Eu previ uma final de Copa medíocre, daquelas de fazer chorar de raiva e querer assistir a um DVD da Xuxa. Pois não é que os caras não só levaram ao pé da letra como foram muito além? O jogo foi horroroso, para não me estender nos adjetivos, tão brigado que parecia luta de rua, com pontapés e cabeçadas fortuitas. Foram cinco as vezes em que os jogadores das duas equipes conseguiram trocar mais de três passes certos e consecutivos. O jogo e a barbaridade de Zidane representaram bem op que foi essa Copa: medíocre até nos pênaltis.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
domingo, julho 09, 2006
quinta-feira, julho 06, 2006
A maior imbecilidade da Copa até agora é de autoria do deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR). Esse vagabundo teve o disparate de propor um projeto de lei "proibindo" jogadores brasileiro que atuem no exterior de jogar pela seleção brasileira, em qualquer circunstância.
Será que seres asquerosos como esse não podem usar seu tempo para fazer algo de útil? Ou melhor, será custa muito ficarem quietos em seus cantos, sem se manifestar? Uma notícia dessas deveria provocar risos, mas só consegue irritar cada vez mais quem gosta de futebol. Sem falar que a proposta é inconstitucional. Leia mais aqui.
Uma final de Copa bastante adequada para o torneio: totalmente medíocre. Dois times ruins e sem brilho vão disputar o direito de se tornar o "melhor" do mundo. Zidane fez apenas uma partida boa na Copa (boa, na verdade, com muito boa vontade) e todo mu ndo se derrama como se fosse o Pelé. Época de Copa é insportável por conta das bobagens que somos obrigados a ouvir. Quando o Brasil ganha torna-se menos insuportável.
segunda-feira, julho 03, 2006
A incompetência de Parreira ganha tamanho monumental quando se avalia o quilate bdos jogadores que ele reuniu (antes da Copa, é claro). Pelo menos dez jogadores brasleiros estavam entre os 20 melhores do mundo e nem assim Parreira foi capaz de montar um time em três anos e meio de trabalho.
Ficou iludido com vitórias contra ninguém nas eliminatórias e contra a Argentina na Copa das Confederações. Parreira sempre trabalhou mais com o nome. Pena que não irá para a lata de lixo da história, pois é campeão do mundo (como pode?).
Essa é a única qualificação que me vem à cabeça, dois dias depois da vergonhosa desclassificação do Brasil na Copa. Nunca fui daqueles que exige na menos do que o título. Futebol é o mais democrático e equilibrado dos esportes, é Brasil é sem dúvida o que melhor o pratica e o maior vencedor.
O problema é que os vermes se comportaram como vermes. Faltou tudo: vontade, empenho e motivação. Quando um jogador de futebol precisa de futebol para jogar uma Copa pela melhor das seleções, é sinal de que tudo, tudo esteve errado desde o começo.
Sempre detestei o trabalho de Parreira, o considerava incompetente. Comecei a mudar de idéia quando ele levou o o Corinthians aos tírulos da Copa do Brasil e do Rio-São Paulo em 2002 - mais o vice brasileiro daquele ano.
Só que voltei atrás. Parreira é incompentente, não sabe gerenciar um grupo, não sabe tática, não sabe aproveitar tecnicamente os jogadores.
O que vimos no sábado foi um time sem alma, um time sem vontade, burocrático e formado por vagabundos milionários entediados com a vida e com a mídia baba-ovo a lhes atribuir superfavoritismo.
Mais uma vez, a seleção perdeu para ela mesma, entrou derrotada pelos cismas e rachas internos de um bando de vermnes mais preocupados com eles mesmos. A França, novamente, foi mero detalhe. Ouso até a dizer que existe a possibilidde de ter havido auto-sabotagem - jogadores jogaram mal de propósito apenas para provar suas "teses".
Fora Parreira e toda a corja de vagabundos que se recusaram a jogar futebol, que não tiveram um mínimo de decência para se esforçar um pouco apenas para diminuir o tamanho do vexame.
quinta-feira, junho 29, 2006
Não existe Justiça no Brasil. O Judiciário brasileiro está se transformando em uma máfia que apenas está preocupada em lutar pelos seus próprios interesses. A história do jornalista Lucas Figueiredo, um dos melhores do país, é exemplar. Leia aqui seu desabafo kafkiano sobre o que a Justiça alagoana fez com ele. É o maior exemplo da corrupção judiciária.
Recentemente outro jornalista, Daniel Lima, ex-diretor de redação do Diário do Grande ABC, passou a ser acossado por promotores e juízes no mínimo equivocados que querem condená-lo por ter evitado uma das maiores barbaridades contra o jornalismo - um direito de resposta absurdo concedido a um grupo político na primeira página do DGABC, uma decisão arbitrária totalmente influenciada pelo compadrio e pela promiscuidade provinciana de Santo André, decisão qure felizmente foi revertida no TRE (Tribunal Regional Eleitoral).
do site Whiplash
O site Audio Video Revolution, voltado para análise e venda de equipamentos de áudio e vídeo de alta-definição, fez uma lista com as 100 maiores bandas da história do rock, baseada em fatores como número de álbuns vendidos, habilidade com os instrumentos, inovação, performance ao vivo e consistência durante a carreira.
Os juízes foram Jack Sonni (guitarrista do Dire Straits), Ken Lopez (professor de música da University of Southern California), Charles Andrews (editor do site AVRev.com), Howard Schilling (presidente da empresa XHi-Fi e também da AVRev.com) e Jerry Del Colliano Jr. (editor musical).
Conheça melhor os fatores usados na escolha e como cada banda se classificou
A lista completa, com a quantidade de pontos de cada banda, ficou assim:
001. Led Zeppelin (525 pontos)
002. The Beatles (514 pontos)
003. Pink Floyd (506 pontos)
004. The Jimi Hendrix Experience (503 pontos)
005. Van Halen (496 pontos)
006. Queen (493 pontos)
007. The Eagles (479 pontos)
008. Metallica (468 pontos)
009. U2 (455 pontos)
010. Bob Marley and the Wailers (454 pontos)
011. The Police (451 pontos)
012. The Doors (450 pontos)
013. Stone Temple Pilots (446 pontos)
014. Rush (444 pontos)
015. Genesis (436 pontos)
016. Prince and the Revolution (435 pontos)
017. Yes (434 pontos)
018. Earth Wind and Fire (433 pontos)
019. The Bee Gees (428 pontos)
020. The Rolling Stones (418 pontos)
021. The Beach Boys (414 pontos)
022. Soundgarden (413 pontos)
023. The Who (412 pontos)
024. Steely Dan (411 pontos)
025. James Brown and the JBs (408 pontos)
026. AC/DC (400 pontos)
027. Fleetwood Mac (398 pontos)
028. Crosby, Stills, Nash and Young (396 pontos)
029. The Allman Brothers (394 pontos)
030. ZZ Top (392 pontos)
031. Aerosmith (391 pontos)
032. Cream (390 pontos)
033. Bruce Springsteen & The E Street Band (386 pontos)
034. The Grateful Dead (385 pontos)
035. Guns 'N Roses (381 pontos)
036. Pearl Jam (378 pontos)
037. Boston (377 pontos)
038. Dire Straits (363 pontos)
039. King Crimson (362 pontos)
040. Parliament Funkadelic (361 pontos)
041. Red Hot Chili Peppers (356 pontos)
042. Bon Jovi (355 pontos)
043. Dixie Chicks (353 pontos)
044. Foreigner (352 pontos)
045. David Bowie and The Spiders From Mars (351 pontos)
046. The Talking Heads (348 pontos)
047. Jethro Tull (347 pontos)
048. The Band (344 pontos)
049. The Beastie Boys (343 pontos)
050. Nirvana (342 pontos)
051. Rage Against The Machine (340 pontos)
052. Sly and the Family Stone (338 pontos)
053. The Clash (337 pontos)
054. Tool (335 pontos)
055. Journey (334 pontos)
056. No Doubt (332 pontos)
057. Creedence Clearwater Revival (328 pontos)
058. Deep Purple (325 pontos)
059. Alice In Chains (323 pontos)
060. Orbital (322 pontos)
061. Little Feat (321 pontos)
062. Duran Duran (320 pontos)
063. Living Colour (319 pontos)
064. Frank Zappa and the Mothers of Invention (318 pontos)
065. The Carpenters (317 pontos)
066. Audioslave (316 pontos)
067. The Pretenders (315 pontos)
068. Primus (314 pontos)
069. Blondie (313 pontos)
070. Black Sabbath (309 pontos)
071. Lynyrd Skynyrd (307 pontos)
072. Sex Pistols (306 pontos)
073. Isaac Hayes and the Movement (305 pontos)
074. R.E.M. (304 pontos)
075. Traffic (303 pontos)
076. Buffalo Springfield (302 pontos)
077. Derek and the Dominos (301 pontos)
078. The Jackson Five (299 pontos)
079. The O'Jays (298 pontos)
080. Harold Melvin and the Blue Notes (287 pontos)
081. Underworld (286 pontos)
082. Thievery Corporation (285 pontos)
083. Motley Crue (284 pontos)
084. Janis Joplin and Big Brother and the Holding Company (283 pontos)
085. Blind Faith (277 pontos)
086. The Animals (276 pontos)
087. The Roots (271 pontos)
088. The Velvet Underground (265 pontos)
089. The Kinks (262 pontos)
090. Radiohead (261 pontos)
091. The Scorpions (260 pontos)
092. Kansas (258 pontos)
093. Iron Maiden (257 pontos)
094. Motorhead (253 pontos)
095. Judas Priest (251 pontos)
096. The Orb (239 pontos)
097. The Cure (230 pontos)
098. Coldplay (229 pontos)
099. Slayer (225 pontos)
100. Black Eyed Peas (214 pontos)
- Gana foi uma decepção contra os italianos, surpreendeu contra os checos, foi mais ou menos contra os americanos tremeu contra o Brasil. Só estavam esperando o apito final para tirar fotos com os ídolos. Um time desse não pode jogar uma Copa do Mundo.
- A Espanha é a Portuguesa das Copas. Assim comos mexicanos, o Guarani das Copas, jogaram como nunca, perderam como semrpe.
- A França não é lá essas coisas, não está subindo durante a competição, como afirmam jornalistas bocudos, mas é um time chato, daqueles que enchem o saco e que atrapalham a festa.
- Alemanha e Argentina será um jogo chato, pegado, brigado e com pouquíssimos gols. E os hermanso serão roubados.
- A Ucrânia é uma piada.
- A Itália não conseguiu ganhar da tosca Austrália (gol de pênalti roubado não vale). Vai ganhar de quem?
- Portugal acha que é o Grêmio e que está na Libertadores. Vai colocar o coração nos pés, vai bater que nem aquele volante gremiosta, o Dinho, e vai ser elminado nos pênaltis pela medíocre Inglaterra. Aliás, será o duelo dos mais vaidosos jogadores do mundo.
- Henry esqueceu o futebol em Londres, assim como Zidane e Ronaldinho Gaúcho. Robben é uma farsa, Nistelroy é pipoqueiro e Shevchenko é mascarado. Será que teremos de aguentar o chato papa-hóstia do Kaká como craque da Copa?
quinta-feira, junho 22, 2006
A obrigatoriedade do diploma está sendo analisada pelo STF (Supremo Tribunal federal. Está diretamente ligada à regulamentação da profissão. Sem regulamentação, vira terra de ninguém, com modelos virando "jornalistas" e vagabundos diversos querendo o MTB apenas para de beneficiar eventualmente de algumas "benesses" que as carteiras supostamente oferecem.
Infelizmente, muita gente que eventualmente não tem diploma mas que poderia se tornar jornalista é prejudicada. Paciência, mas as exceções não podem prevalecer, senão não existe mais regra. A exigência do diploma disciplina e regula uma profissão que é frequentemente objeto de cobiça e vilipêndio.
Pode até não proteger e nem garantir qualidade, mas é o mínimo que a categoria conseguiu para obter um mínimo de respeito e benefícios. Se com a profissão regulamentada os salários caíram e os calotes aumentaram, imaginemos como seria sem a regulamentação.
A nossa profissão tem uma regulamentação, ainda que esteja sendo atacada e precarizada. E mesmo assim as redações estão lotadas de estagiários, que trabalham de graça, assim como "profissionais" sem diploma trabalhando de graça em jornais do interior.
Sem a regulamentação, as empresas substituir cada vez mais mão-de-obra qualificada por trabalhadores precários em todos os sentidos - intelectual, cultural e legalmente.
Defendo a exigência do diploma e a importância das faculdades de nossa área, por pior que sejam. É uma forma de garantir (um pouco de) dignidade à nossa profissão e, em tese, mais qualidade na difusão da informação. Os argumentos da promotora são frágeis e genéricos e afrontam a legislação em vigor.
Os mesmos argumentos que servem para tornar a exigência "inconstitucional" também servem para o contrário. Da mesma forma que não existe advogado sem diploma e sem OAB, defendo que não exista jornalista sem diploma.
terça-feira, junho 20, 2006
do site Whiplash:
“A Matter of Life and Death" é o título do novo álbum do IRON MAIDEN, cujo lançamento rola no início de setembro, mais uma vez co-produzido por Kevin “Caveman” Shirley ao lado do baixista Steve Harris.
A banda garante que todas as músicas foram gravadas “ao vivo”, sem quaisquer toques de computadores para acertos nas novas composições. “Acho que de diversas maneiras, este foi o álbum mais fácil que fizemos em termos de gravação. Acredito também que quanto às composições, puxamos os nossos limites e vamos agradar diversos fãs e surpreender a outros também”, disse o líder e baixista, Steve Harris.
As faixas que compreendem “A Matter of Life and Death" são:
01. Different Worlds (Smith/Harris) 4:17
02. These Colours Don't Run (Smith/Harris/Dickinson) 6:52
03. Brighter Than a Thousand Suns (Smith/Harris/Dickinson) 8:44
04. The Pilgrim (Gers/Harris) 5:07
05. The Longest Day (Smith/Harris/Dickinson) 7:48
06. Out Of the Shadows (Dickinson/Harris) 5:36
07. The Reincarnation of Benjamin Breeg (Murray/Harris) 7:21
08. For The Greater Good of God (Harris) 9:24
09. Lord Of Light (Smith/Harris/Dickinson) 7:23
10. The Legacy (Gers/Harris) 9:20
do Rockwave
A legendária banda britânica The Who voltou aos palcos na Inglaterra, dando início à sua turnê mundial e lançando seu primeiro álbum gravado em estúdio depois de 24 anos.
"Voltamos!", disse Pete Townshend, guitarrista e líder da banda, no último sábado durante o show de estréia da turnê européia na Universidade de Leeds, na Inglaterra. Pete disse também que nunca mais vai quebrar uma guitarra e que sua fama de cantor selvagem já é passado.
O Who iniciou sua turnê no mesmo palco onde, 36 anos atrás, fez uma apresentação registrada no álbum "Live at Leeds", considerado pela crítica como o melhor disco ao vivo da música moderna.
Daquele legendário show restam apenas Townshend e Roger Daltrey. O baterista Keith Moon morreu em 1978 devido a uma overdose e o baixista John Entwistle morreu em 2002. A atual formação do grupo se completa com Zak Starkey, filho de Ringo Starr, Pino Palladino no baixo, John Bundrick nos teclados e Simon Townshend, irmão de Pete, na guitarra.
Meses atrás Townshend disse que não voltaria a se apresentar com o The Who se não fosse para mostrar material novo. E foi exatamente o que fizeram sábado: apresentaram parte de seu novo álbum, intitulado "Wire & Glass", que chegará às lojas em setembro deste ano. Além de novas músicas, o grupo interpretou alguns clássicos como "Who are You", "Baba O'Riley" e "Won't Get Fooled Again".
Segundo adiantou um porta-voz do grupo, durante o ano de 2007, o Who poderia se apresentar pela primeira vez na América do Sul. No Brasil, especula-se que a banda poderia vir ainda no segundo semestre deste ano.
Ao que parece, o segundo semestre promete com grandes atrações após a Copa. Para começar a lista dos famosos, o astro do blues B.B. King pousa no país no fim do ano, para apresentação no Bourbon Street, em São Paulo. No bloco das estrelas já confirmadas estão: Yeah Yeah Yeahs, Devendra Banhart, The Bad Plus (para o Tim Festival), New Order, Adult, Peter Hook e Franz Ferdinand (para o Motomix), Dio, Eric Johnson, Bon Jovi e Robbie Williams. E ainda para os fãs de metal teremos Manowar e Rhapsody juntos no mesmo dia.
É muito engraçado ver o mundo criticar, até mesmo de forma indignada, a seleção brasileira. Uns fazem crítica em tom de alívio, do tipo "eles são humanos, podemos vencê-los"; outros, usam da ironia para esconder a fragilidade de suas próprias seleções. O fato é que o ninguém consegue ficar indiferente ao futebol da seleção brasileira. Talvez esse seja o grande trunfo de Parreira e seus asseclas, que até agora não quiseram jogar. Já que tem tanta gente com dor-de-cotovelo por causa da exuberância e do excesso de qualidade do Brasil, então vamos chutar os cotovelos desses inejosos.
É inevitável o fim do quadrado mágico. Assim como Felipão ousou esscalar somente Gilberto Silva como volante na primeira fase em 2002 - Juninho Paulista tentou marcar, mas não conseguiu, fazendo com que o Brasil jogasse em um 3-3-1-3 -, Parreira está testando esse quadrado emperrado contra as três babas da primeira fase.
O Brasil sofreu um pouco porque a marcação realmente foi bastante deficiente no meio-campo, mesmo com os laterais ficando mais. Assim como Felipão consertou o time contra a Bélgica em 2002, com a entrada de Kléberson, Parreira fará o mesmo com a saída de Adriano e a entrada de Juninho.
É bom lembrar que, depois que Kléberson entrou, o Brasil só tomou um gol em quatro jogos eliminatórios - e esse gol surgiu de uma falha indidivual grotesca de Lúcio.
terça-feira, junho 13, 2006
do site Whiplash
O tão esperado DVD do show de 20 anos do DREAM THEATER finalmente tem nome, capa e data certa de lançamento: "Score" está para ser lançado oficialmente na terça-feira, 29 de agosto de 2006, pela Rhino Records.
O álbum triplo e o DVD duplo serão vendidos separadamente. Ambas versões contêm todo o show "20th Anniversary World Tour Grand Finale", gravado ao vivo no Radio City Music Hall em New York no dia 1º de abril de 2006. São aproximadamente três horas de música, sendo que 90 minutos contam com a performance de uma orquestra completa.
O DVD contará com um documentário de uma hora sobre toda carreira da banda, desde o começo na Berklee College Music em 1985 até o show no Radio City Music Hall, incluindo gravações nunca vistas antes e entrevistas com membros atuais e ex-membros da banda. Também estão inclusos no DVD várias faixas bônus ao vivo dos famosos "Portnoy Archives", feitas através dos anos de carreira.
A lendária banda britânica THE WHO, lança nova música depois de 24 anos. Na BBC2 de Londres hoje, foi tocada pela primeira vez a música "Mirror Door", integrante da mini-ópera "Wire and Glass" que será lançada no formato EP dia 10 de junho.
O grupo, que atualmente consiste apenas do vocalista Roger Daltrey e do guitarrista Pete Townshend planeja lançar o primeiro disco em setembro desse ano após um hiato de 24 anos, sendo o último lançamento "It's Hard", de 1982.
segunda-feira, junho 12, 2006
Agora é oficial. O baterista Iggor Cavalera, do Sepultura, maior banda de heavy metal brasileiro de todos os tempos (e a mais famosa banda de rock nacional no exterior) anunciou hoje sua saída do grupo, confirmando os rumores e boatos que s eintensificaram nos últimos dois meses - e constantemente desmentidos de forma vergonhosa pela banda.
Em comunicado distribuído à imprensa, Iggor alega incompatibilidade artística com os colegas - o guitarrista Andreas, o baixista Paulo e o vocalista Derrick.
“Acredito que a minha missão no Sepultura tenha chegado ao fim. Tenho muito orgulho de tudo o que fizemos, mas hoje sinto que o formato da banda já não atende mais às minhas expectativas como músico e como pessoa. Desde a minha última turnê na Europa em dezembro de 2004, percebi que as minhas idéias já não batiam com as do resto da banda”, afirmou o músico.
Iggor é o segundo Cavalera a deixar o grupo. Em 1996, seu irmão Max Cavalera deixou o grupo - as razões apontavam as atitudes centralizadoras da mulher de Max, Gloria, que foi comparada a Yoko Ono pelos fãs. Max e Iggor criaram o grupo em Belo Horizonte.
Iggor Cavalera é considerado um dos melhores bateristas de rock em ação no País. A cisão com o Sepultura vinha se anunciando desde o ano passado, quando ele se afastou das turnês e foi substituído por Roy Mayorga. “Muitos anos de trabalho em conjunto fizeram com que o relacionamento fosse se desgastando cada vez mais e vejo que hoje não há compatibilidade de idéias entre eu e o resto da banda. Tentei deixar isso claro aos outros membros propondo que déssemos um tempo, no entanto a prioridade deles era a de continuar tocando independentemente da minha permanência”, disse Iggor.
domingo, junho 11, 2006
A cada dia de Copa os jogos vão piorando. Suécia e Trinidad, Holanda e Sérvia e Angola e Portugal irritaram até não poder mais. O jogo do México contra o Irã foi dose de assistir, mas pelo menos foi um pouquinho mais movimentado. A Argentina deu o tom até agora: o jogo contra a Costa do Marfim foi péssimo, mas foi o melhor da Copa até agora. Vai ser duro encarar Austrália e Japão e Estados Unidos e República Tcheca...
O futebol africano só começou ser levado a sério mesmo em 1982, quando Camarões empatu seus três jogos na primeira fase - incousive contra a Itália - e foi desclassificado, e a Argélia surpreendeu e gabhou a Alemanha por 2 a 1 (também foi desclassificada por pura inexperiência).
Desde então todo mundo fica esperando a "next big thing" que vem da África. O fato é que o futebol africano é um engodo, desde as surpresas de 1982. A única seleção que realmente fez alguma coisa de bom e que realmente incomodou foi a Nigéria de 1994, que tinha time para ser campeã. De resto, nem Camarões de 1990 incomodou, embora o péssimo time inglês comandado pelo bêbado Gascoigne quase tenha perdido o jogo.
Depois da Nigéria, em 1994, o futebol africano nada mais apresentou de sério e concreto. Nem mesmo as medalhas de ouro de Nigéria-96 e Camarões-2000 nas Olimpíadas - torneio menor e sem muita expressão dentro do futebol.
A Nigéria fracassou vergonhosamente em 1998, assim como Marrocos em 1986 e Camarões em 1994.nem mesmo a "sensação" Senegal, em 2002, dvee ser considerado, com aquele futebol peladeiro paupérrimo e sem talento - tanto que foi eliminado pela Turquia.
A Costa do Marfim é a mesma porcaria: muita correria, dois ou três que sabem um pouqinho de bola e muitas jogadas toscas. Um time que eprde do Egito na Copa das Nações da África não pode ser levado a sério.
Desisti definitivamente da Copa.
Cansei da Copa do Mundo. Vou ler minhas revistas de rock. Todos os jogos até agora foram insuportáveis, ridículos. É inacreditável como nenhum time conseguiu dar três passes consecutivos para armar uma jogada - qualquer jogada. Pensei que Inglaterra 1 x 0 Paraguai tinha sido o pior jogo de futebol de todos os tempos. Enganei-me, Trinidad e Suécia fui milhões de vezes pior. E com certeza o jogo da Argentina contra a Costa do Marfim vai ser pior ainda. Qualquer porcaria da locadora do lado da minha casa é melhor do que o melhor jopgo da Copa, incluindo os do Brasil.
Alemanha e Costa Rica tentaram fazer algo parecido com futebol na abertura da Copa do Mundo e fracassaram redondamente. Isso demonstra claramente que teremos uma sucessão de peladas, com timecos que não jogariam na várzea de São Caetano, como Togo, Gana, Japão, Arábia e outras porcarias. Será com certeza a pior de todas as Copas.
A Fifa só atrapalha o andamento do futebol, seja interferindo nos campeonatos nacionais, seja dando ouvidos aos asquerosos do G-14, que almejam, no fundo, o fim das seleções nacionais e um único campeonato mundial (na verdade europeu) com os maiores clubes do mundo, excluindo todo o resto.
Copa a cada dois anos é uma idéia absurda, que só serve - se é que serve - a interesses imediatos de alguns clubes europeus, que querem cada vez mais minar o poder da Fifa. Esse é o risco que o mundo do futebol corre a partir de agora.
Um estudo encomendado pelo G-14, o grupo dos clubes mais ricos do mundo, propõe no congresso da Fifa deste ano a Copa a cada dois anos, para "aumentar os lucros". E a Fifa parece que vai estudar a idéia estapafúrdia.
Leia o seguinte texto publico no portal Estadão.com:
"Clubes europeus querem Copa do Mundo a cada dois anos
O G-14 vai propor à Fifa que realize o Mundial a cada biênio e que lhe ceda maior poder de decisão nos assuntos relacionados ao futebol
por Jamil Chade
GENEBRA, Suíça - O G-14, grupo formado pelos maiores clubes de futebol da Europa, estuda a possibilidade da realização da Copa do Mundo a cada dois anos, e não a cada quatro como ocorre atualmente. A proposta faz parte de um estudo sobre a reformulação completa do futebol mundial.
O Brasil, que se candidata para ser sede da Copa em 2014, seria o primeiro atingido pela proposta. Pelo estudo, a nova estrutura do futebol começaria a valer depois da Copa de 2010, na África do Sul. Isso significaria que o Mundial seguinte ocorreria em 2012, e não em 2014.
Nesta semana, em Munique, a Fifa realiza seu congresso anual e, na agenda, está a definição sobre um calendário internacional para 2007 e 2008. Outro ponto da agenda é a relação entre a entidade máxima do futebol e o grupo de clubes milionários. O G-14 é formado por clubes como Real Madrid, Juventus e Manchester United, e pede maior voz nas definições sobre o futebol mundial.
Os cartolas se queixam de que a Fifa toma decisões sem consultar os clubes, que acabam sofrendo com o calendário e com a necessidade de liberar seus jogadores para as seleções. O estudo sobre a reformulação do futebol foi encomendado pelo G-14 à consultoria Hypercube, que elaborou um documento com mais de 30 páginas. Segundo os assessores do grupo, se a Fifa der maior espaço de participação para os clubes e se tomar decisões mais favoráveis às equipes, o relatório sugerindo uma reforma do futebol poderia ser descartado.
"Não se trata ainda de uma política do G-14, mas sim de um estudo que encomendamos para que possamos repensar a estrutura do futebol" alerta uma fonte do G-14. Já a Fifa prefere não comentar o documento.
Outra proposta é para que a Eurocopa também ocorra a cada dois anos, enquanto o Mundial de Clubes, uma criação da Fifa e que tem o São Paulo como atual campeão, seja realizado apenas a cada quatro anos. Com isso, as Eliminatórias para a Copa e para Eurocopa praticamente acabariam para a Europa. As seleções seriam divididas em três divisões no continente europeu, com direito à rebaixamento. As doze melhores equipes da Eurocopa se classificariam diretamente para a Copa do Mundo.
Na prática, apesar do Mundial ocorrer a cada dois anos, as seleções jogariam menos e, assim, os clubes não perderiam tanto com a ausência de seus craques. "
terça-feira, junho 06, 2006
06/06/2006 - 17h41
Palmeiras e Corinthians apostam em escrita para não serem rebaixados
da Folha Online
Apesar da delicada situação na tabela do Campeonato Brasileiro-2006, em que se situam na zona de rebaixamento, Palmeiras e Corinthians podem se apoiar em um trunfo histórico para retornarem das férias mais otimistas.
Na era dos pontos corridos --desde 2003--, apenas uma equipe que freqüentou a zona de rebaixamento durante a décima rodada do campeonato --momento em que foi paralisado o Nacional deste ano devido à disputa da Copa do Mundo-- terminou a competição rebaixada.
O único clube a manter o péssimo desempenho até o final foi Atlético-MG, no ano passado. Naquela edição, passadas dez rodadas, Figueirense, Flamengo e Atlético-PR acompanhavam a equipe mineira na zona de descenso. Mas nenhum dos três times caiu. Eles foram "substituídos" por Brasiliense, Coritiba e Paysandu, que este ano disputam a Série B.
Em 2004, Corinthians, Flamengo, Paysandu e Botafogo eram os quatro últimos colocados do Nacional após a décima rodada. Nenhum deles caiu. Grêmio, Guarani, Vitória e Criciúma foram as equipes que desceram de divisão naquela oportunidade.
Já em 2003, primeiro ano dos pontos corridos, apenas duas equipes eram rebaixadas. Naquela oportunidade, passadas dez rodadas, Goiás e Paysandu ocupavam as duas últimas colocações, em uma edição do Nacional na qual Bahia e Fortaleza foram rebaixados.
Em números, apenas um time que ocupou a zona de rebaixamento na décima rodada nas três últimas edições do Campeonato Brasileiro terminou rebaixado, o que significa 10% --um em dez no total.
da AP
Billy Preston, cantor de R&B que cantou e tocou piano com os Beatles (em Let it Be) e os Rolling Stones (em Black & Blue), morreu ontem em uma clínica de Scottsdale, nos Estados Unidos. Ele estava em coma desde novembro. Tinha 60 anos. Sua morte foi comunicada por seu agente, Joyce Moore. Preston também excursionou com Little Richard nos anos 60.
Billy começou na carreira aos 10 anos, tocando com a diva gospel Mahalia Jackson. Em 1958, ele participou da biografia cinematográfica de W.C.Handy, o filme St. Louis Blues, fazendo o papel de Handy. Nos anos 60, também participou da série de TV Shindig, da Rede ABC.
Em 2004, ele participou de um tributo a Ray Charles, cantando e tocando Unchain my Heart ao piano.
Vi vários cariocas debocharem e zombarem de São Paulo por causa dos ataques do PCC em maio. Falavam com aquele ar de peraltice, como quem diz "tá vendo, vocês também estão em guerra civil e não pode falar da gente".
Nada mais falso. A vida em São Paulo é mais fácil e menos perigosa do que no Rio de Janeiro, essa sim uma cidade em plena guerra civil, onde o perigo é constante e imediato.
Viver ou mesmo passar pelo Rio é uma experiência extremamemnte perigosa e com grandes chances de ser fatal. Que o digam Marcelo Youka (ex-O Rappa) e agora Nettinho, guitarrista do Detonautas assassinado em um assalto no fim de semana passado. Morar no Rio é inviável.
Movimento social baseado na revolução soicalista e nas teses de Mao Tsé-tung... é para rir. enquanto não houver uma reação firme e violenta por parte do poder público, vagabundos como esses do MLST, MST e outros movimentos anacrônicos, absurdos e nojentos vão continuar abusando da falta de autoridade geral dos governos em todas as instâncias. Como o governo Lula é leniente e conivente com esses vagabundos, continuaremos a ver cenas de barbárie como as de hoje.
Luciana Nunes Leal
Estadão.com
BRASÍLIA - Cerca de 300 pessoas do Movimento pela Libertação dos Sem-Terra entrou em conflito com os seguranças da Câmara e acabaram de invadir o anexo do prédio. Portando paus e pedras, os manifestantes agrediram seguranças e funcionários da Casa, deixando vários feridos.
Os manifestantes destruíram praticamente todo o material exibido em uma exposição sobre meio ambiente, no saguão do Anexo 2 da Câmara dos Deputados.
Enquanto se dirigiam para o plenário da Casa, os manifestantes quebraram vasos de plantas, painéis e maquetes da exposição. Duas portas de vidro foram quebradas, e vários manifestantes e seguranças ficaram feridos com cortes causados por estilhaços.
O grupo já invadiu o prédio do Ministério da Fazenda em Brasília, em maio de 2005, para protestar contra o corte do orçamento do governo, destinado aos assentamentos. O então ministro Antonio Palocci não se encontrava no prédio.
Na época da invasão da ministério, em entrevista à Agência Brasil, o professor de geografia da Universidade Federal da Paraíba, Marco Antonio Mitidiero, disse que "o MLST se configura como um movimento muito radical, com um discurso em defesa da revolução socialista baseado nas teses do líder da revolução chinesa Mao Tse Tung. É até um movimento muito mais radical que o MST."
O MLST é considerado uma dissidência do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem-terra. Atua principalmente no Estado de Pernambuco.
segunda-feira, junho 05, 2006
As mudanças que o G-14 pretende implantar e que a Fifa parece estar "estudando" só atrapalham o futebol. Os grandes clubes do mundo querem simplesmente inviabilizar os calendários anuais ao propor copas a cada dois anos e Eurocopas em igual período. Bagunçando o futebol mundial, eles minam o poder da Fifa e a eliminam, tomando conta de tudo. A Fida realmente só atrapalha.
A Fifa também tem seus planos para reestruturar o futebol. Um deles é o estabelecimento de um teto máximo para o número de times nas primeiras divisões dos campeonatos nacionais, além da criação de um sistema de compensações para os clubes que se sentem prejudicados por ter de emprestar seus jogadores às seleções.
No que se refere aos jogadores, a Fifa prevê a criação de um sistema informatizado que monitora todas as transferências de atletas a partir de 2008. Os agentes também passariam a ser monitorados.
Para a entidade, não são as seleções que devem jogar menos, mas os campeonatos nacionais que devem ter um limite de clubes para que não desgastem os jogadores. Pela proposta da entidade, as primeiras divisões teriam apenas 18 equipes.
do Estadão.com
GENEBRA, Suíça - O G-14, grupo formado pelos maiores clubes de futebol da Europa, estuda a possibilidade da realização da Copa do Mundo a cada dois anos, e não a cada quatro como ocorre atualmente. A proposta faz parte de um estudo sobre a reformulação completa do futebol mundial.
O Brasil, que se candidata para ser sede da Copa em 2014, seria o primeiro atingido pela proposta. Pelo estudo, a nova estrutura do futebol começaria a valer depois da Copa de 2010, na África do Sul. Isso significaria que o Mundial seguinte ocorreria em 2012, e não em 2014.
Nesta semana, em Munique, a Fifa realiza seu congresso anual e, na agenda, está a definição sobre um calendário internacional para 2007 e 2008. Outro ponto da agenda é a relação entre a entidade máxima do futebol e o grupo de clubes milionários. O G-14 é formado por clubes como Real Madrid, Juventus e Manchester United, e pede maior voz nas definições sobre o futebol mundial.
Os cartolas se queixam de que a Fifa toma decisões sem consultar os clubes, que acabam sofrendo com o calendário e com a necessidade de liberar seus jogadores para as seleções. O estudo sobre a reformulação do futebol foi encomendado pelo G-14 à consultoria Hypercube, que elaborou um documento com mais de 30 páginas.
Segundo os assessores do grupo, se a Fifa der maior espaço de participação para os clubes e se tomar decisões mais favoráveis às equipes, o relatório sugerindo uma reforma do futebol poderia ser descartado.
"Não se trata ainda de uma política do G-14, mas sim de um estudo que encomendamos para que possamos repensar a estrutura do futebol" alerta uma fonte do G-14. Já a Fifa prefere não comentar o documento.
Outra proposta é para que a Eurocopa também ocorra a cada dois anos, enquanto o Mundial de Clubes, uma criação da Fifa e que tem o São Paulo como atual campeão, seja realizado apenas a cada quatro anos. Com isso, as Eliminatórias para a Copa e para Eurocopa praticamente acabariam para a Europa.
As seleções seriam divididas em três divisões no continente europeu, com direito à rebaixamento. As doze melhores equipes da Eurocopa se classificariam diretamente para a Copa do Mundo.
Na prática, apesar do Mundial ocorrer a cada dois anos, as seleções jogariam menos e, assim, os clubes não perderiam tanto com a ausência de seus craques.
do Whiplash
Durante a turnê do álbum On An Island, o vocalista e guitarrista do PINK FLOYD, David Gilmour, surpreendeu os fãs na última quarta-feira (31 de maio). No último dos seus três shows no Royal Albert Hall, em Londres, Gilmour convidou Nick Mason, baterista do Floyd, para subir ao palco e tocar três músicas.
Como o tecladista Rick Wright está acompanhando Gilmour na turnê, isso quer dizer que é a primeira vez, excluindo o Live 8, que a formação oficial do PINK FLOYD se reúne em um palco desde 1994 (lembrando que Roger Waters não faz parte da banda oficialmente desde a década de 80).
Nas duas noites anteriores, Gilmour brindou os expectadores com aparições surpresa de David Bowie e Mica Paris, além de Graham Nash, David Crosby e Robert Wyatt. Os shows foram gravados e em breve devem ser lançados em um DVD.
do site Whiplash
O Blog do Programa Alto Falante, transmitido pela Rede Minas, com apresentação e produção de Terence Machado, noticia que Igor Cavalera está oficialmente fora do Sepultura, e que a banda já tem novo baterista.
A manchete do site anuncia: "Jean Dolabella é o novo baterista do Sepultura". Em seguida, dá maiores detalhes: "(...) Depois de Max Cavalera abandonar a famosa formação do thrash metal, é a vez do seu irmão Igor também deixar o grupo. Ao que tudo indica, na semana que vem, Jean [Dolabella] vai a São Paulo apenas para acertar todos os detalhes dessa substituição para, em seguida, assumir as baquetas do Sepultura."
Jean Dolabella é ex-baterista do Udora (antigamente conhecido como Diesel). Nada foi oficializado no site do Sepultura, ou através dos assessores da banda.
terça-feira, maio 30, 2006
Ou é Hong Kong ou Tailândia para arrancar milhões de dólares de incautos, ou então são "jogos" preparatórios contra coitados. O jogo contra o Lucerna foi irritantes sobre todos os aspectos. Seleção sem vontade de jogar, adversário sem a mínima condição de enfrentar um casados e solteiros da fábrica da GM de São Caetano, torcida artifical...
Até quando teremos de ser ludibriados pela CBF e por jogadores quaquilionários, que nos submetem a espectáculos grosseiros como os 8 a 0 contra os gordos semi-amadores suíços do Lucerna?
Domingo teremos a fortíssima Nova Zelândia pela frente. A quem Parreira e a CBF quer enganar treinando contra gainhas mortas?
Não existe Justiça no Brasil faz tempo. Seja por despreparo, seja por corrupção ou por simples convicção de preservar interesses de sua classe social ou de amigos, os juízes brasileiros são de péssimo nível. São ignorantes em relação a quase tudo, são arbitrários ao extremo e são lesivos ao interesse público e privado.
O caso acima é emblemático e transforma a capital do Mato Grosso do Sul em um rincão do fim do mundo, com sua política pequenina, seus privilégios para a "elite branca" local, etc.
Também é emblemática a atuação do Judiciário paulista na questão das obras do rodoanel em torno de São Paulo, em seu trecho sul - embargou a obra por causa de supostos e não comprovados "danos ambientais" a uma "suposta" aldeia indígena" de 30 pessoas que fica a 10 km do local das obras.
Absurdo em todos os níveis. Sem falar nas onstantes "sentenças sociais", que afrontam flagrantemente a lei.
Luiz Garcia (*)
Fonte:O Globo
O leitor de um jornal de cidade grande provavelmente acredita que existe liberdade de imprensa no país inteiro.
Não é bem assim. Pode ser bastante verdadeiro, num índice próximo de cem por cento, para aquilo que nós mesmos batizamos de “a grande imprensa”. Mas não nos municípios médios e pequenos, Brasil afora. Neles, a lei pode ser manipulada a favor de quem manda. Não é difícil: afinal, a Lei de Imprensa data do tempo do regime militar, e é legislação feita para não incomodar quem manda.
O caso de Ester Gameiro, diretora do “Correio do Estado” há 52 anos, publicado em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, é exemplar, no pior sentido. Ela nos conta que insiste em publicar reportagens denunciando um ex-prefeito, hoje pré-candidato do PMDB a governador. Suas informações, diz, têm como fonte investigações do Ministério Público Federal, da Controladoria-Geral da União e notícias de outros jornais.
Mas, segundo Ester, o jornal está perdendo a guerra, esmagado por um aluvião de “direitos de resposta”. Para se ter uma idéia, a contra-ofensiva do ex-prefeito já incluiu pedir à Justiça — e conseguir — direito de resposta até para o registro do adiamento do julgamento de um processo.
A publicação maciça, obrigada por decisão judicial, de respostas extensas e com vaga ou inexistente relação com as notícias publicadas, vai aos poucos estrangulando o jornal. As ordens dos tribunais incluem a ameaça de força policial e prisão caso supostas “respostas” — nas quais mais se ofende o jornal do que se estabelece uma defesa — não sejam publicadas imediatamente. As publicações obrigatórias expulsam das páginas notícias de interesse público. E o público se desinteressa.
Todas as informações aqui relacionadas foram fornecidas por Ester. Ela relaciona 17 processos contra o jornal. Numa das sentenças, o juiz determina que “opiniões desfavoráveis” do jornal “não extrapolem os limites da crítica literária, artística ou científica”. Seria engraçado se não fosse uma agressão, tosca mas contundente, à liberdade de imprensa.
As denúncias do jornal não representam caso isolado. A Associação Nacional de Jornais tem revelado freqüentemente episódios de esmagamento da liberdade de informação sob uma massa de processos judiciários.
Existe liberdade de imprensa para organizações jornalísticas financeiramente saudáveis e estabelecidas em centros de grande população e opinião pública atenta. Mas, no Brasil remoto, por assim dizer, a independência da mídia pode ter preço alto, muitas vezes de pagamento impossível.
Não pode ter vida longa um jornal pequeno, se é a todo momento forçado a gastar fortunas para se defender de processos — e ainda por cima encher seu espaço com mais “direitos de resposta” do que notícias de interesse da comunidade.
Quando um jornal combativo morre, é quase sempre substituído por outro, obediente e medroso. Como os autores da Lei de Imprensa instituída pelo regime militar desejavam que fossem todos os jornais do país.
(*) Colunista de O Globo
Andre Matos, vocalista e fundador das bandas SHAAMAN, ANGRA e VIPER, será o solista, interpretando Tommy, protagonista da obra homônima do THE WHO.
O musical, que está sendo organizado pela Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, será apresentado no Memorial da América Latina, em São Paulo/SP, de 16 a 18 do próximo mês, com entrada franca.
“Tommy” foi escrita em 1969 e é uma das duas óperas rock em larga escala do The Who, o primeiro trabalho musical explicitamente chamado desta maneira. A ópera foi composta pelo guitarrista Pete Townshend, com duas faixas do baixista John Entwistle e uma creditada ao baterista Keith Moon, na verdade composta por Townshend. Uma canção antiga de blues do músico Sonny Boy Williamson também foi incorporada à obra.
A historia retrata a biografia fictícia de Tommy Walker (Andre Matos). O pai de Tommy foi considerado perdido em batalha durante a Primeira Guerra Mundial, mas retorna inesperadamente em 1921 e é morto pelo amante de sua esposa enquanto Tommy, então com sete anos de idade, presencia tudo através de um espelho.
A mãe e o amante o forçam a acreditar que ele não viu, ouviu e não irá falar nada a ninguém, e Tommy se torna surdo, cego e mudo como conseqüência. Ele tem uma visão de um estranho vestido dourado, com uma longa barba, provavelmente uma figura paternal, e a visão o leva a uma jornada espiritual.
Durante o resto de sua infância ele sofre abusos por parte de vários familiares, interpretando suas sensações físicas como música. Certo natal ele ganha uma máquina de pinball, logo tornando-se mestre no jogo, com um séquito de fãs.
Tommy finalmente é curado quando um médico o coloca na frente de um espelho e sua mãe, melindrada por perceber que ele enxerga o próprio reflexo, estilhaça o objeto.
Posteriormente Tommy assume o manto de Messias e tenta levar seus seguidores à “luz”, como aconteceu com ele, mas a mão pesada de seu culto e a exploração por parte de seus parentes provoca uma revolta contra ele. A história termina ambigüamente, com o refrão Listening To You de “Go To The Mirror”, sugerindo que Tommy fechou-se novamente ao mundo depois da rebelião, voltando às suas fantasias.
Na sua versão original lançada no álbum, a história não passa de um esboço, com detalhes frequentemente preenchidos por Townshend em entrevistas. Quando outras adaptações do álbum começaram a surgir, alguns detalhes eram acrescentados e outros alterados (por exemplo, o avanço para a época da Segunda Guerra Mundial e 1951 em versões posteriores e na do filme, com o amante matando o pai ao invés do oposto).
O quarto concerto de 2006 da Banda Sinfônica Jovem traz essa orquestra de 70 músicos bolsistas do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim, com regência da Maestrina Mônica Giardini, interpretando esse clássico da história do rock.
Para os fãs de Andre Matos, essa nova adaptação deve mostrar uma nova vertente de seu trabalho.
Confira mais detalhes da remontagem e os serviços!
Ficha Técnica:
"Tommy"
Ópera Rock de Pete Townshend (The Who)
Direção Geral e Regência: Mônica Giardini
Direção Cênica: Mauro Wrona
Orquestração: Julio César de Figueiredo
Participação especial
Coral Jovem do Estado
Regente Nibaldo Araneda
Realização:
Centro de Estudos Musicais Tom Jobim
Elenco:
Tommy: Andre Matos
Pai: Espartaco de Paola
Mãe: Tuca Fernandes
Narrador e doutor: Wilson Medeiros
Rainha do ácido: Ana Suely Nobre / Catarina Resende David
Amante e Pinball Wizzard: Roger Troyjo
Pastor e Primo Kevin: Márcio Leandro Silva
Tio Ernie e recepcionista do campo: Victor Sgarbi
Enfermeira: Nathália Resende Carvalho
Banda de Rock
Sintetizadores: Abelita Brandão
Guitarra: Vinícius Gomes
Baixo: Fábio dos Santos Vieira
Bateria: Ricardo Nascimento
Serviço:
Banda Sinfônica Jovem apresenta "Tommy" - Ópera Rock
Apresentações:
• 16 de junho às 21h00;
• 17 de junho às 21h00;
• 18 de junho às 19h00.
Local: Memorial da América Latina
Endereço: Rua Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda
Info: 11 3823-4600
Ingresso: Gratuito
AMAZING JOURNEY, o tributo ao THE WHO composto de Mike Portnoy (DREAM THEATER) na bateria, Paul Gilbert (MR. BIG, RACER X) na guitarra, Billy Sheehan (MR. BIG) no baixo e Gary Cherone (EXTREME, VAN HALEN) no vocal, começou sua mini turnê no último sábado (27 de maio) em Whittier, CA.
Com um setlist enorme (confira abaixo), a banda impressionou e agradou o público com sua performance impecável, que tal qual ocorreu nos projetos YELLOW MATTER CUSTARD e HAMMER OF THE GODS, que prestavam homenagem aos BEATLES e LED ZEPPELIN, respectivamente, serão lançados em DVD.
1º Set
01. Baba O'Riley
02. Sister Disco
03. Substitute
04. Pictures of Lily
05. I Can See for Miles
06. Young Man Blues
07. A Quick One While He's Away
08. Bargain
09. Behind Blue Eyes
10. The Real Me
11. Love Reign O'er Me
Intervalo
2º Set
01. Overture
02. It's a Boy
03. 1921
04. Amazing Journey
05. Sparks
06. Eyesight to the Blind (The Hawker)
07. Christmas
08. The Acid Queen
09. Pinball Wizard Tommy, Can You Hear Me?
10. There's A Doctor
11. Go to the Mirror
12. Smash the Mirror
13. I'm Free
14. Tommy's Holiday Camp
15. We're Not Gonna Take It
Encore:
01. Who are You
02. Won't get Fooled Again
03. My Generation.
Publicidade
da Ansa, em Bruxelas
O primeiro partido declaradamente pedófilo, que "nasce" nesta terça-feira na Holanda com o objetivo de liberar a pornografia infantil e as relações sexuais entre adultos e crianças, se chamará NVD (Amor ao próximo, Liberdade e Diversidade).
"Educar as crianças significa também acostumá-las ao sexo. Proibir deixa as crianças mais curiosas", afirmou Ad van den Berg, 62, fundador do partido, em entrevista ao jornal holandês "Algemeen Dagblad".
Segundo Van den Berg, a imagem dos pedófilos foi desonrada pelo escândalo do assassino de crianças belga Marc Dutroux, mas, segundo ele, o lançamento do partido político pode reverter esse quadro.
No programa do NVD não há apenas pornografia infantil: o partido propõe a extinção do Senado e das funções do primeiro-ministro, a legalização de todas as drogas, leves e pesadas, e prisão perpétua para assassinos reincidentes.
O partido, em seu site na internet, afirma que qualquer pessoa que tiver completado 16 anos deveria poder interpretar filmes pornôs e que a maioridade sexual deveria ser abaixada para 12 anos.
da agência ANSA
O vocalista e guitarrista da banda britânica Pink Floyd, Dave Gilmour, pediu aos Rolling Stones que deixem de fazer turnês internacionais e "se dediquem a ter uma vida". Gilmour, de 60 anos, afirmou que o grupo veterano liderado por Mick Jagger não está interessado na música, mas que está obcecado com a adoração recebida de seus fãs.
"Acho isso ridículo. Mick (Jagger) e Keith (Richards) deveriam ter algum tipo de vida. É como uma compulsão estranha, sexual", acrescentou o músico. "De quanto dinheiro mais precisam? Acho que o que mais buscam é o aplauso", completou.
Para o vocalista do Pink Floyd, o aplauso é uma droga poderosa. "Eu sou um grande fã dos Stones, mas eles não fizeram nada em anos que superasse suas primeiras criações", finalizou.
Os Rolling Stones, que passaram pelo Brasil em fevereiro deste ano em show histórico para mais de um milhão de pessoas na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, cancelaram recentemente seus 15 primeiros shows da turnê A Bigger Bang européia, que deveria ter começado em Barcelona no dia 27 de maio. A
As apresentações foram postergadas em função da recuperação do guitarrista da banda, Keith Richards, que foi submetido, no último dia 8, a uma cirurgia cerebral, em Auckland, na Nova Zelândia, depois de cair de um coqueiro nas ilhas Fiji, em 27 de abril.
segunda-feira, maio 29, 2006
A reação da imprensa à crise do gás pode ter sido exagerada em alguns aspectos e em alguns veículos, mas o fato, que muitos simpatizantes da esquerda fingem ignorar, é claro e cristalino: expropriação, nacionalização ou qualquer outro eufemismo que se dê ao termo é roubo.
A Petrobras foi lesada, investiu US$ 1,5 bilhão em pesquisa, extração, instalãção de equipamentos e usinas e não será ressarcida por isso.
É normal isso nas relações internacionais? E como afirmar que esse é um caso menor? Roubo internacional é um caso menor? Afronta à soberania é um caso menor? Só porque as consequências financeiras à Petrobras foram bem menores do que o esperado por conta de uma conjuntura internacional favorável, como o próprio artigo diz?
O episódio mostra claramente que o governo Lula não política externa, não tem política energética, não tem política para quase nada. Teve uma reação pífia e passou a imagem de que não está à altura de um debate comercial internacional.
Quanto à diplomacia brasileira, sem comentários, é péssima, em todos os sentidos e países. E, como bem salientou o artigo, méritos à Petrobras, que fez um trabalho de mídia e informação e realmente desarmou algumas bombas. Mas fez isso devido à leniência e incompetência do governo federal em lidar com o assunto.
quinta-feira, maio 18, 2006
Era previsível, infelizmente, que o número de "suspeitos" mortos em "confronto" com a polícia fosse alto após os ataques do PCC nesta semana. Não há nomes, nem detalhes das circunstâncias em que os "suspeitos" foram mortos. Ou seja, se alguns queriam motivos para ressuscitar os esquadrões da morte, agora têm. É impressionante a incompetência e o mau-caratismo que dominam as nossas polícias. Acuadas, saem epla periferia atirando contra tudo e contra todos. Será que teremos que dar razão a quem diz que é um confronto de bandidos contra bandidos? Não existe mais Estado, mais governo, mais nada. Anarquia total.
A mensagem abaixo foi tirada do blog do escritor Ferréz, conhecido por seu trabalho retratando a periferia de São Paulo e pelos textos na revista Caros Amigos:
"Atenção a todos os amigos. apelo a todos que acompanham esse blog, que nos ajude a dizimar o que está acontecendo. a Policia Militar e a Policia Civil afetados com a onde de matança, estão fazendo da nossa periferia um estado prá lá de nazista, já são mais de 100 "suspeitos"assassinados, e nenhum deles é PCC . Só de colegas, foram mortos 4, isso pra não contar os que estão no hospital. nenhum deles tinha passagem, por isso apelo para que divulguem a real de que o acordo não foi feito com o povo, o povo tá morrendo, sendo baleado pelas costas, ao entregar pizza, ao voltar para casa. a policia covarde, treme perante o olhar do ladrão, mas mata sem dó quem está simplismente voltando para casa. isso é uma vergonha, e se é o trabalho deles, tá na hora dagente fazer o nosso, reagir com cidadania, mostrando que não queremos essa matança. LEI MARCIAL PARA POBRES INOCENTES FOI DECRETADA. Ferréz"
quarta-feira, maio 17, 2006
Da coluna de Ricardo A. Setti, do site No Mínimo:
"O que vai acontecer com os advogados do PCC que subornaram um funcionário da Câmara dos Deputados e, por 200 reais, compraram dois CDs contendo a íntegra dos depoimentos sigilosos de dois importantes delegados da Polícia Civil de São Paulo à CPI do Narcotráfico? Nada se falou a respeito. O silêncio inclui a OAB."
Descontando a série de exageros na questão dos ataques do PCC - como bancos, shoppings e lojas fechando no meio tarde, gente dispensada do trabalho ao meio-dia e coisas parecidas -, o episódio mostra a falência total do Estado brasleiro como instituição, e a falência do Estado de São Paulo após 12 anos de PSDB no governo. Já ultrapassamos o estágio de Colômbia, aqui é Iraque e a coisa vai ficar muito pior. a guerra civil virou guerra urbana declarada e vai forçar nós, cidadãos comuns, a tomar um partido. Eu ainda fico do lado institucional e apóio medidas de força, mesmo que extrema, contra a máfia do PCC e outras existentes por aí. Vencidos os marginais, deverão ter o mesmo tratamento policiais, juízes e politicos corruptos.
A situação não é nova. Todo dia alguém é flagrado em fotos comprometedoras na internet. Entretanto, é chocante a dimensão que alcançou o caso da universitária de Pompéia, cidadezinha da região de Marília (SP), que supostamente aparece em fotos fazendo sexo com dois homens an internet.
O caso estourou em abril e a garota quase foi linchada na universidade onde estuda direito por um bando de nojentos asquerosos que aspiram ser advogados (não são humanos, são vermes).
A vida garota e da família foi destruída. Assim como a vida dos dosi idiotas que aparecem nas fotos. A melhor reportagem sobre o assunto foi feita pela jornalista Eliane Brum, da revista Época. Leia o texto aqui.
É evidente que a situação constrangedora que foram submetidos os personagens tem, em princpipio, um caráter privado, ou seja, a privacidade da menina e dos dois homens foi violada. Só que houve imprudência e burrice no episódio. Como os três concordaram que um deles fizesse foto da festinha? Por mais confiança que tivessem entre eles, o risco de essas fotos caírem na internet era gigantesco. E foi o que aconteceu.
A menina argumenta que as fotos são montagem. Tem argumentos para isso. Os dois idiotas se contradizem constantemente em depoimentos na polícia, ora dizendo que são verdadeiras, ora reafirmando que são falsas e montadas.
O fato é que as fotos forqam para a rede, num crime flagrante - ético, moral e penal. Quem divulgou as fotos merece cadeia pesada. Mas, para a história, o caso passou como "a universitária de Pompéia que transou com dois caras".
Esse mundo é novo demais para lidarmos com segurança em todos os aspectos. As possibilidades quea internet permite são infinitas. Todo cuidado é muito pouco para evitar barbaridades como essa e outrras, como a divulgação de conteúdo racista e discriminatório. A internet tem limites?
Sobre o caso em si, creio que as fotos são verdadeiras. O site NoMinimo traz um artigo sobre o caso nesta semana e nos comentários de internautas há especialistas dando detalhes sobre a veracidade das fotos (não vou divulgar o link das imagens).
O fato é que os três foram irresponsáveis - partindo do perssuposto de que as fotos são verdadeiras, o que eu acredito. Fizeram sua festinha e resolveram registrar, só que não contavam com a sacanagem e a falta de escrúpulos de um deles.
Está claro que foi um dos dois homens que divulgou as fotos, na minha opinião. Ou, no mínimo, um dos dois repassou as fotos a algum safado que resolveu sacanear. De qualquer forma, todos, mas principalmente a garota, estão pagando por serem imprudentes e, sobretudo, burros.
sábado, maio 13, 2006
Está sendo organizada pela Banda Sinfônica Jovem de São Paulo uma série de apresentações da Ópera-Rock "Tommy", do THE WHO, que seriam realizadas no mês de junho no Memorial da América Latina.
O musical contará com uma banda de Rock, um coro de 88 vozes e diversos cantores, sendo que um deles poderá ser o vocalista Andre Matos (SHAAMAN, ex-ANGRA), que supostamente atuaria em um dos papéis principais.
Os vocalistas Robert Plant, do Led Zeppelin, e Roger Daltrey, do The Who, uniram sua forças nesta semana para uma causa beneficente. Eles se apresentaram juntos no London’s Old Billingsgate Fish Market sob o nome de RD Crusaders.
A idéia era ajudar o hospital infantil The Evelina Chindren’s Hospital Appeal e eles conseguiram cerca de US$ 3,5 milhões. Isso porque na platéia estavam apenas figurões do mundo dos negócios e celebridades como Kevin Spacey e Mohamed Al Fayed. “My Generation” e “Shout” foram algumas das canções executadas.
do site Whiplash
Desde o início do mês de abril a imprensa vem sendo questionada sobre o destino da banda Shaaman. Embora ainda na ativa e com vários shows marcados, os rumores de uma crise interna com ruptura entre os integrantes se tornaram cada vez mais intensos.
A Whiplash!, assim como outros meios de informação especializados, vem continuamente tentando obter informações mais concretas sobre o caso, sem sucesso. O que se sabe até o momento é que diversas fontes (internas e externas) dão como certa a saída do baterista Ricardo Confessori, e até mesmo o fim da banda, por motivos de divergências entre os músicos. O nome de um suposto baterista substituto teria sido divulgado, mas não oficialmente.
O mais recente rumor seria o de que os próximos shows, já marcados, seriam os últimos da banda, com um comunicado oficial saindo nos dias seguintes.
O Whiplash! divulga estas informações por estarem sendo amplamente comentadas e debatidas, já não sendo novidades para boa parte do público, muito menos para a imprensa. Por outro lado deixamos claro que se tratam até o momento de informações NÃO CONFIRMADAS, e ficamos no aguardo de pronunciamentos oficiais.
A guerra civil prevista aqui neste blog há alguns meses está a pleno vapor no Brasil, notadamente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os ataques que o PCC perpetrou contra as polícias paulistas em 12 de maio mostra o grau de crise em que nossa sociedade está afundada. O Estado virou refém. O crime organizado domina amplamente as nossas vidas e rege o comportamento das autoridades, que estão acuadas. E nós, paulistanos, que nos gabávamos de ficar à distância da "barbárie" carioca...
E agora, o que fazer? Temos um governo Lembo-alckmin fraquíssimo, leniente com a violência, inexistente sob todos os pontos de vista. Temos um governo federal atolado em corrupção e inerte, que mal consegue conter um índio analfabeto boliviano que insiste em humilhar nosso presidente aos olhos do mundo.
A resposta do Estado paulista - e por que não do Estado brasileiro? - tem de ser brutal e definitiva, para enterrar de vez, mesmo que seja no sentido literal da palavra, o crime organizado do PCC.
A guerra civil está instalada, então o Estado tem de agir como se estivesse ocorrendo uma guerra. Em épocas de colombização, ataque macio e violento é necessário, mesmo que haja conseqüências funestas em termos institucionais e mesmo que envolva inocentes e civis na parada.
sexta-feira, maio 12, 2006
A questão que se coloca depois de quase dez dias do vandalismo ao final da partida Corinthians e River Plate é a seguinte: teremos punições? As torcidas organizadas merecem ser banidas dos estádios? Ou melhor, adianta bani-las, pelo menos de forma oficial?
Quando se necessita cada vez mais de um número maior de policiais para uma partida de futebol é sinal de que o caminho está errado, de 1que tudo pelo qual lutamos sumiu.
Por mais que queiramos que o poder público, clubes e federações organizem de forma perfeita o espetáculo, este está fadado ao fracasso se o público não estiver de acordo com a organização. E frequentemente o público não está de acordo. O público não se interessa em colaborar, só quer "desfrutar" e "curtir", seja já lá o que a maior parte da turba entende por isso.
Por mais que a organização do espetáculo seja perfeita - e não é no Brasil -, a maior parte dos torcedores estraga o evento. É o torcedor que fura a fila do ingresso, da entrada e do banheiro; é o torcedor que incentiva o filho criança a burlar as regras e fingir que tem menos de cinco anos quando tem muito mais; é o torcedor que frauda a carteira do estudante para lesar o clube do coração e pagar menos; é o otorcedor que urina na parede ou no canto, para não ir ao banheiro; é o torcedor que compra produtos pirata; é o torcedor que atira amendoim e copo de plástico no outro torcedor na arquibancada.
Quando esse é o perfil do torcedor que frequenta os estádios brasileiros, chego a conclusão de que esse torcedor-consumidor não tem direito a nada. Merece ser roubado pelos assaltantes, pelos cambistas, pelo flanelinha e pelo dono do boteco.
Merece apanhar da polícia mesmo quando nada fez. Merece ser espancado até a inconsciência quando resolve destruir o patrimônio só porque seu time perdeu. Merece que seja ignorado pelo ídolo quando este se recusa a dar autógrafo.
Tudo isso é reflexo direto da falta de cidadania, de civilidade, de educação. e não me refiro à educação formal, tão citada quando o assunto é violência e desesperança da população. Não dá para sociologizar uma situação que é apenas fruto da péssimo caráter e do vandalismo de grande parte dos torcedores brasileiros.
Nada justifica as cenas absurdas do final do jogo Corinthians e River Plate. nada justifica a destruição dos banheiros do Parque Antártica pelos são-paulinos e das cadeiras de madeira do Morumbi pelos palmeirenses.
Nada justifica a tentativa de invasão de campo do Pacaembu pelos palmeirenses na final da Copa São Paulo de Juniores de 2003.
Nenhuma frustração justifica atos desse tipo. Se falta de dinheiro fosse motivo para descontar as tristezas da vida, nenhuma cidade brasileira, indiana, boliviana, venezuelana ou de qualquer país pobre permaneceria de pé. Não creio nisso.
As cenas de violência que presenciamos em todos os jogos, sobretudo nos clássicos, é consequência direta do caráter obtuso e deformado do torcedor (povo) brasileiro.
Entre os gaviões que quiseram invadir o gramado do Pacaembu estavam estudantes de classe média que moram bem em um sobrado ou em um apartamento amplo, que ficam irados quando a empregada ou "mulher da limpeza" inadvertidamente quebra um mouse de computador ou tira uma lasca de móvel. É o cara que vai no banheiro limpo de sua casa e urina direitinho no vaso sanitário.
A situação acima é a mesma de um torcedor que mora em um barraco na favela, mas que é ajeitadinho. Duvido que ele tome cerveja e a atire no chão de sua residência. Duvido que o cara da classe média e o favelado descritos aqui arranquem as torneiras dos banheiros de suas casas quando seus times perdem.
Portanto, podemos dizer que a questão é de mau comportamento, consequência de falta de educação, caráter deformado e ausência de qualquer sentido de solidariedade e civilização.
Essas características são encontradas principalmente nas torcidas organizadas, que reúnem o que há de pior na sociedade, ofuscando os verdadeiros torcedores que tentam se juntar em um grupo organziado para torcer. Os vagabundos, vândalos e bandidos predominam nas torcidas organizadas há muitos anos, infelizmente. E acabam exercendo fascínio em grande parte dos chamados "torcedores comuns".
Sou um feroz crítico das torcidas organizadas e anseio por seu banimento e extinção. Mas elas não são as principais culpadas pelo vandalismo e violência que estamos presenciando no futebol nos últimos tempos - afinal, enquanto as organziadas assistiam à final da Libertadores de 2005 no Morumbi, milhares de vãndalos comuns sçao-paulinos destruíam a avenida Paulista.
Todo o sofrimento que o torcedor é submetido quando vai ao estádio é reflexo de seu comportamento. É um torcedor que não s eimporta de ser maltratado, que fura filas e frauda documentos. Não pode reclamar das péssimas condições oferecidas e das borrachadas da polícia.
quinta-feira, maio 11, 2006
O jornal inglês The Sun publicou que o guitarrista Keith Richards, dos Rolling Stones, teve de se submeter a uma segunda operação no cérebro e os médicos alertaram para que ele nunca mais toque ao vivo. As informações foram negadas pela produção da banda.
O porta-vioz do músico chegou a divulgar uma nota oficial sobre o caso. "Ao contrário do publicado em jornais da Nova Zelândia e da Inglaterra, Keith Richards não passou por uma segunda operação. A primeira e única operação foi realizada na segunda-feira, dia 8, e teve 100% de sucesso", escreveu o assessor.
Apesar da negativa, os boatos ganharam força porque, inicialmente, a produção dos Stones negou tanto o acidente sofrido por Richards quando a necessidade de cirurgia. Depois de cair de uma árvore, enquanto passava férias nas Ilhas Fiji, Richards ficou internado na Nova Zelândia. Os médicos detectaram uma leve hemorragia cerebral e realizaram a intervenção para drenar o sangue.
Por conta disso, a temporada européia de A Bigger Bang, que começaria em Barcelona no dia 27 de maio, foi adiada.
terça-feira, maio 09, 2006
da Reuters
A obra mais conhecida da banda Pink Floyd (foto), o disco "The Dark Side of the Moon", lançado em 1973, acaba de atingir a marca de 1,5 mil semanas na parada da Billboard - um feito inédito neste ranking musical norte-americano.
Com mais de 40 milhões de cópias vendidas, o disco praticamente nunca deixou a lista dos 200 mais vendidos nas lojas dos Estados Unidos.
Mesmo depois de mais de 30 anos, todas as faixas do álbum ainda são tocadas em emissoras de rádio do mundo todo e pelo menos 8 mil unidades do álbum saem das prateleiras semanalmente.
O disco "Legend", de Bob Marley, é segundo colocado nesse ranking de permanência, porém ficou três vezes menos presente na parada da Billboard.
Quando o Palmeiras foi rebaixado em 2002, a torcida protestou, esperneou e até ameaçou dirigentes e jogadores. Surpreendente, no entanto, que ninguém tenha sido agredido. também surpreende que que todos tenham ficado vivos.
Temo, entretanto, que dirigentes e jogadores do Palmeiras não tenham a mesma sorte em 2006, caso haja novo rebaixamento. Afinal, como prega uma parte significativa dos torcedores, alguma coisa precisa acontecer no Parque Antártica.
sábado, maio 06, 2006
Não houve nada de épico na segunda partida entre São Paulo e Palmeiras pela Libertadores. Foi um jogo de futebol muito ruim onde a empáfia e a arrogância do Tricolor esbarraram no desespero palmeirense.
O time verde foi prejudicado pela arbitragem de forma flagrante e vergonhosa. O juiz interferiu ao "lançar" o lateral Júnior, que não sofreu pênalti na entrada de Cristian.
Ao final, o juiz não acrescentou cinco minutos aos outros quatro de desconto por conta da confusão protagonizada por Rogério Ceni. O Palmeiras merecia, no mínimo, a disputa por pênaltis, mas é óbvio que não tinha time para passar de fase.
Ficam duas lições dos dois confrontos: que o São Paulo, do alto de sua empáfia, incensado como o melhro time do Brasil, é um time com muitos defeitos e dificilmente será camoeão da Libertadores. Teve dificuldade de vencer um time destroçado e sem qualidade.
Por outro lado, o Palmeiras segue firme em seu projeto Segunda Divisão parte 2, com time péssimo em todos os setores, sem técnico, sem departamento médico e sem vergonha, com uma diretoria recehada de incompetentes e oportunistas.
Está completamente decadente e corre sério risco de trilhar o caminho da Portuguesa nos próximos anos. Ainda está longe disso, mas o alerta está dado.
A MSI é muito mais amadora do que os dirigentes brasileiros. Dualib dá dez em Kia Joorabichian. A derrota para o River Plate é uma tragédia, uma vergonha para um clube que gastou R$ 150 milhões para montar um time de estrelas que não se encontra em campo e que fica em sétimo lugar no Canpeonato Paulista.
A verdade é que a oposição corintiana e gente que apóia Dualib deliberadamente deixou a MSI quebrar a cara, com um time frankenstein, com craques no ataque e no meio, mas sem defesa e sem técnico.
Os problemas que o time enfrentou no Paulistão e no começo da Libertadores escancaram as fragilidades do time, mas ninguém se preocupou com isso. Afinal, iriam ganhar a Libertadores de qualquer jeito.
O Corinthians campeão brasileiro de 2005 apenas porque houve remarcação de jogos se parece com o cidadão que está pendurado numa janela do Empire State Building: estão alto, e pode até pensar alto, mas está muito longe do chão.
sexta-feira, maio 05, 2006
O alerta já havia sido dado no ano passado. São-paulinos irados e fora de si, mesmo com o time vencendo a Taça Libertadores, destruíram a avenida Paulista, sem motivo aparente (não engulo a história de que a falta de telão motivou a selvageria).
Os atos de vandalismo foram nojentos e asquerosos e mostram que a sociedade brasileira estava perto da barbárie, à beira de uma explosão de irracionalidade.
Os acontecimentos do estádio do Pacaembu ontem, com os corintianos querendo invadir o jogo só porque o time perdia um jogo, mostra que a situaão piorou. E não podemos mais aceitar as teses sociolóides de que a miséria, a violência, o buraco da camada de ozônio e a falta do que quer que seja estão estressando o homem moderno, que desconta suas frustrações de forma violenta.
O que vimos no Pacaembu, assim como vimos na Paulista e como vimos no final de 2004 no Parque Antártica - briga entre torcidas uniformizadas rivais do Palmeiras na rua - é a própria bestialidade. É um agrupamento de vagabundos com a nítida intenção de quebrar por quebrar, destruir por destruir.
Assim como ocorreu na França, no ano passado, quando jovens filhso de imigrantes destruíram 9 mil carros, os atos de vandalismo em São Paulo são inconsequentes de gente sem caráter e sem decência, bandidos infiltrados nas platéias com o objetivo de intimidar e de mostrar que estão fora do alcance das leis e das autoridades.
Tanto a Justiça quanto a as polícias são lenientes com esse tipo de gente, que ainda é minoria. os PMs bateram pouco nos corintianos na última quinta.
Como bateram pouco nos santistas que detonaram a Praça Independência, em Santos, quando estes comemoravam o titulo paulista.
Como bateram pouco nos tricolores que destruíram a Paulista. Como bateram pouco nos palmeirenses em 2004 e nos campineiros do Guarani e da Ponte.
Defendo medidas radicais contra esses baderneiros. A coisa só vai amenizar quando começarem a ocorrer mortes. Quando a polícia começar a matar bastante, quem sabe a coisa comece a melhorar.
Impunidade é isso aí.
segunda-feira, maio 01, 2006
Criou-se uma polêmica recentemente quando o técnico Emerson Leão, então no Palmeiras, se recusou a conceder uma entrevista a um videorrepórter (ou "abelha")da TV Cultura. Alegou que aquilo tirava empregos de profissionais.
Coisa rara, mas o técnico acertou. Videorreportagem é um retrocesso, até mesmo em casos simples e emergenciais. O videorrepórter não faz bem nem a imagem e muito menos a reportagem em si. São duas funções incompatíveis.
Talvez tenha funcionado, mas de forma precária, no começo da internet. No entanto, revelou-se depois um fiasco. Acho que Leão até tem razão em sua bronca, mas entrou numa seara que desconhece.
Se ele se preocupa tanto com as condições de trabalho dos jornalistas, por que não critica o excesso de estagiários que fazem a função de formados e diplomados? Por que não critica a existência de jornalistas sem diploma que aceitam receber salário mínimo, destruindo ainda mais a profissão?
Evo Morales, Hugo Chávez, Ollanta Humala, Kirchner... A América Latina caminha firme para o retrocesso. A decisão de Morales de restringir e atrapalhar a atuação de empresas estrangeiras na Bolívia só mostra que a incompetência é a marca da esquerdalha no continente. A região não tem futuro. Na verdade, nunca teve.
Greve de fome agora virou o último recurso dos calhordas para chamar a atenção. É o caso de Anthony Garotinho, pré-candidato a presidente pelo PMDB. Supostamente perseguido pela grande imprensa, parou de comer porque se sente "injustiçado". Quer observadores internaiconais para acompanhar a eleição presidencial deste ano e uma "intervenção" na imprensa para que não seja mais atacado. Ridículo é pouco. A revista Veja tem perdido cada vez mais credibilidade por causa de reportagens torats e tendenciosas, mas pelo menos todo mundo está apanhando, de Lula a Alckmin, de Garotinho a pefelistas. Menos mal.
terça-feira, abril 25, 2006
do site Whiplash:
O site Ytsejam Records acaba de disponibilizar as pré-vendas para uma série de “bootlegs oficiais” do DREAM THEATER.
A gravação do show de 25 de outubro de 2005, no Hammersmith Apollo, em Londres, onde a banda tocou o clássico "Dark Side of the Moon", na íntegra, estará disponível em CD — que virá com um disco bônus — e DVD. Outra raridade serão os CDs “Awake Demos” e "Old Bridge, New Jersey - 12/14/96".
Confira as faixas que estarão nos respectivos lançamentos logo abaixo:
"Dark Side of the Moon"
01. Speak to Me / Breathe
02. On the Run
03. Time
04. The Great Gig in the Sky
05. Money
06. Us and Them
07. Any Colour You Like
08. Brain Damage
09. Eclipse
Bonus Disc – "A Saucerful of Floyd":
01. Echoes Pt.1 (Soundcheck Rehearsal - Philadelphia, PA - 4/2/04
02. One of These Days (Live in Rotterdam, Netherlands - 1/18/04)
03. Sheep (Soundcheck Rehearsal - Anaheim, CA - 3/9/06)
04. In the Flesh? (Live in Berlin, Germany - 2/26/95)
05. Run Like Hell (Live in Poughkeepsie, NY - 12/30/98)
06. Hey You (Live in Paris, France - 6/25/98)
07. Comfortably Numb (Featuring QUEENSRŸCHE - Live in Spokane, WA - 7/30/03)
O conteúdo do DVD “Dark Side of the Moon” será diferente do CD. Confira:
01. Speak to Me / Breathe
02. On the Run
03. Time
04. The Great Gig in the Sky
05. Money
06. Us and Them
07. Any Colour You Like
08. Brain Damage
09. Eclipse
+ Special Bonus Features
* Entrevistas, ensaio, e imagens da passagem de som
* Covers adicionais do PINK FLOYD: “Hey You”, “Echoes Pt.1” e "Comfortably Numb", junto aos membros do QUEENSRŸCHE.
"Awake Demos":
01. Scarred
02. 6:00
03. The Mirror
04. Caught In A Web
05. Erotomania
06. Voices
07. The Silent Man
08. Lie
09. Lifting Shadows Off a Dream
10. Innocence Faded
11. Space-Dye Vest
"Old Bridge, New Jersey - 12/14/96":
CD 1:
01. A Change of Seasons Pt. I
02. A Change of Seasons Pt. II
03. The Mirror
04. Lie
05. Burning My Soul
06. Another Hand / The Killing Hand
07. Just Let Me Breathe
08. Caught In a Web
09. Peruvian Skies
10. Pull Me Under
CD 2:
01. Lines in the Sand
02. Take Away My Pain
03. A Change of Seasons Pt. IV
04. Ytse Jam
05. Learning to Live
06. A Change of Seasons Pt. VII
07. Metropolis
sexta-feira, abril 14, 2006
A espetacularização da entrevista da assassina confessa Suzane von Richthofen à TV Globo e à Veja rendeu muito mais do que imaginávamos. E as críticas à imprensa estã vindo de onde menos se esperava: os próprios jornalistas.
Os dois principais sites dedicados à discussão do jornalismo no país, frequentado basicamente por jornalistas, o Comunique-se e o Observatório da Imprensa, estão recheados de depoimentos de pessoas da categoria condenando a "falta de ética" da TV Globo ao "invadir" a privacidade da relação cliente-advogado.
Foi a mesma coisa quando do caso das charges européias que mostravam Maomé como terrorista. Em vez de se condenar os terroristas e radicais que fomentavam o ódio contra o Ocidente, criticou-se a "falta de sensibilidade" dos autores e dos jornais que as publicaram, num perigoso incentivo à censura, à autocensura e à ditadura do politicamente correto. Invertaram a coisa e transformaram vítima em vilão.
No caso suzane, ocorre a mesma coisa. Quem errou foram Suzane e seus advogados, que fizeram uma das maiores besteiras da advocacia criminalista brasileira. A TV Globo e a revista Veja nada mais fizeram do que o seu papel. Desvendaram a farsa que foi a entrevista.
Desvio de ética dos veículos? De forma alguma. Suzane portava microfone portátil quando recebeu por três as orientaões de seu advogado e tutor. Uma mistura de burrice, ingenuidade e tremenda cara-de-pau.
Texto extraído da coluna de Ricardo Kotscho, do site NoMinimo: Pode não ser politicamente correto, mas não resisto a partilhar com os leitores uma historinha que me chegou pela internet e acabou com o mau humor em que fico depois de ler os jornais logo cedo: "O Centro Sísmico Nacional enviou à polícia da cidade nordestina de Catolé do Amparo Velho um telegrama que dizia: “Possível movimento sísmico na zona. Ponto. Muito perigoso, superior Richter 7. Ponto. Epicentro a três quilômetros da cidade. Ponto. Tomem medidas. Ponto. Informem resultados com urgência. Ponto.” Esta história me fez lembrar de um episódio de muitos anos atrás quando os jornais resolveram fazer cobertura de enchentes por telefone para economizar nas despesas da redação. O repórter encarregado da “cobertura” desandou a ligar para os prefeitos da região atingida sempre com a mesma pergunta: “Como está o problema das enchentes aí na sua zona?” Até que um deles, candidamente, lhe respondeu: “Na zona, não tem mais nenhum problema porque mandei tirar todas as putas de lá. Mas o resto da cidade ainda tá debaixo d´água...”.
Uma semana depois, foi recebido no Centro Sísmico Nacional este telegrama:“Aqui é da Polícia de Catolé do Amparo Velho. Ponto. Movimento sísmico totalmente desarticulado. Ponto. O tal Richter tentou fugir, mas foi abatido a tiros. Ponto. Desativamos as zonas. Ponto. As putas estão todas presas. Ponto. Epicentro e três cupinchas detidos. Ponto. Não respondemos antes porque aqui teve um terremoto do c******. Ponto."
quarta-feira, abril 12, 2006
Londres, 10 abr (EFE).- Um novo CD dos Beatles está em fase avançada de produção e será lançado junto ao primeiro espetáculo teatral autorizado sobre a história do grupo de Liverpool, informa o jornal "The Daily Telegraph".
Segundo Neil Aspinall, presidente da Apple Corps, a companhia fonográfica dos Beatles, o evento, em que os acrobatas do "Cirque du Soleil" darão vida às canções da banda, exige novas versões das músicas gravadas pelo grupo e incluirá canções inéditas.
Todo esse material fará parte de um espetáculo de 90 minutos de duração que estreará em meados do ano no hotel Mirage de Las Vegas, nos EUA.
Os produtores receberam autorização para ter acesso aos catálogos dos Beatles e a 200 horas de conversas entre seus integrantes no estúdio de gravação.
Paul McCartney e Ringo Starr contribuíram para a produção do espetáculo, mas não aparecerão no palco.
O produtor dos discos dos Beatles, George Martin, encarregado de supervisionar a parte musical, fala de "uma experiência única e mágica" para alguém que dedicou 40 anos de sua vida ao grupo.
O projeto em andamento era uma idéia de George Harrison, que morreu de câncer em 2001. Harrison conheceu Guy Laliberte, fundador do "Cirque du Soleil", em uma festa e, após uma sessão de rock improvisada, eles se tornaram amigos.
O ex-Beatle viu um espetáculo do circo, ficou encantado e propôs a Laliberte uma produção cênica conjunta. Segundo Laliberte, os Beatles "fizeram com palavras o que os membros do 'Cirque du Soleil' fazem com imagens".
terça-feira, abril 11, 2006
da Folha Online
Para os fãs do The Who, 2006 será um prato cheio. Além do prometido álbum de inéditas (o primeiro em quase 25 anos) e da turnê mundial já anunciada, a banda britânica irá lançar uma miniópera de 11 minutos em um EP (extended play) de edição limitada.
O formato não é novidade para o grupo, que se tornou célebre pela ópera-rock "Tommy", de 1969. "Roger e eu terminamos a miniópera de 11 minutos e a tocamos para o pessoal da [gravadora] Polydor", avisa em seu site o guitarrista Pete Townshend, referindo-se ao vocalista Roger Daltrey. Eles são os únicos remanescentes da formação original --o baterista Keith Moon morreu de overdose em 1978 e o baixista John Entwistle morreu de ataque cardíaco em 2002.
"Está tudo pronto para o lançamento [da miniópera], provavelmente em edição limitada, em junho, antes do lançamento do álbum em setembro", completa Townshend. O grupo batizou esse trabalho "The Glass Household".
Os planos da banda para a turnê e para o álbum convencional foram adiados em alguns meses devido a problemas de agenda do baterista Zak Starkey, filho do ex-Beatle Ringo Starr. Ele assumiu compromisso com o Oasis, com quem saiu em turnê --no EP da miniópera quem toca é Peter Huntington. O baixista Pino Palladino toca tanto no álbum como no EP.
A turnê deste ano será a primeira em 27 anos que inclui participações em festivais. A banda havia vetado esse tipo de evento após 1979, quando 11 fãs morreram em um festival em Cincinnati (EUA). A última vez que a banda entrou em estúdio foi em 1982, ano de lançamento de "It's Hard".
sexta-feira, março 31, 2006
Depois de vários adiamentos, finalmente o DEF LEPPARD "fechou" o tracklist do "Yeah!", disco de releituras que sairá em 23 de maio, trazendo as seguintes faixas (em ordem alfabética):
- "10538 Overture" (ELECTRIC LIGHT ORCHESTRA)
- "20th Century Boy" (T.REX)
- "Don't Believe A Word" (THIN LIZZY)
- "Drive-In Saturday" (DAVID BOWIE)
- "Hanging On The Telephone" (NERVES e BLONDIE)
- "He's Gonna Step On You Again" (JOHN KONGOS)
- "Hell Raiser" (SWEET)
- "Little Bit Of Love" (FREE)
- "No Matter What" (BADFINGER)
- "Rock On" (DAVID ESSEX)
- "Stay With Me" (FACES)
- "Street Life" (ROXY MUSIC)
- "The Golden Age Of Rock & Roll" (MOTT THE HOOPLE)
- "Waterloo Sunset" (THE KINKS)
Outras faixas que supostamente teriam sido registradas pela banda ficaram de fora, a saber: "American Girl" (TOM PETTY & THE HEARTBREAKERS), "Heartbeat" (JOBRIATH), "How Does It Feel" (SLADE), "Kick Out the Jams" (MC5), "Roxanne" (THE POLICE), "Dear Friends" (QUEEN), "When I'm Dead and Gone" (MCGUINNESS FLINT) e "Winter Song" (LINDISFARNE).
"The Eagle Has Landed Pt. III" é o título do novo trabalho ao vivo do SAXON, agendado para sair nos EUA em 6 de junho na Europa e 27 de junho nos EUA, trazendo faixas registradas com o baterista Jörg Michael e seu substituto, Nigel Glockler, além de Biff Byford no vocal, Paul Quinn e Doug Scarratt nas guitarras e Nibbs Carter no baixo.
Segue a relação das faixas do CD duplo:
Disco 1:
01. This Town Rocks (Stockholm 2005)
02. Backs To The Wall (Nuremberg 2005)
03. Redline (Hamburg 2005)
04. Stand Up And Be Counted (Berlin 2005)
05. Never Surrender (Berlin 2005)
06. Frozen Rainbow (Fulda 2005)
07. Suzie Hold On (Nuremberg 2005)
08. Play It Loud (Nuremberg 2005)
09. Warrior (Nuremberg 2005)
10. See The Lights Shining (Hamburg 2005)
11. To Hell And Back Again (Hamburg 2005)
12. Stallions Of The Highway (Fulda 2005)
13. Wheels Of Steel (Nuremberg 2005)
14. And The Bands Played On (Wacken 2004)
15. Crusader (Wacken 2004)
Disco 2:
01. The Return (Paris 2004)
02. Lionheart (Paris 2004)
03. Man & Machine (London 2004)
04. Beyond The Grave (London 2004)
05. Searching For Atlantis (London 2004)
06. To Live By The Sword Pt. I (London 2004)
07. Unleash The Beast (London 2004)
08. To Live By The Sword Pt. II (London 2004)
09. Flying On The Edge (Paris 2004)
10. Jack Tars (Kiel 2004)
11. English Man 'O' War (Kiel 2004)
12. Court Of The Crimson King (Kiel 2004)
13. Broken Heroes (Kiel 2004)
14. Dragon's Lair (Kiel 2004)
15. Rock Is Our Live (Wacken 2004)
16. Travellers Time (Wacken 2004)
17. Solid Ball Of Rock (Wacken 2004).
Relembrando que a banda participará do festival "Live 'N' Louder 2006" em outubro, que passará pela Cidade do Mexico no dia 7, Buenos Aires (Argentina) no dia 12 e São Paulo no dia 14.
quarta-feira, março 29, 2006
Degeneração ética, cultural e educacional. Essas três pragas assolam a nação brasileira e vão impedi-la de ser um país civilizado e rico. O desenvolvimento está emperrado por conta das fragilidades de caráter do nosso povo. herança maldita da colonização portuguesa? Elite predatória típica de países colonizados que tinham muita riqueza qur foi parar nos cofres europeus?
Pode ser, pode não ser, mas o fato é que os países subdesenvolvidos, sobretudo os da América Latina, sofrem com a corrupção gereralizada, a pouca atenção à educação e com a cultura do individualismo extremo, que aumenta a distribução de desigual de renda. O trecho a seguir foi retirado da edição desta semana de Veja e resume bem o beco sem saída em que nos metemos:
"Na semana passada, o Ibope divulgou os resultados de um estudo intitulado "Corrupção na política: eleitor vítima ou cúmplice?". Duas mil pessoas foram entrevistadas ao longo do mês de janeiro, e as conclusões são incômodas. Quase 90% dos entrevistados declararam que os políticos brasileiros agem pensando apenas em seu próprio benefício, e 82% dizem que a classe política brasileira em geral é corrupta.
Para 95% dos entrevistados, superfaturar obras públicas ou desviar recursos do governo para fins próprios são práticas inaceitáveis, e 89% consideram o caixa dois igualmente inadmissível. As coisas se confundem na segunda parte do levantamento. De maneira abstrata, o brasileiro se acha melhor do que os políticos que o representam: 64% consideram que o povo, em geral, é honesto.
Ao mesmo tempo, 75% dos entrevistados admitiram que, se eleitos para um cargo público, poderiam "cair na tentação" de se locupletar. E 98% afirmaram que pessoas de suas relações já praticaram pelo menos um ato condenável – como pagar suborno para escapar de uma multa, apresentar atestados médicos falsos ou consumir produtos piratas. Os resultados da pesquisa revelam uma dicotomia: a população repudia firmemente a corrupção, mas comete e tolera desonestidades.
Constatações desse tipo não são propriamente uma novidade. As ciências sociais brasileiras têm uma longa tradição de análise desse paradoxo. No clássico Raízes do Brasil, de 1936, Sérgio Buarque de Holanda usou a expressão "homem cordial" para designar a tendência do brasileiro de se guiar sempre por princípios familiares e afetivos, mesmo no trato de questões que deveriam exigir uma postura distanciada e abstrata.
O antropólogo Roberto DaMatta retoma e atualiza esse raciocínio ao falar de uma "ética da casa", que coloca os interesses privados à frente de tudo o mais e só reconhece direitos a quem é parente, amigo ou companheiro. A implicação mais evidente dessa tendência a tratar o Estado como se fosse uma extensão da própria casa é o nepotismo.
Mas, em certa medida, a corrupção também é determinada por ela. O escritor argentino Jorge Luis Borges, em um ensaio irônico sobre seus compatriotas, deixou uma nota que poderia valer para o Brasil: "O Estado é impessoal; o argentino só concebe uma relação pessoal. Por isso, para ele, roubar dinheiro público não é crime".
A pesquisa do Ibope e argumentos desse tipo parecem dar razão aos que pensam que o público e o privado estão numa relação inextricavelmente doentia no Brasil. O antídoto contra o pessimismo é a história recente de conquistas institucionais do país. Contrariando o que disse Sérgio Buarque de Holanda numa das passagens mais amargas de Raízes do Brasil, a democracia já deixou de ser um mero "mal-entendido" no país.
Até as tradições do homem cordial vão sendo, aos poucos, derrotadas – o fim do nepotismo no Judiciário é um bom exemplo disso. Numa democracia, além disso, a idéia de que sociedade e governo são a mesma coisa não se sustenta. Ela pertence a outras realidades.
Não há argumento que permita desculpar as contravenções que os brasileiros cometem no dia-a-dia – muito menos o de que o mau exemplo vem de cima. Assim como os desmandos petistas, as sonegações, as trapaças e mesmo aqueles gestos que não são contra a lei, mas quebram a civilidade, são um atraso para o país. Mas imaginar que em algum momento futuro os dilemas éticos vão sumir é irreal. "
O Saxon lançará em junho seu novo trabalho duplo ao vivo, que vai se chamar The Eagle Has Landed Pt. III. A terceira parte do ao vivo do grupo britânico chega para os fãs 24 anos depois da primeira parte e exatamente 10 anos após a segunda.
The Eagle Has Landed Pt. III foi gravado com dois bateristas distintos: a gravação da turnê de 2004 é com Jörg Michael (Stratovarius) e a de 2005 com Nigel Glockler. O primeiro CD tem material mais antigo, do início dos anos 80, como as clássicas Stand Up And Be Counted, Never Surrender, Suzie Hold On, Wheels Of Steel e Crusader, entre outros. Já o segundo CD terá material dos anos 90 até hoje, com exceção de Broken Heroes, do álbum Innocence Is No Excuse (85).
segunda-feira, março 27, 2006
LONDRES (Reuters) - A música Stairway to Heaven, da banda britânica de rock Led Zeppelin, foi eleita o melhor solo de guitarra de todos os tempos, segundo uma enquete da revista Total Guitar.
A música, do quarto álbum do grupo, Led Zeppelin IV (1971), é considerada um dos melhores temas de rock já compostos, e é uma das mais pedidas nas emissoras de rádio britânicas e norte-americanas.
Stairway to Heaven superou na pesquisa canções muito famosas, como Eruption, do Van Halen, que ficou em segundo; Paradise City, do Guns n´Roses; e Hotel California, do The Eagles.
A enquete, que será publicada no próximo número da revista - nas bancas no dia 29 - contou com a participação de dois mil leitores, entre eles professores de música e guitarristas profissionais.
O diretor da revista, Stephen Lawson, assegurou que não ficou surpreso com o resultado, já que o solo de Jimmy Page "está estruturado de uma forma brilhante". Também ficaram entre os dez primeiros Enter Sandman, do Metallica; Crossroads, do Cream; Voodoo Child, de Jimi Hendrix; e Bohemian Rhapsody, do Queen.
James Patrick Page, conhecido como Jimmy Page, foi membro fundador dos Led Zeppelin e é considerado um dos maiores guitarristas do rock, junto com Eric Clapton, Jeff Beck e Jimi Hendrix.