" e "Viva Las Vegas".
A questão da tortura dos soldados iraquianos em bagdá por obra de tropas americanas traz à tona o dilema que envolve os direitos humanos desde a 2ª Guerra Mundial: até onde tolerar a tortura, qual é o nosso limite, qual é o limite da humanidade? A tortura é uma das coisas mais abjetas perpetradas pelo ser humano contra outro. Se em alguns casos é eficiente para obter informações, ela desumaniza o homem, mancha a inteligência, humilha a vítima e desmoraliza o torturador. Tem de ser banida e condenada com veemência.
Mas eis que um grande amigo, amante dos direitos humanos e esquerditsa ferrenho, coloca a seguinte questão: como fica a tortura em casos extremos? Como nós reagiríamos se tivéssemos um filho ou esposa ou mãe sequestrados e a polícia prendesse um integrante confesso e comprovado da quadrilha, mas que se recusasse a informar o local do cativeiro? Como obter a informação?
E se houvesse uma ameaça de ataque nuclear terrorista contra uma cidade, e os serviços de segurança prendessem um terrorista "confirmadamente" envolvido na questão, sendo que este se recusasse a falar onde seria o ataque ou o local da bomba escondida? E se a bomba nuclear fosse explodir em uma hora e o vagabundo terrorista se recusasse a dizer onde está a bomba? Como fazê-lo falar? Será que a tortura não seria um meio legítimo de se obter informações quando milhões correm risco de morte?
Fiquei sem repsosta...
Ontem estuantes da Fatec de São Paulo fizeram um protesto e paralisaram o trânsito na avenida Tiradentes, uma das mais importantes da cidade. Eles protestam contra o que consideram péssimas condições de ensino da escola e contra a greve dos professores, que durou um mês. Os arrogantes alunos desafiaram a polícia militar e acabaram entrando em confronto, já que os PMs queriam liberar, COM TODA A RAZÃO, a pista para o trânsito voltar ao normal. Seis alunos ficaram levemente feridos. Estes estudantes apanharam pouco, a polícia foi condescendente demais. Esse tipo de protesto é válido, mas quando atrapalha a vida de quem nada tem a ver com o problema deles, perdem toda a razão. Deviam ter apanhado muito mais.