Vocalista do Black Crowes sai em turnê e se torna pai
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
Finalmente saem as primeiras nptícias sobre o novo trabalho do Deep Purple, riduculamente intitulado "Bananas". Stathis Panagiotopoulos, repórter do website "The Highway Star", foi chamado pela EMI Grega para ouvir sozinho este novo trabalho, que traz as seguintes faixas: "House of Pain"/ "Sun Goes Down"/ "Haunted"/ "Razzle Dazzle"/ "Silver Tongue"/ "Walk On"/ "Pictures of Innocence"/ "I've Got Your Number"/ "Never A Word"/ "Bananas"/ "Doing It Tonight" e "Contact Lost".
De acordo com o visto acima, é possível observar que ficaram de fora músicas previamente tocadas ao vivo, tais como "Long Time Gone", tocada uma vez em 2000 na Suiça; "The Well Dressed Guitar", composta e tocada durante a turnê com Orquestra e mencionada muitas vezes como uma música que estaria no próximo álbum e "Up The Wall", tocada uma vez em 2002, em Londres, considerada como uma versão anterior de "I've Got Your Number".
Segundo Stathis, "Bananas" definitivamente soa como Deep Purple, apesar de haver quatro músicas que não se parecem com nenhuma outra já feita pela banda.
Um dos pontos altos fica por conta de "Walk On", um blues lento com vocal incrível. "Never A Word" se assemelha com algo do Episode Six, The Byrds e até mesmo Beatles, uma música daquelas que "não sai da cabeça". A faixa título, "Bananas", é rápida e agressiva, como Cascades, do "Purpendicular". A última faixa, "Contact Lost", escrita por Steve Morse após o acidente com o ônibus espacial Columbia (a banda conhecia a astronauta Kalpana Chawla, que levou para o espaço os discos "Purpendicular", "Machine Head", "Down To Earth" do RAINBOW e "Blackmore's Night") é instrumental e dura aproximadamente 1 minuto e meio, porém muito tocante, mesmo para quem desconhece o motivo que inspirou Morse a compô-la.
Stathis terminou a audição entusiasmado, considerando o trabalho bem
feito, porém de certa forma desanimado, pois terá que esperar pelo menos até 24 de agosto para ouví-lo mais uma vez, data oficialmente marcada para o lançamento.
O Led Zeppelin está de volta às paradas mais de 20 anos depois de ter acabado. A banda ficou no topo da lista dos discos mais vendidos da Billboard com "How The West Was Won", um CD triplo com gravações ao vivo dos melhores sucessos do grupo. O álbum teve 154 mil unidades vendidas em sua semana de lançamento. Os CDs têm gravações feitas em dois shows na Califórnia em 1972. A banda já liderou por seis vezes o ranking dos mais vendidos. A última delas foi em 1979, com "In Through the Out Door."
Em DVD, a banda também prova a popularidade em alta. Led Zeppelin DVD quebrou o recorde de vendas iniciais de um DVD de música: 120 mil unidades vendidas em sua semana de lançamento. Os fãs esperam para este ano um reencontro, ainda não confirmado, dos remanescentes do Led Zeppelin, Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones. A banda acabou em 1980, depois da morte do baterista John Bonham.
A inadimplência está acabando com as escolas particulares, que, por sua vez, são algemadas pela legislação, que proíbe qualquer "contrangimento" a alunos que estejam com mensalidades em atraso. Ou seja, a lei impede que as escolas proíbam os inadimpentes de assistir às aulas ou de terem suas matrículas canceladas. Um aluno inadimplente tem o direito de cursar todo o ano letivo sem ser incomodado por isso. E isso é lei...
Não dá para levar isso a sério. As escolas estão lutando, com razão, para mudar essa lei em Brasília. O índice de inadimplência em escolas e faculdades particulares é de 35%. Inadmissível. Quem não paga não tem direito de estudar em escolas particulares. A vida é assim, paciência. Escolas particularfes não são entidades beneficentes que possam distribuir bolsas a todo mundo. Quem quiser estudar de graça que vá para a escola pública ou para as universidades estaduais/federais.
Será que dá para tirar o vice-presidente do governo? Será que tem jeito de Lula dizer para o imbecil do José de Alencar calar a boca ou sair do governo? Aliás, o PT merece um prêmio por conseguir mais opositores dentro de sua base governista do que nos partidos derrotados no ano passado. Contra essa gentalha, vicepresidente e deputados radicais, nama melhor do que o uso da força. Ou a´póiam o governo e param de criticar publicamente, ou saem do mesmo governo e do partido.
A Sarjeta, assim mesmo, com maiúscula, é um dos melhores bares de São Paulo. Não passa de uma cabine de fiscal de ônibus estendida, localizada em frente ao prédio de um grande jornal na zona sul de São Paulo. A frequência é dominada por motoristas e cobradores de ônibus do Largo 13 de Maio, em Santo Amaro, que fica muito próximo. Também aparecem por lá alguns jornalistas e figuras excêntricas. Existe, no período noturno, um concorrente da Sarjeta, que é a Kombi-Sarjeta, um veículo transformado em bar quando enconsta na calçada. Mas a Kombi-Sarjeta não tem o charme da Sarjeta: é mais limpa e mais organizada, não tem moscas, os lanches não são ensebados. A Sarjeta é um absurdo de ruim. Mas é barata. E é um dos melhores bares de São Paulo.
Memórias da Sarjeta - 2
Um belo dia, parei o meu carro em frente à Sarjeta, correndo o risco de ter a lateral destroçada pelos ônibus assassinos que passam pela rua. Como trilha sonora no toca-fitas para aquele lugar absurdo, um pouco de jazz instrumental. Jazz tradicional, big bands, Wes Montgomery, Buddy Rich. Acompanhando o nosso grupo de beberrões, um editor de caderno do jornal que fica em frente. O cara acertou todos intérpretes da fita, coisa que eu mesmo não lembrava de cabeça.
Após uma interessante conversa sobre os grandes nomes do jazz, com destaque para Art Blakey, MIles Davis, Billy Cobham e até mesmo o roqueiro Jeff Beck, todos enveredam para a literatura e o new journalism de Gay Talese, Gore Vidal, Truman Capote e outros. Sarjeta também é cultura.
Memórias da Sarjeta - 3
Desde que comecei a frequentar a Sarjeta a Patricinha do Cerrado acompanha o nosso grupo de beberrões. Bonita, morena e goiana, aspira os píncaros da glória no jornalismo, mas tem de se contentar com as nossas conversas moles e com os papos absurdos dos motoristas e cobradores. Bebe cerveja, mas exige sentar em um dos poucos bancos que o local oferece. Sempre ficamos de pé e os bancos servem de mesa para garrafas e copos. A Patricinha do Cerrado nos obriga a segurá-los para que ela possa, toda faceira, sentar-se e observar aquela fauna maldita do jornalismo e do cotidiano da vida em geral. Patético.
Memórias da Sarjeta - 4 - O dia em que o bar foi embora
Para nós frequentadores de bar, pouca coisa é novidade. Já frequentamos estabelecimentos de todos os tipos, dos mais sofisticados e caros aos mais nojentos e baratos (como a Sarjeta). Já ficamos até amanhecer nos bares, já fomos sutilmente expulsos com a conta jogada na mesa sem ser solicitada, já tivemos nossos pés lavados pelos garçons, já tivermos a chave do bar deixada conosco enquanto o dono ia embora dormir pela manhã.
No entanto, nunca tinha visto o bar ir embora e deixar os bebuns na mão. O decano de nosso grupo conta (e tem testemunhas) que um dia optou pela Kombi-Sarjeta em vez da Sarjeta original (ou fixa, como queiram). Após horas de bebedeira, sobraram três cidadãos. Bêbados. Um deles inclusive perde uma camisa toda a sexta-feira quando se esfrega, de costas, na parede áspera e cheia de "chapiscos".
O decano está de costas para a Kombi. Não percebe que o pequeno toldo e minúsculo balcão haviam sido retirados. No meio daquela conversa mole de bêbados, o dono do "estabelecimento" fica esperando e esperando. O decano acaba de beber a sua 48ª lata de cerveja. Amassa-a, vazia, e joga-a no chão. Vira-se para pedir mais uma. Estranha. O bar não estava lá. Após cinco minutos de reflexão, ele entendeu o que aconteceu. O bar tinha ido embora. O dono cansou de esperar os três bêbados e foi embora sem cobrar. E ainda foi xingado por conta dessa "desfaçatez".
Memórias da Sarjeta - 5
Alta madrugada, um bando de jornalistas bêbados está reunido na Kombi-Sarjeta. Primeiro eles ligam, por celular, para uma piazzaria da região. Pedem três pizzas. Endereço de entrega: Sarjeta Mercantil. O atendente anota e nada mais pergunta. Vinte minutos depois as pizzas chegam.
Saciada a fome, alguém encosta um carro velho próximo à Kombi e liga o som. Todo mundo esperava pagode ou sertanejo ou outra coisa ruim do gênero. Entretanto, entram os primeiros acordes de "Carmina Burana", de Carl Off, uma das mais conhecidas peças eruditas da história. Dois "casais" de jornalistas não se contém e começam a "dançar" valsa para imortalizar aquele episódio. Patético e vergonhoso.
Memórias da Sarjeta - 6
Sarjeta lotada de jornalistas, taxistas e cobradores por volta de 22h, horário em que uma carreta estaciona em frente ao jornal para abastecê-lo de água. Durante uma manobra, em frente à entrada principal do jornal, o caminhão simplesmente passa por cima de um automóvel Gol que insistia em entrar no prédio onde não via espaço. O carro pertencia ao chefe de segurança e era novinho.
Na impaciência, o motorista do carro não quis esperar o fim da manobra da carreta e tentou passar por uma fresta, bem ao lado de um poste. Só que o caminhão inverteu a marcha de ré para a primeira e projetou-se para frente, lentamente, mas o suficiente para pegar o Gol de lado.
O caminhoneiro, sem visão periférica, já que o cavalo mecânico era muito alto, só percebeu o que acontecia após muitas buzinadas do motorista do carro. A lateral do Gol ficou destruída. Bem-feito para o imbecil apressado. O episódio serviu para animar a Sarjeta naquela noite fria.
Memórias da Sarjeta - 7
No ponto de táxi que existe em frente ao jornal e à Sarjeta, trabalha um casal, marido e mulher, ela com uma Blazer e ele com um Gol atualmente. Alguns anos atrás, o marido tinha um Voyage. Eis que nessa época surgiu um boato de que um dos taxistas estaria "paquerando" a mulher do cidadão do Voyage. O cara foi tirar "satisfações" com o suposto paquerador. Este simplesmente desdenhou da acusação, afirmando que jamais tinha feito aquilo.
O motorista do Voyage era chato e continuou insistindo na história, querendo confusão. Depois de dez minutos, o acusado, irritado, solta a pérola: "Você acha que eu ia querer algo com aquela baranga?"
O marido enfurecido, parte para cima do oponente. Separados por outros colegas de trabalho, não chegam a se agredir. Mas o marido continua enfurecido, irado. Desvencilha-se dos colegas e corre para o seu Voyage. Engata a primeira, mira na porta do carro do acusado, um Kadett, e bate com tudo. Dá ré e parte para nova investida. O "paquerador" assiste àquilo incrédulo, mas ainda tem tempo para entrar no carro e evitar danos maiores na segunda investida, que pegou de raspão na lateral direita traseira do Kadett.
Durante cinco minutos, os dois contendores "brincaram" de bate-bate de parque de diversões e destruíram seus respectivos veículos. Testemunhas garantem que nenhum dos dois estava bêbado. Hoje continuam trabalhando juntos no mesmo ponto de táxi, conversam normalmente e não falam sobre o assunto em questão.
Memórias da Sarjeta - 8
Existe uma árvore a uns dez metros à esquerda da Sarjeta. Houve épocas que ela era frondosa e florida. Depois de um tempo, começou a perder folhas e flores. Coincidentemente, na mesma época virou banheiro dos frequentadores da Sarjeta. A árvore ficou seca. Depois de muito tempo, os mijões sumiram e a árvore voltou a dar flores e folhas.
Memórias da Sarjeta - 9 - Histórias de Cuba e da Rússia
Sarjeta também é cultura. Um dos tradutores do serviço de espanhol do jornal em frente à Sarjeta é um intelectual no melhor sentido da palavra. Engenheiro civil e de petróleo cubano, formado nas mais rigorosas escolas da terra de Fidel Castro, é tão negro que parece ser de cor azul escura.
No Brasil há mais de cinco anos, é de uma educação e de uma erudição exemplar. Entretanto, adaptou-se perfeitamente às nossas terras. Fala muito bem português, é bem-humorado e, de tão malandro, mais parece um baiano do que cubano. Uma conversa com o cubano-baiano (recém-casado com uma brasileira) na Sarjeta, regada a cerveja meio sem gelo em copo de plástico, é uma aula de história.
Memórias da Sarjeta - 10 - Histórias de Cuba e da Rússia
O cubano que é tradutor no jornal em frente à Sarjeta também é professor de espanhol para um grupo seleto de jornalistas. Entretanto, já deu aulas de física em Cuba na década de 70, mas sua formação original é engenharia na área petrolífera. Essa formação o levou a trabalhar entre 1968 e 1973 na União Soviética.
São várias as histórias que conta a respeito do difícil cotidiano russo: frio de 30 graus negativos, falta de gêneros básicos de toda a espécie, medo de ser atendido nos hospitais russos e ter de passar por uma cirurgia nas mãos dos açougueiros moscovitas...
A melhor de todas, no entanto, é a aquela em que ele foi atração em uma cidadezinha do interior da Geórgia, nos montes Urais, então União Soviética. Único negro de um grupo de cubanos, ele acabou sendo tratado como alienígena na cidadezinha, onde nunca cidadão daquela cor tinha pisado. Negro, por lá, apenas em fotos de jornais e no cinema. Por onde passava, multidões se aglomeravam para ver o estranho.
No hotel, a recepcionista, uma velhinha, disse, passando a mão com força em seu rosto: "Tadinho, o que fizeram com você, passaram óleo na sua pele, que brincadeira nojenta..." O cubano quase bateu na velha.
Em Cuba, trabalhou para o Partido Comunista nos anos 80 e foi o cicerone de Lula, Jair Meneguelli, Luis Eduardo Greenhalgh e outras lideranças brasileiras de esquerda que lá participavam de congressos internacionais. Até hoje é amigo de Lula.
Os militares brasileiros inauguraram na América Latina a modalidade de crime organizado de Estado, com sua ditadura nojenta e assassina. Eles são diretamente responsáveis pelo estado de ingovernabilidade do Rio de Janeiro, sitiado pela violência. O governo militar brasileiro foi sinônimo de corrupção, arbitrariedade e assassinato. Todos os que participaram daquele governo são criminosos e não há anistia que seja suficiente para deixar esses caras em paz.
O livro de Gaspari apenas peca quando trata os guerrilheiros esquerdistas com excessiva parcimônia, quase com simpatia, dando a entender em, diversos momentos que eles foram vítimas de uma "bestial e brutal ditadura". A ditadura realmente foi bestial e absurda, como qualquer ditadura, mas vítimas de verdade são os opositores que foram calados/torturados/perseguidos apenas por manifestarem suas idéias contrárias. Quem partiu para a luta armada tinha a exata idéia das consequências. Se não tinha, foi muito mais burro do que se imaginava.
Guerrilheiro/terrorista não merece respeito e não merece pena, dó ou qualquer homenagem. Quem parte para esse tipo de atitude tem de estar disposto para matar ou morrer. Dá vontade de vomitar quando escuto o choramingo dessa gentalha que se diz "vítima das torturas da dutadura".
O que essa gentalha esperava? Que um regime burro e troglodita tratasse um bando de idiotas metidos a terroristas como hóspedes de um hotel cinco estrelas? Os guerrilheiros/terroristas brasileiros nunca passaram de uns criminosos de quinta categoria, mers assaltantes de bancos e assassinos frios e cruéis em algusn casos. Careciam de apoio popular e de apoio político em qualquer esfera. Alguns dizem que mereceram cada pancada que levaram. Não chego a tanto, mas não tenho respeito por esse tipo de gente, que ainda hoje é tratada como herói da esquerda. Quando decidiram pela luta armada, sabiam onde estavam se metendo.
O livro "As Ilusões Armadas", do jornalista Elio Gaspari, é uma das mais elucidativas análises sobre a ditadura militar brasileira (1964-1985). Criteriosa e detalhista, a obra reconstitui fielmente aqueles anos de chumbo, um dos períodos mais negros da humanidade. E deixa bastante clara a incompetência dos militares em qualquer esfera fora dos quartéis. Os militares foram (são) burros, estúpidos, incapazes, corruptos, violentos e asquerosos. A revolução de 1964 foi uma sucessão de trapalhadas levada a cabo (e apoiada) por gente da pior espécie. A ditadura foi uma anarquia só dentro dos quartéis e uma confusão fora deles, deixando o país nas mãos de dlinquentes aventureiros e criminosos. O começo do segundo volume, "A Ditadura Escancarada", é um dos melhores compêndios da literatura sobre a nojeira que é a tortura, seus efeitos e suas causas.
O governo federal perpetrou uma farsa ao outorgar o tal Estatuto do Torcedor, uma amálgama de imbecilidades de medidas impraticáveis. Na sanha de prejudicar os dirigentes de futebol, acaba generalizando e impondo sacrifícios aos clubes que não poderão cumprir as medidas exigidas. Não bastasse isso, vai provocar uma torrente de medidas judiciais impetradas por oportunistas e gente sem caráter. O estatuto é um absurdo, assim como absurda é a sua defesa por parte de jornalistas renomados. A ameaça de greve feita pelos dirigentes foi um escândalo, uma coisa absurda, mas mais absurdo é o tal estatuto, uma coletânea de bobagens.
do site Whiplash:
Depois de vários meses fora da estrada, preparando o novo álbum, o DEEP PURPLE voltou à cena no espetáculo "Pavarotti & Friends 2003", no último dia 27, em Modena, Itália. Desta vez o evento, com arrecadação destinada às crianças iraquianas, contou com a presença de Queen (Brian May), Bono, Zucchero, Neil Murray, Eric Clapton e Deep Purple, entre outros (que não valem ser citados aqui, como por exemplo, Rick Martin).
"We Will Rock You" abriu a noite, seguida de "Radio Ga Ga", "Too Much Love Will Kill You" e "We Are The Champions". O Deep Purple tocou duas vezes "SMOKE ON THE WATER" (uma para cobrir a ausência de Lisa Minelli), além do dueto de Gillan e Pavarotti em "NESSUM DORMA" (como há dois anos atrás) e da última canção do espetáculo, onde todos os artistas convidados subiram ao palco para apresentar "La Donna Mobile".
A grande surpresa do Deep Purple está na curta turnê européia que se iniciou após este evento em Modena. Inicialmente, Roger Glover disse que não tocariam nada do novo álbum (misteriosamente chamado de BANANAS! até o momento), porém "novas velhas" músicas deveriam ser esperadas. Em parte, estas palavras se confirmaram no show de 29 de Maio, em Roselare, Bégica.
Ao contrário do que disse Glover, a banda apresentou duas músicas novas:"HAUNTED" (estilo lento, como "When a Blind Man Cries") e "I'VE GOT YOUR NUMBER" (estilo classic rock, como "Smoke On The Water"), as duas muito bem recebidas pela audiência. E de acordo com que disse o baixista da banda em seu website, um "nova velha" música foi incluída no set list: "I'M ALONE", de 1971, nunca antes tocada ao vivo.
O curto set list (85 minutos de show) também contou com surpresas na ordem das músicas apresentadas em relação ao que vinha acontecendo nos últimos anos, como por exemplo, "HIGHWAY STAR" voltando a abrir a no ite.
Agora nos resta esperar se "novas velhas" músicas serão incluídas a cada show e se o novo álbum será realmente chamado de BANANAS! Set list em Schwung Hallen, Roselare, Bégica (29 de Maio de 2003): "Highway Star"/ "Mary Long"/ "I'm Alone"/ "Pictures Of Home"/ "Haunted" (nova)/ "Speed King"/ "Lazy"/ "I've Got Your Number" (nova)/ "Perfect Strangers"/ "Smoke On The Water"/ "Space Truckin'"/ "Hush" e "Black Night".
É insidiosa e nojenata a campnha que a a Folha de S. Paulo e alguns de seus mais renomados colunistas estão fazendo contra o governo Luiz Inacio Lula da Silva. Que o jornal faça as críticas, tudo bem, é uma empresa privada que clama contra a carga tributária alta e contra os juros altos, que elevam suas dívidas. Agora, que jornalistas como Clóvis Rossi e Jânio de Freitas façam campanha sistemática contra as reformas e a favor dos vaganundos radicais petistas, não dá. Esses dois sujeitos clama contra o que considera "mudança" de Lula e de seu partido em relação ao programa de governo. Ora, o governo Lula apenas entra no sexto mês e esses dois sujeitos clamam por resultados e pelo abandono de uma cautelosa política econômica (que está sendo conduzida graças ao desastroso governo FHC). É a velha política de ser sempre "do contra". Aliás, pior ainda: para se livrar da pecha de petistas e de simpáticos à esquerda, a Folha e seus jornalistas excageram deliberadamente no tom das críticas a Lula e à esquerda. Foi assim nas campnhas eleitorais de 1989, 1994 e 1998. Esse jornaleco perde a cada dia mais o (pouco) respeito que ainda tem.
Fazia tempo que eu não lia um texto tão contundente contra o MST na imprensa brasileira. O Estado de S. Paulo, bastião do conservadorismo rural e da direita brasileira, voltou à carga com reportagens especiais acerca das novas invasões de terra promovidas pelo movimento, sem falar nos editoriais violentos. Na edição de hoje, traz um artigo de um ser abominável, João Mellão Neto, que diz jornalista e oucpa a secretaria de Comunicações do governo de São Paulo. Ele é o que de pior a "imprensa" e a direita burra produziram. Entretanto, após anos chafurdando na lama, ele conseguiu acertar uma, ao defender o porquê de o MST ter perdido a razão de existir, quando praticamente não há mais terras improdutivas e ociosas no Brasil. Leia aqui.
A decisão da BBC de Londres de lançar uma gravadora, cujos artistas serão divulgados através de suas rádios e emissoras de televisão, provocou queixas e críticas na capital britânica. A primeira produção da nova etiqueta musical que tem o nome de Inversion Records será um álbum do guitarrista acústico Dominic Miller, com contribuição de Sting e Placido Domingo. "É inapropriado que a BBC entre em um mercado tão competitivo e comercial como o musical", disse John Whittingdale, ministro da Cultura. "Nos opomos fortemente a que a BBC dê tratamento privilegiado a seus álbuns", acrescentou.
A BBC dosse que mão vai abusar de sua própria rede de informação. "Dominic Miller será incluído nos programas da BBC somente se os produtrores considerarem que é necessário. Não gozará de nenhum tratamento especial", sublinhou Allan Taylor, chefe de marketing musical da BBC. (Agência Ansa)
O pop-trash-brega dos 80 está de volta, segundo deliciosa reportagem do Estado de S. Paulo/Estadão.com (Leia aqui). Porcarias como Gengis Khan, Ovelha, Gilliard, Trio Los Angeles estão em alta depois de receberem homenagens do igualmente porciaria programa "Joverns Tardes", da TV Globo, apresentado por seres nojentos como Wanessa Camargo, pedro e Thiago e mais uma fauna execrável. Essa "volta" é o supra-sumo do lixo que impresa hoje nas artes brasileiras. O que esperar de um país que tem com ministro da Cultura uma figura execrável como Gilberto Gil?
O contrabaixo cor-de-rosa do lendário baixista do The Who John Entwistle foi arrematado por quase dez vezes o preço previsto, anunciou hoje a casa de leilões Sotheby's. A previsão era que o baixo Fender Precision, conhecido pelo apelido de Frankenstein, renderia até 7.000 libras (13 mil dólares), mas o instrumento foi vendido por 62.400 libras (100.400 dólares) no leilão da coleção de baixos, peixes exóticos, retratos desenhados de celebridades e discos de ouro de Entwistle.
O músico, que morreu de ataque cardíaco em Las Vegas no ano passado, montou a coleção durante os 40 anos em que foi baixista do The Who, mais conhecida por destruir seus instrumentos no palco. "Frankenstein" recebeu esse apelido porque foi feito das partes remanescentes de cinco baixos destruídos.
Um baixo Gibson Flying V foi vendido por 38.400 libras, e um raro Gibson Explorer acabou sendo arrematado por 95.200 libras, superando a estimativa inicial de entre 50 e 70 mil libras.
Entre os objetos mais incomuns oferecidos no leilão havia moldes em tamanho natural de 30 peixes, incluindo um tubarão-martelo que Entwistle pescou no Caribe. Os peixes foram arrematados por pouco mais de 19 mil libras.
Também foram leiloados desenhos feitos pelo baixista de seus amigos famosos, entre eles o Rolling Stone Bill Wyman, Jimi Hendrix e Eric Clapton. Entwistle foi membro fundador do The Who, uma das maiores bandas britânicas dos anos 1960 e 1970.
Uma autópsia revelou que o ataque cardíaco que o matou foi provocado, em parte, pelo consumo de cocaína.
Defitivamente o mito de que The New York Times era o melhor jornal do mundo caiu. Não passa de um pasquim pessimamente administrado e com profisisonais da pior espécie. Um jornal que permite que um animal publique mais 600 textos inventados ou com informações deliberadamente erradas não pode ser sério. O NYT é uma vergonha para a humanidade e merece ser fechado.
Em reação às revelações de fraudes praticadas por seu ex-repóter Jayson Blair, The New York Times divulgou aos funcionários novos procedimentos adotados para evitar que o episódio se repita. Em e-mail enviado na segunda-feira ao pessoal da redação, o publisher Arthur Sulzberger Jr, o editor executivo Gerald Boyd e o editor Howell Raines informam que um comitê está sendo formado para apurar o que ocorreu. Inclui pessoas de fora do NYT. O jornal avisou que vai verificar se o sistema que confere despesas dos reporteres precisa ser melhorado. O editores também vao acompanhar mais de perto a localizaçao dos jornalistas. Entre as fraudes de Blair estao materias que pareciam ter sido realizadas em outras cidades quando o reporter estava, na verdade, em Nova York.
O governador Geraldo Alckmin é um criminoso por estar permitindo a deterioração da única TV com programação decente deste País. Ele é um irresponsável e deve ser responsabilizado criminalmente por isso. Está lesando o povo paulista e o povo brasileiro, que assiste a sua programação através das TVs educativas.
O governador Geraldo Alckmin é um criminoso por estar permitindo a deterioração da única TV com programação decente deste País. Ele é um irresponsável e deve ser responsabilizado criminalmente por isso. Está lesando o povo paulista e o povo brasileiro, que assiste a sua programação através das TVs educativas.
Sete deputados visitam hoje a TV Cultura para tomar pé da situação, que consideram "vergonhosa". Em Brasília, o deputado Jamil Murad (PC do B) entra hoje com pedido de audiência pública para analisar o "sucateamento" da TV. Ontem, a secretária de Estado da Cultura, Cláudia Costin, informou que o governo liberou em caráter de emergência R$ 185.168,00 para a TV Cultura proceder a reparos na caixa d´água de sua sede. A caixa, de 240 mil litros, ameaça desabar, segundo o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). O valor é parte do montante (10% da verba de custeio) contingenciado pelo governo em fevereiro, corte que atingiu de forma linear toda a máquina do Estado. O resto do valor contingenciado não tem previsão de ser liberado. "O orçamento é uma estimativa de arrecadação e quando a arrecação enfrenta problemas ele é revisto", disse.
O baixista Noel Redding, que tocou com Jimi Hendrix, morreu na Irlanda, aos 57 anos. O corpo foi encontrado no domingo em sua casa, na cidade de Cork. O anúncio foi feito hoje por seu empresário Ian Grant, na internet (em sua própria página e no site oficial de Hendrix). "Noel se encontra com Jimi e sua mãe Margaret, que morreu há poucas semanas", diz o comunicado, sem esclarecer as causas de sua morte. No site do guitarrista, a "família Hendrix" despede-se do baixista ressaltando sua contribuição para a fundação da The Jimi Hendrix Experience, no final dos anos 60.
Noel era britânico, nascido no Natal de 1945. Jimi o conheceu durante uma audição e o convenceu a se juntar a ele - e a trocar a guitarra pelo baixo. Além de Jimi e Noel, a banda contou também com o baterista Mitch Mitchell. Foi ao lado deles que um dos mais influentes guitarristas de todos os tempos lançou as seminais Hey Joe e Purple Haze, entre outros hits. Depois de três discos lançados, The Jimi Hendrix Experience foi desmanchada em 1969, um ano antes de o guitarrista morrer, em um hotel em Londres.
E falando em BLIND GUARDIAN, este é o novo single recém-lançado na Europa, intitulado ""The Bard's Song (In The Forest)", trazendo uma nova versão de estúdio e outras ao vivo da faixa-título, além de uma faixa multimídia da mesma, registrada ao vivo na Alemanha em maio do ano passado.
Um bando de vagabundos que se intitulam "cineastas" estão rugindo porque estão prestes a perder a sinecura, a boquinha, dos financiamentos oficiais para as porcarias que produzem, em especial o nojento Cacá Diegues, um dos piores seres de sua raça. Esse troglodita acusou o governo federal de "dirigismo" cultural por querer vincular a liberação de dinheiro ao compromisso de envolvimento, de alguma forma, com projetos sociais do governo, em especial o Fome Zero.
Quem são esses vagabundos para esbravejarem contra isso? O governo é quem detém o pdoer de liberar o dinheiro e tem o direito de estabelecer condições para isso. Esse tipo de política cultural é questionável? Não sei, mas é uma política cultural, ao contrário da confusão tucanada de Francisco Weffort.
É louvável a preocupação do governo, mas a medida merece discussão e debate, mas não o protesto virulento de um bando de vagabundos que ficam pendurados nas barras das calças do governo. Por que esses idiotas não vão buscar dinheiro na iniciativa privada? Simples: estes cansaram de financiar porcarias feitas por cineastas brasileiros.
Mesmo assim, o governo federal afinou e o secretário de Comunicação, LUiz Gushiken, já recuou para não "confrontar" os interesses dos artistas. Lamentável.
Após quatro meses de investigações, a polícia britânica concluiu que Pete Townshend, líder do The Who, não baixou pornografia infantil da internet, mas visitou sites do gênero. Por conta disso, o guitarrista recebeu uma advertência formal e agora está livre das investigações. A polícia também decidiu tirar as digitais, fotografia e DNA de Townshend, que ficarão por cinco anos num banco de dados voltado às investigações de casos de abuso sexual.
Townshend foi preso em janeiro, sob suspeita de pedofilia infantil. À época de sua prisão, ele admitiu ter comprado com seu cartão de crédito o acesso a sites do gênero. Explicou então que estava fazendo uma pesquisa para sua autobiografia, pois ele próprio teria sido vítima de abuso infantil - assim como o personagem principal de sua ópera-rock Tommy. Para a polícia, porém, pesquisa não é desculpa para visitar site de pornografia infantil. (Agências Internacionais)
Os principais clubes da Europa querem ser recompensados financeiramente quando tiverem que ceder seus jogadores para as seleções nacionais. A intenção foi anunciada nesta terça durante reunião do G-14, que, apesar do nome, conta com 18 equipes filiadas. As equipes se referem principalmente às Copas do Mundo. "É necessário estabelecer uma distribuição dos benefícios gerados pelo Mundial", disse Peter Kenyon, representante del Manchester United.
"São os clubes que pagaram os salários dos jogadores durante os 12 meses do ano. É por isso que exigimos um mínimo de solidariedade por parte da Fifa e das federações", afirmou Michael Van Praag, presidente do Ajax. Recentemente, depois de ouvir reclamações dos times europeus, a Fifa estabeleceu datas oficiais para amistosos internacionais. Nesses casos as agremiações são obrigadas a ceder os atletas.
"Atualmente os clubes assumem todos os riscos quando liberam um jogador. Não se pode seguir aceitando isso", disse o diretor geral do G-14. Os integrantes do G-14 são os seguintes: Real Madrid, Milan, Ajax, Liverpool, Juventus, Bayern de Munique, Inter de Milão, Barcelona, Manchester United, Borussia Dortmund, PSV, Porto, Olympique de Marseille, Paris Saint-Germain, Arsenal, Bayer Leverkusen, Olympique Lyon e Valencia.
O goleiro Marcos, do Palmeiras, selou o seu destino na seleção brasileira. Ele nunca contou com a simpatia de parreira e Zagallo, que não deveriam estar onde estão. De qualquer forma, Marcos pisou feio na bola e deve ser alijado após o título mundial de 2002. E, de quebra, pode até sair do Palmeiras. Aliás, deveria, depois da palhaçada contra o Vitória, na derrota por 7 a 2.
As ameaças de expulsão contra os radicais do PT por parte da cúpula do partido e do governo revelam um erro feio de LUla: demorou demais para tomar essa decisão. A expulsão já deveria ter acontecido e em fevereiro. A hesitação para tomar a medida permitiu que esses lixos esquerdisatas ganhassem mais e mais espaço na mídia como um todo, compromteida com interesses econômicos da direita. Fora com a esquerdalha, que emporcalha o governo LUla.
A revista Veja traz uma frase impagável de Dori Caymmi, mais um integrante do interminável e insportável clã baiano de músicos. Dori, que é violonista e tem tem sólida carreira no exterior, disse que recentemente que é "xiita, já que coloca a música de Roberto Carlos e a de Sandy e Júnior no mesmo paramar, a submúsica." Ele está coberto de razão, os artistas citados são medíocres e rpresentam o que de pior a música mundial produziu. Entretanto, o curioso do fato é que a música produzida por Dori é um lixo, tão submúsica quanto a do "rei".
Os políticos do PSDB adoram acusar o governo federal do PT por ter cometido "estelionato eleitoral", ou seja, prometeu uma coisa na campanha e está fazendo outra. Muito bem, e o que dizer da governadora do Rio de Janeiro, Rosinha Matheus? Ela é a personificação do estelionato eleitoral. A coisa apertou em quatro meses de governo, chamou o marido, o ex-governador Anthony Garotinho, para ser seu secretário de Segurança e, na prática o governador, atuando como um primeiro-ministro. Ela é um engodo político e enganou todos os eleitores de seu estado.
Estou cansado de ler na imprensa brasileira que o Brasil ganha pouco com o turismo devido a problema de infra-estrutura e de violência que afetam o país. Isso é uma cortina de fumaça para escamotear o verdadeiro motivo do subaproveitamento do setor: a falta de investimento sério e a falta de profissionais sérios dispostos a trabalhar duro. Dizer que o Brasil não tem infra-estrutura é uma mentira. A questão é: ela é boa ou não?
Outros países sofrem com os mesmos problemas, como África do Sul, Índia, México, Turquia, para ficar apenas nos países em desenvolvimento, como o Brasil. Nenhum deles é comparável ao Brasil em termos de belezas naturais e potencial turístico. Em relação à violência, é claro que atrapalha e afasta o turista, mas assaltos também ocorrem em Los Angeles, Nova York ou Paris, e mais recentemente em Buenos Aires. Mau atendimento existe em todos os lugares do mundo, assim como falta de profissionalismo. A discussão no Brasil é outra e é urgente.
Muito oportuna a entrevista das páginas amarelas de Veja desta semana, com o escritor norte-americano Scott Turow, um ficcionista especializado em romances de tribunal e com temas jurídicos como pano de fundo. Advogado radicalmente contra a pena de morte, ele participou de um geupo de estudos no estado de Illinois que conseguiu provar a inutilidade da medida. Ela é ineficaz, não reduz os crimes, é onerosa e proporciona ao Estado um poder absurdo sobre o cidadão, sem falar na irreversibilidade da medida em si. Seus romances não são lá essas coisas, mas ele acrescentou brilho ao debate.
Por falar em coisas execráveis, está caindo o preço do CD dos execráveis Tribalistas, um dos piores lixos já gravados na história da música mundial. O CD é tão ruim que não serve nem para espantar moscas de padaria. Depois de vendas boas nos quatro primeiros meses de lançamento, o produto está encalhado nas lojas, pois todo mundo percebeu o engodo. Se Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, sozinhos, já fazem com que seus trabalhos envergonhem a humanidade, imagine esses seres juntos. Não dá.
Uma das coisas mais nojentas da história da música, que atende pelo nome de João Gilberto, inaugurou uma nova casa de shows em São Paulo. É o artista mais preguiçoso do mundo, grava e toca as mesmas dez músicas há 40 anos, sem contar que é um dos seres humanos mais chatos do mundo. Ele envergonha a espécie humana.
O Aerosmith já está transitando entre estúdios para a gravação de seu próximo álbum. Dois terços dele será de clássicos do blues, entre eles "Broke Down Engine", de Blind Willie McTell, "Temperature", de Little Walter, "I'm Ready", gravada tanto por Willie Dixon e Muddy Waters. Em entrevista ao semanário americano Billboard, o guitarrista Joe Perry revelou que estão na pré-produção das faixas em um estúdio em Boston, Estados Unidos. A próxima etapa, final, será realizada no estúdio de Tyler. Um terço das músicas serão inéditas.
Segundo o músico, não será um disco para contentar puristas do gênero. Também não será um álbum para introduzir uma nova geração ao blues. Trata-se apenas de músicas que a banda sempre gostou de ouvir e que vai receber um tratamento modernizado, do jeito que o Aerosmith normalmente faria com qualquer música.
A lista de músicas por enquanto tem 10 canções no papel e serão posteriormente gravadas "ao vivo" em estúdio, para manter o clima que Perry diz ser a raiz de tudo. Gravar "ao vivo" significa dizer que não vão gravar os instrumentos separados, mixá-los de uma maneira mais lapidada.
Jack Douglas, que trabalhou com a banda em hits como "Get Your Wings", "Toys in the Attic" e "Rocks", vai co-produzir o disco, em uma clara vontade do Aerosmith de voltar ao passado.
Se sobrar alguma música para o guitarrista cantar, certamente será "Stop Messin' Round," do Fleetwood Mac. Provavelmente em setembro o disco estará nas lojas, período em que iniciarão uma turnê em conjunto com o Kiss, que Perry já acha, de antemão, divertida. "Vi eles nessa turnê de volta aos palcos e não fiquei sentado um minuto no meio da platéia", assegura.
O jabá é uma das coisas mais nojentas que existem na face da Terra. É a prova concreta da promiscuidade nociva da indústria da música e do entretenimento. Todos os jabazeiros, sejam, gravadoras, emissoras de rádio e artistas em geral, têm de ser presos e processados exemplarmente, mesmo que isso signifique o fim do mercado musical como o conhecemos. Só assim é que pdoeremos estabelecer a decência nesse ramo putrefato e malcheiroso.
Trecho abaixo extraído da coluna de Lúcui Ribeiro, na Folha Online:
"Em uma iniciativa decente de um deputado federal e o apoio do ministro da Cultura, Gilberto Gil, o Congresso nacional colocará em discussão ainda neste semestre a criminalização do esquemão rádios-gravadora mais conhecido como jabá, informa o caderno Ilustrada, da Folha.Todo mundo sabe, mas ninguém nunca mexeu com isso, no Brasil as "músicas mais tocadas" nunca foram "as músicas mais pedidas". E as "mais pedidas" nunca são as que ouvintes realmente pedem. Vai virar crime o ato de tocar músicas em rádios mediante pagamento, o que só facilita a vida de meia dúzia envolvida, mas ajuda a impedir a criação no país de uma indústria musical de verdade. Mas, não é difícil adivinhar, dois grupos se mostram contra o projeto de criminalização do jabá: os empresários de rádio e os de gravadora."
A CBF está marcando para as 20h30 todos os jogos do Palmeiras aos sábados na série B do Brasileiro. Está claro que é para atender a interesses da TV, apesar de as emisspras SporTV e Record ainda nem terem assinado o contrato. Está claro que o torcedor de arquibancada não existe mais para esses nojentos e safados.
O regime cubano de Fidel Castro mostra cada vez mais que perdeu a sua razão de existir, se é que algum dia já a teve. A condenação sumária e sem direito a defesa de 75 opositores do regime, a penas que variam de 12 a 20 anos, é uma das coisas mais nojentas e lamentáveis da humanidade. É o fim dos tempos, uma medida que mostra a que ponto de barbárie pode chegar um governo que se diz popular. Fidel Castro fornece cada vez mais argumentos para aqueles que defendem o bloqueio econômico americano contra Cuba.
1) Come Back Alive; 2) Godless; 3) Apes of God; 4) More of The Same; 5) Urge; 6) Corrupted; 7) As It Is; 8) Mind War; 9) Leech; 10) The Rift; 11) Bottomed Out; 12) Activist; 13) Outro; 14) Bullet The Blue Sky*; 15) Bullet The Blue Sky como Video Track* (* Bonus Tracks do EP "Revolusongs")
CD DIGIPACK:
CD 1 - 1) Come Back Alive; 2) Godless; 3) Apes of God; 4) More of The Same; 5) Urge; 6) Corrupted; 7) As It Is; 8) Mind War; 9) Leech; 10) The Rift; 11) Bottomed Out; 12) Activist; 13) Outro
CD 2 - EP "Revolusongs" - 1) Messiah (Hellhammer); 2) Angel (Massive Attack); 3) Black Steel In The Hour Of Chaos (Public Enemy); 4) Mongoloid (Devo); 5) Mountain Song (Jane's Addiction); 6) Bullet The Blue Sky (U2); 7) Piranha (Exodus)
CD 1 - "Hoochie Koochie Lady" (c/ELF); "I'm Coming Back For You" (c/ELF); "Carolina County Ball" (c/ELF); "Man On The Silver Mountain" (c/RITCHIE BLACKMORE'S RAINBOW); "Starstruck" (c/RAINBOW); "Long Live Rock 'N' Roll" (c/RAINBOW); "Neon Knights" (c/BLACK SABBATH), "Children Of The Sea" (c/BLACK SABBATH); "Heaven And Hell" (c/BLACK SABBATH); "Turn Up The Night" (c/BLACK SABBATH); "The Sign Of The Southern Cross" (c/BLACK SABBATH); "The Mob Rules" (c/BLACK SABBATH); "Computer God" (c/BLACK SABBATH); "Voodoo" (ao vivo em 1982 c/BLACK SABBATH); "Sacred Heart" ao vivo em 1985)
CD 2 - "Stand Up And Shout"; "Holy Diver";"Don't Talk To Strangers"; "Straight Through The Heart"; "Rainbow In The Dark"; "We Rock"; "The Last In Line"; "Egypt (The Chains Are On)"; "King Of Rock And Roll"; "Hungry For Heaven"; "Dream Evil"; "All The Fools Sailed Away"; "Lock Up The Wolves"; "Strange Highways".