A demolição do estádio de Wembley, em Londres, para a construção de um mais moderno no local, é um dos maiores crimes contra a humanidade. É como se quisessem demolir o Maracanã, ou o Morumbi, ou o San Siro (Milão). Wembley é um patrimônio da humanidade e praticamente um símbolo do futebol. Lamentável.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
quinta-feira, outubro 03, 2002
(http://wishboneash.com) o "Tracks", que compila num CD duplo raridades e material inédito registrados ao vivo pela lendária banda inglesa desde a década de setenta, a saber: CD 1: "Tangible Evidence" (1988)/ "Front Page News" (1978)/ "Lifeline" (1980)/ "Living Proof" (1980)/ "Anger In Harmony" (1978)/ "Queen Of Torture" (1978)/ "Insomnia" (1980)/ "Wings of Desire" (2001)/ "Ballad of the Beacon" (2001)/ "Strange Affair" (2001)/ "Outward Bound" (2001)/ "Warrior" (1972)/ "Keeper of the Light" (1989) e "Why Don't We" (1989). CD 2: "In the Skin" (1988)/ "The King Will Come" (1972)/ "Persephone" (1976)/ "Standing In The Rain" (1991)/ "Throw Down The Sword" (1991)/ "Way Of The World" (1978)/ "You See Red" (1978)/ "Number The Brave" (1981)/ "Everybody Needs a Friend" (1981)/ "Master Of Disguise" (1999)/ "The Ring" (1998) e "No More Lonely Nights" (1983).
O disco conta com participações de fãs ilustres como Noel Gallagher, Steve Craddock (guitarrista do Ocean Colour Scene) e Kelly Jones (Stereophonics).
quarta-feira, outubro 02, 2002
A revista inglesa Kerrang fez uma pesquisa inusitada, elegendo as piores capas de todos os tempos no Metal. A dez escolhidas pela oredem foram: Scorpions - "Lovedrive"; Black Sabbath - "Born Again" (foto ao lado); Stryper - "Soldiers Under Command"; "Immortal - "Battles In The North"; Morbid Angel -"Covenant"; Marilyn Manson - "Mechanical Animals"; Metallica - "Metallica"; Sepultura - "Morbid Visions"; Korn - "Untouchables"; Guns N'Roses - "The Spaghetti Incident".
Sempre considerei paranóia de gente que não tinha o que fazer e pensar as declarações fortuitas de que estrangeiros estariam tramando para tomar a Amazônia do Brasil e se aproveitar de seus recursos naturais. São hilárias as histórias de que crianças do interior do Estados Unidos aprendem na escola que a Amazônia, hoje, é uma região sem soberania, sob administração internacional, e que os mapas da América do Sul em livros didáticos são apresentados com a Amazônia separada do território brasileiro.
Entretanto, essas reportagens absurdas do New York Times demonstram claramente que é bom haver, ao menos, uma mudança nessa visão. A matéria é absurda, carece de evidências e tem claro viés político, apresentando uma "suposta violação das terras indígenas pelas Forças Armadas do Brasil".
E daí? Se houver mesmo alguma violação, trata-se de um problema doméstico. Os índios são nossos, estão em território brasileiro, e estão sujeitos às leis brasileiras. Se hoje eles têm reservas, amanhã podem não ter e nenhum país pode se intrometer.
E mais: chega de tratar índio como animal em zoológico. Eles são humanos e estão sujeitos à ação de fatos históricos. Tantas civilizações inteiras sumiram ao longo da história e nem por isso houve mobilização internacional. A população indígena do Canadá e dos Estados Unidos diminui a cada ano e isso não é escândalo internacional. Só é escândalo quando envolve a Amazônia. O território é nosso e fazemos o que quiser com ele, inclusive transformá-la em um imenso estacionamento asfaltado, se for o caso.
da Agência Estado
O Comando do Exército brasileiro repudia qualquer tipo de acusação de que os militares possam estar ameaçando índios nas fronteiras da Amazônia. A construção de quartéis, naquela região, é feita respeitando toda a cultura dessas populações e o Comando do Exército lembra ainda que muitos dos soldados que estão servindo nestas unidades militares são índios.
O comandante do Exército, general Gleuber Vieira, já afirmou por diversas vezes que não existe um isolamento entre o índio que está na tribo, que já é praticamente aculturado, que já veste calça jeans, que gosta de ver novela, que aprecia refrigerante, que é a esmagadora maioria, e o que está no quartel. Como existe esta integração, prosseguiu, não há como evitar a convivência.
Segundo ele, 70% da população de São Gabriel da Cachoeira (AM), onde há uma unidade do Exército, por exemplo, é de índios e o natural é que haja a convivência sexual entre soldados índios e índias e até mesmo casamentos. Para o comandante, é impossível evitar isso, "porque é a lei natural das coisas, que é muito diferente de abuso sexual, que é outra coisa".
da Agência Estado
O jornal norte-americano The New York Times traz hoje uma reportagem segundo a qual o Exército brasileiro é "a mais nova ameaça contra a existência" dos índios ianomâmi. A reportagem, intitulada "Uma nova intrusão ameaça uma tribo na Amazônia: soldados", diz que as Forças Armadas brasileiras estão construindo novas bases e expandindo as antigas em territórios reservados aos ianomâmi e a outras tribos.
“À medida que seu número se expande, os soldados estão cada vez mais engravidando mulheres ianomâmi, espalhando doenças venéreas e rompendo os padrões da vida nas aldeias, que têm durado praticamente inalterados desde a Idade da Pedra", diz o texto. Citado na reportagem como chefe de uma aldeia perto de Surucucu, Roberto Angametery diz que a destruição já começou. “Os soldados dizem que estão aqui para nos proteger, mas eles trouxeram doenças e tomaram nossa terra sem pedir. Em breve haverá mais, e então, o que vamos fazer? Para onde vamos?", questiona.
O texto também cita uma carta na qual o ministro da Defesa, Geraldo Quintão, "atribui a situação tensa ao que ele chamou de ´uma campanha sistemática e reiterada´ da parte dos índios e dos grupos que os defendem ´contra o Exército, o qual, historicamente, sempre deu tratamento cordial aos índios´".
Os Rolling Stones tornaram rotina o saudável hábito de mudar a lista de músicas a cada show e, melhor ainda, na atual turnê estão resgatando músicas antigas que pouco ou nunca foram executadas. Isso ficou claro quando encerraram uma série de três concertos surpreendentes na região de Nova York para uma platéia privilegiada de 3.200 fãs.
Na véspera do lançamento de seu novo disco nos Estados Unidos, a compilação dupla "40 Licks", a banda tocou cheia de energia em um show de duas horas em Roseland. O guitarrista Ronnie Wood -``comediante residente'' da banda, que parecia desanimado nos 12 shows anteriores depois de uma internação para tratamento de alcoolismo- tornou-se a alma do espetáculo novamente.
Não apenas exibiu seu virtuosismo em músicas como ``Can't You Hear Me Knocking'' e ``All Down the Line'', como também brincou com Mick Jagger, enfiando cigarros em sua boca, desparafusou a bateria do enfastiado Charlie Watt e, generosamente, empurrou para o centro do palco o convidado Jonny Lang, na cover de ``Rock Me Baby''.
Jagger também se deixou contagiar em vários momentos, segundo relato da agência Reuters, com uma paixão que não era vista há anos. Ele parecia enlevado na versão para ``That's How Strong My Love Is'', um velho r&b que a banda não tocava desde os anos 1960.
Pela primeira vez na história, o grupo apresentou ao vivo a balada ``She Smiled Sweetly'', com o guitarrista Keith Richards fazendo o vocal de apoio. A canção foi trilha de ``Os Excêntricos Tenenbaums'', como Jagger lembrou ao público.
Os Stones evitaram ``(I Can't Get No) Satisfaction'' desta vez, no set de 47 músicas nos três shows, mas incluíram grandes hits como ``Start Me Up'', ``Honky Tonk Women'', ``Brown Sugar'' e ''Jumpin' Jack Flash'', que foram executadas nas três ocasiões.
terça-feira, outubro 01, 2002
Fazia tempo que a Segunda Guerra Mundial não recebia tanta atenção da literatura como na atualidade. As livrarias brasileiras exibem cinco ótimos títulos recém-lançados e que mostram aspectos muito relevantes do maior conflito da história da humanidade. nenhum deles é genércio ou generalista. Abordam temas específicos, com focos diferentes, interessantes e até inéditos.
"Stalingrado, o Cerco Fatal", de Anthony Beevor, é o mais interessante. Mostra como era a vida cotidiana da cidade soviética arrasada naquela que foi uma das principais batalhas da guerra e uma das mais longas da história. Beevor resgata depoimento de soldados alemães, russos, ucranianos e poloneses que lutaram por oito meses nas ruínas de Stalingrado. A narrativa não mostra táticas nem movimento de tropas, assuntos que pouco interessam os leitores que não são familiarizados com a vida militar
Com riqueza de detalhes, às vezes assustadores, o livro fala das condições desumanas a que foram submetidas as tropas alemães e russas, numa batalha suicida com pífias possibilidades de vitória para ambos os lados. Quando os alemães finalmente capitularam, na primavera européia de 1943, mais de 2 milhões de pessoas haviam morrido na batalha ou em consequência dela. Apesar das baixas e da crueldade de ambos os comandos, Satlingrado representou praticamente o começo da virada dos Aliados contra os nazistas.
"Hiroshima", de John Hersey, sai pela primeira vez em português. O repórter norte-americano Hersey visitou a cidade japonesa vítima da primeira bomba atômica em 1946, quando a cidade ainda sofria os efeitos do ataque. Entrevistou moradores, autoridades japonesas e militares americanos sobre o cotidiano na cidade. Por um bom tempo hersey acompanhou a vida de nove pessoas e conseguiu humanizar a tragédia. O livro considerado um clássico da reportagem mundial.
"História Narrativa da Segunda Guerra Mundial, de John Ray, faz um balanço cronológico dos principais fatos da guerra sem dar muita ênfase aos aspectos militares. Seu mérito é retratar fielmente esses acontecimentos privilegiando o aspecto humano, ou seja, mostrando como a vida européia, principalmente, se transformou num inferno por conta do conflito.
"O Duelo entre Hitler e Churchill", do excelente historiador John Lukács, foi considerado um dos mais brilhantes relatos dos dois primeirtos anos da guerra, ou seja, 1939 e 1940. Misturando fatos militares com os bastidores políticos, o autor mostra um completo panorama de como se desenrolaram as primeiras batalhas navais entre alemães e ingleses, os detalhes de como a Luftwaffe, a força aérea alemã, se preparou e executou os ataques à Inglaterra e como essa resistiu bravamente aos ataques dos aviões. Mostra ainda informações precisas sobre a Operação Barba Roxa, a abortada invasão das ilhas britânicas.
"O Continente Sombrio", de Mark Mazower, relata em tom crítico como a Europa, o berço da civilização moderna e origem disseminadora da tecnologia, pôde, ao mesmo tempo, difundir e estimular a barbárie das guerras mundiais.
Finalmente, "O Segredo de Hitler", de Lothar Machtan, é uma biografia de Hitler que procura desmitificar o líder alemão, enfocando o ser humano, desvendendo a natureza de seus relacionamentos pessoais. O livro sugere, através de fartos indícios, a homossexualidade do líder nazista.
Uma das maiores bobagens atuais do futebol mundial é a tal da Federação Internacional de História do Futebol, uma entidade dirigida por um alemão maluco que fica inventando critérios absurdos para rankings igualmente absurdos. Essa instituição foi a mesma que em 1997 declarou que o melhor jogador do mundo não era Ronaldinho (ganhador do prêmio Fifa), mas sim um obscuro atacante iraniano que havia feito 50 gols em 40 jogos por sua seleção e 40 gols no campeonato local. Hoje a federação divulvou seu ranking de clubes, com critérios que ninguém entende. É tão absurdo que nenhum clube sul-americano aparece entre os 20 melhores. É de morrer de rir. O 19º, por exemplo, é Celtic Glasgow, que aparece na frente do Boca Juniors, do River Plate, do Corinthians, do São Paulo... Leia mais aqui.
Sai em 8 de outubro um EP intitulado "Happy With What You Have To Be Happy With", que marca a estréia do KING CRIMSON na gravadora Sanctuary Records, banda que conta atualmente com Adrian Belew na guitarra e vocal, Trey Gunn no baixo, Pat Mastelotto na bateria e o líder e fundador Robert Fripp na guitarra. Trazendo onze faixas (a saber: "Bude"/ "Happy With What You Have to Be Happy With"/ "Mie Gakure"/ "She Shudders"/ "Eyes Wide Open"/ "Sho Ga Nai"/ "I Ran"/ "Somedays Blue"/ "Larks' Tongues in Aspic (Part IV)"/ "Clouds" e "Einstein's Relatives"), o EP se trata de uma espécie de prenúncio do "The Power To Believe", álbum previsto para sair no início de 2003, e que será seguido de uma turnê mundial.
Sai hoje no mundo inteiro "Forty Licks", coletânea dupla em CD dos Rolling Stones que mapeia os 40 anos de carreira do conjunto. São 36 clássicos e mais quatro canções inéditas, gravadas entre 2002 e 2002 especialmente para esse lançamento (não têm o mesmo brilho, mas está valendo). Leia aqui o bom texto de Jotabê Medeiros no Estadão sobre esse lançamento. Já aqui é possível encontrar trechos de algumas faixas do CD duplo para escutar. Para quem não conhece a banda ou a conhece de forma superficial, essa coletãnea é a melhor e mais abrangente já lançada. vai valer os R$ 40 ou R$ 45.
Os fãs de Bob Dylan vão ganhar um novo CD duplo da série pirataria oficial do músico americano. Chega ao mercado em novembro The Bootleg Series Vol. 5 - Bob Dylan Live 1975: The Rolling Thunder Revue, que inclui trechos da lendária turnê dos anos 60, com gravações em Boston, Cambridge e Montreal. O CD também vai ser lançado em uma caixa especial, incluindo um DVD com duas músicas do filme Renaldo and Clara. O set list completo ainda não foi revelado, mas espera-se que o disco traga as participações de Joni Mitchell, Roger McGuinn and Arlo Guthrie, que tomaram parte da turnê. A Bootleg Series de Dylan começou em 1991, com Vol. 1-3: Rare and Unreleased, 1961-1991 e seguiu com Vol. 4: Live 1966, Royal Albert Hall, de 1998.
Uma prova de que até mesmo as mais sérias instituições jornalísticas podem ser enganadas ou embarcar em engodos é a reportagem de hoje no New York Times sobre Caetano Veloso. Enfocando o livro "Verdades Tropicais", do dito cujo, o jornal americano diz que o autor é "revolucionário" e o compara a Bob Dylan. É de morrer rir. Leia aqui. Caetano Veloso é uma das coisas mais canhestras e nefastas da música e cultura nacionais. Como ser humano, é um idiota. Como artista, é irrelevante e fraco, sem qualidade. E mesmo assim, esse engodo humano engana os gringos. A burrice humana não tem limites.
Na última semana chegou à internet e às rádios uma versão pirata de "You Know You're Right", a primeira música inédita do Nirvana em estúdio a ser veiculada desde o fim do grupo, no começo de 1994.
Alguns jornalistas baba-ovos afirma que "a faixa é uma das mais míticas da história do rock, já que vinha sendo guardada por Courtney Love, a viúva do líder do grupo". Foi gravada em Seattle em janeiro de 1994, depois da conclusão do álbum "In Utero", o último da banda que lançou o movimento grunge, e menos de três meses antes da morte de Cobain.
"Se não é a música mais importante do Nirvana, com certeza está entre as dez mais", disse o escritor e jornalista Charles Cross, autor da biografia mais séria e completa de Cobain feita até hoje, "Mais Pesado que o Céu" (Heavier than Heaven, 2002, lançada no Brasil pela ed. Globo) e baba-ovo-mor.
Como a maioria das músicas do Nirvana, a nova faixa é péssima, mal tocada e mal gravada. contém todos os elementos que fizeram da banda de Seattle uma das piores dos últimos tempos: instrumentos desafinados, micrifonias altíssimas e vocal totalmente desafinado. Totalmente desnecessária a existência dessa nova música.
A comunidade internacional quet instituir o TPI, o tribunal penal internacional, para julgar e tentar coibir crimes de guerra , entre outros. Os Estados Unidos, entretanto, não aceitam que seus cidadãos e seus soldados estejam sujeitos a esse tribunal. O seja, só o aceita se tiver imunidade. Era só o que faltava, uma lei que vale para o mundo mas não vale para os americanos. E o pior é que a UNião Européia começa a ceder e a concordar com essa exigência estapafúrdia. A humanidade não tem solução. Merecemos a extinção.
Eduardo José Farah destruiu o futebol paulista em 14 anos de administração na Federação paulista de Futebol. O futebol do interior empobreceu, clubes tradicionais desapareceram ou estão em vias de sumir. Mesmo assim, foi reconduzido ao cargo por aclamação ontem pelos associados, os principais clubes do estado, ops times das divisões inferiores e as ligas amadoras. Todos são reféns de Farah, que transformou a federação em um banco. Todos os times devem para federação e estão amarrados por conta disso. Assim sendo, Farah terá mais quatro anos para lesar o futebol paulista e tentar destruí-lo por completo.
Um simples boato de que traficantes estavam mandando fechar o comércio sitiou a zona sul do Rio de Janeiro, uma cidade refém do crime organziado e com autoridades completamente desmoralizadas, tanto municipais como estaduais e policiais. O Rio de Janeiro, ao lado do Acre e do Espírito Santo, é a vergonha nacional, onde a segurança pública não existe. E ainda insistem em comparar a violência paulistana com a carioca. Não dá para comparar. Ainda.
segunda-feira, setembro 30, 2002
O ZZ Top teve de abandonar a parte européia de sua turnê mundial quando o baixista Dusty Hill ficou doente, diagnosticado com hepatite C. Agora que Hill está se sentindo melhor, ele e seus dois companheiros estão prontos para atravessar o continente com seu rock com tom caipira, mas nada singelo.
"Eu sou a prova viva que a hepatite C pode ser tratada e contida - e o ZZ Top não", brinca o músico de 53 anos, que também carrega uma das marcas registradas do grupo, uma longuíssima barba, assim como o guitarrista Billy F. Gibbons. "Estamos todos entusiasmados com nossa volta a Europa e pegar do ponto em que deixarmos", completa.
A banda tem 33 anos de carreira e surgiu no Texas. A atual turnê européia terá shows em Estocolmo, na Suécia; Alborg e Copenhagen, na Dinamarca; Hamburgo, Leipzig, Frankfurt, Saarbrucken, Essen, Munique e Stuttgart, na Alemanha; Paris, França; Viena, na Áustria; Bruxelas, na Bélgica; Brno, na República Tcheca; Zagreb, na Croácia; Zurique, Suíça; Milão, na Itália; Amsterdam e Manchester, na Inglaterra. A turnê vai até o dia 1º de novembro em Londres.
Deve ser lançado no dia 14 de outubro o primeiro de uma série de DVDs do Queen. O material, intitulado
"Greatest Video Hits One", inclui 22 vídeos, entre eles os clássicos "You´re My Best Friend", "We Will Rock You" e "We Are The Champions". Além disso, esse DVD vai trazer uma versão rara e alternativa do clipe de "Bohemian Rhapsody".