Enquanto as ruas da cidade viram campos de batalha de torcedores, o demagogo Fernando capez, promotor que prometia acabar com as organizadas, continua poluindo os programas esportivos de TV vomitando bobagens e bravatas, típicas dos promotores incompetentes que povoam o Ministério Público paulista e brasileiro em geral. Capez é o que de pior existe no Ministério Público, adora aparecer e nada faz para coibir a violência nos estádios. Foi derrotado quando tentou fechar a Mancha Verde e a Independente e fez corpo mole para fechar a Gaviões da Fiel do seu Corinthians. Agora fica bradando que as torcidas serão tratadas coomo organizações criminosas. Por que isso só agora?
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
segunda-feira, fevereiro 24, 2003
Está mais do que caracterizado que a torcida Independente, do São Paulo, é a mais violenta e mais provocativa de São Paulo. Não bastasse o ataque aos corintianos no Sambódromo na noite de sábado para domingo, ainda teve ânimo para deixar a passarela do samba para atacar palmeirenses na sede da Mancha Alviverde, onde 8 mil pessoas se divertiam em um baile. Se desse tempo, provavelmente teria descido a Santos para enfrentar os santistas da Torcida Jovem.
Embora os bandidos da Mancha ainda tenham recaídas e se envolvam em conflitos isolados, notadamente contra o Palmeiras e sua diretoria por conta do rebaixamento do ano passado, a agremiação tem-se mantido relativamente calma e longe de grandes confusões (exceto por liderar o ataque à PM na final da Taça SP de juniores). O mesmo comportamento adota a Gaviões da Fiel. O motivo talvez seja porque as duas torcidas, que são as maioires uniformizadas do estado, ao lado da própria Independente, tenham sentido a barra pesar por conta da perseguição movida pelo MInistério Público (que não foi nem de longe a ideal), já que os promotores fraquejaram e permitiram que as duas continuassem existindo).
Agora, é impressionante como a Independente resolveu assumir o papel de vilã, de mais odiada e de mais violenta do estado. Não há motivos claros para que isso tenha acontecido. Nos anos 80 a Mancha Verde ostentava esse triste título de mais violenta, mas na época os objetivo das brigas era apenas o de bater e sair vencedor, quando muito o de machucar. Hoje o objetivo da Independente é de matar. Por que isso? Talvez porque a sua diretoria esteja tomada por uma mistura de bandidos profissionais e psicopatas perigosíssimos, como o ex-presidente Carlos André Amorosino, preso em flagrante por espancar um palmeiresne até a morte e de ter feito os disparos que mataram um corintiano no Sambódromo.
Enquanto existirem torcidas uniformizadas e organizadas, mais mortes e cenas de violência como as que ocorreram ontem no Sambódromo e na final da Taça SP de juniores vão acontecer. É imperativo que elas sejam extintas e seus líderes encarcerados ou mortos. Nâo há justificativa sociológica nem econômica para a violência das organizadas. Aqueles que as frequentam e se envolvem em brigas em todos os jogos são psicopatas, que já saem de casa dispostos a cometer delitos e vandalismos, quando não assassinatos. Existem bandidos profissionais nas torcidas (há muitos), mas a maioria de seus integrantes é formada por garotos comuns, pobres ou não, que não passam de psicopatas e vândalos prontos para matar.
Essa violência nada tem a ver com pobreza ou crise econômico-social. Se assim fosse, todo jogo será palco de uma guerra civil com centenas de mortos, já que hoje a maioria dos frequentadores das arquibancadas é formada por gente pobre. Até admito que o país passe por uma crise moral sem precedentes, que estimule essa vuiolência nos estádios, mas não há outra explicação para as explosões de violência como na final da Taça SP de juniores, quando uma turba ensandecida de psicopatas e bandidos palmeirenses tentou invadir o gramado Pacaembu e enfrentou a PM, batendo e machucando os policiais.
O que leva um garoto comum vestindo a camisa da Mancha Verde a partir em fúria contra um policial militar armado e teoricamente treinado. Instinto suicida? A PM está desmoralizada nos estádios, os torcedores não mais a respeitam e novas tragédias vão ocorrer. Enquanto a PM não matar uns 15 em confrontos como o do Pacaembu na final da copinha, os psicopatas não vão recuar.
A desclassificação do Santos do Campeonato Paulista 2003 é culpa de um regulamento esdrúxulo e ridículo, assim como ocorreu com o Palmeiras no ano passado no torneio Rio-SP, quando os cartões amarelos definiram a questão. Não se pode dizer que o empate entre São Paulo e Santo André ontem por 2 a 2 tenha sido previsível, já que o time paulistano se esforçou bastante para vencer a partida no primeiro tempo (quase fez 3 a 0). Entretanto, a partir do momento em que o Santo André empatou, ficou decretado que os últimos 15 minutos de jogo não mais existiriam, já que o empate servia aos dois. Culpa de um demente e um desclassificado chamado Eduardo José Farah, presidente da Federação Paulista de Futebol, que destruiu o futebol do interior e elabora pérolas como esse regulamento (embora o São Paulo tenha estranhamente relaxado bastante no segundo tempo). Enquanto Farah estiver vivo o futebol paulista/brasileiro perderá sempre.
Enquanto o senador Antonio Carlos Magalhães estiver vivo o Brasil será um país pior, um país pequeno e sujeito a barbaridades e vergonhas como a questão dos grampos. Atualmente está dífícil escolher qual o estado mais nojento do Brasil: Bahia, Espírito Santo, Acre, Maranhão, Amazonas...
Acho que a Bahia ganha de longe. Seu povo não merece respeito por votar em lixos como ACM e idolatrar seres abjetos como Caetano Veloso, Gal Costa, maria Betânia, Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Daniela Mercury e porcarias afins. Todos esses nojentos abençoados pelo "deus" baiano. Será que algum dia veremos ACM preso?
A Rede Cultura demitiu 257 pessoas na última quinta-feira e acabou com diversos programas. É a falência da TV decente brasileira. Triunfa a mediocridade e o lixo do SBT, da Record e da Rede TV. Na verdade, o povo merece lixo, já que consegue dar audiência para Gugus e Faustões da vida, sem falar em outras atrações tão nojentas quanto.
Peter Sellers foi um dos maiores atores britânicos, e também um dos seus maiores humoristas. Pragonizou um filme fantástico, chamado o "O Rato que Ruge", lançado nos anos 60. A história conta a grave crise econômica do grão-ducado de Grand Fenwick, um minúsculo país europeru encravado nos Alpes (inspirado em Liechtenstein, um pequeno principado entre a Áustria e a Suíça, menor do que Luxemburgo e até mesmo do que a Águas de São Pedro, no interior paulista).
Para escapar da crise, o governo de Fenwick decide declarar guerra incondicional aos Estados Unidos, na esperança de não ser destruído e ser invadido, tornando-se uma possessão e, consequemente, receber ajuda financeira. só que o destino conspirou contra e Fenwick vence a guerra, não sabendo o que fazer em seguida.
Pois o século 21 tem o seu rato que ruge, a insignificante Coréia do Norte, uma excrescência da vida moderna. Mal consegue alimentar seu povo graças ao comunismo, entre outras coisas, e ainda acredita que é possível intimidar e chantagear o resto do mundo. É para rir. Esse país precisa ser devastado.
sexta-feira, fevereiro 21, 2003
Em uma noite de 1974, o bluesman americano Willie Dixon, que morreu em 1992, conseguiu a proeza de reunir em seu estúdio nada menos que os beatles John Lennon e Ringo Starr e o rolling stone Mick Jagger. Juntos eles deixaram registrada a canção Too Many Cooks, um blues composto pelo próprio Dixon. Enquanto Ringo marcava suas batidas na bateria, Lennon fazia a guitarra solo e Mick os vocais. Ontem, uma fita com a reprodução do blues foi a leilão, organizado pela Rock Legends, e acabou arrematada por US$ 2,230.
A gravação original do registro nunca foi achada. O que foi a leilão é uma reprodução em acetato da fita master, que estava em poder de Tom Fischer, dono de uma loja de discos. Ele a adquiriu por meros US$ 32, de um homem que se dizia amigo de Ron Wood, guitarrista dos Rolling Stones.
Em seu site, Mick Jagger diminuiu o achado, dizendo que já existem versões da mesma faixa há 20 anos - que, contudo, nunca foram oficialmente lançadas. "Não vejo por que pensar que o acetato (...) tenha mais valor que outras versões bootleg", escreveu Jagger. Surtiu efeito: o arremate ficou cerca de sete vezes abaixo da expectativa dos promotores do evento.
quarta-feira, fevereiro 19, 2003
terça-feira, fevereiro 18, 2003
quinta-feira, fevereiro 13, 2003
Um texto interessante publicado hoje na Folha de S. Paulo mostra um retrato exato do que é a sociedade chinesa. O repórter Paulo Cobos acompanhou a seleção brasileira de futebol na partida contra a China em Guangzhou e narrou coisas absurdas, típicas de uma sociedade doente, de um país governado por uma quadrilha de safados e nojentos. Aliás, a China é um país nojento e asqueroso, que nao condiz com a sua milenar cultura e fantática história. Espero nunca ter de pisar naquele país. Leia o texto da Folha aqui.
Presenciei na grande imprensa e em vários círculos de amigos indignação pelo fato de o filme "Cidade de Deus", de Fernando Meirelles, não ter sido indicado para concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Não vejo motivos para isso. O filme é ruim, amadorístico. Um filme que usa atores amadores não pdoe ganhar Oscar nem prêmio algum.
quinta-feira, fevereiro 06, 2003
Para quem não se lembra, além da passagem pelas suas fileiras do guitarrista ROBIN TROWER, o grupo registrou um dos maiores "hits" de todos os tempos ainda no final dos anos sessenta: a canção "A Whiter Shade Of Pale".
Eis o tracklist: "Shadow Boxed"/ "The Blink Of An Eye"/ "Old English Dream"/ "The VIP Room"/ "A Robe Of Silk"/ "Fellow Travellers"/ "The Question"/ "This World Is Rich"/ "The Wall Street Blues"/ "The Emperor's New Clothes"/ "Every Dog Must Have His Day"/ "So Far Behind" e "Weisselklenzenacht (The Signature)".
Eis a lista de músicas: "Little Games"/ "Smile On Me"/ "White Summer"/ "Tinker, Tailor, Soldier, Sailor"/ "Glimpses"/ "Drinking Muddy Water"/ "No Excess Baggage"/ "Stealing Stealing"/ "Only The Black Rose"/ "Little Soldier"/ "Puzzles (1991 US Stereo mix)"/ "I Remember The Night (1991 US Stereo mix)"/ "Ha Ha Said The Clown"/ "Ten Little Indians (1991 US Stereo mix)"/ "Goodnight Sweet Josephine (version 1 unphased version)"/ "Think About It"/ "Goodnight Sweet Josephine (US single [phased] Version)"/ "Most Likely You'll Go Your Way (And I'll Go Mine)" (BBC 1968)/ "Little Games" (BBC 1968)/ "Drinking Muddy Water" (BBC 1968)/ "Think About It" (BBC 1968)/ "Goodnight Sweet Josephine" (BBC 1968)/ "My Baby" (BBC 1968)/ "White Summer" (BBC 1968) e "Dazed and Confused" (BBC 1968).
terça-feira, fevereiro 04, 2003
Descobri recentemente mais um site jornalístico de cunho esquerdista na internet, o interessante mas completamente enviesado Novae. Misturando a linha editorial da raivosa Caros Amigos e da panfletária e falecida Atenção, junta jornalistas experimentados com intelectuais e cientistas sociais/políticos obscuros e ressentidos, quando não mal-intencionados. Há informação, mas toneladas de opinião contra tudo e contra todos que apresentem a mais leve semelhança com o "capitalismo", "burguesia", "corporações", "direita" e outros conceitos que, à medida que o tempo passa, ganham novos contornos e têm ampliados (ou desconstruídos) seus significados. Digo que o site é interessante porque ele apresenta gente que tem algo a dizer, mesmo que de forma confusa e sem qualquer preocupação estilística. Entretanto, a quantidade de gente que quer aparecer escrevendo quilométricas teses que carecem de fundamento é grande. Infeizmente, o ranço de velhice e e de coisa´ultrapassada prevalece em quase todos todos textos. A grande maioria deles está bem longe dos modernos pensamentos de esquerda da atualidade.
Um interessante texto do bom jornalista Guilherme Azevedo (ex-Folha de S. Paulo) sobre a pobreza no Vale do Jequitinhonha mostra porque a humanidade não tem mais jeito e, principalmente, porque o Brasil jamais vai ser melhor do que é. Leia aqui.
Retirado esse texto da coluna "Papo de Esporte", do Diário do Grande ABC Online:
Matemática inexata
Alec Duarte
Especial para o Diário OnLine
Ninguém se perguntou por que o Rio de Janeiro, cujos clubes não ganham um torneio de expressão desde 2000, é o Estado com maior número de representantes na Copa do Brasil que começa nesta semana (serão seis equipes cariocas). Na matemática da CBF, dois mais dois dá cinco. Só pode ser isso.
A falta de critério é ainda mais estarrecedora se lembrarmos que em 2002 o Rio teve quatro clubes na competição. De um ano para outro, sem mostrar resultados em campo, ganhou mais duas vagas. Assim, de mão beijada.
O mesmo se pode dizer de Rio Grande do Sul e Minas Gerais, que pularam de três times em 2002 para quatro este ano sem nenhuma conquista que justificasse o prêmio.
A generosa reestruturação só poderia acontecer se, por outro lado, alguém saísse perdendo. Sobrou para o Estado de São Paulo, precisamente o que melhores resultados apresentou na temporada passada _ conquistou os dois títulos nacionais em disputa, com Corinthians e Santos.
Em 2002, foram nove paulistas na Copa do Brasil _ um exagero, é verdade. Agora, só cinco. Dois postos foram cedidos ao Rio e outros dois acabaram caindo no colo de gaúchos e mineiros.
A CBF se justifica lembrando a exclusão, por problemas de calendário, dos times que disputam a Libertadores. Tudo bem, Corinthians e Santos estão no torneio continental. Mas e daí, a vaga é do clube ou do Estado? Ninguém sabe responder.
Mesmo assim, siga o raciocínio: tanto em 2003 quanto no ano passado, o Grêmio foi à Libertadores. Mesmo assim, seu Estado viu aumentada a participação no campeonato. Difícil de compreender, não?
Pior ainda que a bandalheira dos convites é a ausência de um campeão estadual em 2003: o Palmeiras NE, legítimo campeão baiano, foi preterido pelo Fluminense, segundo colocado do supercampeonato tampão realizado na Bahia no ano passado.
Aí não tem desculpa que cole. Se a Copa do Brasil foi criada para reunir todos os campeões estaduais, como aceitar um casuísmo dessa natureza? Pobre futebol brasileiro.
segunda-feira, fevereiro 03, 2003
Enquanto o YES se vê obrigado a cancelar algumas datas de sua turnê devido a um acidente sofrido pelo vocalista Jon Anderson, que lhe custou três vértebras fraturadas, chegam ao mercado dois CDs trazendo material do guitarrista TREVOR RABIN: o "Live In LA", que registra um show de 1989, contando com as seguintes faixas: "Cover Up"/ "Sorrow (Your Heart)"/ "Heard You Cry Wolf"/ "Changes"/ "Eyes Of Love"/ "Love Will Find A Way"/ "Sludge"/ "Can't Look Away"/ "Owner Of A Lonely Heart" e "Something To Hold On To". E o outro, apropriadamente intitulado "90124", pois traz faixas gravadas pouco antes de ingressar no YES, a saber: "One Track Mind"/ " Hold On"/ "It's Enough"/ "Changes"/ "Love Ain't Easy"/ "Moving In"/ "Who Were You With Last Night?"/ "Baby I'm Easy"/ "Would You Feel My Love?"/ "Tonight's Our Night"/ "Owner of A Lonely Heart"/ "I'm With You"/ "Must Be Love " e "Don't Give In".
A Internet Watch Foundation da Inglaterra, entidade que vigia o conteúdo da web no país, voltou atrás e declarou nesta semana que Pete Townshend, guitarrista do The Who, entrou mesmo em contato com a organização para denunciar alguns sites de pedofilia. Num primeiro momento, a entidade negou qualquer contato do cara. A declaração da entidade pode ajudar, e muito, que Townshend se livre da condenação de pedófilo, crime pelo qual está sendo acusado.