A Colômbia é a aqui e fica no eixo Rio-São Paulo. Briga de gangues futebolísticas em Sampa, terrorismo do narcotráfico no Rio, mortes às pampas...Esse é o retrato do Brasil hoje, socialmente destruído e desorganizado. O que é que dá para fazer, seu Lula?
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
terça-feira, fevereiro 25, 2003
Foi confirmado oficialmente pelo METALLICA que seu novo baixista será Rob Trujillo, que trabalhou com o SUICIDAL TENDENCIES e com a banda de OZZY OSBOURNE. Trujillo deixa assim a banda de Ozzy e não deve tocar no Ozzfest deste ano. Ele substitui Jason Newsted, que saiu em 2001 alegando insatisfação com os rumos musicais da banda. Atualmente ele toca no Voi Vod, depois de criar e sair do Echobrain.
segunda-feira, fevereiro 24, 2003
Como era de se esperar, as tais cotas para negros e estudantes de escolas públicas em universidades cariocas deu errado. Gente que foi muito bem, com o dobro de pontos de outras, perderam a vaga por conta da novba regra em vigor por lei devido a leis estaduais no Rio de Janeiro.
No curso de medicina da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), um aluno branco conseguiu 81 pontos, mas perdeu a vaga para uma menina negra que obteve 51 pontos. O resultado: ele entrou na Justiça e conseguiu uma liminar para se matricular, assim como outros estduantes que sentiram lesados. Não bastasse isso, houve distroção na distribuição de vagas, já que faltaram negros para preencher as vagas das cotas.
Como se isso fosse pouco, houve fraude pura e simples. Uma judia de origem polonesa (branca, obviamente), se inscreveu no vestibular e colocou "negra" na opção "cor". Ela admitiu que fez isso para conseguir mais facilmente a vaga. O detalhe era que ninguém checava a veracidade das informações, já que valia apenas a informação da ficha de inscrição. A judia polonesa se passou por negra e foi aprovada.
O sistema de cotas é absurdo em seu conceito. Em nome de uma pretensa igualdade e de uma "reparação de injustiças", cria-se outra forma de injustiça e outra forma de discriminação, sem falar na óbvia queda na qualidade dos alunos e do ensino em si. As cotas não resolvem o problema da discriminação racial, social e econômica, apenas mudam a cor dos alunos nos campi. Transformam-se apenas em paliativos para adiar as reformas que permitam o fim da miséria e a distribuição melhor de renda. É um assunto polêmico (admito a hipótese de algum tipo de reserva de vagas para alguns grupos, mas nada que se assemelhe à política de cotas) que rpecisa ser melhor discutido.
“Ronnie está criando para um novo álbum e eu esperava participar, mas não sei como vai ser agora. Eu adoro Ronnie e a banda, espero poder trabalhar com eles novamente quando a agenda permitir”.
Texto extraído da Folha de S. Paulo que mostra como são nojentas e corruptas as diretorias da CBF e da Conmbel:
"O Palmeiras vai recorrer amanhã à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para ficar com vaga na Copa Sul-Americana. O presidente do clube, Mustafá Contursi, vai pedir revisão dos indicados para o torneio sul-americano, pois acredita que o Palmeiras foi lesado no ranking de clubes da Conmebol.
A Folha de S.Paulo revelou ontem o polêmico ranking que definiu a presença de Flamengo e Cruzeiro na Sul-Americana, torneio que acontecerá no segundo semestre. Entre os vários erros do ranking, cujos critérios são ignorados, está uma pequena atribuição de pontos ao Palmeiras pela Copa Mercosul, competição dominada pelo time do Parque Antarctica.
"Vou me dirigir ainda hoje à CBF. Ela não pode "lavar as mãos" nesse caso. O ranking [da Conmebol] tem critérios políticos. Não tenho dúvida de que, se fosse por critério técnico, o Palmeiras estaria na competição", disse hoje Mustafá Contursi à reportagem. O Palmeiras, clube que mais pontos somou (78), mais vitórias teve (24), mais gols marcou (86) e que mais chegou a finais da Mercosul (três vezes em quatro edições, tendo ganho o título em 1998), foi "premiado" com apenas cinco pontos pelo torneio que deu lugar à Copa Sul-Americana no ranking da Conmebol -o Corinthians, que nunca foi à final, por exemplo, levou dez pontos.
Além do ótimo retrospecto na Mercosul, o Palmeiras é o time brasileiro que mais participou (11 edições), que mais venceu (60 vitórias), que mais marcou (208 gols) e que mais pontos fez (136) na Libertadores, principal interclubes do continente. Ao lado do São Paulo, é o clube brasileiro que mais fez finais (quatro vezes, ficando com o título em 1999).
A CBF, que inicialmente prometera indicar à Copa Sul-Americana do 3º ao 8º colocados do Brasileiro-2002, decidiu destacar os seis mais bem colocados: Santos, Corinthians, Grêmio, Fluminense, São Paulo e São Caetano. E deixou a Conmebol definir dois convidados -tais convites foram feitos com base em seu ranking. "
Uma carta na edição desta semana chama a atenção em Veja. Uma mulher critica veementemente a atuação de grupos ecológicos no mundo todo, em especial no estado de São Paulo, alegando que a defesa de uns poucos macacos não pode ser trocada pela preservação da vida de seres humanos que morrem aos montes na rodovia Re´gis Bittencourt, a mais perigosa do país.
Ela afirma que está imobilizada em uma cama há um ano em consequência de grave acidente na referida rodovia. As obras de duplicação no trecho paulista estão atrasadas por conta de problemas ambientais e ações movidas por entidades ecológicas, que já se movimentam para paralisar os projetos do Rodoanel.
A preservação do meio ambiente é necessária e vital para a espe´cie humana, mas não pode servir de escada para grupelhos insignificantes de ecochatos aparecerem na mídia. O mundo gira e a vida continua. A segunda pista da Imigrantes é a prova mais evidente de que é possível desenvolver e evoluir sem danificar o meio ambiente. Os ecochatos são um bando de gente que nada têm a fazer a não ser perturbar os outros. Precisam ser eliminados de nosso cotidiano.
Enquanto as ruas da cidade viram campos de batalha de torcedores, o demagogo Fernando capez, promotor que prometia acabar com as organizadas, continua poluindo os programas esportivos de TV vomitando bobagens e bravatas, típicas dos promotores incompetentes que povoam o Ministério Público paulista e brasileiro em geral. Capez é o que de pior existe no Ministério Público, adora aparecer e nada faz para coibir a violência nos estádios. Foi derrotado quando tentou fechar a Mancha Verde e a Independente e fez corpo mole para fechar a Gaviões da Fiel do seu Corinthians. Agora fica bradando que as torcidas serão tratadas coomo organizações criminosas. Por que isso só agora?
Está mais do que caracterizado que a torcida Independente, do São Paulo, é a mais violenta e mais provocativa de São Paulo. Não bastasse o ataque aos corintianos no Sambódromo na noite de sábado para domingo, ainda teve ânimo para deixar a passarela do samba para atacar palmeirenses na sede da Mancha Alviverde, onde 8 mil pessoas se divertiam em um baile. Se desse tempo, provavelmente teria descido a Santos para enfrentar os santistas da Torcida Jovem.
Embora os bandidos da Mancha ainda tenham recaídas e se envolvam em conflitos isolados, notadamente contra o Palmeiras e sua diretoria por conta do rebaixamento do ano passado, a agremiação tem-se mantido relativamente calma e longe de grandes confusões (exceto por liderar o ataque à PM na final da Taça SP de juniores). O mesmo comportamento adota a Gaviões da Fiel. O motivo talvez seja porque as duas torcidas, que são as maioires uniformizadas do estado, ao lado da própria Independente, tenham sentido a barra pesar por conta da perseguição movida pelo MInistério Público (que não foi nem de longe a ideal), já que os promotores fraquejaram e permitiram que as duas continuassem existindo).
Agora, é impressionante como a Independente resolveu assumir o papel de vilã, de mais odiada e de mais violenta do estado. Não há motivos claros para que isso tenha acontecido. Nos anos 80 a Mancha Verde ostentava esse triste título de mais violenta, mas na época os objetivo das brigas era apenas o de bater e sair vencedor, quando muito o de machucar. Hoje o objetivo da Independente é de matar. Por que isso? Talvez porque a sua diretoria esteja tomada por uma mistura de bandidos profissionais e psicopatas perigosíssimos, como o ex-presidente Carlos André Amorosino, preso em flagrante por espancar um palmeiresne até a morte e de ter feito os disparos que mataram um corintiano no Sambódromo.
Enquanto existirem torcidas uniformizadas e organizadas, mais mortes e cenas de violência como as que ocorreram ontem no Sambódromo e na final da Taça SP de juniores vão acontecer. É imperativo que elas sejam extintas e seus líderes encarcerados ou mortos. Nâo há justificativa sociológica nem econômica para a violência das organizadas. Aqueles que as frequentam e se envolvem em brigas em todos os jogos são psicopatas, que já saem de casa dispostos a cometer delitos e vandalismos, quando não assassinatos. Existem bandidos profissionais nas torcidas (há muitos), mas a maioria de seus integrantes é formada por garotos comuns, pobres ou não, que não passam de psicopatas e vândalos prontos para matar.
Essa violência nada tem a ver com pobreza ou crise econômico-social. Se assim fosse, todo jogo será palco de uma guerra civil com centenas de mortos, já que hoje a maioria dos frequentadores das arquibancadas é formada por gente pobre. Até admito que o país passe por uma crise moral sem precedentes, que estimule essa vuiolência nos estádios, mas não há outra explicação para as explosões de violência como na final da Taça SP de juniores, quando uma turba ensandecida de psicopatas e bandidos palmeirenses tentou invadir o gramado Pacaembu e enfrentou a PM, batendo e machucando os policiais.
O que leva um garoto comum vestindo a camisa da Mancha Verde a partir em fúria contra um policial militar armado e teoricamente treinado. Instinto suicida? A PM está desmoralizada nos estádios, os torcedores não mais a respeitam e novas tragédias vão ocorrer. Enquanto a PM não matar uns 15 em confrontos como o do Pacaembu na final da copinha, os psicopatas não vão recuar.
A desclassificação do Santos do Campeonato Paulista 2003 é culpa de um regulamento esdrúxulo e ridículo, assim como ocorreu com o Palmeiras no ano passado no torneio Rio-SP, quando os cartões amarelos definiram a questão. Não se pode dizer que o empate entre São Paulo e Santo André ontem por 2 a 2 tenha sido previsível, já que o time paulistano se esforçou bastante para vencer a partida no primeiro tempo (quase fez 3 a 0). Entretanto, a partir do momento em que o Santo André empatou, ficou decretado que os últimos 15 minutos de jogo não mais existiriam, já que o empate servia aos dois. Culpa de um demente e um desclassificado chamado Eduardo José Farah, presidente da Federação Paulista de Futebol, que destruiu o futebol do interior e elabora pérolas como esse regulamento (embora o São Paulo tenha estranhamente relaxado bastante no segundo tempo). Enquanto Farah estiver vivo o futebol paulista/brasileiro perderá sempre.
Enquanto o senador Antonio Carlos Magalhães estiver vivo o Brasil será um país pior, um país pequeno e sujeito a barbaridades e vergonhas como a questão dos grampos. Atualmente está dífícil escolher qual o estado mais nojento do Brasil: Bahia, Espírito Santo, Acre, Maranhão, Amazonas...
Acho que a Bahia ganha de longe. Seu povo não merece respeito por votar em lixos como ACM e idolatrar seres abjetos como Caetano Veloso, Gal Costa, maria Betânia, Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Daniela Mercury e porcarias afins. Todos esses nojentos abençoados pelo "deus" baiano. Será que algum dia veremos ACM preso?
A Rede Cultura demitiu 257 pessoas na última quinta-feira e acabou com diversos programas. É a falência da TV decente brasileira. Triunfa a mediocridade e o lixo do SBT, da Record e da Rede TV. Na verdade, o povo merece lixo, já que consegue dar audiência para Gugus e Faustões da vida, sem falar em outras atrações tão nojentas quanto.
Peter Sellers foi um dos maiores atores britânicos, e também um dos seus maiores humoristas. Pragonizou um filme fantástico, chamado o "O Rato que Ruge", lançado nos anos 60. A história conta a grave crise econômica do grão-ducado de Grand Fenwick, um minúsculo país europeru encravado nos Alpes (inspirado em Liechtenstein, um pequeno principado entre a Áustria e a Suíça, menor do que Luxemburgo e até mesmo do que a Águas de São Pedro, no interior paulista).
Para escapar da crise, o governo de Fenwick decide declarar guerra incondicional aos Estados Unidos, na esperança de não ser destruído e ser invadido, tornando-se uma possessão e, consequemente, receber ajuda financeira. só que o destino conspirou contra e Fenwick vence a guerra, não sabendo o que fazer em seguida.
Pois o século 21 tem o seu rato que ruge, a insignificante Coréia do Norte, uma excrescência da vida moderna. Mal consegue alimentar seu povo graças ao comunismo, entre outras coisas, e ainda acredita que é possível intimidar e chantagear o resto do mundo. É para rir. Esse país precisa ser devastado.
sexta-feira, fevereiro 21, 2003
Em uma noite de 1974, o bluesman americano Willie Dixon, que morreu em 1992, conseguiu a proeza de reunir em seu estúdio nada menos que os beatles John Lennon e Ringo Starr e o rolling stone Mick Jagger. Juntos eles deixaram registrada a canção Too Many Cooks, um blues composto pelo próprio Dixon. Enquanto Ringo marcava suas batidas na bateria, Lennon fazia a guitarra solo e Mick os vocais. Ontem, uma fita com a reprodução do blues foi a leilão, organizado pela Rock Legends, e acabou arrematada por US$ 2,230.
A gravação original do registro nunca foi achada. O que foi a leilão é uma reprodução em acetato da fita master, que estava em poder de Tom Fischer, dono de uma loja de discos. Ele a adquiriu por meros US$ 32, de um homem que se dizia amigo de Ron Wood, guitarrista dos Rolling Stones.
Em seu site, Mick Jagger diminuiu o achado, dizendo que já existem versões da mesma faixa há 20 anos - que, contudo, nunca foram oficialmente lançadas. "Não vejo por que pensar que o acetato (...) tenha mais valor que outras versões bootleg", escreveu Jagger. Surtiu efeito: o arremate ficou cerca de sete vezes abaixo da expectativa dos promotores do evento.
quarta-feira, fevereiro 19, 2003
terça-feira, fevereiro 18, 2003
quinta-feira, fevereiro 13, 2003
Um texto interessante publicado hoje na Folha de S. Paulo mostra um retrato exato do que é a sociedade chinesa. O repórter Paulo Cobos acompanhou a seleção brasileira de futebol na partida contra a China em Guangzhou e narrou coisas absurdas, típicas de uma sociedade doente, de um país governado por uma quadrilha de safados e nojentos. Aliás, a China é um país nojento e asqueroso, que nao condiz com a sua milenar cultura e fantática história. Espero nunca ter de pisar naquele país. Leia o texto da Folha aqui.
Presenciei na grande imprensa e em vários círculos de amigos indignação pelo fato de o filme "Cidade de Deus", de Fernando Meirelles, não ter sido indicado para concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Não vejo motivos para isso. O filme é ruim, amadorístico. Um filme que usa atores amadores não pdoe ganhar Oscar nem prêmio algum.