Esse é o interessante Discoteca Básica, blog de um rapaz chamado Ricardo Schott, carioca e apaizonado por qualquer tipo de música. ele escreve primordialmente no bom jornal/revista International Magazine, do Rio de Janeiro. Ele entende do assunto, apesar de abusar demais dos floreios e dos detalhes. é um porto seguro para quem gosta de rock e música pop.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
terça-feira, setembro 02, 2003
terça-feira, agosto 26, 2003
Professores do curso de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero e seus alunos fizeram entre julho e agosto uma greve em proetsto contra o veto à recontratação de um professor, Marco Antonio Araújo, ex-coordenador do Departamento de Jornalismo, demitido no ano passado. Argumentam os professores e seus alunos baderneiros que havia uma promessa da direção da faculdade de recontratá-lo após seis meses decorridos da demissão, o que não aconteceu.
Em acalorados debates sobre o movimento no site Comunique-se, muitos alunos grevistas defendiam o movimento absurdo argumentando que a direção da faculdade é "fascista", "autroritária", "arbitrária" e outros argumentos semelhantes, numa sucessão de tolices e bobagnes sem tamanho.
A Cásper Líbero é uma faculdade privada e sua direção tem o direito de demitir e recontratar quem quiser. Fazer greve por causa disso? Só se o professor fosse Jesus Cristo, e olhe lá...
Os alunos baderneiros acham que são donos da faculdade, que podem e devem fazer bagunça quando têm seus "interesses" contrariados. Falam muito em "moralidade", "transparência", como se tivessem algum direito sobre o conteúdo pedagógico e sobre a administração da instituição. Esses alunos têm de ser expulsos da faculdade e os professores grevistas demitidos.
Flash mob é mais um monumento à idiotice humana. É uma palhaçada onde um grupo de energúmenos em contato entre si pela internet marcam um encontro em algum lugar e fazem algum tipo de "performance", que se torna uma "manifestação". em São Paulo, neste mês, um grupo de idiotas parou em um cruzamento da avenida Paulista, tirou os sapatos e começaram a bater com eles no chão. Patético.
Preso em Curitiba o primeiro cidadão acusado de venda ilegal de música pela internet no Brasil. Leia mais aqui. O cara baixava músicas pela internet, gravava CDs e vendia por preços que iam de R$ 5,00 a R$ 15,00. Merece a cadeia, é um pirata.
Uma surpreendente defesa da administração de Marta Suplicy em São Paulo foi feita pelo arrogante, azedo mas muito bom jornalista Elio Gaspari em sua coluna na Folha Online. Ele enumera ações pouco visíveis da prefeitura paulistana em áreas pobres da cidade e também projetos importantes para a população de baixa renda que são pouco divulgados. Merece crédito o seu artigo, que conclui que ela vai se reeleger em 2004.
Embora reconheça que a gestão de Marta é anos-luz superior à dos oitos anos de Maluf-Pitta e tão boa quanto a de Erundina (1989-1992), a atual administração cometeu diversos erros políticos graves e ainda patina em questões vitais, como o transporte coletivo (que continua péssimo após três anos de gestão petista) e a saúde municipal (idem). A reeleição será muito difícil.
segunda-feira, agosto 25, 2003
Ao mesmo tempo, será lançado o CD "Jimi Hendrix: Live At Berkeley (The Second Set)", trazendo, como o próprio nome diz, a segunda apresentação realizada no dia 30 de maio de 1970 no Berkeley Community Theatre, que deu origem ao vídeo.
Finalmente o ICED EARTH divulgou a data de lançamento de seu novo trabalho, intitulado "The Glorious Burden": será no dia 27 de outubro (pelo menos na Europa) através da gravadora SPV Records. Vale relembrar que neste CD a banda contou com os vocais de Tim "Ripper" Owens, ex-JUDAS PRIEST, que foi efetivado recentemente no lugar de Matthew Barlow. Uma turnê mundial está prevista para o início de 2004.
Ian Anderson, líder do JETHRO TULL, deu uma declaração afirmando que há alguns lugares no mundo onde a banda não vai mais se apresentar ao vivo, citando explicitamente Israel, justificando sua decisão pelo fato de se tratar de um lugar onde, devido à violência, não há "paz de espírito" suficiente para que o público sente, relaxe e aprecie a música com a calma e tranquilidade necessárias.
CD1:
- "Armed And Ready" (ao vivo) MSG
- "Pilot Of Your Soul" MSG
- "Cry For The Nations" (live) MSG
- "Written In The Sand" MSG
- "On And On" (ao vivo) MSG
- "Reflections Of My Soul" (solo)
- "Lights Out" (ao vivo) UFO
- "Essence" MSG
- "Assault Attack" (ao vivo) MSG
- "Open Gate" (instrumental solo)
- "Save Yourself" (ao vivo) MSG
- "Another Piece Of Meat" (ao vivo) SCORPIONS
CD2:
- "Are You Ready To Rock" (ao vivo) MSG
- "No Turning Back" MSG
- "Into The Arena" (ao vivo) MSG
- "Doctor Doctor" (ao vivo) UFO
- "The Mess I've Made" MSG
- "Captain Nemo" (ao vivo) MSG
- "Positive Forward" (instrumental solo)
- "Rock Bottom" (ao vivo) UFO
- "D" (instrumental solo)
- "All The Way From Memphis" (ao vivo) CONTRABAND
- "Fallen The Love" MSG
- "Attack Of The Mad Axeman" (ao vivo) MSG.
Este é o "Metal Discharge", novo CD do DESTRUCTION, a sair em 22 de setembro na Europa, trazendo as seguintes faixas: "The Ravenous Beast"/ "Metal Discharge"/ "Rippin' The Flesh Apart"/ "Fear Of The Moment"/ "Mortal Remains"/ "Desecrators Of The New Age"/ "Historical Force Feed"/ "Savage Symphony Of Terror"/ "Made To Be Broken" e "Vendetta". Vale relembrar que estará disponível também uma edição limitada com um CD de bônus, trazendo demos, versões de faixas de outras bandas e uma versão inédita de "Bestial Invasion".
CD 1 (1975-1980)
01. Motörhead ("HAWKWIND B-side")
02. Lost Johnny ("On Parole")
03. Leavin' Here ("Stiff single")
04. White Line Fever ("Stiff single")
05. The Watcher ("Motörhead")
06. City Kids ("Motörhead")
07. I'm Your Witchdoctor ("Motörhead")
08. Motörhead ("Motörhead")
09. Louie Louie* ("Peel Session '78")
10. Keep Us On The Road* (Peel Session'78)
11. Tear Ya Down* (Peel Session '78)
12. I'll Be Your Sister* (Peel Session '78)
13. Overkill ("Overkill")
14. Stay Clean ("Overkill")
15. Capricorn ("Overkill")
16. Limb From Limb ("Overkill")
17. Dead Men Tell No Tales ("Bomber")
18. Stone Cold Forever ("Bomber")
19. Step Down ("Bomber")
20. Bomber ("Bomber")
21. Over The Top ("Motordam")
22. Shoot You In The Back ("Ace of Spades")
CD 2 (1980-1986):
01. Ace Of Spades ("Ace of Spades")
02. Bite The Bullet ("Ace of Spades")
03. The Chase Is Better Than The Catch ("Ace of Spades")
04. Live To Win* (BBC Session '80)
05. Like A Nightmare* (BBC Session '80)
06. Please Don't Touch ("Ace of Spades")
07. Iron Fist ("Iron Fist")
08. Heart Of Stone ("Iron Fist")
09. Don't Need Religion ("Iron Fist")
10. Shine ("Another Perfect Day")
11. One Track Mind ("Another Perfect Day")
12. I Got Mine ("Another Perfect Day")
13. Snaggletooth ("No Remorse")
14. Under The Knife (Slow Version) ("No Remorse")
15. Ain't My Crime ("Orgasmatron")
16. Nothing Up My Sleeve ("Orgasmatron")
17. Killed By Death* (BBC Session '86)
18. Deaf Forever* (BBC Session '86)
19. Orgasmatron (Spoken Word)* (BBC Session '86)
20. Orgasmatron* (BBC Session '86)
21. Dr Rock* (BBC Session '86)
CD 3 (1987-1996):
01. Rock 'N' Roll ("Rock 'n' Roll")
02. Eat The Rich ("Rock 'n' Roll")
03. Just Cos You Got The Power ("Rock 'n' Roll")
04. Black Leather Jacket* (Channel 4 TV)
05. No Voices In The Sky ("1916")
06. Going To Brazil ("1916")
07. Love Me Forever ("1916")
08. You Better Run ("March or Die")
09. I Ain't No Nice Guy ("March or Die")
10. Hell On Earth ("Hellraiser III: Hell On Earth" original soundtrack)
11. Burner ("Bastards")
12. I Am The Sword ("Bastards")
13. Bad Woman ("Bastards")
14. Devils ("Bastards")
15. Sacrifice ("Sacrifice")
16. Sex And Death ("Sacrifice")
17. Over Your Shoulder ("Sacrifice")
18. Out Of The Sun ("Sacrifice")
19. I Don't Believe A Word ("Overnight Sensation")
CD 4 (1996-2002):
01. Overnight Sensation ("Overnight Sensation")
02. Broken ("Overnight Sensation")
03. Listen To Your Heart ("Overnight Sensation")
04. Love For Sale ("Snakebite Love")
05. Snakebite Love ("Snakebite Love")
06. Take The Blame ("Snakebite Love")
07. Joy Of Labour ("Snakebite Love")
08. Orgasmatron 2000* (Internet download)
09. Stay Out Of Jail ("We Are Motörhead")
10. One More Fucking Time ("We Are Motörhead")
11. We Are Motörhead ("We Are Motörhead")
12. Shoot 'Em Down (TWISTED SISTER tribute)
13. Walk A Crooked Mile ("Hammered")
14. Brave New World ("Hammered")
15. Mine All Mine ("Hammered")
16. Voices From The War ("Hammered")
CD 5 (1975-2002) - somente gravações ao vivo
01. On Parole ("What's Words Worth")
02. Train Kept A Rollin' ("What's Words Worth")
03. Too Late Too Late* (BBC In Concert)
04. (I Won't) Pay Your Price* (BBC In Concert)
05. Iron Horse ("No Sleep 'Til Hammersmith")
06. We Are The Roadcrew ("No Sleep 'Til Hammersmith")
07. Nadine* ("Beware the Dog" - bootleg)
08. Steal Your Face* (BBC In Concert)
09. Mean Machine ("The Birthday Party")
10. No Class ("The Birthday Party")
11. Stone Deaf In The USA ("Live At Brixton")
12. Dogs ("Live at Brixton")
13. Traitor ("No Sleep At All")
14. Built For Speed ("No Sleep At All")
15. Acropolis ("Metropolis")* (Greek 45)
16. Angel City ("Everything Louder")
17. R.A.M.O.N.E.S. ("Everything Louder")
18. Silver Machine* (Bootleg version)
19. On Your Feet Or On Your Knees ("Everything Louder")
20. I'm So Bad, Baby I Don't Care ("Everything Louder")
21. Born To Raise Hell ("Everything Louder").
terça-feira, agosto 19, 2003
De acordo com o site da revista "Rolling Stone", o som da banda no novo CD traz mais elementos eletrônicos adicionados ao hard rock que deu fama ao Living Colour na virada das décadas de 80 e 90. "Nossa meta era escrever canções atuais sobre nós mesmos e sobre o mundo em que vivemos", declarou o vocalista Corey Glover.
"Não mudou muito", disse Glover sobre o som do grupo no novo disco. "Mas acho que evoluímos de onde estávamos". O álbum de inéditas mais recente do Living Colour, "Stain", foi lançado em 1993.
quarta-feira, agosto 13, 2003
A guerra dos camelôs contra a prefeitura nas ruas de São Paulo vai continur por muito tempo. Uma mistura de desemprego, desrespeito à lei e corrupção (prncipalmente nos oito anos de governo da dupla Maluf-Pitta) infestaram as ruas da cidade de banquinhas que vendem tudo quanto é tipo de porcaria, geralmente falsificadas.
Entretanto, ao contrário da questão dos sem-terra/sem-teto, essa não é uma questão política. Não há como não se condoer com a situação de vários pais de família desempregados e que nunca mais voltarão ao mercado sendo espancados pela Guarda Civil Metropolitana e tendo suas mercadorias apreendidas.
É uma situação desesperadora e desalentadora, fruto de uma política neoliberal predatória de dez anos, desde Ferenando Collor de Mello e agravada por Fernando Henrique Cardoso. São milhares de desempregados que se arriscam a vender produtos falsos nas ruas à revelia da lei. E como dizer a eles que estão errados? esse talvez seja o maior dos dilemas urbanos da atualidade.
Os sem-teto da Grande São Paulo aprenderam direitinho com seus irmãos sem-terra e souberam capitalizar bem o espaço que tiveram na mídia. As prefeituras de São Paulo e São Bernardo ficaram acuadas e atarantadas com as invasões de prédios públicos e terrenos privados.
Massas de excluídos foram manipuladas por lideranças repulsivas e repugnantes, que nada mais fazem do que atuar na grilagem de terrenos ociosos. E quem mais sofre é a população mais pobre, que vira fantoche nas mãos dessas lideranças inescrupulosas. Só que, enquanto a inerte prefetura paulistana assistia a tudo, esperando pela Justiça, a vizinha São Bernardo desde cedo evitou dar qualquer apoio aos sem-teto, inclusive com o prefeito William Dib (PSB) vindo a público para exigir a reintegração de posse e a saída imediata do terreno da Volkswagen.
Chega de leniência e tolerância contra esses movimentos oportunistas e fora-da-lei.
A reforma da Previdência expôs bem qual é o dilema do governo Lula. A quem ele serve? Diante das pancadas vindas de todos os lados, o presidente peca pela falta de pulso. Juízes safados pressionam por privilégios, assim como minorias nojentas de servidores públicos, e o governo cede. Governadores falidos e predadores gritam e ameaçam, e o governo cede. Até onde isso vai?
Gustavo Kuerten nunca passou de um tenista apenas razoável. Por ser brasileiro e tenista, ganhou destaque, já que o país nunca brulhou neste esporte no masculino. Ele ganhou três Roland Garros e mais nada. MUito pouco para quem tem seis anos de carreira e se considera top ten. Nunca passou de um engodo. Agora está em franca decadência.
O guitarrista GARY MOORE vai lançar em 1º de setembro um CD gravado ao vivo durante sua última turnê, intitulado "Live At The Monsters Of Rock", quando contou com Cass Lewis (SKUNK ANANSIE) no baixo e Darrin Mooney (PRIMAL SCREAM) na bateria. Eis o tracklist: "Shapes Of Things"/ "Wishing Well"/ "Rectify"/ "Guitar Intro (intro: "End Of The World")"/ "Stand Up"/ "Just Can't Let You Go"/ "Walking By Myself"/ "Don't Believe A Word"/ "Out In The Fields" e "Parisienne Walkways".
Um supergrupo ainda sem nome, formado por Lee Kerslake e Bob Daisley (URIAH HEEP), Jon Lord, Don Airey e Steve Morse (DEEP PURPLE), juntamente com Jimmy Barnes (COLD CHISEL) já finalizou um álbum que está em processo de mixagem, e vai trazer ao menos cinco faixas inéditas, cujo lançamento deverá ocorrer entre o final de 2003/início de 2004.
Antero Greco, do Estado de S. Paulo
São Paulo - O time do Palmeiras estará vivendo momento histórico, na noite desta quarta-feira, quando entrar no campo do Parque Antártica. Não por conta do clássico com o Cruzeiro, pela Copa Sul-Americana, da qual se encontra a um passo da desclassificação. Mas por causa do próprio estádio, inaugurado 70 anos atrás, numa tarde de 13 de agosto, com goleada de 6 a 0 sobre o Bangu, na primeira edição do Torneio Rio-S. Paulo.
Naquele domingo de inverno, a festa de 30 mil torcedores do clube fundado por imigrantes italianos e seus descendentes foi o coroamento de sonho iniciado na década de 20. Poucos anos após a criação do Palestra Itália (em 24 de agosto de 1914), seus dirigentes chegaram à conclusão de que seria necessária “casa própria” para as apresentações do time.
Uma pesquisa indicou que o local adequado era o campo da Companhia Antartica, no bairro de Perdizes, zona oeste da cidade. Uma comissão presidida por Vasco Stella Farinello foi incumbida de negociar a cessão do local com os alemães Zerrener e Büllow, donos da fábrica de bebidas e do Parque Antarctica.
Os sócios toparam a transação, pediram 500 mil contos de réis – uma fortuna para aqueles tempos –, mas impuseram como condição para selar o acordo que os palestrinos tivessem o consentimento da diretoria do América, time que havia arrendado o estádio.
A missão diplomática foi atrás de Belfort Duarte, antigo zagueiro do clube rival e seu presidente na época. O cartola entendeu a argumentação dos italianos e, com a mesma lisura que apresentou na fase em que corria atrás da bola, abriu mão do contrato de aluguel. Belfort virou símbolo de cavalheirismo no futebol, tanto que até hoje empresta seu nome ao troféu oferecido a jogador jamais expulso na carreira.
O Palestra Itália ofereceu 250 mil contos de réis para a Cia. Antarctica e ficou de pagar mais duas cotas anuais de 125 mil. Além disso, se comprometeu a só utilizar os produtos da empresa em seu campo. No vencimento da primeira parcela adicional, faltou dinheiro e a saída dos dirigentes foi vender parte do terreno do estádio para o conde Francesco Matarazzo, o mais próspero imigrante italiano do início do século 20.
O clube passou mais de uma década para reformar o Parque Antártica. As obras ficaram prontas apenas em agosto de 1933, mas valeu a pena a espera. O estádio tinha arquibancadas de cimento (parte delas cobertas), alambrado (novidade, em termos de segurança), pista de atletismo e estavam sendo construídas quadras de tênis, piscinas e stand de tiro. “As instalações obedecem aos mais recentes preceitos técnicos internacionais”, atestava reportagem de o “Estado de S. Paulo”.
O Palestra queria mostrar, no ano 1 da era do profissionalismo do futebol, que tinha estádio à altura de sua torcida. Por isso, organizou grande festa para a inauguração. O time, em campo, fez sua parte e goleou o Bangu por 6 a 0. Gabardo marcou o primeiro gol do novo estádio e Avellino fez o segundo. Na etapa final, Avellino, Romeu, Gabardo e Romeu de novo completaram a surra. O Bangu jogou tão mal que o goleiro Nascimento “rapou um frio quisilento por não ter tido nada o que fazer”, segundo o ‘Estado’.
Naquele mesmo ano, o Palmeiras ganhou o Rio-S. Paulo, o título paulista e ainda obteve proeza histórica. Em clássico com o Corinthians, já o seu maior adversário, fez 8 a 0 (4 gols de Romeu, 3 de Imparato e 1 de Gabardo). Até hoje, essa é a maior derrota do Timão.
O Palestra Itália mudou de nome por causa da Segunda Grande Guerra, virou Palmeiras em 44, mas nunca mais abriu mão do seu estádio, que leva oficialmente o nome original do clube, mas também nunca deixou de ser conhecido como Parque Antártica. Uma grande reforma ocorreu três décadas mais tarde, quando o gramado foi elevado e surgiu o “Jardim Suspenso” (1964).
No ‘Palestra Itália’, com capacidade para 32 mil torcedores, o Palmeiras festejou vários títulos paulistas, além da Taça Libertadores da América e a Copa Mercosul de 1999. Mas também perdeu a própria Mercosul em 2000 e em 2001, uma Copa do Brasil (para o Cruzeiro, em 96) e foi desclassificado pelo Boca Juniors na semifinal da Libertadores de 2001. E é lá que o time manda seus jogos na Segunda Divisão do Brasileiro.
O Palestra Itália precisa de nova e profunda cirurgia plástica – há anos prometida pela atual diretoria. Mas, mesmo com projeto arquitetônico hoje ultrapassado, é um dos símbolos de São Paulo. Acima de tudo, se trata de um dos muitos marcos da forte presença italiana na cidade. Orgulho de tantos ‘nonnos’ que freqüentaram suas arquibancadas e vibraram com ídolos – de Romeu a César Maluco, de Oberdan Catani e Leão, de Junqueira a Ademir da Guia, de Valdir de Moraes a Rivaldo, Evair, Marcos.
Do Estadão.com
Uma revista americana fez uma compilação dos 50 piores nomes da música e não poupou os heróis do pop. Para a Blender, o líder dos Stones não é páreo para um "garoto de seis anos sem tino musical"
São Paulo - Listas dos piores e melhores da música são comuns. O que não é tão comum é ver os chamados "ícones sagrados" do rock dividindo um desconfortável lugar entre os piores. Mas foi isso que uma revista americana de música fez: a Blender listou os 50 piores nomes da música e colocou Mick Jagger, The Doors e David Bowie entre eles.
A lista foi feita exclusivamente pelos editores da revista, sem a participação do público. O líder dos Rolling Stones está no 13º lugar. Para justificar sua suposta má qualidade musical, a revista afirma que o disco solo de Jagger, Goddes In The Doorway é pior do que a música feita "por um garoto de seis anos sem tino musical".
A acidez das críticas resvalou também para a banda de Jim Morrison. Segundo os editores da Blender, o The Doors ocupa o 37º lugar na lista e o seu mítico cantor é criticado por expressar suas "visões definitivamente adolescentes do mundo". Já David Bowie, que ficou em 12º entre os piores da música pop, "é muito muito ruim", conforme os editores da Blender.
Outros nomes dentre os piores da música são o dublê de rapper Vanilla Ice, a cantora Celine Dion e o saxofonista Kenny G. Os campeões da música ruim, no entanto, são os integrantes do duo de rap-rock Insane Clown Posse. Eles são mais conhecidos por uma rixa com Eminem e por terem dito obscenidades a Sharon Osbourne ao vivo em um programa de rádio.
Um editor da revista Blender explicou a lista que publicou, e não economizou dureza nos comentários. Andy Pemberton disse que "se eu fosse de um destes grupos, ficaria com raiva de estar na lista, mas eles deveriam ser melhores. É culpa deles mesmos que estejam na lista". As informações são do site Ananova.
domingo, agosto 10, 2003
Finalmente o eterno Roberto Marinho foi descansar em outras plagas, depois de espalhar seu veneno por este planeta. Ele conseguiu a façanha de ser odiado e amado, mas ninca ser ignorado. Com certeza ele tem muita culpa no estado de coisas que atualmente dominam o Brasil. Uns o vêem como um dos inimigos do povo, tese com a qual concordo em parte. Tem o grande mérito de ter construído um grande império de comunicação e uma emissora de TV de primeiro mundo, além de ser um bom patrão. Justamente por conta disso, sua influência na vida brasileira foi quase total e sempre nefasta. Ele fez parte de uma elite nojentamente conservadora, burra, gananciosa e predatória. Para mim, nao deixará saudades.
Boa literatura para quem gosta de música. "Rock and Roll, uma História social", de Paul Friodlander, lançado pela editora Record. Friedlander foi cantor nos anos 50 e 60 e depois virou diretor musical de conservatórios e escolas de música nos Estados Unidos. Ele mistura análise musical e social em um texto seco mas bastante informativo, entremeando suas teses com a história das carreiras dos principais artistas do rock. Uma obra diferente e inteligente sobre música.
Este é o "Heretic", novo álbum do MORBID ANGEL, a sair em 23 de setembro nos EUA, contendo as seguintes faixas: "Cleansed In Pestilence (Blade Of Elohim)"/ "Enshrined By Grace"/ "Beneath The Hollow"/ "Curse The Flesh"/ "Praise The Strength"/ "Stricken Arise"/ "Place Of Many Death"/ "Abyssous"/ "God Of Our Own Divinity"/ "Within Thy Enemy"/ "Memories Of The Past"/ "Victorious March Of Reign The Conqueror"/ "Drum Check" e "Born Again". Clique aqui para conferir o MP3 de "Enshrined By Grace".
Retorna a polêmica na Internet sobre a questão levantada pelo jornalista Sérgio Martins, na revista Veja: solo de guitarra é coisa de gente (músico ou fã) velha? Essa tese foi proposta pelo jornalista por conta do novo CD do Metallica, "St. Anger", que simplesmente não tem solos de guitarra, apesar do excelente guitarrista Kirk Hammet. O chamado new metal, de porcarias como Korn, Limp Biskit e outros lixos parecidos também não contam com solos de guitarras ou de qualquer instrumento.
A resposta é basicamente simples sobre essa questão. Solos (principalmente de guitarra) não é coisa de gente velha, é coisa de gente que tem bom gosto. É sinal de que essas pessoas gostam de boa música, de músicos que sabem tocar. OU seja, é a prova de que o Metallica decidiu abandonar seus fãs e apostar no imenso mercado dominado por gente que gosta de música ruim, mal tocada. É pena. E vai aqui mais um apelo para que Sérgio Martins pare de escrecer sobre rock, principalmente o pesado. A especialidade dele é o reggae. Então ele que fique com o lixo regueiro.
"St. Anger", o novo CD do Metallica, é tudo aquilo que os fãs poderiam esperar de pior: músicas ruins, produção ruim, execução desleixada deliberadamente. Ou seja, o mercado dita as novas orientações musicais do quarteto e o verdadeiro rock/heavy metal vai para o espaço.
O novo CD irrita o ouvinte. Nenhum solo de guitarra, produção suja e guitarrasa gordas e saturadas, bem ao gosto do nefasto nu-metal. A bateria ressoa como lata, como se fosse uma fita demo. Nojento. O Metallica conseguiu descer ao nível de porcarias como Korn, Limp Biskit, Linkin Park e outras.
sexta-feira, agosto 08, 2003
Notas retiradas dos ótimos sites Whiplash, Disconnected e Rock Brigade
25/10 - Buenos Aires, Argentina - estádio do River Plate
28/10 - Santiago, Chile - Pista Atlética do estádio Nacional
30/10 - Rio de Janeiro, Brasil - ATL Hall
01/11 - São Paulo, Brasil - estádio do Pacaembu
Agora é oficial: YNGWIE MALMSNTEEN estará em turnê juntamente com o STEVE VAI e JOE SATRIANI no G3 em outubro. Já tem uma data confirmada e será no dia 11 em San Diego, CA, no Humphrey's By The Bay.
Sai agora em setembro, na Europa, o box do Mötley Crüe com um CD e um DVD com os vídeos do conjunto. O CD é uma compilação de clássicos da banda, tirados das fases Shout At The Devil, Theatre of Pain, Girls, Girls, Girls e Dr. Feelgood.
terça-feira, agosto 05, 2003
Quando morreu de problemas cardíacos, em dezembro do ano passado, Joe Strummer, ex-líder do The Clash, trabalhava em seu terceiro álbum com a banda Mescaleros. Em outubro, finalmente, o disco chega ao mercado, segundo o semanário New Musical Express. Sai pelo selo Hellcat/Epitaph. Martin Slattery e Scott Shields tiveram de finalizar o álbum, batizado Streetcore. No repertório, aparece uma inusitada regravação de Redemption Song, de Bob Marley. Ainda conforme o NME, já em setembro sai um single do trabalho, com a música Coma Girl. (Planet Pop)
sexta-feira, julho 25, 2003
1. Tom Sawyer; 2. Distant Early Warning; 3. New World Man; 4. Roll the Bones; 5. Earthshine; 6. YYZ; 7. The Pass; 8. Bravado; 9. Big Money; 10. The Trees; 11. Freewill; 12. Natural Science; 13. Closer to the Heart; 14. One Little Victory; 15. Driven; 16. Ghost Rider;
17. Secret Touch; 18. Dreamline; 19. Red Sector 'A'; 20. Leave That Thing Alone; 21. The Rhythm Method; 22. Resist; 23. 2112; 24. Limelight; 25. La Villa Strangiato; 26. The Spirit of Radio; 27. By-Tor & the Snow Dog; 28. Working Man.
**NOtas extraídas dos sites Whiplash, Disconnected, Rock Connection e Rock Brigade
A banda sueca Hellacopters vai se juntar ao Sepultura e ao Deep Purple e se apresentará no festival Kaiser Music em setembro, informou na terça-feira a assessoria de imprensa do evento. Os shows estão marcados para dia 18 de setembro em Porto Alegre, 19 em Curitiba, 20 em São Paulo e 21 em Belo Horizonte. O Hellacopters é uma das bandas mais conhecidas da Suécia, com seu estilo hard rock e punk com influências de MC5, The Stooges e outras bandas dos anos 1970.
"Hail to the Thief", do Radiohead, foi o álbum mais vazado dos últimos tempos. Além de o disco ser disputadíssimo por vir de uma megabanda adorada como o Radiohead, ele foi parar na rede uns dois meses antes de seu lançamento. Se a distribuição de música na internet é o câncer das vendas, como pregam as gravadoras ou a união delas, eu tenho uma perguntinha: por que o CD de Thom Yorke vendeu 44 mil cópias no primeiro dia só na Inglaterra, mais de 250 mil cópias na primeira semana e virou o disco mais rapidamente vendido no Reino Unido desde agosto do ano passado, quando o "nosso" Coldplay quebrou a banca ao soltar seu milionário "A Rush of Blood to the Head"? (Lúcio Ribeiro, colunista da Folha Online)
segunda-feira, julho 21, 2003
CD 1: "Welcome"/ "Gardens Of The Sinner"/ "Rich And Famous"/ "All Of The Damned"/ "No Return"/ "Armageddon"/ "Heavy Metal Universe"/ "One With The World" e "Dan's Solo". CD 2: "Razorblade Sigh"/ "Heart Of The Unicorn"/ "Last Before The Storm"/ "Victim Of Fate"/ "Rising Star - Shine On"/ "The Silence"/ "Heaven Or Hell"/ "Guardians Of Mankind" e "New World Order".
quarta-feira, julho 16, 2003
Um dos primeiros e mais poderosos power trios do rock foi o Cream, grupo formado em 1966 por ninguém menos que Eric Clapton. Ele primeiro cooptou o baixista Jack Bruce. Depois, foram atrás do baterista Ginger Baker. A idéia original do grupo era fazer uma banda de blues "autêntico", mas o Cream acabou enveredando pela linha do rock-blues. Durou pouco a estrela do superescrete. Em 26 de novembro de 1968, no Royal Albert Hall, fecharam aquela que era chamada de turnê do adeus. Cream Farewell Concert é o documentário que registra aquele fantástico trio e que chega agora ao DVD, com direção de Tony Palmer (lançamento BMG).
O Cream teve algumas reuniões históricas nesses anos todos. Em 1993, fizeram uma jam para o Rock and Roll Hall of Fame, no Century Plaza Hotel, em Los Angeles. Mas o seu auge está aqui, registrado pela filmagem de Palmer e tocando alguns dos seus clássicos, como Sunshine of Your Love, White Room, Politician, Crossroads, Spoolful e I’m So Glad.
"Essa é uma daquelas ocasiões em que se pode dizer sem medo de errar: aqueles que estiveram lá nunca vão esquecer", escreveu Tony Palmer nas notas do DVD, em agosto de 2001. A performance extraordinária do Cream, que até hoje inspira novatos e veteranos pelo mundo todo (vide o White Stripes, que faz claras referências aos pioneiros), está completamente clara, limpa, exuberante no documentário. Foi o ápice e o fim. Cerca de 10 mil fãs lotaram o Royal Albert Hall, que tinha naquela noite também shows do Yes e do Taste. Outras mil pessoas ficaram do lado de fora, chupando o dedo porque a lotação esgotara-se.
Cream Farewell Concert. DVD com show ao vivo da banda Cream. BMG. Preço médio do CD R$ 50,00.
(Jotabê Medeiros, do Estado. de S. Paulo)
Pílulas roqueiras
segunda-feira, julho 14, 2003
Pesquisa recente feita por um professor da FGV paulistana mostra que 47% dos eleitores brasileiros têm dificuldade para lembrar em quem votou na última eleição (2002) para deputados federal e estadual, enquanto que 28% não se lembrarm do nome de maneira alguma. É a prova cabal de o brasileiro é um povo nojento, que nada tem a reclamar da crise, de seus representantes no governo, no Legislastivo. Resumindo, o brasileiro é um lixo em termos de civilização e educação.
Façanha - Realmente o jogo Brasil x Sérvia pela final da Liga Mundial de Vôlei 2003 foi um dos maiores de todos os tempos, senão o maior. Comparável a essa batalha, somente Polônia 3 x 2 URSS na final da Olimpíada de 1976, em Montreal. A vitória brasileira tem a cara de Bernardinho, da competência, da pesistência e da vontade. é verdade que o Brasil errou muito, principalmente nos segundo e terceiro sets, mas compensou com louros.
Vexame - Já a seleção brasileira sub-23 de futebol foi um horror ao perder para o México por 1 a 0. é verdade que não merecia perder, em razão de ter jogado bem melhor do que o adversário (que conseguiu poerder recentemente por 2 a 1 para El Salvador). Entretanto, o futebol demonstrado foi péssimo. Kaká mostrou que não passa de um engodo, assim como Robinho. Diego é o melhor do time, assim como Thiago Motta, mas o santista pensa que é craque e joga sem vontade. Resumindo, é um timinho com jogadores mimados em seus clubes e que não merecem vestir a camisa da seleção.
Especulação - Especula-se que o Corinthians está ameaçado pelo rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Pura falta de assunto. ainda falta muito campeonato pela frente e o Corinthians jamais cairá.
Texto extraído do Estadão.com, fantástico, a respeito de um dos maiores engodos da música mundial:
"Não foram raras as vezes em que João Gilberto ameaçou deixar um show por causa da falta de condições acústicas do teatro ou do comportamento do público. Na noite deste domingo, porém, foi o público que abandonou o artista. Durante seu show em Montreux, na Suíça, João Gilberto se viu em uma situação inusitada: terminou sua apresentação com apenas metade das cadeiras do teatro preenchidas. O público, que praticamente lotava a sala no início do concerto, foi deixando o teatro lentamente; a cada música, grupos deixavam a sala.
Em um momento, até o cantor olhou espantado para o auditório. Sua reação também foi inusitada: passou a tratar bem o público, atendeu a pedidos de músicas e ainda elogiou comentários vindos da platéia.
Os organizadores do show argumentam que espetáculo já havia começado tarde e que muitos teriam saído para pegar os últimos ônibus em direção às suas cidades. Mas o público, que pagou em média o equivalente a R$ 150 para ver o artista brasileiro, tinha outra resposta: o show foi longo demais (quase duas horas) e começou depois de outras duas horas de show de Ruyichi Sakamoto e Jacques e Paula Morelembaum."
sexta-feira, julho 11, 2003
Tilden Santiago é o embaixador brasileiro em Cuba. Desde sempre dizia-se que ele era um ser desprezível e desqualificado. POis ele demonstrou essas qualidades na entrevista de hoje à Folha de S. Paulo. Ele "justifica" o julgamento sumário de 25 dissidentes - s esuas repsectivas condenações a mais de 25 anos de prisão -, bem como a condenação sumária à morte de três sequestradores de uma barca afirmando que tudo isso foi orquestrado pelos Estados Unidos. "Se o Brasil estivesse sujeito à ação semelhante dos Estados Unidos, exposto a ações de desestabilização, também teria de tomar providências", afirma o embaixador. O que ele entende por "desestabilização"? Ele sugere que se algo remotamente parecido ocorresse no Brasil o governo Lula sairia matando gente e rasgando a Constituição? Esse cara é nojento e enlameia o governo Lula.
Sílvio Santos deu para dar uma de piadista. Deu uma entrevista à revista contigo dizendo que tinha vendido o SBT e que ia morrer. Tirou sarro de todo mundo e a imprensa inteira foi atrás da palhaçada. Ele é um lixo, um ser humano execrável, assim como a publicação, que é uma das piores que já existiram no Brasil.
Caráter não é uma qualidade presente na grande maioria dos astros de rock. Os boatos vinham se multiplicando desde janeiro, mas agora se tornaram verdadeiros: Rob Halford está de volta ao Judas Priest. O anúncio oficial aconteceu hoje, 11 de julho, na Inglaterra. Em nota oficial, o Judas inclusive já está planejando sua nova turnê para o próximo ano:
"Depois de mais de 12 anos longe, o vocalista Rob Halford está de volta ao Judas Priest para uma turnê mundial em 2004. A formação definitiva do Judas Priest conta com Halford, guitarristas Glenn Tipton e K.K. Downing, baixista Ian Hill e baterista Scott Travis. Os membros começaram a resolver suas diferenças pessoais desde 1999, fazendo aparecer centenas de boatos sobre a reunião. A turnê da volta vai acontecer em 2004, ano em que o Judas Priest completa 30 anos de carreira. Ripper Owens saiu da banda amigavelmente e o grupo é muito grato a Ripper pelo seu trabalho e por ajudar a levar o Judas Priest aos seus milhões de fãs pelo mundo. Desejamos um grande futuro para ele."
A verdade é que desde 2001 ambas as partes vêm desmentindo a reunião. Da parte do Judas Priest, seus integrantes sempre garantiram que Ripper Owens era o vocalista e que parmaneceria na banda. O rapaz foi "esfaqueado" inapelavelmente, foi traído de forma vil e cruel. O rock e o show business internacional é um meio nojento e asqueroso.
terça-feira, julho 08, 2003
A Universal Japan divulgou o track list e os respectivos músicos de cada faixa de Influences and Connections, tributo ao Mr. Big que conta também com três ex-integrantes da banda: Billy Sheehan (baixo), Pat Torpey (bateria) e Richie Kotzen (guitarra). O vocalista Eric Martin e o guitarrista Paul Gilbert ficaram fora do projeto. O CD chegará às lojas japonesas no dia 6 de agosto e a primeira prensagem virá com um DVD bônus contendo entrevistas com os participantes e cenas das gravações. Confira como ficou Influences and Connections:
1. Mr. Big - Paul Rodgers (Bad Company e ex-Free) - vocal, Billy Sheehan - baixo, Pat Torpey - bateria, Richie Kotzen - guitarra
2. Take Cover - Doug Pinnick (King's X) - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo,
Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base,
Ty Tabor (King's X) - guitarra solo
3. Colorado Bulldog - Joe Lynn Turner - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo, Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base,
Marty Friedman (ex-Megadeth) - guitarra solo, Billy Sheehan - backing vocals
4. Wild World - John Waite (ex-Bad English) - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo
Pat Torpey - bateria, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base, Richie Kotzen - guitarra solo, Debbie Holiday (ex-Badlands) - backing vocals
5. Price You Gotta Pay - Glenn Hughes - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo, Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base,
Steve Lukather (Toto) - guitarra solo
6. Promise Him the Moon - Ann Wilson (Heart) - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo
Pat Torpey - bateria, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra
7. Addicted to that Rush - Billy Sheehan: vocal e baixo solo, Chuck Wright (House of Lords) - baixo, Pat Torpey - bateria, Richie Kotzen - guitarra, Teddy "Zig Zag" Andreadas (Alice Cooper) - gaita
8. Just Take my Heart - Mickey Thomas - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo,
Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base
Gene Black - guitarra solo, Billy Sheehan - backing vocal
9. Shine - Brett Damrose (Dogstar) - vocal, Keanu Reeves (Dogstar) - baixo, Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base, Stevie Salas - guitarra solo
10. Crawl Over Me - Pat Torpey - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo, Matt Sorum (Velvet Revolver) - bateria, Lanny Cordola - guitarra
11. To Be With You - Richie Kotzen - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo, Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - violão
Gene Black - violão, Stevie Salas - violão solo
12. Green-Tinted Sixties Mind - Donnie Vie - vocal, Chuck Wright (House of Lords) - baixo
Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base
Gene Black - guitarra solo
13. Daddy, Brother, Lover, Little Boy - Joe Lynn Turner - vocal, Tim Bogart - baixo
Pat Torpey - bateria e backing vocals, Lanny Cordola (House of Lords) - guitarra-base
Yngwie Malmsteen - guitarra solo, Billy Sheehan - backing vocals
sexta-feira, julho 04, 2003
O site Comunique-se, especializado em informações do meio jornalístico, acaba de lançar o seu "blogger", um espaço para jornalistas criarem seu blogs. Está no site Blog-se. O irmão gêmeo do Superball Express pode ser acessado aqui. Tudo o que for escrito aqui neste espaço estará no outro, ou seja, os conteúdos serão os mesmo. Resolvi fazer o blog lá no Comunique-se apenas para divulgar o Superball original.
Montevidéu - O técnico da seleção do Uruguai, Juan Ramón Carrasco perdeu a paciência com o baixo rendimento do time que está se preparando para disputar as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006 e decidiu dispensar sete jogadores por deficiência técnica. Irritado com o desempenho da equipe no jogo-treino contra o Bella Vista - da 1ª Divisão do país - o treinador interrompeu a partida no segundo tempo e mandou os jogadores de volta para casa “até um novo aviso”. “Me dá asco ver a maneira como vocês estão jogando”, justificou o técnico. Os sete jogadores desconvocados são os zagueiros Cono Aguiar, Curbelo, Martuciello, Pablo Melo e Bruno Silva e os meio-campistas Marcelo Broli e Carlos Diogo. Aguiar, Curbelo e Broli são jogadores do Fênix, time dirigido por Carrasco antes de assumir a seleção. (Agência Estado)
A novela continua em Shepherd's Bush, o bairro operário londrino onde surgiu o Who e onde Pete Townshend mantém um apartamento de luxo. Segundo uma entrevista do guitarrista e líder da banda publicada na revista Billboard, "os laços de amizade que me unem a Roger Daltrey (vocalista) são motivos suficientes para um novo álbum do The Who".
O guitarrista afirma que o trabalho está em andamento no que será o primeiro disco da banda depois de It's Hard, de 1982. "Daltrey insistiu com ele para voltar ao estúdio e preparar o que seria um disco do The Who. A produção começará mais para o fim do ano."
A questão é que desde 1988 fala-se em um novo disco de músicas inéditas do Who. na época, John Entwistle, o baixista, afirmou que em 1989 o Who estaria reunido para compor e gravar material novo. Ninguém sabe o que aconteceu, mas naquele ano veio a público "The Iron Man", disco-solo de Townshend com voncidados especiais, entre eles o próprio Who tocando duas faixas. Aparentemente o álbum deveria ser um disco do grupo, mas algum problema impediu que isso ocorresse. Townshend, o principal compositor, aproveitou o material e fez um solo.
Desde então fala-se em um novo álbum, sem que omprojeto seja levado à frente. Probelmas empresariais e comerciais? Muito provavelmente, já que os três integrantes remanscentes era famosos pelas brigas e desentendimentos nos 18 anos initerruptos em que tocaram juntos oficialmente (1964-1982).
Pessoalmente, acho cada vez mais difícil um álbum novo do Who, ainda mais depois da morte de Entwistle em maio do ano passado.
A pirataria é um câncer para a indústria de entretenimento e de propriedade intelectual. É claro que a pirataria corrói a remuneração dos artistas e os investimentos em novos lançamentos, em propaganda em mídia e em shows.
Só que a crise é gerenalizada e o País está à beira de uma recessão, com o desemprego em alta e as ruas tomadas de camelôs, muitos deles profissionais qualificados e chefes de família desempregados. Esses cdaras precisam viver. E é aí que a pirataria age, no esquema de crime organizado. Em primeiro lugar, isso é questão de polícia. Em segundo lugar, de política federal, com ampla fiscalização. Em terceiro lugar, é questão de política econômica.
Entretanto, por mais que entendamos a questão da pirataria, uma coisa é certa: a indústria fonográfica brasileira (e, em menor escala, no mundo), é predatória. as gravadoras, a ponta mais forte da cadeia, esfola lojhista e artistas. Essas gravadoras ganhara dinheiro demais no Brasil entre o fim dos anos 50 e meados dos anos 90. A partir de 1996, começaram a perder dinheiro, muito dinheiro, e culparam a pirataria por isso. É apenas parte da verdade.
A crise do mercado fonográfico tem a ver com o preço absurdo que um CD atingiu nas lojas. Um lançamento hoje custa em média R$ 32. É piada. em vez de abaixar os preços, as gravadoras resolveram que querem recuperar o prejuízo no preço unitário. Diante disso, como condcenar a pirataria?
Este artigo foi extraído do site Whiplash, especializado em rock e heavy metal. O autor é o jornalista Ari Santa Lúcia Júnior. é uma outra visão sobre o problema da pirataria de CDs:
"Se você é apaixonado por música com certeza adora aquelas lojas de cds pequenas e especializadas, onde fala-se direto com o dono e encontra-se títulos raríssimos. De uns anos pra cá, infelizmente, elas estão diminuindo e ficou quase impossível achar uma hoje em dia.
Conversando com um amigo, que pediu pra não ser identificado, dono de uma dessas lojas sobreviventes de São Paulo, ele me disse que a situação nunca esteve tão ruim como hoje em dia. É comum você ler em diversos meios de comunicação artigos tendenciosos dizendo que a crise é por causa da pirataria e música digital, mas não foi bem o que ele me disse.
Segundo ele, o movimento continua o mesmo, mas vende-se muito menos devido ao preço dos cds. Todo mundo puxa música na internet, mas não é a mesma coisa do que ter o produto original nas mãos com encarte e tal. O problema é o preço dos cds e também a arrogância das gravadoras.
Em vez de abaixar o preço dos cds, elas gastam uma fortuna em publicidade contra pirataria e novas tecnologias que barram a cópia digita. “Hoje em dia é impossível eu vender um lançamento por menos de R$30, pois as gravadoras cobram mais de R$20 por cd, e além disso elas só querem vender para grandes lojas que compram bastante e mandam no mercado”.
Muitas lojas tentaram sobreviver com cds usados, mas a maioria foi para o saco. No interior a situação é pior, tornando-se uma tarefa para detetive encontrar uma loja só de cds.
Essa frase desse meu amigo explica bem a atual situação. “As gravadoras não estão nem aí em abaixar o preço dos cds para vender mais e expandir o acesso à cultura. Elas são arrogantes, montaram um esquema suicida de marketing que vai acabar com o mercado em poucos anos”.
quinta-feira, julho 03, 2003
Às vezes o presidente Luiz Inacio Lula da Silva surpreende pela ingenuidade. O episódio do boné do MST é exemplar. Um movimento que um dia teve preocupações sociais e que hoje não passa de um agrupamento terrorista e fora-da-lei coloca o presidente de uma nação como refém de seu passado. A cordialidade com que Lula tratou desqualificados como os líderes do MST em Brasília, em particular João Pedro Stédile, foi um erro político grosseiro, um indicativo de que o governo petista tolera bagunça, desordem, invasões e quebra da ordem institucional. Pior, incentiva o comportamento agressivo e destrutivo do MST. Stédile sai da reunião com Lula e afirma que as invasões vão continuar, fragilizando muito o governo federal. Essa é uma das situações institucionais mais lamentáveis dos últimos tempos. O governo Lula poderá ser responsabilizado diretamente por qualquer confronto armado que ocorra a partir de agora. E infelizmente eles vão ocorrer em breve. Talvez só assim os bandidos do MST possam ser freados e finalmente as terras improdutivas e ilegais de baronetes lafundiários sejam desapropriadas.
segunda-feira, junho 30, 2003
23/08 São Paulo - Olympia; 25/08 Rio de Janeiro - Canecão.
Pete Townshend, do The Who, vai lançar outro álbum gravado ao vivo nas próximas semanas, como parte de série Signature. De acordo com seu site oficial (http://www.petetownshend.com), o álbum foi gravado a partir de um show feito em agosto de 1993 na Brooklyn Academy of Music. O show teve Townshend tocando todas as faixas de seu álbum "Psychoderelict", além de favoritas do público como "Face the Face", "Behind Blue Eyes", "Magic Bus" e "The Kids Are Alright". Um MP3 de "English Boy" está disponível para ser baixado no site.
sexta-feira, junho 27, 2003
ROBERTO DIAS
da Folha de S.Paulo, em Nova York
Ao menos na ótica das gravadoras americanas, o consumidor não tem sempre razão e inclusive merece ser processado. Em uma mudança radical na estratégia para combater a disseminação de música pela internet, as empresas anunciaram que, em vez de gastar sua energia fechando sites, vão agora abrir ações contra as pessoa que enviam os arquivos para a rede.
Os processos serão levados adiante pela poderosa RIAA (Recording Industry Association of America), que reúne as cinco maiores gravadoras do país, incluindo grupos como AOL Time Warner, Vivendi, Sony, Bertelsmann e EMI. Segundo a lógica da associação, os consumidores que colocam arquivos em sites como KaZaA e Grokster devem receber o mesmo tratamento que uma pessoa que furta uma loja. "Algumas pessoas nos perguntam, "Como vocês podem processar seus consumidores?". A resposta é simples: donos de lojas processam seus ladrões porque sabem que o problema ficaria muito pior se não o fizessem", disse a RIAA em anúncio publicado ontem em jornais.
A decisão promete reavivar uma discussão que ganhou destaque por causa do site Napster, um dos pioneiros em distribuir música de graça pela internet. Após dura batalha judicial, as gravadoras conseguiram derrubar o Napster, mas ele acabou substituído por outros endereços.
Segundo as empresas, seu faturamento diminuiu 25% nos últimos quatro anos. "Está claro que os dinossauros da indústria fonográfica perderam completamente a noção da realidade", disse em comunicado Fred von Lohmann, advogado da EFF (Eletronic Frontier Foundation), organização baseada na Califórnia que defende os usuários de música on-line.
"Numa época em que há mais americanos usando programas que compartilham arquivos do que votaram no presidente Bush, mais processos não são a resposta. É hora de pagar os artigos e legalizar o compartilhamento de arquivos. Pedimos ao Congresso para buscar alternativas à campanha da RIAA", afirmou Lehman.
As ações das gravadoras vão se concentrar nos americanos que mais dividem arquivos -não foi dado, porém, um número "mínimo", a partir do qual os consumidores correm risco de serem processados.
A estimativa da indústria fonográfica é que cerca de 2,6 bilhões de arquivos musicais sejam compartilhados por mês na internet. As empresas apontam que 90% das canções são levadas à rede por apenas 10% dos usuários, que deverão ser o foco dos primeiros processos. O valor das ações poderia chegar a US$ 150 mil.
As gravadoras acreditam que esse seja o momento certo para abrir os processo porque há jurisprudência favorável a elas. Uma corte americana decidiu que os provedores de internet são obrigados a revelar os nomes das pessoas que compartilham arquivos de música on-line.
A atitude das gravadoras poderá motivar ações semelhantes da indústria cinematográfica, que também acaba de obter notícias favoráveis na Justiça: um homem de Nova Jersey declarou-se culpado por distribuir uma cópia ainda não terminada do filme "Hulk", lançado recentemente nos EUA.
terça-feira, junho 24, 2003
A Suprema Côrte dos EUA decidiu que as universidades podem usar critérios raciais para definir acessos aos seus bancos, mas eliminou a questão das cotas. Foi uma derrota para o governo Bush, que queria a completa eliminação de qualquer critério que não fosse o mérito no ingresso aos bancos escolares superiores.
Infelizmente sou obrigado a concordar com o nojento governo Bush. O sistema de cotas é injusto e discriminatório, além de provocar tal distorção no ensino que pode jogar sua qualidade para baixo. é claro que o racismo precisa ser combatido com todas as forças, mas não com medidas equivocadas como essa. O problema do número menor de negros e hispânicos nas universidades norte-americanas _ e de negros nas universidades brasileiras _ é econômico, ou melhor, socioeconômico.
A polícia alemã investiga um casal por suspeita de negligência depois que os pais levaram seu filho de nove dias de vida a um show da banda de rock AC/DC na Alemanha. O casal, cujos nomes não foram revelados pelas autoridades, levou o filho para ver o grupo porque, em suas próprias palavras, "não poderia suportar perder a performance da banda". Os roqueiros australianos são conhecidos pelo som alto e energético. A polícia foi alertada por fãs preocupados que viram a mãe de 41 anos sentada em uma cadeira com o recém-nascido no colo. (Reuters)