CD 1: "Welcome"/ "Gardens Of The Sinner"/ "Rich And Famous"/ "All Of The Damned"/ "No Return"/ "Armageddon"/ "Heavy Metal Universe"/ "One With The World" e "Dan's Solo". CD 2: "Razorblade Sigh"/ "Heart Of The Unicorn"/ "Last Before The Storm"/ "Victim Of Fate"/ "Rising Star - Shine On"/ "The Silence"/ "Heaven Or Hell"/ "Guardians Of Mankind" e "New World Order".
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
segunda-feira, julho 21, 2003
quarta-feira, julho 16, 2003
Um dos primeiros e mais poderosos power trios do rock foi o Cream, grupo formado em 1966 por ninguém menos que Eric Clapton. Ele primeiro cooptou o baixista Jack Bruce. Depois, foram atrás do baterista Ginger Baker. A idéia original do grupo era fazer uma banda de blues "autêntico", mas o Cream acabou enveredando pela linha do rock-blues. Durou pouco a estrela do superescrete. Em 26 de novembro de 1968, no Royal Albert Hall, fecharam aquela que era chamada de turnê do adeus. Cream Farewell Concert é o documentário que registra aquele fantástico trio e que chega agora ao DVD, com direção de Tony Palmer (lançamento BMG).
O Cream teve algumas reuniões históricas nesses anos todos. Em 1993, fizeram uma jam para o Rock and Roll Hall of Fame, no Century Plaza Hotel, em Los Angeles. Mas o seu auge está aqui, registrado pela filmagem de Palmer e tocando alguns dos seus clássicos, como Sunshine of Your Love, White Room, Politician, Crossroads, Spoolful e I’m So Glad.
"Essa é uma daquelas ocasiões em que se pode dizer sem medo de errar: aqueles que estiveram lá nunca vão esquecer", escreveu Tony Palmer nas notas do DVD, em agosto de 2001. A performance extraordinária do Cream, que até hoje inspira novatos e veteranos pelo mundo todo (vide o White Stripes, que faz claras referências aos pioneiros), está completamente clara, limpa, exuberante no documentário. Foi o ápice e o fim. Cerca de 10 mil fãs lotaram o Royal Albert Hall, que tinha naquela noite também shows do Yes e do Taste. Outras mil pessoas ficaram do lado de fora, chupando o dedo porque a lotação esgotara-se.
Cream Farewell Concert. DVD com show ao vivo da banda Cream. BMG. Preço médio do CD R$ 50,00.
(Jotabê Medeiros, do Estado. de S. Paulo)
Pílulas roqueiras
segunda-feira, julho 14, 2003
Pesquisa recente feita por um professor da FGV paulistana mostra que 47% dos eleitores brasileiros têm dificuldade para lembrar em quem votou na última eleição (2002) para deputados federal e estadual, enquanto que 28% não se lembrarm do nome de maneira alguma. É a prova cabal de o brasileiro é um povo nojento, que nada tem a reclamar da crise, de seus representantes no governo, no Legislastivo. Resumindo, o brasileiro é um lixo em termos de civilização e educação.
Façanha - Realmente o jogo Brasil x Sérvia pela final da Liga Mundial de Vôlei 2003 foi um dos maiores de todos os tempos, senão o maior. Comparável a essa batalha, somente Polônia 3 x 2 URSS na final da Olimpíada de 1976, em Montreal. A vitória brasileira tem a cara de Bernardinho, da competência, da pesistência e da vontade. é verdade que o Brasil errou muito, principalmente nos segundo e terceiro sets, mas compensou com louros.
Vexame - Já a seleção brasileira sub-23 de futebol foi um horror ao perder para o México por 1 a 0. é verdade que não merecia perder, em razão de ter jogado bem melhor do que o adversário (que conseguiu poerder recentemente por 2 a 1 para El Salvador). Entretanto, o futebol demonstrado foi péssimo. Kaká mostrou que não passa de um engodo, assim como Robinho. Diego é o melhor do time, assim como Thiago Motta, mas o santista pensa que é craque e joga sem vontade. Resumindo, é um timinho com jogadores mimados em seus clubes e que não merecem vestir a camisa da seleção.
Especulação - Especula-se que o Corinthians está ameaçado pelo rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Pura falta de assunto. ainda falta muito campeonato pela frente e o Corinthians jamais cairá.
Texto extraído do Estadão.com, fantástico, a respeito de um dos maiores engodos da música mundial:
"Não foram raras as vezes em que João Gilberto ameaçou deixar um show por causa da falta de condições acústicas do teatro ou do comportamento do público. Na noite deste domingo, porém, foi o público que abandonou o artista. Durante seu show em Montreux, na Suíça, João Gilberto se viu em uma situação inusitada: terminou sua apresentação com apenas metade das cadeiras do teatro preenchidas. O público, que praticamente lotava a sala no início do concerto, foi deixando o teatro lentamente; a cada música, grupos deixavam a sala.
Em um momento, até o cantor olhou espantado para o auditório. Sua reação também foi inusitada: passou a tratar bem o público, atendeu a pedidos de músicas e ainda elogiou comentários vindos da platéia.
Os organizadores do show argumentam que espetáculo já havia começado tarde e que muitos teriam saído para pegar os últimos ônibus em direção às suas cidades. Mas o público, que pagou em média o equivalente a R$ 150 para ver o artista brasileiro, tinha outra resposta: o show foi longo demais (quase duas horas) e começou depois de outras duas horas de show de Ruyichi Sakamoto e Jacques e Paula Morelembaum."
sexta-feira, julho 11, 2003
Tilden Santiago é o embaixador brasileiro em Cuba. Desde sempre dizia-se que ele era um ser desprezível e desqualificado. POis ele demonstrou essas qualidades na entrevista de hoje à Folha de S. Paulo. Ele "justifica" o julgamento sumário de 25 dissidentes - s esuas repsectivas condenações a mais de 25 anos de prisão -, bem como a condenação sumária à morte de três sequestradores de uma barca afirmando que tudo isso foi orquestrado pelos Estados Unidos. "Se o Brasil estivesse sujeito à ação semelhante dos Estados Unidos, exposto a ações de desestabilização, também teria de tomar providências", afirma o embaixador. O que ele entende por "desestabilização"? Ele sugere que se algo remotamente parecido ocorresse no Brasil o governo Lula sairia matando gente e rasgando a Constituição? Esse cara é nojento e enlameia o governo Lula.
Sílvio Santos deu para dar uma de piadista. Deu uma entrevista à revista contigo dizendo que tinha vendido o SBT e que ia morrer. Tirou sarro de todo mundo e a imprensa inteira foi atrás da palhaçada. Ele é um lixo, um ser humano execrável, assim como a publicação, que é uma das piores que já existiram no Brasil.
Caráter não é uma qualidade presente na grande maioria dos astros de rock. Os boatos vinham se multiplicando desde janeiro, mas agora se tornaram verdadeiros: Rob Halford está de volta ao Judas Priest. O anúncio oficial aconteceu hoje, 11 de julho, na Inglaterra. Em nota oficial, o Judas inclusive já está planejando sua nova turnê para o próximo ano:
"Depois de mais de 12 anos longe, o vocalista Rob Halford está de volta ao Judas Priest para uma turnê mundial em 2004. A formação definitiva do Judas Priest conta com Halford, guitarristas Glenn Tipton e K.K. Downing, baixista Ian Hill e baterista Scott Travis. Os membros começaram a resolver suas diferenças pessoais desde 1999, fazendo aparecer centenas de boatos sobre a reunião. A turnê da volta vai acontecer em 2004, ano em que o Judas Priest completa 30 anos de carreira. Ripper Owens saiu da banda amigavelmente e o grupo é muito grato a Ripper pelo seu trabalho e por ajudar a levar o Judas Priest aos seus milhões de fãs pelo mundo. Desejamos um grande futuro para ele."
A verdade é que desde 2001 ambas as partes vêm desmentindo a reunião. Da parte do Judas Priest, seus integrantes sempre garantiram que Ripper Owens era o vocalista e que parmaneceria na banda. O rapaz foi "esfaqueado" inapelavelmente, foi traído de forma vil e cruel. O rock e o show business internacional é um meio nojento e asqueroso.
terça-feira, julho 08, 2003
A Universal Japan divulgou o track list e os respectivos músicos de cada faixa de Influences and Connections, tributo ao Mr. Big que conta também com três ex-integrantes da banda: Billy Sheehan (baixo), Pat Torpey (bateria) e Richie Kotzen (guitarra). O vocalista Eric Martin e o guitarrista Paul Gilbert ficaram fora do projeto. O CD chegará às lojas japonesas no dia 6 de agosto e a primeira prensagem virá com um DVD bônus contendo entrevistas com os participantes e cenas das gravações. Confira como ficou Influences and Connections:
1. Mr. Big - Paul Rodgers (Bad Company e ex-Free) - vocal, Billy Sheehan - baixo, Pat Torpey - bateria, Richie Kotzen - guitarra
2. Take Cover - Doug Pinnick (King's X) - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo,
Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base,
Ty Tabor (King's X) - guitarra solo
3. Colorado Bulldog - Joe Lynn Turner - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo, Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base,
Marty Friedman (ex-Megadeth) - guitarra solo, Billy Sheehan - backing vocals
4. Wild World - John Waite (ex-Bad English) - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo
Pat Torpey - bateria, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base, Richie Kotzen - guitarra solo, Debbie Holiday (ex-Badlands) - backing vocals
5. Price You Gotta Pay - Glenn Hughes - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo, Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base,
Steve Lukather (Toto) - guitarra solo
6. Promise Him the Moon - Ann Wilson (Heart) - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo
Pat Torpey - bateria, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra
7. Addicted to that Rush - Billy Sheehan: vocal e baixo solo, Chuck Wright (House of Lords) - baixo, Pat Torpey - bateria, Richie Kotzen - guitarra, Teddy "Zig Zag" Andreadas (Alice Cooper) - gaita
8. Just Take my Heart - Mickey Thomas - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo,
Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base
Gene Black - guitarra solo, Billy Sheehan - backing vocal
9. Shine - Brett Damrose (Dogstar) - vocal, Keanu Reeves (Dogstar) - baixo, Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base, Stevie Salas - guitarra solo
10. Crawl Over Me - Pat Torpey - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo, Matt Sorum (Velvet Revolver) - bateria, Lanny Cordola - guitarra
11. To Be With You - Richie Kotzen - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo, Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - violão
Gene Black - violão, Stevie Salas - violão solo
12. Green-Tinted Sixties Mind - Donnie Vie - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo
Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base
Gene Black - guitarra solo
13. Daddy, Brother, Lover, Little Boy - Joe Lynn Turner - vocal, Tim Bogart - baixo
Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base
Yngwie Malmsteen - guitarra solo, Billy Sheehan - backing vocals
sexta-feira, julho 04, 2003
O site Comunique-se, especializado em informações do meio jornalístico, acaba de lançar o seu "blogger", um espaço para jornalistas criarem seu blogs. Está no site Blog-se. O irmão gêmeo do Superball Express pode ser acessado aqui. Tudo o que for escrito aqui neste espaço estará no outro, ou seja, os conteúdos serão os mesmo. Resolvi fazer o blog lá no Comunique-se apenas para divulgar o Superball original.
Montevidéu - O técnico da seleção do Uruguai, Juan Ramón Carrasco perdeu a paciência com o baixo rendimento do time que está se preparando para disputar as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006 e decidiu dispensar sete jogadores por deficiência técnica. Irritado com o desempenho da equipe no jogo-treino contra o Bella Vista - da 1ª Divisão do país - o treinador interrompeu a partida no segundo tempo e mandou os jogadores de volta para casa “até um novo aviso”. “Me dá asco ver a maneira como vocês estão jogando”, justificou o técnico. Os sete jogadores desconvocados são os zagueiros Cono Aguiar, Curbelo, Martuciello, Pablo Melo e Bruno Silva e os meio-campistas Marcelo Broli e Carlos Diogo. Aguiar, Curbelo e Broli são jogadores do Fênix, time dirigido por Carrasco antes de assumir a seleção. (Agência Estado)
A novela continua em Shepherd's Bush, o bairro operário londrino onde surgiu o Who e onde Pete Townshend mantém um apartamento de luxo. Segundo uma entrevista do guitarrista e líder da banda publicada na revista Billboard, "os laços de amizade que me unem a Roger Daltrey (vocalista) são motivos suficientes para um novo álbum do The Who".
O guitarrista afirma que o trabalho está em andamento no que será o primeiro disco da banda depois de It's Hard, de 1982. "Daltrey insistiu com ele para voltar ao estúdio e preparar o que seria um disco do The Who. A produção começará mais para o fim do ano."
A questão é que desde 1988 fala-se em um novo disco de músicas inéditas do Who. na época, John Entwistle, o baixista, afirmou que em 1989 o Who estaria reunido para compor e gravar material novo. Ninguém sabe o que aconteceu, mas naquele ano veio a público "The Iron Man", disco-solo de Townshend com voncidados especiais, entre eles o próprio Who tocando duas faixas. Aparentemente o álbum deveria ser um disco do grupo, mas algum problema impediu que isso ocorresse. Townshend, o principal compositor, aproveitou o material e fez um solo.
Desde então fala-se em um novo álbum, sem que omprojeto seja levado à frente. Probelmas empresariais e comerciais? Muito provavelmente, já que os três integrantes remanscentes era famosos pelas brigas e desentendimentos nos 18 anos initerruptos em que tocaram juntos oficialmente (1964-1982).
Pessoalmente, acho cada vez mais difícil um álbum novo do Who, ainda mais depois da morte de Entwistle em maio do ano passado.
A pirataria é um câncer para a indústria de entretenimento e de propriedade intelectual. É claro que a pirataria corrói a remuneração dos artistas e os investimentos em novos lançamentos, em propaganda em mídia e em shows.
Só que a crise é gerenalizada e o País está à beira de uma recessão, com o desemprego em alta e as ruas tomadas de camelôs, muitos deles profissionais qualificados e chefes de família desempregados. Esses cdaras precisam viver. E é aí que a pirataria age, no esquema de crime organizado. Em primeiro lugar, isso é questão de polícia. Em segundo lugar, de política federal, com ampla fiscalização. Em terceiro lugar, é questão de política econômica.
Entretanto, por mais que entendamos a questão da pirataria, uma coisa é certa: a indústria fonográfica brasileira (e, em menor escala, no mundo), é predatória. as gravadoras, a ponta mais forte da cadeia, esfola lojhista e artistas. Essas gravadoras ganhara dinheiro demais no Brasil entre o fim dos anos 50 e meados dos anos 90. A partir de 1996, começaram a perder dinheiro, muito dinheiro, e culparam a pirataria por isso. É apenas parte da verdade.
A crise do mercado fonográfico tem a ver com o preço absurdo que um CD atingiu nas lojas. Um lançamento hoje custa em média R$ 32. É piada. em vez de abaixar os preços, as gravadoras resolveram que querem recuperar o prejuízo no preço unitário. Diante disso, como condcenar a pirataria?
Este artigo foi extraído do site Whiplash, especializado em rock e heavy metal. O autor é o jornalista Ari Santa Lúcia Júnior. é uma outra visão sobre o problema da pirataria de CDs:
"Se você é apaixonado por música com certeza adora aquelas lojas de cds pequenas e especializadas, onde fala-se direto com o dono e encontra-se títulos raríssimos. De uns anos pra cá, infelizmente, elas estão diminuindo e ficou quase impossível achar uma hoje em dia.
Conversando com um amigo, que pediu pra não ser identificado, dono de uma dessas lojas sobreviventes de São Paulo, ele me disse que a situação nunca esteve tão ruim como hoje em dia. É comum você ler em diversos meios de comunicação artigos tendenciosos dizendo que a crise é por causa da pirataria e música digital, mas não foi bem o que ele me disse.
Segundo ele, o movimento continua o mesmo, mas vende-se muito menos devido ao preço dos cds. Todo mundo puxa música na internet, mas não é a mesma coisa do que ter o produto original nas mãos com encarte e tal. O problema é o preço dos cds e também a arrogância das gravadoras.
Em vez de abaixar o preço dos cds, elas gastam uma fortuna em publicidade contra pirataria e novas tecnologias que barram a cópia digita. “Hoje em dia é impossível eu vender um lançamento por menos de R$30, pois as gravadoras cobram mais de R$20 por cd, e além disso elas só querem vender para grandes lojas que compram bastante e mandam no mercado”.
Muitas lojas tentaram sobreviver com cds usados, mas a maioria foi para o saco. No interior a situação é pior, tornando-se uma tarefa para detetive encontrar uma loja só de cds.
Essa frase desse meu amigo explica bem a atual situação. “As gravadoras não estão nem aí em abaixar o preço dos cds para vender mais e expandir o acesso à cultura. Elas são arrogantes, montaram um esquema suicida de marketing que vai acabar com o mercado em poucos anos”.
quinta-feira, julho 03, 2003
Às vezes o presidente Luiz Inacio Lula da Silva surpreende pela ingenuidade. O episódio do boné do MST é exemplar. Um movimento que um dia teve preocupações sociais e que hoje não passa de um agrupamento terrorista e fora-da-lei coloca o presidente de uma nação como refém de seu passado. A cordialidade com que Lula tratou desqualificados como os líderes do MST em Brasília, em particular João Pedro Stédile, foi um erro político grosseiro, um indicativo de que o governo petista tolera bagunça, desordem, invasões e quebra da ordem institucional. Pior, incentiva o comportamento agressivo e destrutivo do MST. Stédile sai da reunião com Lula e afirma que as invasões vão continuar, fragilizando muito o governo federal. Essa é uma das situações institucionais mais lamentáveis dos últimos tempos. O governo Lula poderá ser responsabilizado diretamente por qualquer confronto armado que ocorra a partir de agora. E infelizmente eles vão ocorrer em breve. Talvez só assim os bandidos do MST possam ser freados e finalmente as terras improdutivas e ilegais de baronetes lafundiários sejam desapropriadas.
segunda-feira, junho 30, 2003
23/08 São Paulo - Olympia; 25/08 Rio de Janeiro - Canecão.