1. Rio On The Rocks
2. O Amor Natural
3. Lilia
4. Woman
5. For Tanja
6. Raga For Piet
7. Marockatu
8. Ventos Solitários
9. Brazilian Dream
10. Sambinha Pra Ele
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
LONDRES, 12 Jul (AFP) - Canções inéditas dos Beatles e vários documentos, entre souvernirs e fotos, foram descobertos em uma antiga valise encontrada em um mercado de pulgas na Austrália, informa a edição de terça-feira do jornal londrino "Times".
Especialistas em Beatles ainda devem examinar o material descoberto, que parece ter pertencido a uma pessoa próxima ao famoso grupo de Liverpool, mas eles têm a esperança de que as fitas achadas no interior da maleta contenham novas músicas, acrescentou o jornal.
A valise foi comprada há alguns meses por 50 dólares australianos (correspondentes a US$ 36) por um turista britânico que passava as férias em Lara, uma cidade australiana situada perto de Melbourne.
Fraser Claughton estava à procura de uma mala barata para carregar suas coisas, mas se decidiu por esta quando viu que continha um álbum de cerca de 400 fotos, programas de shows e fitas de áudio lacradas com selos "Abbey Road", o estúdio de gravação preferido dos Beatles.
De acordo com os especialistas interrogados pelo "Times", pode se tratar do arquivo, durante muito tempo perdido, de Mal Evans, que trabalhou, eventualmente, como roadie e guarda-costas dos Beatles, e morreu em 1976.
Há anos, os colecionadores escutam falar deste material reunido por Evans, que pensava em uma biografia nunca terminada do grupo. Entre as fitas encontradas, há variações de músicas muitos conhecidas, como "We can work it out", assim como títulos inéditos, revela Peter Doggett, um perito em arquivos de música pop da casa de leilões Christie's, interrogado pelo "Times".
"Há certamente uma ligação entre esta valise e Mal Evans. Ele tinha acesso aos Beatles quando faziam música, enquanto nenhuma outra pessoa estava por perto", afirma. "Já se discutiu muito sobre o que teria acontecido com estes objetos de coleção. É possível que seja isso, ou pelo menos uma parte disso", continuou.
Também faz parte do material uma fita, de quatro horas e meia de duração, com as discussões entre Paul McCartney e John Lennon sobre as versões das músicas até agora desconhecidas, segundo o jornal.
da Folha Online
O presidente do Vasco, Eurico Miranda, declarou, nesta sexta-feira, que não apóia a presença de torcedores vascaínos no clássico contra o Flamengo, no próximo sábado, pelo Campeonato Brasileiro, no Maracanã.O dirigente se irritou com a atitude tomada pela diretoria flamenguista, que não pretende dividir a renda do clássico. "Comprar um ingresso com o escudo do Flamengo e dar dinheiro ao Flamengo? Eu não vou fazer isso", ironizou o presidente, em entrevista à TV Bandeirantes.
Pelo regulamento da CBF, a equipe mandante tem direito a renda do jogo. O mando da partida deste sábado, pela 14ª rodada da competição, é dos flamenguistas. Além do conselho dado aos torcedores, Eurico anunciou que seu time irá atuar na partida contra o Flamengo, no segundo turno, em seu estádio. "O Vasco vai exercer o mando de campo no returno em São Januário", disse.
MEU COMENTÁRIO: Fazia tempo que não ouvíamos uma "euricada". Essa de pedir aos torcedores que evitem o jogo do próprio time eu nunca vi. E Vasco x Flamengo em São Januário é um convite a uma chacina (tomara que destruam inteiramente o estádio). Eurico MIranda é um dos maiores lixos da história do Brasil.
Na semana passada ocorreu em São Paulo o tal Fórum Cultural Mundial, sob a chancela da ONU. Não passou de uma reunião de desocupados e vadios de vários continentes, pseudoartistas tão desinteressantes quanto piada velha. E a imprensa deu um destaque demasiado a esse bando de vagabundos. Basta de embusteiros, que se faça realmente um verdadeiro e relevante festival cultural com artistas de verdade.
A crise social brasileira dá mais munição para o agravamento da guerra civil urbana em que vivemos. Na última semana um jornalista paulista foi assassinado a sangue-frio porque não tinha dinheiro, dirante um assalto. Rendido na porta de sua casa, em São Bernardo do Campo, virou refém de um sequestro-relâmpago e acabou amarrado e assassinado com tiro na cabeça porque os ladrões estavam "frustrados".
Não há explicação sociológica capaz de tentar justificar essa barbárie, não há política de direitos humanos capaz de conter a onda de indignação que um fato desses provoca. A partir de agora deixa de importar se o ladrão é pobre ou não, se teve problemas na infância, se passou fome, se apanhou do pai bêbado. Nada disso importa mais.
A partir do momento em que parte para o crime, está admitindo os riscos que corre. A partir do momento em que resolve matar simplesmente porque deu vontade um refém amarrado e subjugado, esse ser não merece viver e passa a ter um carimbo de cadáver ambulante. Ninguém vai lamentar quando um lixo desses morrer baleado pela polícia ou por um grupo bandido rival. Vingança contra esses lixos.
A banda que participou das gravações consiste em Ronnie James Dio no vocal, Craig Goldy na guitarra, Jeff Pilson no baixo, Simon Wright na bateria e Scott Warren nos teclados; porém, quem ocupará o posto de baixista na turnê será Rudy Sarzo.
A Grécia é sinônimo do que há de pior no futebol mundial. Bicos para a frente, ataque inextistente e jogadores desajeitados e grandalhões, que mal sabem dominar uma bola. Como um time desses pode ganhar a Eurocopa? Tudo bem que Portugal não era lá essas coisas, mas era um pouquinho mais time. A Grécia é aprova viva de que, á exceção das seleções do Brasil e Argentina, o resto do mundo vive uma crise futebolística sem precedentes.
Para quem está interessado em conferir o MOA 2004, já estão a venda os ingressos para o evento.
A tabela de preços é a seguinte:
R$60,00 – Até o dia 04/07
R$70,00 – Do dia 05/07 até 18/07
R$80,00 – A partir do dia 19/07
Os estudantes que querem pagar meia, só poderão comprar os ingressos em postos da Ticketmaster, pessoalmente e munidos de RG e Carteirinha Escolar, ambos originais. O atendimento especial para grupos e caravanas será feito através do e-mail caravanas@showmaster.com.br
SISTEMA TICKETMASTER
Call Center: (11) 6846-6000 em São Paulo, 0300.7896846 em outros estados.
Internet: www.ticketmaster.com.br
Postos de venda:
- São Paulo:
Galeria do Rock : Lojas Die Hard e Hellion
Lojas FNAC (Paulista, Pinheiros e Campinas)
Lojas Saraiva (Shop. Morumbi, Shop. Eldorado e Shop Center Norte)
Bilheterias do Directv Music Hall (Moema)
Teatro Abril (Centro).
- Rio de Janeiro:
Loja Fnac (Barra)
Lojas New Disc (São Conrado Fashion Mall, Shop.Tijuca e Shop. Rio Sul )
Loja Modern Sound ( Copacabana)
- Salvador:
Loja Shop. Aeroclube
- Curitiba:
Loja FNAC (Shopping Barigui)
E pra quem não sabe, eis a ordem de apresentação das bandas:
12:00h – ABERTURA
14:00h – THALION
14:45h – HEAVENFALLS
15:30h – DRAGONHEART
16:15h – KORZUS
17:15h – ROTTING CHRIST
18:15h – CIRCLE II CIRCLE
19:20h – BLAZE
20:30h – OVERKILL
21:45h – NEVERMORE
23:00h – URIAH HEEP
00:30h – ENCERRAMENTO.
Com informações dos sites Whiplash, Rock Brigade e Disconnected.
Em entrevista à revista inglesa Kerrang!, Sharon Osbourne, mulher e empresária de Ozzy Osbourne, disse que o vocalista vem conversando com Johnny Depp sobre a possibilidade de o ator interpretá-lo no filme que contará sua vida e trajetória musical. Sharon disse que não há nada certo ainda, mas trata-se da primeira opção do Madman. Segundo ele, Depp é o único "ator americano que pode imitar o sotaque dos ingleses sem soar como um idiota".
Há algum tempo, Jack Black ("Alta Fidelidade", "O Amor é Cego" e "A Escola do Rock", entre outros) afirmou, durante participação no talk show de Larry King, ser o ator ideal para interpretar Ozzy na telona, pois teria crescido ouvindo Black Sabbath e o vocalista foi um de seus ídolos.
Apesar disso, o atual momento de Depp deve contar ainda mais pontos com a família Osbourne. Ele foi indicado ao Oscar de melhor ator por seu papel na pele de Jack Sparrow, o pirata atrapalhado, picareta e carismático de "Piratas do Caribe" (2003). Não levou a estatueta, mas foi premiado com um Globo de Ouro e o MTV Movie Awards.
Em outra frente, Sharon afirmou que Ozzy deve se aposentar em breve. Ao contrário do que aconteceu no início da década de 90, quando a turnê do álbum No More Tears ganhou o nome de "No More Tours", o acidente sofrido pelo Madman no dia 8 de dezembro - quando perdeu o controle de um quadriciclo e oito costelas, a clavícula esquerda e uma vértebra do pescoço foram fraturadas - irá encurtar sua carreira. Segundo ela, Ozzy irá abandonar o palco em dois anos.
do Disconnected
Em entrevista ao site Rock Detector, o vocalista do Judas Priest, Rob Halford, falou dos planos da banda inglesa desde a volta da formação do clássico Painkiller - além dele, os guitarristas K.K. Downing e Glenn Tipton, o baixista Ian Hill e o baterista Scott Travis. Segundo ele, a apresentação no Olympic Stadium, em Barcelona, na Espanha, será gravado para o lançamento de um DVD.
"(...) Estamos nos sentindo fortes, imbatíveis e os níveis de energia estão altos. [Gravar o show] pode parecer ambicioso, pois estamos a turnê mundial mal começou, mas queremos capturar o momento por que estamos passando neste exato momento". O show em solo espanhol acontece nesta quinta-feira, 24 de junho.
Apesar de o novo disco ainda não ter nome, Halford adiantou que o trabalho deve ser lançado em 9 de novembro. "Pode ser que mude, mas é nosso plano inicial", disse o vocalista, revelando que o grupo pretende continuar nos palcos por muito mais tempo. "À época [do lançamento do álbum] nós estaremos para começar uma turnê pelo Reino Unido, mas já estamos vendo a possibilidade de tocar na Rússia, o [famoso produtor de shows] Mr. Udo nos convidou para ir ao Japão e esperamos ir à Austrália, à Nova Zelândia e a outros lugares antes de voltar aos Estados Unidos".
Halford revelou também que o novo material está ao mesmo tempo contemporâneo e fiel às raízes da banda. "Eu comecei a escrever as letras assim que a reunião se concretizou, enquanto Glenn e K.K. apareceram com alguns riffs absolutamente incríveis. Acredito que preenchemos todos os espaços, pois há músicas mais rápidas, alguma coisa acústica, uma balada, canções heavy bem mid-tempo [N. do E.: de andamento moderado] e também um grande épico, do tipo 'O Senhor dos Anéis'. Além disso, umas duas músicas ainda farão você parar para pensar. Foi legal apostar nisso tudo e poder se aventurar um pouco".
Nada como elaborar uma lista dos melhores de qualquer coisa para cair no ridículo. É o caso da lista do post anterior. Lamentável é o mínimo que se pode dizer sobre os álbuns escolhidos. Misturar obras-primas de Stones e Beatles com porcarias de PIL e Stone Roses é coisa para se gargalhar por uma semana (grato pela colaboração, mano Wojak). Alguém minimamente sério lembra que algum dia já existiu a porcaria Stone Roses? Ou melhor, alguém sabe o que é o "famoso" Stone Roses?
do UOL
O disco de estréia do grupo inglês Stone Roses, de 1989, que leva o nome da banda, foi escolhido pela revista "Observer Music Monthly" o mais importante disco britânico já lançado. A pesquisa foi realizada com 100 críticos e músicos como Morrissey, Brian May --do Queen-- e Ozzy Osbourne, segundo o site Dotmusic.
Em segundo lugar ficou "Revolver", lançado pelos Beatles em 1966, seguido por nomes como The Clash, Rolling Stones e Massive Attack entre os dez primeiros lugares.
De acordo com o ex-vocalista do Stone Roses, Ian Brown, o grupo queria fazer um disco tão bom quanto "Electric Ladyland", de Jimi Hendrix, ou "Never Mind The Bollocks", dos Sex Pistols, mas teriam ficados desapontados com a produção do final. "Nenhum de nós achou que o baixo e a bateria estavam altos o suficiente. E ainda acho isso", disse Brown.
Em entrevista à revista, o baixista Mani, que hoje toca no Primal Scream, revelou que ainda hoje ele é parado todos os dias por alguém que cita o disco.
O primeiro álbum do Oasis, "Definitely Maybe", de 1994, que liderou uma votação semelhante feita recentemente pela revista "Q", aparece apenas na 19ª posição na lista do "Observer". "Revolver", dos Beatles, ficou com a segunda posição nas duas votações.
Veja abaixo a lista com as dez primeiras colocadas na lista do "Observer Music Monthly" com os melhores discos britânicos já lançados:
Stone Roses - "Stone Roses"
The Beatles - "Revolver"
The Clash - "London Calling"
Van Morrison - "Astral Weeks"
The Beatles - "Sergeant Pepper"
The Beatles - "White Album"
The Rolling Stones - "Sticky Fingers"
The Rolling Stones - "Exile On Main Street"
Massive Attack - "Blue Lines"
P.I.L - "Metal Box"
Os fundamentalistas do Islã já decidiram que só eles devem sobreviver no planeta; eles não admtitem que qualquer outro valor ou outra idéia possa existir. Portanto, a guerra entre muçulmanos e cristãos ocidentais é inevitável. Assim sendo, é bom nos prepararmos para eliminar a ameaça islâmica. Se é isso o que eles querem, que assim seja. Não me agrada nem um pouco ter de ler o Corão todos os dias e ser obrigado a rezar cinco vezes por dia, entre outras "coisinhas". Um mundo islâmico já seria insuportável; um planeta dominado pos fundamentalistas islâmicos (assim como um mundo dominado por fundamentalistas católicos ou judeus) é impensável e inadmissível. Quem bom seria se pudéssemos eliminar as as religiões, como propõe o pensador e filósofo norte-americano Richard Hawkins.
Entrevistei ontem o advogado e ex-deputado federal pelo PDT-SP José Roberto Batochio por conta da repercussão da morte de Leonel Brizola. Afastado há tempos do veterano político agora morto por conta de divergências sobre apoios em São Paulo, Batochio não poupou elogios ao ex-chefe, afirmando que Brizola era "um marco da história brasileira por conta de sua coerência política e de seu caráter inabalável".
Eu queria saber onde estava a coerência política de Brizola quando ele ficou ao lado de Collor quando do impeachmentdeste, em 1992. Queria saber onde estava a coerência de Brizola nos recentes ataques a Lula e a seu governo, o mesmo Lula de quem foi candidato a vice-presiente eem 1998. E os exemplos se multiplicam, é só puxar pela memória.
Brizola foi um dos exemplos mais acabados de politiqueiro oportunista travestido de trabalhista e socialista. Teve comportamento dos mais asquerosos em relação a toda a esquerda brasileira e de subserviência nojenta com os poderosos de direita. Adulou até quando pôde a Rede Globo, mesmo com ela tentando sacaneá-lo, e fez de conta de que o tráfico de drogas e o jogo do bicho nao existiam no estado do Rio.
Não para negar que foi uma figura importante na política brasileira, mas infelizmente sua biografia como político é muito ruim, das piores que o Brasil já registrou.
Está cada vez mais irritante o macaquismo cultural de certos imbecis brasileiros que se dizem "politizados", "esquerdistas", "ecologistas" e outras baboseiras semelhantes. Com a realização da Unctad e da Urbis em São Paulo, um bando de desocupados e sem-nada para fazer resolveu fazer manifestações pela cidade contra a Alca, a OMC, a ONU, a Unctad, a globaização, a guerra no Iraque... a idiotice não tem mesmo limites, e o pior é que essa gentalha vai dominar o mundo em breve. Pau neles, a polícia paulistana não deve ter dó de descer a borracha nesse lixo humano.
Querem que Luiz Felipe Scoari faça milagres com a seleção portuguesa na Eurocopa 2004. Futebol é muito simples: time ruim não ganha jogo, não ganha campeonato. Simples assim. A seleção portuguesa é péssima, por mais que tenha Felipão no banco. Tanto é que convocou um brasileiro naturalizado, o tal de Deco, que foi dispensado dos juniroes do Corinthians.
Johnny Ramone, guitarrista dos Ramones, está internado em um hospital de Los Angeles para tratamento de um câncer de próstata, segundo o site da revista Rolling Stone. "Johnny tem sido um campeão na luta contra a doença, mas acho que suas chances agora são pequenas", disse seu parceiro de anos na banda, o baterista Marky Ramone.
O músico de 55 anos, cujo nome real é John Cummings, descobriu que tinha câncer há quatro anos e tem feito diversos tratamentos de quimioterapia. "Alguns deles funcionaram melhor que os outros, mas agora (o câncer) já começou a se espalhar para outras partes do corpo", disse Marky.
Conhecida como a primeira banda punk, os Ramones se juntaram em 1974 e se separaram oficialmente em 1996. Nos últimos dois anos, a banda perdeu dois membros com as mortes do vocalista Joey Ramone em 2001, por causa de um câncer linfático, e do baixista Dee Dee Ramone, no ano seguinte, após uma overdose. Em 2002, a banda foi incluída no Hall da Fama do Rock & Roll.
O jornalista Thales de Menezes (ex-Folha) resolveu cometer desatinos em profusão ao elaborar uma lista dos 100 melhores álbuns de rock da história para a revista Playboy, na edição de maio (com Juliana Paes na capa). Tudo bem, listas são listas, são pessoais e são feitas para serem contestadas.
Entretanto, o(s) elaborador(es) precisa(m) ter um mínimo de discernimento. A lista de Menezes está recheada de absurdos, como a inclusão dos dois trabalhos dos Strokes (quem?), de "Nervemind", do Nirvana, e de outras porcarias do mesmo quilate - dois álbuns do Oasis é de doer...
Ele tem a coragem de incluir cinco álbuns do Clash e cinco de David Bowie e apenas dois do Who, deixando de fora o melhor, "Who's Next". Rolling Stones comparecem três álbuns cada. Led Zeppelin? Dois. Pink Floyd? Dois. Ou seja, estão no mesmo nível de Strokes e Oasis. É para morrer de rir...
Os cretinos expulsos pelo PT neste ano, os chamados radicais - os deputados João Fortes, Luciana Genro e Babá, com a madrinha deles, a senadora Heloísa Helena - protagonizaram mais uma cretinice política, digna de um PSTU da vida. Criaram o SOL (Partido do Socialismo e Liberdade), que prega, entre outras sandices, o rompimento com o FMI, repúdio à globalização, a reversão de todas as privatizações já feitas no Brasil, a estatização dos sistemas bancário e financeiro, repúdio à OMC e à Alca, a extinção da Otan, estabelecimento de uma nova ordem econômica mundial e coisas do nível. Ainda bem que estão condenados à lata de lixo da história, mas preocipa saber que o contingente de imbecis no mundo é cada vez maior.
A passagem da tocha olímpica pelo Rio de Janeiro foi um dos eventos mais piegas e sem sentido da história brasileira. Tem lá a sua importância cívica e histórica, mas no Brasil foi tratado de forma épica, com uma "carga emocional" fortíssima, digna da final de uma Copa do Mundo. Ridículo.
A banda fez o primeiro ensaio nesta segunda-feira, nos estúdios da Sony, em Los Angeles, ocasião em que tocaram as seguintes músicas: "Jump"/ "Runaround"/ "Humans Being"/ "Up For Breakfast" - solo de baixo/ "Somebody Get Me a Doctor (Mike no vocal)"/ "Poundcake"/ "It's About Time - solo de bateria"/ "Top Of The World"/ "Unchained"/ "Why Can't This Be Love"/ "Eagles Fly" /"Deeper Kinda Love" (as duas últimas acústicas com Sammy)/ "Learning To See"/ "Best of Both Worlds" - solo de guitarra/ "Dreams"/ "Ain't Talkin' 'Bout Love"/ "Right Now"/ "You Really Got Me" e "When It's Love".
da Agência Estado
Depois de muita propaganda, os dirigentes do Barcelona, enfim, se encontraram com a cúpula são-paulina para fazer proposta por Luís Fabiano. Mas não agradaram. A oferta de US$ 6 milhões à vista, bem abaixo do que se especulava, deixou o presidente do São Paulo, Marcelo Portugal Gouvêa, e o diretor de futebol do clube, Juvenal Juvêncio, irritadíssimos. A oferta foi feita pelo presidente do Barcelona, Joan Laporta, e pelo seu vice, Sandro Rosell, no início da madrugada desta quarta-feira, durante jantar no restaurante do luxuoso Hotel Emiliano, nos Jardins, em São Paulo. De acordo com os são-paulinos, o Barcelona esperava que o São Paulo não jogasse tão pesado, usando como referência a negociação do meia Kaká com o Milan por US$ 8,2 milhões, no ano passado.
Em determinado momento da conversa, Juvenal Juvêncio perguntou para os espanhóis se eles não haviam acompanhado, pela imprensa, que o São Paulo não aceitaria liberar o jogador por menos de US$ 20 milhões, valor da multa rescisória do contrato. Sandro Rosell foi contundente na resposta. "Se fosse para pagar US$ 20 milhões, o Barcelona depositaria o valor e levaria o atleta sem precisar negociar." O clube espanhol ofereceu a possibilidade dar mais US$ 4 milhões em bônus dependendo do desempenho de Luís Fabiano no primeiro ano de contrato, aborrecendo ainda mais os são-paulinos, que se sentiram ofendidos.
Meu comentário: Até que enfim os dirigentes brasileiros estão mostrando um pouco de decência. Os dirigentes do Barcelona deveriam ser agredidos por ousarem perder o tempo de gente ocupada com essa palhaçada. Tinham de ser expulsos a pontapés. Só para sacanear, o São Paulo deve aumentar para US$ 25 milhões só para o Barcelona...
Eric Clapton vai organizar um festival de três dias, a partir de amanhã, que vai levar a Dallas, no estado americano do Texas, 60 guitarristas, entre eles B.B. King, Carlos Santana, Jeff Beck, Buddy Guy, Robert Cray, Joe Walsh, J.J. Cale, Bo Diddley, James Taylor, Jimmie Vaughan e Vince Gill.
O evento, que levou dois anos para ser preparado, é "o maior que já fizemos", disse Peter Jackson, produtor das turnês de Clapton desde 1978. "É uma celebração da guitarra." A renda será revertida para o centro de reabilitação Crossroads para usuários de droga e álcool que Clapton fundou em 1997, em Antigua, no Caribe, onde mora.
Além dos shows, quem for ao festival vai poder ver como se faz uma guitarra e conhecer coleções de instrumentos de Clapton e outros artistas, que serão vendidas em um leilão na Christie’s, em 24 de junho, com renda igualmente revertida para o Crossroads.
O Festival Crossroads será realizado no Dallas Fair Park e no estádio Cotton Bowl, antecipando a turnê americana de Clapton, que começa em 9 de junho, na Cidade de Oklahoma. O guitarrista de 59 anos, que foi ele mesmo viciado em drogas e álcool nos anos 1970, investiu US$ 6,5 milhões no centro de tratamento para 36 pessoas que fundou em 1997, com a promessa de não negar ajuda a ninguém.
Vai sair em 14 de junho na Europa uma nova versão em DVD remasterizada do filme "Tommy", lançado originalmente em 1975 e baseado na ópera-rock homônima do THE WHO, e que conta com Ann Margret, Jack Nicholson, Elton John, Tina Turner e Eric Clapton entre outros, incluindo o vocalista Roger Daltrey, um dos entrevistados no disco extra, juntamente com Pete Townshend e o diretor Ken Russell.
Por sinal, o álbum homônimo, lançado em 1969, vai ganhar em meados deste ano uma exposição no Rock And Roll Hall Of Fame & Museum de Cleveland, Ohio, em homenagem aos seus 35 anos de lançamento.
Enquanto isto a banda, que vai fazer algumas apresentações agora em maio nos EUA, seguindo posteriormente para Europa, Japão e Austrália, anunciou que vai disponibilizar mais uma série de gravações ao vivo dos shows que serão realizados este ano. Até o momento estão disponíveis apenas quatro sets, todos trazendo em CDs duplos apresentações realizadas em março na Inglaterra, mas outros shows serão oferecidos futuramente, incluindo o da Ilha de Wight, a ser realizado em 12 de junho.
A revista norte-americana Guitar One fez uma lista com as melhores covers já produzidas no mundo do rock. A lista vai ser publicada na edição de julho da revista e o aqui você sabe quais foram as dez primeiras da lista:
01. ‘Cum On Feel The Noize’ (Slade) - Quiet Riot
02. ‘Snowblind’ (Black Sabbath) - System Of A Down
03. ‘Born To Be Wild’ (Steppenwolf) - Slayer
04. ‘Knockin’ On Heaven’s Door’ (Bob Dylan) - Guns N’ Roses
05. ‘Star Spangled Banner’ - Jimi Hendrix
06. ‘My Back Pages’ (Bob Dylan) - The Byrds
07. ‘Eight Miles High’ (?)- Husker Du
08. ‘Little Wing’ (Jimi Hendrix) - Stevie Ray Vaughn
09. ‘Love Buzz’ (?) - Nirvana
10. ‘You Really Got Me’ (Kinks) - Van Halen
Jotabê Medeiros/AE
No Delta do Mississippi, mítico rio do Sul dos Estados Unidos, existe um bar-estalagem chamado Shack Up Inn, cujo slogan é o seguinte: "O mais antigo B&B (Bed & Beer, cama e cerveja) do Mississippi, um lugar para os peregrinos ficarem enquanto procuram a encruzilhada onde se supõe que o pioneiro bluesman Robert Johnson vendeu sua alma ao Diabo."
Robert Johnson, como se vê, tornou-se mais que um músico; tornou-se parte da mitologia de um gênero. É parte das oferendas feitas em um rito pagão, como a cachaça e o frango preto no despacho. Esse pacto que ele teria feito com o tinhoso em troca da fama já alimentou a ficção de diferentes maneiras. No filme A Encruzilhada (Walter Hill, 1986), com Ralph Macchio, tudo se resolvia com um duelo de guitarras.
Eric Clapton, cujo nome também virou lenda na Inglaterra ("Clapton is God", dizia uma pichação num muro de Londres, em tempos idos), construiu sua reputação em afinada sintonia com o blues de Johnson, Muddy Waters e John Lee Hooker, pioneiros do blues americano. Sua reverência ao blues está registrada nos discos com seus primeiros grupos, o Cream e os Bluesbreakers de John Mayall.
Para não deixar dúvidas, ele gravou com uma das autoridades supremas do gênero, B.B. King, o disco Riding with the King. Seria de se esperar que, um dia, Eric Clapton resolvesse encarar o maior dos desafios: gravar um disco apenas com o repertório de Robert Johnson. E isso acabou acontecendo. Me and Mr. Johnson (Warner Music), que chegou há alguns dias às loja brasileiras, é um dos mais refinados álbuns do ano. O nome do disco remete ao auto-de-fé de Johnson, a canção Me and the Devil Blues, que Clapton, é claro, gravou.
O álbum traz 14 canções das 23 únicas composições que Robert Johnson legou para o repertório do gênero. Para acompanhá-lo, ele convidou uma legião de bons amigos: Steve Gadd e Jim Keltner (baterias), Nathan East e Pino Paladino (baixos), Billy Preston (piano e órgão), Andy Fairweather Low e Doyle Bramhall 2.º (guitarras) e Jerry Portnoy (gaita).
O repertório procurou ser representativo com o legado de Johnson, e ainda assim incluir algumas coisas que têm sido menos exploradas no seu espólio, como If I Had Possession over Judgement Day. Mesmo outras, como Love in Vain, já revisitada com energia pelos Rolling Stones, ganha leitura - digamos assim - menos "sensacionalista" do guitarrista. Por causa desses cuidados, ele chegou a ser acusado por fãs de demonstrar pouca "paixão" nas versões.
Em sua defesa, basta lembrar que, quando Clapton gravou seu disco Unplugged, já tinha feito duas reverências a Johnson, registrando Malted Milk e Walking Blues. E as duas tinham o mesmo tratamento que essas versões recebem agora. Os sentimentos místicos e misteriosos do blues, sua tradição de sofrimento e redenção, seu caráter de amálgama cultural. Tudo isso está na música de Robert Johnson, que Eric Clapton compreende como poucos.
"I got to keep moving" ("Preciso continuar"), cantava Robert Johnson, em Hellhound on My Trail, uma das pérolas do CD. "I got to keep moving, blues falling down like hail, blues falling down like hail... And the day keeps ‘minding me, there’s a hellhound on my trail, hellhound on my trail, hellhound on my trail." ("Preciso continuar, a tristeza caindo como granizo, a tristeza caindo como granizo... E o dia fica me lembrando, há um demônio em meu caminho, demônio em meu caminho, demônio em meu caminho.")
Nova York (AE-AP)- O Black Sabbath vai reunir seus membros originais, Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler, para o Ozzfest 2004, que começa em 10 de julho, na cidade de Hartford em Connecticut, de acordo com o site do Ozzfest. Além dos integrantes originais, a banda vai contar com Mike Bordin, que faz parte da banda de Ozzy, para os 26 shows previstos. Ninguém explicou a ausência do baterista original, Bill Ward. Será a primeira apresentação ao vivo da banda desde 2001. “Desde 27 de abril, quando foram lançados o CD e o DVD Black Box: The Complete Original Black Sabbath (1970-1978), tem havido uma demanda enorme para uma turnê do Black Sabbath”, diz o texto do site. No palco principal do Ozzfest, também irão se apresentar Judas Priest, Slayer, Dimmu Borgir, Superhoint Ritual e Zakk Wylde´s Black Label Society.
O principal jornal de Naples, o Naples Daily News, informa que houve uma mudança na data do julgamento de Alex Lifeson, guitarrista do Rush. Ele está sendo acusado de resistência à prisão e de agressão por causa de uma briga em que se envolveu durante uma festa de ano-novo em um hotel da cidade, que fica no estado norte-americano da Flórida.
A nova data, estipulada para 14 de junho, cai justamente no meio da turnê comemorativa aos 30 anos de carreira da banda. Na noite exatamente anterior à data do julgamento, Alex estará em Bonner Springs, no Kansas, fazendo um show com o Rush.
Mesmo assim, Jerry Berry, o advogado de defesa do guitarrista não acredita que o julgamento vá acontecer na data programada. "Ainda há muitas coisas a serem descobertas. O julgamento não acontecerá assim tão cedo", diz Berry.
De acordo com os termos estabelecidos pela fiança, Alex Lifeson tem permissão para viajar com a banda. Tanto Lifeson quanto seu filho, Justin Zivojinovich, sofrem acusações por causa de uma briga com os oficiais de polícia, durante a última festa de ano novo que rolou no hotel Ritz-Carlton.
Alex tem uma casa na zona norte de Naples e pagou 650 dólares o convite para casal e estava na festa, com seu filho e a mulher dele. A data do julgamento de Justin não foi alterada e deve rolar mesmo no dia 17 de maio.
Segundo os relatórios referentes à prisão, foi por causa de Justin que a confusão começou. O que se diz na papelada é que Justin subiu ao palco em que a banda contratada pelo hotel estava tocando, mesmo depois de ter sido advertido para que não o fizesse. No palco, ele teria ficado agressivo ao ter sido aconselhado a se retirar.
A banda que tocava na festa era liderada por Freddy Colem, de 71 anos, irmão mais novo de Nat King Cole. Alex só teria se envolvido quando os policiais estavam levando seu filho para rua. As acusações contra o guitarrista são de empurrar uma oficial escada abaixo e de cuspir sangue no rosto de outro oficial.
A polícia diz que foi obrigada a usar choques elétricos para subjugar os dois. As acusações contra Alex são de agressão contra oficiais de polícia e, caso ele seja culpado, pode pegar até cinco anos de prisão. Ambos alegaram inocência na audiência preliminar.
O episódio envolvendo o governo Lula e o jornalista do New York Times foi gorsseiro e irritante, e isso sendo condescendente com o governo. O amadorismo do PT está enterrando a administração. Levar a extremos um episódio tendo como base um texto mal escrito e uma edição porca naquele que é considerado o maior jornal do mundo é demais. Começo a achar que a burrice é contagiosa e que acometeu todo o governo Lula.
A questão dos soldados iraquianos torturados por americanos em Bagdá reacente os debates a respeito da tortura como meio de obtenção de informações. É consenso que a tortura é uma das coisas mais abjetas que um ser humano pode perpetrar contra o outro. Humilha a vítima, mas desmoraliza o torturador e o corrói a cadeia de comando que permite tal barbaridade. A tortura tem de ser banida de todas as formas.
Entretanto, ontem um amigo meu, amante dos direitos humanos e radical de esquerda, colocou a seguinte questão: como reagir quando um de nós têm um filho, a esposa ou mãe sequestrada, e a PM consegue capturar um comprovado integrante da quadrilha que se recusa a dizer onde fica o cativeiro? Devemos aceitar pura e simplesmente a recusa do bandido e respeitar os seus direitos, enquanto seu parente corre risco iminente de morte?
E o que fazer quando uma cidade está ameaçada por uma bomba nuclear e os serviços de segurança conseguem prender um terrorista que está envolvido no crime? E o que fazer quando este bandido se recusa a dizer onde a bomba foi colocada, sendo que existe apenas uma hora antes da explosão? Como reagir diante das circunstâncias, quando é iminente que milhões de pessoas correm risco de morte?
Fiquei sem resposta...
Com informações dos sites Whiplash, Rock Brigade e Disconnected.
Na mesma data vai sair também um DVD retrospectivo, chamado "Greatest Hits - The Video Collection", trazendo os vídeos das canções: "Gimme All Your Lovin'"/ "Sharp Dressed Man"/ "Legs"/ "TV Dinners"/ "Sleeping Bag"/ "Stages"/ "Rough Boy"/ "Velcro Fly"/ "Give It Up"/ "My Head's In Mississippi"/ "Burger Man" e "Viva Las Vegas".
A questão da tortura dos soldados iraquianos em bagdá por obra de tropas americanas traz à tona o dilema que envolve os direitos humanos desde a 2ª Guerra Mundial: até onde tolerar a tortura, qual é o nosso limite, qual é o limite da humanidade? A tortura é uma das coisas mais abjetas perpetradas pelo ser humano contra outro. Se em alguns casos é eficiente para obter informações, ela desumaniza o homem, mancha a inteligência, humilha a vítima e desmoraliza o torturador. Tem de ser banida e condenada com veemência.
Mas eis que um grande amigo, amante dos direitos humanos e esquerditsa ferrenho, coloca a seguinte questão: como fica a tortura em casos extremos? Como nós reagiríamos se tivéssemos um filho ou esposa ou mãe sequestrados e a polícia prendesse um integrante confesso e comprovado da quadrilha, mas que se recusasse a informar o local do cativeiro? Como obter a informação?
E se houvesse uma ameaça de ataque nuclear terrorista contra uma cidade, e os serviços de segurança prendessem um terrorista "confirmadamente" envolvido na questão, sendo que este se recusasse a falar onde seria o ataque ou o local da bomba escondida? E se a bomba nuclear fosse explodir em uma hora e o vagabundo terrorista se recusasse a dizer onde está a bomba? Como fazê-lo falar? Será que a tortura não seria um meio legítimo de se obter informações quando milhões correm risco de morte?
Fiquei sem repsosta...
Ontem estuantes da Fatec de São Paulo fizeram um protesto e paralisaram o trânsito na avenida Tiradentes, uma das mais importantes da cidade. Eles protestam contra o que consideram péssimas condições de ensino da escola e contra a greve dos professores, que durou um mês. Os arrogantes alunos desafiaram a polícia militar e acabaram entrando em confronto, já que os PMs queriam liberar, COM TODA A RAZÃO, a pista para o trânsito voltar ao normal. Seis alunos ficaram levemente feridos. Estes estudantes apanharam pouco, a polícia foi condescendente demais. Esse tipo de protesto é válido, mas quando atrapalha a vida de quem nada tem a ver com o problema deles, perdem toda a razão. Deviam ter apanhado muito mais.