Rock Productions.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
sexta-feira, maio 30, 2003
Rock Productions.
Fazia tempo que eu não lia um texto tão contundente contra o MST na imprensa brasileira. O Estado de S. Paulo, bastião do conservadorismo rural e da direita brasileira, voltou à carga com reportagens especiais acerca das novas invasões de terra promovidas pelo movimento, sem falar nos editoriais violentos. Na edição de hoje, traz um artigo de um ser abominável, João Mellão Neto, que diz jornalista e oucpa a secretaria de Comunicações do governo de São Paulo. Ele é o que de pior a "imprensa" e a direita burra produziram. Entretanto, após anos chafurdando na lama, ele conseguiu acertar uma, ao defender o porquê de o MST ter perdido a razão de existir, quando praticamente não há mais terras improdutivas e ociosas no Brasil. Leia aqui.
A decisão da BBC de Londres de lançar uma gravadora, cujos artistas serão divulgados através de suas rádios e emissoras de televisão, provocou queixas e críticas na capital britânica. A primeira produção da nova etiqueta musical que tem o nome de Inversion Records será um álbum do guitarrista acústico Dominic Miller, com contribuição de Sting e Placido Domingo. "É inapropriado que a BBC entre em um mercado tão competitivo e comercial como o musical", disse John Whittingdale, ministro da Cultura. "Nos opomos fortemente a que a BBC dê tratamento privilegiado a seus álbuns", acrescentou.
A BBC dosse que mão vai abusar de sua própria rede de informação. "Dominic Miller será incluído nos programas da BBC somente se os produtrores considerarem que é necessário. Não gozará de nenhum tratamento especial", sublinhou Allan Taylor, chefe de marketing musical da BBC. (Agência Ansa)
O pop-trash-brega dos 80 está de volta, segundo deliciosa reportagem do Estado de S. Paulo/Estadão.com (Leia aqui). Porcarias como Gengis Khan, Ovelha, Gilliard, Trio Los Angeles estão em alta depois de receberem homenagens do igualmente porciaria programa "Joverns Tardes", da TV Globo, apresentado por seres nojentos como Wanessa Camargo, pedro e Thiago e mais uma fauna execrável. Essa "volta" é o supra-sumo do lixo que impresa hoje nas artes brasileiras. O que esperar de um país que tem com ministro da Cultura uma figura execrável como Gilberto Gil?
quarta-feira, maio 14, 2003
O contrabaixo cor-de-rosa do lendário baixista do The Who John Entwistle foi arrematado por quase dez vezes o preço previsto, anunciou hoje a casa de leilões Sotheby's. A previsão era que o baixo Fender Precision, conhecido pelo apelido de Frankenstein, renderia até 7.000 libras (13 mil dólares), mas o instrumento foi vendido por 62.400 libras (100.400 dólares) no leilão da coleção de baixos, peixes exóticos, retratos desenhados de celebridades e discos de ouro de Entwistle.
O músico, que morreu de ataque cardíaco em Las Vegas no ano passado, montou a coleção durante os 40 anos em que foi baixista do The Who, mais conhecida por destruir seus instrumentos no palco. "Frankenstein" recebeu esse apelido porque foi feito das partes remanescentes de cinco baixos destruídos.
Um baixo Gibson Flying V foi vendido por 38.400 libras, e um raro Gibson Explorer acabou sendo arrematado por 95.200 libras, superando a estimativa inicial de entre 50 e 70 mil libras.
Entre os objetos mais incomuns oferecidos no leilão havia moldes em tamanho natural de 30 peixes, incluindo um tubarão-martelo que Entwistle pescou no Caribe. Os peixes foram arrematados por pouco mais de 19 mil libras.
Também foram leiloados desenhos feitos pelo baixista de seus amigos famosos, entre eles o Rolling Stone Bill Wyman, Jimi Hendrix e Eric Clapton. Entwistle foi membro fundador do The Who, uma das maiores bandas britânicas dos anos 1960 e 1970.
Uma autópsia revelou que o ataque cardíaco que o matou foi provocado, em parte, pelo consumo de cocaína.
Defitivamente o mito de que The New York Times era o melhor jornal do mundo caiu. Não passa de um pasquim pessimamente administrado e com profisisonais da pior espécie. Um jornal que permite que um animal publique mais 600 textos inventados ou com informações deliberadamente erradas não pode ser sério. O NYT é uma vergonha para a humanidade e merece ser fechado.
Em reação às revelações de fraudes praticadas por seu ex-repóter Jayson Blair, The New York Times divulgou aos funcionários novos procedimentos adotados para evitar que o episódio se repita. Em e-mail enviado na segunda-feira ao pessoal da redação, o publisher Arthur Sulzberger Jr, o editor executivo Gerald Boyd e o editor Howell Raines informam que um comitê está sendo formado para apurar o que ocorreu. Inclui pessoas de fora do NYT. O jornal avisou que vai verificar se o sistema que confere despesas dos reporteres precisa ser melhorado. O editores também vao acompanhar mais de perto a localizaçao dos jornalistas. Entre as fraudes de Blair estao materias que pareciam ter sido realizadas em outras cidades quando o reporter estava, na verdade, em Nova York.
O governador Geraldo Alckmin é um criminoso por estar permitindo a deterioração da única TV com programação decente deste País. Ele é um irresponsável e deve ser responsabilizado criminalmente por isso. Está lesando o povo paulista e o povo brasileiro, que assiste a sua programação através das TVs educativas.
O governador Geraldo Alckmin é um criminoso por estar permitindo a deterioração da única TV com programação decente deste País. Ele é um irresponsável e deve ser responsabilizado criminalmente por isso. Está lesando o povo paulista e o povo brasileiro, que assiste a sua programação através das TVs educativas.
Sete deputados visitam hoje a TV Cultura para tomar pé da situação, que consideram "vergonhosa". Em Brasília, o deputado Jamil Murad (PC do B) entra hoje com pedido de audiência pública para analisar o "sucateamento" da TV. Ontem, a secretária de Estado da Cultura, Cláudia Costin, informou que o governo liberou em caráter de emergência R$ 185.168,00 para a TV Cultura proceder a reparos na caixa d´água de sua sede. A caixa, de 240 mil litros, ameaça desabar, segundo o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). O valor é parte do montante (10% da verba de custeio) contingenciado pelo governo em fevereiro, corte que atingiu de forma linear toda a máquina do Estado. O resto do valor contingenciado não tem previsão de ser liberado. "O orçamento é uma estimativa de arrecadação e quando a arrecação enfrenta problemas ele é revisto", disse.
terça-feira, maio 13, 2003
O baixista Noel Redding, que tocou com Jimi Hendrix, morreu na Irlanda, aos 57 anos. O corpo foi encontrado no domingo em sua casa, na cidade de Cork. O anúncio foi feito hoje por seu empresário Ian Grant, na internet (em sua própria página e no site oficial de Hendrix). "Noel se encontra com Jimi e sua mãe Margaret, que morreu há poucas semanas", diz o comunicado, sem esclarecer as causas de sua morte. No site do guitarrista, a "família Hendrix" despede-se do baixista ressaltando sua contribuição para a fundação da The Jimi Hendrix Experience, no final dos anos 60.
Noel era britânico, nascido no Natal de 1945. Jimi o conheceu durante uma audição e o convenceu a se juntar a ele - e a trocar a guitarra pelo baixo. Além de Jimi e Noel, a banda contou também com o baterista Mitch Mitchell. Foi ao lado deles que um dos mais influentes guitarristas de todos os tempos lançou as seminais Hey Joe e Purple Haze, entre outros hits. Depois de três discos lançados, The Jimi Hendrix Experience foi desmanchada em 1969, um ano antes de o guitarrista morrer, em um hotel em Londres.
segunda-feira, maio 12, 2003
quarta-feira, maio 07, 2003
E falando em BLIND GUARDIAN, este é o novo single recém-lançado na Europa, intitulado ""The Bard's Song (In The Forest)", trazendo uma nova versão de estúdio e outras ao vivo da faixa-título, além de uma faixa multimídia da mesma, registrada ao vivo na Alemanha em maio do ano passado.
Um bando de vagabundos que se intitulam "cineastas" estão rugindo porque estão prestes a perder a sinecura, a boquinha, dos financiamentos oficiais para as porcarias que produzem, em especial o nojento Cacá Diegues, um dos piores seres de sua raça. Esse troglodita acusou o governo federal de "dirigismo" cultural por querer vincular a liberação de dinheiro ao compromisso de envolvimento, de alguma forma, com projetos sociais do governo, em especial o Fome Zero.
Quem são esses vagabundos para esbravejarem contra isso? O governo é quem detém o pdoer de liberar o dinheiro e tem o direito de estabelecer condições para isso. Esse tipo de política cultural é questionável? Não sei, mas é uma política cultural, ao contrário da confusão tucanada de Francisco Weffort.
É louvável a preocupação do governo, mas a medida merece discussão e debate, mas não o protesto virulento de um bando de vagabundos que ficam pendurados nas barras das calças do governo. Por que esses idiotas não vão buscar dinheiro na iniciativa privada? Simples: estes cansaram de financiar porcarias feitas por cineastas brasileiros.
Mesmo assim, o governo federal afinou e o secretário de Comunicação, LUiz Gushiken, já recuou para não "confrontar" os interesses dos artistas. Lamentável.
Após quatro meses de investigações, a polícia britânica concluiu que Pete Townshend, líder do The Who, não baixou pornografia infantil da internet, mas visitou sites do gênero. Por conta disso, o guitarrista recebeu uma advertência formal e agora está livre das investigações. A polícia também decidiu tirar as digitais, fotografia e DNA de Townshend, que ficarão por cinco anos num banco de dados voltado às investigações de casos de abuso sexual.
Townshend foi preso em janeiro, sob suspeita de pedofilia infantil. À época de sua prisão, ele admitiu ter comprado com seu cartão de crédito o acesso a sites do gênero. Explicou então que estava fazendo uma pesquisa para sua autobiografia, pois ele próprio teria sido vítima de abuso infantil - assim como o personagem principal de sua ópera-rock Tommy. Para a polícia, porém, pesquisa não é desculpa para visitar site de pornografia infantil. (Agências Internacionais)
terça-feira, abril 29, 2003
Os principais clubes da Europa querem ser recompensados financeiramente quando tiverem que ceder seus jogadores para as seleções nacionais. A intenção foi anunciada nesta terça durante reunião do G-14, que, apesar do nome, conta com 18 equipes filiadas. As equipes se referem principalmente às Copas do Mundo. "É necessário estabelecer uma distribuição dos benefícios gerados pelo Mundial", disse Peter Kenyon, representante del Manchester United.
"São os clubes que pagaram os salários dos jogadores durante os 12 meses do ano. É por isso que exigimos um mínimo de solidariedade por parte da Fifa e das federações", afirmou Michael Van Praag, presidente do Ajax. Recentemente, depois de ouvir reclamações dos times europeus, a Fifa estabeleceu datas oficiais para amistosos internacionais. Nesses casos as agremiações são obrigadas a ceder os atletas.
"Atualmente os clubes assumem todos os riscos quando liberam um jogador. Não se pode seguir aceitando isso", disse o diretor geral do G-14. Os integrantes do G-14 são os seguintes: Real Madrid, Milan, Ajax, Liverpool, Juventus, Bayern de Munique, Inter de Milão, Barcelona, Manchester United, Borussia Dortmund, PSV, Porto, Olympique de Marseille, Paris Saint-Germain, Arsenal, Bayer Leverkusen, Olympique Lyon e Valencia.
O goleiro Marcos, do Palmeiras, selou o seu destino na seleção brasileira. Ele nunca contou com a simpatia de parreira e Zagallo, que não deveriam estar onde estão. De qualquer forma, Marcos pisou feio na bola e deve ser alijado após o título mundial de 2002. E, de quebra, pode até sair do Palmeiras. Aliás, deveria, depois da palhaçada contra o Vitória, na derrota por 7 a 2.
As ameaças de expulsão contra os radicais do PT por parte da cúpula do partido e do governo revelam um erro feio de LUla: demorou demais para tomar essa decisão. A expulsão já deveria ter acontecido e em fevereiro. A hesitação para tomar a medida permitiu que esses lixos esquerdisatas ganhassem mais e mais espaço na mídia como um todo, compromteida com interesses econômicos da direita. Fora com a esquerdalha, que emporcalha o governo LUla.
A revista Veja traz uma frase impagável de Dori Caymmi, mais um integrante do interminável e insportável clã baiano de músicos. Dori, que é violonista e tem tem sólida carreira no exterior, disse que recentemente que é "xiita, já que coloca a música de Roberto Carlos e a de Sandy e Júnior no mesmo paramar, a submúsica." Ele está coberto de razão, os artistas citados são medíocres e rpresentam o que de pior a música mundial produziu. Entretanto, o curioso do fato é que a música produzida por Dori é um lixo, tão submúsica quanto a do "rei".
Os políticos do PSDB adoram acusar o governo federal do PT por ter cometido "estelionato eleitoral", ou seja, prometeu uma coisa na campanha e está fazendo outra. Muito bem, e o que dizer da governadora do Rio de Janeiro, Rosinha Matheus? Ela é a personificação do estelionato eleitoral. A coisa apertou em quatro meses de governo, chamou o marido, o ex-governador Anthony Garotinho, para ser seu secretário de Segurança e, na prática o governador, atuando como um primeiro-ministro. Ela é um engodo político e enganou todos os eleitores de seu estado.
Estou cansado de ler na imprensa brasileira que o Brasil ganha pouco com o turismo devido a problema de infra-estrutura e de violência que afetam o país. Isso é uma cortina de fumaça para escamotear o verdadeiro motivo do subaproveitamento do setor: a falta de investimento sério e a falta de profissionais sérios dispostos a trabalhar duro. Dizer que o Brasil não tem infra-estrutura é uma mentira. A questão é: ela é boa ou não?
Outros países sofrem com os mesmos problemas, como África do Sul, Índia, México, Turquia, para ficar apenas nos países em desenvolvimento, como o Brasil. Nenhum deles é comparável ao Brasil em termos de belezas naturais e potencial turístico. Em relação à violência, é claro que atrapalha e afasta o turista, mas assaltos também ocorrem em Los Angeles, Nova York ou Paris, e mais recentemente em Buenos Aires. Mau atendimento existe em todos os lugares do mundo, assim como falta de profissionalismo. A discussão no Brasil é outra e é urgente.
Muito oportuna a entrevista das páginas amarelas de Veja desta semana, com o escritor norte-americano Scott Turow, um ficcionista especializado em romances de tribunal e com temas jurídicos como pano de fundo. Advogado radicalmente contra a pena de morte, ele participou de um geupo de estudos no estado de Illinois que conseguiu provar a inutilidade da medida. Ela é ineficaz, não reduz os crimes, é onerosa e proporciona ao Estado um poder absurdo sobre o cidadão, sem falar na irreversibilidade da medida em si. Seus romances não são lá essas coisas, mas ele acrescentou brilho ao debate.
domingo, abril 27, 2003
Por falar em coisas execráveis, está caindo o preço do CD dos execráveis Tribalistas, um dos piores lixos já gravados na história da música mundial. O CD é tão ruim que não serve nem para espantar moscas de padaria. Depois de vendas boas nos quatro primeiros meses de lançamento, o produto está encalhado nas lojas, pois todo mundo percebeu o engodo. Se Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, sozinhos, já fazem com que seus trabalhos envergonhem a humanidade, imagine esses seres juntos. Não dá.
Uma das coisas mais nojentas da história da música, que atende pelo nome de João Gilberto, inaugurou uma nova casa de shows em São Paulo. É o artista mais preguiçoso do mundo, grava e toca as mesmas dez músicas há 40 anos, sem contar que é um dos seres humanos mais chatos do mundo. Ele envergonha a espécie humana.
sexta-feira, abril 25, 2003
terça-feira, abril 22, 2003
O Aerosmith já está transitando entre estúdios para a gravação de seu próximo álbum. Dois terços dele será de clássicos do blues, entre eles "Broke Down Engine", de Blind Willie McTell, "Temperature", de Little Walter, "I'm Ready", gravada tanto por Willie Dixon e Muddy Waters. Em entrevista ao semanário americano Billboard, o guitarrista Joe Perry revelou que estão na pré-produção das faixas em um estúdio em Boston, Estados Unidos. A próxima etapa, final, será realizada no estúdio de Tyler. Um terço das músicas serão inéditas.
Segundo o músico, não será um disco para contentar puristas do gênero. Também não será um álbum para introduzir uma nova geração ao blues. Trata-se apenas de músicas que a banda sempre gostou de ouvir e que vai receber um tratamento modernizado, do jeito que o Aerosmith normalmente faria com qualquer música.
A lista de músicas por enquanto tem 10 canções no papel e serão posteriormente gravadas "ao vivo" em estúdio, para manter o clima que Perry diz ser a raiz de tudo. Gravar "ao vivo" significa dizer que não vão gravar os instrumentos separados, mixá-los de uma maneira mais lapidada.
Jack Douglas, que trabalhou com a banda em hits como "Get Your Wings", "Toys in the Attic" e "Rocks", vai co-produzir o disco, em uma clara vontade do Aerosmith de voltar ao passado.
Se sobrar alguma música para o guitarrista cantar, certamente será "Stop Messin' Round," do Fleetwood Mac. Provavelmente em setembro o disco estará nas lojas, período em que iniciarão uma turnê em conjunto com o Kiss, que Perry já acha, de antemão, divertida. "Vi eles nessa turnê de volta aos palcos e não fiquei sentado um minuto no meio da platéia", assegura.
quinta-feira, abril 17, 2003
O jabá é uma das coisas mais nojentas que existem na face da Terra. É a prova concreta da promiscuidade nociva da indústria da música e do entretenimento. Todos os jabazeiros, sejam, gravadoras, emissoras de rádio e artistas em geral, têm de ser presos e processados exemplarmente, mesmo que isso signifique o fim do mercado musical como o conhecemos. Só assim é que pdoeremos estabelecer a decência nesse ramo putrefato e malcheiroso.
Trecho abaixo extraído da coluna de Lúcui Ribeiro, na Folha Online:
"Em uma iniciativa decente de um deputado federal e o apoio do ministro da Cultura, Gilberto Gil, o Congresso nacional colocará em discussão ainda neste semestre a criminalização do esquemão rádios-gravadora mais conhecido como jabá, informa o caderno Ilustrada, da Folha.Todo mundo sabe, mas ninguém nunca mexeu com isso, no Brasil as "músicas mais tocadas" nunca foram "as músicas mais pedidas". E as "mais pedidas" nunca são as que ouvintes realmente pedem. Vai virar crime o ato de tocar músicas em rádios mediante pagamento, o que só facilita a vida de meia dúzia envolvida, mas ajuda a impedir a criação no país de uma indústria musical de verdade. Mas, não é difícil adivinhar, dois grupos se mostram contra o projeto de criminalização do jabá: os empresários de rádio e os de gravadora."
quarta-feira, abril 16, 2003
A CBF está marcando para as 20h30 todos os jogos do Palmeiras aos sábados na série B do Brasileiro. Está claro que é para atender a interesses da TV, apesar de as emisspras SporTV e Record ainda nem terem assinado o contrato. Está claro que o torcedor de arquibancada não existe mais para esses nojentos e safados.
segunda-feira, abril 14, 2003
O regime cubano de Fidel Castro mostra cada vez mais que perdeu a sua razão de existir, se é que algum dia já a teve. A condenação sumária e sem direito a defesa de 75 opositores do regime, a penas que variam de 12 a 20 anos, é uma das coisas mais nojentas e lamentáveis da humanidade. É o fim dos tempos, uma medida que mostra a que ponto de barbárie pode chegar um governo que se diz popular. Fidel Castro fornece cada vez mais argumentos para aqueles que defendem o bloqueio econômico americano contra Cuba.
1) Come Back Alive; 2) Godless; 3) Apes of God; 4) More of The Same; 5) Urge; 6) Corrupted; 7) As It Is; 8) Mind War; 9) Leech; 10) The Rift; 11) Bottomed Out; 12) Activist; 13) Outro; 14) Bullet The Blue Sky*; 15) Bullet The Blue Sky como Video Track* (* Bonus Tracks do EP "Revolusongs")
CD DIGIPACK:
CD 1 - 1) Come Back Alive; 2) Godless; 3) Apes of God; 4) More of The Same; 5) Urge; 6) Corrupted; 7) As It Is; 8) Mind War; 9) Leech; 10) The Rift; 11) Bottomed Out; 12) Activist; 13) Outro
CD 2 - EP "Revolusongs" - 1) Messiah (Hellhammer); 2) Angel (Massive Attack); 3) Black Steel In The Hour Of Chaos (Public Enemy); 4) Mongoloid (Devo); 5) Mountain Song (Jane's Addiction); 6) Bullet The Blue Sky (U2); 7) Piranha (Exodus)
CD 1 - "Hoochie Koochie Lady" (c/ELF); "I'm Coming Back For You" (c/ELF); "Carolina County Ball" (c/ELF); "Man On The Silver Mountain" (c/RITCHIE BLACKMORE'S RAINBOW); "Starstruck" (c/RAINBOW); "Long Live Rock 'N' Roll" (c/RAINBOW); "Neon Knights" (c/BLACK SABBATH), "Children Of The Sea" (c/BLACK SABBATH); "Heaven And Hell" (c/BLACK SABBATH); "Turn Up The Night" (c/BLACK SABBATH); "The Sign Of The Southern Cross" (c/BLACK SABBATH); "The Mob Rules" (c/BLACK SABBATH); "Computer God" (c/BLACK SABBATH); "Voodoo" (ao vivo em 1982 c/BLACK SABBATH); "Sacred Heart" ao vivo em 1985)
CD 2 - "Stand Up And Shout"; "Holy Diver";"Don't Talk To Strangers"; "Straight Through The Heart"; "Rainbow In The Dark"; "We Rock"; "The Last In Line"; "Egypt (The Chains Are On)"; "King Of Rock And Roll"; "Hungry For Heaven"; "Dream Evil"; "All The Fools Sailed Away"; "Lock Up The Wolves"; "Strange Highways".
sexta-feira, abril 11, 2003
Tristes eras do tempo do famigerado e nojento "Aqui e Agora", do SBT, que fez escola com as baixarias do mundo cão, inspirado por programas semelhantes norte-americanos. O show de horrores protagonizado pelo execrável Milton Neves foi de doer, mas ao mesmo tempo é perfeitamente compreensível os altos ídncies de audiência.
O telespectador/população brasileiro(a) é de baixíssimo nível, quase analfabeto funcional. Não se trata apenas de falta de educação, é uma questão de bom senso, que ultrapassa a questão da educação formal. Não é preciso ser letrado para saber o distinguir o bom do ruim, o bem do mal.
A população gosta de porcaria, gosta de lixo, e gosta por convicção. E não adianta oferecer coisa melhor para esse tipo de população, não adianta elevar o nível da programação, porque o grosso da população gosta mesmo é de baixaria. é uma questão de opção. É gentalha que gosta de Big Brother, Zorra Total, Cidade Alerta, de novelas mexicanas, da programação inteira lixo do SBT.
Faz parte da índole da população brasileira, um povo sem ética, que gosta de levar vantagem, que mesmo tendo informação e acesso, mesmo que precário, á educação, prefere jogar lixo na rua. O brasileiro é o tipo de gente que depreda os trens e os ônibus e acha isso normal, é o tipo de gente que acha engraçado um moleque pichar um muro ou canivetar o vidro de um trem, acha engraçado um suicídio mostrado ao vivo na TV, acha normal subornar funcionários públicos e policiais. Acha normal defender as viradas de mesa nos campeonatos esportivos.
Se o povo quer lixo, tem opções de sobra atualmente na televisão.
Reproduzo mensagem que recebi, com texto da jornalista Neusa Pereira, conhecida no meio televisivo, a respeito da repugnante exibição do suicídio do PM ocorrido ontem, 10 de abril, em frente ao Palácio dos Bandeirantes, que foi fartamente explorado pelo programa Cidade Alerta, da TV Record, um monumento à baixaria, ao sensacionalismo e ao mau jornalismo:
"Nós, jornalistas,fotógrafos, artistas, pessoas enfim que, de alguma forma, lidam com a comunicação de massa neste país, não podemos deixar passar impune "o verdadeiro show de baixo jornalismo" exibido pela TV RECORD, nesta quarta-feira, 10 de abril.
Apoiada na imagem de um ser humano verdadeiramente desequilibrado - um policial fardado com uma arma amarrada na mão - a emissora mostrou até a exaustão toda a trajetória dramática que o levaria a morte. No estúdio, em off, o apresentador quase que aos berros instigava o telespectador a permanecer ligado para as cenas que veria logo adiante - aquele ser humano se matando diante das câmeras. Em "slow motion" explorou todos os ângulos de expressão do suicida.
Fez do jornalismo um palco de horrores. Quando comecei na tv globo (tempos de Mercadante, Woile, Eurico) havia um rígido código de ética que impedia que se explorasse 'coisas desse tipo'.
Sem censura mas, com diretrizes bastante claras, aprendi desde cedo que suicídio não é 'notícia'. Não é notícia para quem leva o jornalismo a sério. Não é assunto para bons profissionais. Suicídio é pauta pobre. É pauta prá quem não quer ter trabalho com a notícia. Não exige nada, exige apenas que a câmera, usada como arma dessa imprensa marrom, se direcione para a infeliz vítima. Éé jornalismo covarde!
É jornalismo que nós não podemos aceitar! É preciso desmascarar essas pessoas que nem chamo de colegas porque não o são. E aqui é preciso dar nome aos bois. Llamento muito que Luís Gonzaga Mineiro, companheiro das lutas estudantis, parceiro de discussões que ajudaram a mudar este país, contemporâneo de boa safra de jornalistas - julio, valfrido, helena, carmem e outros - tenha descambado pela rota dos miseráveis do jornalismo sem pauta. Que tenha estabelecido como princípio, a ótica da exploração da ignorância humana, que tenha optado por esse jornalismo maneta que insufla o desatino.
Que tenha optado por um jornalismo 'de beiradas'. Jornalismo 'café com leite', de 'fritar bolinhos' , um tipo de jornalismo que desrespeita, dá tapa na cara, cospe sobre todos os princípios éticos e morais construídos ao longo do tempo por gente séria, honesta, batalhadora, que é desrespeitoso...
É coisa de direita que ainda alimenta a ignorância e alienação no país. O que a TV RECORD mostrou ofende princípios.
Ofende pessoas. Amassa e joga no lixo a 'ética editorial'. Mas como falar de ética prá ouvidos mercantilistas? Como discutir seriedade, quando a direção de jornalismo dessa emissora há muito vendeu os princípios que um dia amealhou aí pelos caminhos da vida?
Quem pode pensar em consistência de trabalho quando é a reverência que manda? Quando quem manda mesmo é um 'sim senhor' na ponta da língua?
Continuo com meus princípios e não abro mão deles e é por isso que não posso deixar de desabafar. A cena do infeliz policial que a TV RECORD exibiu hoje foi vista por muita gente. Pelo menos era disso que o apresentador se vangloriava e agradecia.
em muitas casas, ali na tv, o insólito...
.Ali, em frente a tv, a família, os amigos...os filhos desse homem viam na tela transformado em "circo" o drama de um ente querido.Viram de um jeito que o sr luiz gonzaga mineiro , chefe do departamento de jornalismo da tv record, jamais verá...
se acostumou a cegueira profissional.
Hoje é apenas um homem atrás de uma mesa correndo atrás de números - de salário e ibope, os do ibope, com a saída do datena, felizmente já começam faltar. Está instalado o 'salve-se quem puder'.
Pensam que é fácil fazer bom jornalismo? Jornalismo de categoria exige pauta, pesquisa, produção. Requer investimento em pessoas, equipamentos...
Exige responsabilidade, tempo e maturidade para saber se posicionar. Exige critério e cultura. Exige coração e alma.
Exige sentimento fundamentalmente. E isso o jornalismo da tv record não tem. Ela faz jornalismo inconsequente, fraco, sem conteúdo, sem referências, sem credibilidade. É jornalismo pautado apenas na desgraça humana. Jornalismo 'casca de ovo',
irresponsável....
Que o nosso o sindicato atue contra isso, afinal, prá fazer jornalismo assim ninguém precisa ir a faculdade, nem ter diploma.
Como arma, basta uma pequena câmera; como cena, um infeliz suicida. E está feito o jornalismo dessa gente."
quinta-feira, abril 10, 2003
Agora que a guerra acabou, fica patente uma das maiores evidências que o bando de imbecis que se intitulam pacifistas, ambientalistas, ecologistas e otários parecidos se recusam a aceitar. Não adianta protestar nas ruas, boicotar empresas americanas, pichar muros e ficar irritantemente falando de paz nas TV e emissoras de rádio. Nunca uma manifestação pacifista conseguiu alguma coisa de útil.
Passeatas das mães da Plaza de Mayo, de espanhóis contra o terrorismo do ETA, de paulistanos cariocas e colombianos contra a violência, de negors americanos contra o racismo, de pacifistas contra a as guerras do Vietnã e do Golfo, de pacifistas contra as armas nucleares, de sem-terra contra os latifundiários, todas essas ações não passam de tentativas patéticas, ridículas e inúteis.
Elas nunca produziram resultado algum. As guerras continuam ocorrendo, e cada vez mais ferozes; a violência urbana aumenta a cada dia; o ambiente continua sendo degradado; os atentados terroristas conitnuam sendo praticados; o racismo persiste. Assim sendo, concluo que passeatas e manifestações são realizadas por gente que não tem o que fazer, gente mais interessada em tumultuar do que contribuir realmente para a causa em si. É gente burra, que não sabe o que faz.
A única forma de influir nos desígnios do mundo é votando e elegendo gente séria, é pressionando no congresso e nso parlamentos. Se os ecologistas querem acabar com a degradaão ambiental, precisam eleger parlamentares ou convencer políticos de outros matizes de aus convicções. Só assim é possível alterar, mudar o mundo.
É muito mais eficaz do que parar um barco na frente de barcos baleeiros noruegueses e japoneses, arriscando-se a ser morto a tiros. Quinze dias de lobby no parlamento é muito mais útil do que uma megamanifestação em qualquer lugar ou pífias e idiotas campanhas pacifistas na TV.
A cada dia fica patente a máxima de que torcedor não entende nada ou muito pouco de futebol. As vaias contra o bom técnico Oswaldo de OLiveira, do São Paulo, mesmo com o time ganhando de 5 a 1 contra o Gama pela Copa do Brasil, é a maior prova disso. Ou o torcedor nada sabe de futebol, ou está a serviço de interesses escusos, como frequentemente acontece.
O Rio de Janeiro é uma cidade sitiada, governada por gente indecente e incompetente, para não dizer corrupta. Rosinha Matheus precisa ser deposta do governo estadual, e a União precisa intervir e decretar lei marcial para combater a criminalidade. Os cidadãos são reféns da criminalidade. Não há mais o que conversar, nem medidas inovadoras a serem implantadas. Infelizmente, só o uso da força bruta e total poderá diminuir a insegurança na cidade. Os bandidos perderam o respeito pela ordem pública, pelo governo e por todas as instituições. Não merecem outro destino que não seja a morte ou a prisão incodicional, mesmo com as graves implicações que isso poderá causar no estado democrático.
Não há explicação que possa convencer o mundo a respeito dos motivos das mortes dos três jornalistas no hotel Palestina, no centro de Bagdá, onde a imprensa internacional se instalou para cobrir a guerra. É bem verdade que os jornalistas sabiam o perigo que corriam, já que estavam ao lado do Ministério da Informação do Iraque. O hotel Palestina era um alvo potencial. Considero uma insanidade a permanência dos jornalistas lá e, em tese, não há muito o que lamentar o ocorrido.
Entretanto, as informações de como ocorreu o ataque mostram que houve assassinato. O líder do tanque que atirou contra o hotel afirma que tiros foram disparados de lá, embora nenhuma outra testemunha tenha ouvido os tais tiros de "franco-atiradores". Não conseguindo identificar o local onde estavam os inimigos, o tanque decidiu, memso assim, revidar os "tiros", atirando contra o 15º andar, "coincidentemente" aquele onde estavam os jornalistas da Al-Jazeera e da Reuters, dois dos veículos mais críticos em relação à guerra.
O Pentágono nao conseguiu explicar e convencer o incidente e terminou dizendo apenas que "Bagdá é um lugar perigoso". Os jornalistas foram assassinados, assim como a liberdade de imprensa está sendo assassinada pelo governo Bush e pela maioria dos jornais e TVs norte-americanos. A demissão de jornalistas que se opõem ou criticam as atitudes militares e governamentais é a maior prova disso.
Final da guerra, resultado esperado, mundo pelo avesso e o "bastião da liberdade" tornando-se o vilão da humanidade. O mundo passará por tempos difíceis neste início de século 21. O fundamentalismo cristão e ultradireitista quer domina o govenro norte-americano - que provavelmente será reeleito - está sendo responsável por algumas das tragédias recentes, como o rompimento do tratado de mísseis balísticos e a recusa em aceitar o Protocolo Ambiental de Kyoto.
Bush e seu governo ultradireitista, ultraliberal na economia e extremamente restrititvo aos direitos humanos e civis, espera que o mundo diga amém a todas as iniciativas norte-americanas. Bush quer o mundo obedecendo e implantando as políticas norte-americanas, assim como os fundamentalistas islâmicos sonham com um mundo inteiro muçulmano mergulhado na Idade Média.
As atitudes agressivas do governo Bush escondem fragilidades e a falta de um programa claro de governo que satisfaça o cidadão. É um governo que esconde a corrupção e o conflito de interesses que domina a sua cúpula. Os Estados Unidos envergonham a humanidade.
quarta-feira, abril 09, 2003
A nova compilação de sucessos da banda americana R.E.M. trará duas canções inéditas. Uma das novas faixas será "Bad Day". Ainda não foi divulgado o título da segunda música."The Best of R.E.M." cobrirá a carreira do grupo desde o disco "Green", de 1988, até hoje. O disco chega às lojas americanas no dia 28 de setembro.
Em entrevista ao site Launch, Michael Stipe falou sobre o novo disco da banda, que deverá ser lançado apenas em 2004. O cantor declarou que o grupo já gravou 15 novas músicas e está trabalhando em outras 10.
"Nós já completamos um bom disco, mas queremos mais", disse Stipe. "Nós ainda pensamos em termos de álbuns completos, e não em uma coleção com um ou dois hits e outras canções menos interessantes para completar o CD".
Barry Fox
New Scientist
A indústria fonográfica condenou o lançamento de dois sistemas de gravação que permitirão que as pessoas gravem entre 320 e 100 horas de música em um único disco. Os lançamentos, oferecidos pelas gigantes da eletrônica Sony e Philips, vêm sendo encarados como um potencial paraíso para os piratas.
"É uma idéia óbvia. Qualquer coisa que permita que as pessoas pirateiem ainda mais música, como esses lançamentos, certamente é uma péssima notícia para a indústria fonográfica", disse um porta-voz da BPI, a organização setorial das gravadoras britânicas. Os lançamentos surgem em um momento da mais grave crise para a indústria fonográfica desde o lançamento dos CDs. O download online gratuito e os sistemas de cópia de discos têm sido apontados generalizadamente como responsáveis pela queda de vendas do setor.
O sistema da Sony empregará o método de compressão de dados ultra-eficiente já usado nos MiniDiscs para acumular 30 horas de música em formato MP3 em um único CD virgem. Os discos poderão ser executados em uma nova geração de aparelhos de som pessoais, com custo inferior a 100 libras. O sistema proposto pela Philips emprega um gravador de DVDs acoplado a um computador, e permite a gravação de até 100 horas de música em formato MP3 em um DVD virgem, que poderá ser tocado em um player de DVDs portátil.
Que a Sony se interesse por lançar um gravador que pode tornar a pirataria mais fácil talvez pareça surpreendente, já que sua divisão Sony Music produz e vende CDs. Embora a Sony Music tenha optado por não comentar a respeito do lançamento de sua empresa irmã, Mike Tsurumi, presidente da Sony Consumer Electronics em Berlim, insiste em que a idéia faz sentido. "As empresas do setor de música precisam alterar seu modelo de negócios", alega ele.
Um colega de Tsurumi, Simon Mori, espera que as pessoas passem a realizar o download de música em sites oficiais, pagos, das gravadoras. Um desses sites foi lançado na semana passada pelo grupo de telefonia britânico BT e 30 gravadoras (www.dotmusic.com), ainda que o preço de 1,49 libra por faixa dificilmente torne barata a compra de música sob esse sistema.
A International Federation for the Phonographic Industry, organização setorial incansável em sua perseguição aos piratas de música em todo o mundo , ainda não anunciou de que maneira pretende reagir aos novos sistemas de gravação.
segunda-feira, abril 07, 2003
quarta-feira, abril 02, 2003
segunda-feira, março 31, 2003
O Rio de Janeiro está em estado de sítio. A cidade é refém dos traficantes e de bandidos comuns, que fazem o que querem, riem da Polícia e do governo do Estado e dominam totalmente a vida de seus cidadãos. É o fim da civilização, é a "colombização" em estado bruto e definitivo. Com as coisas chegando nesse estágio, não há outra alternativa: o uso da força total por parte do Estado é necessário. Guerra total contra o crime organizado, mesmo que isso, infelizmente, sacrifique as noções elementares de direitos humanos. Não como pregar uma "solução negociada" nesse caso.
Dificilmente a 2ª Guerra do Golfo se transformará no segundo Vietnã norte-americano. Os EUA e seus aliados vencerão de forma categórica e até mesmo esmagadora, mas não será tão fácil como era esperado. Pelo contrário, a coisa vai ser bem dura e vai cobrar um preço altíssimo. O conflito traz à tona problemas bastante complexos e iminentes a Bush e sua corja.
1 - Imagem e perspectivas - a vitória norte-americana precisará ser implacável e incontestável no campo de batalha e no campo político. Se a campanha for muito demorada ou, num catacisma de proporções universais, os EUA não vencerem, o mundo coidental correrá perigo, pois todos os inimigos dos norte-americanos vão se julgar fortes o suficiente para enfrentá-los. A perda de respeito e de temor poderá transformar a vida na Terra em um conflito permanente. Os valores ocidentais, os quais os norte-americanos são os maiores defensores, põderão ser soterrados;
2 - Democracia x Islã - Os EUA sonham com um Oriente Médio democrático. Sonham em fazer do Iraque um modelo para os demais países da região, tanto política como economicamente. Só que se esquecem que a democracia nos países árabes e islâmicos é o caminho mais fácil para o domínio do fundamentalismo e para os radicalismos de todos os tipos. O exemplo da Argélia nos anos 90 é claro. O país saiu de 35 anos de ditadura militar em emados da década passada para a primeira eleição democrática de sua história. os fundamentalistas islâmicos venceram de forma esmagadora e preparavam o país para ser um novo Irã. O Exército foi obrigado a intervir, a anular a eleição e manter a ditadura militar pró-ocidental, ao custo de nova guerra civil. Resumindo: os muçulmanos não fazem questão de democracia, não querem liberdade e têm raiva de quem a tem; preferem o obscurantismo do fundametalismo teocrático, autocrático e totalitário. Já que querem assim, tudo bem, desde que os fundamentalistas e radicais sejam isolados ou mesmo eliminados. Infelizmente, democracia e liberdade são incompatíveis com o Islã.
3 - O fim da diplomacia - Bush inaugura nova fase na história da humanidade. Ele resgata a política do "big stick" (o grande porrete), que foi implantada por Theodore Roosevelt na primeira década do século 20 para manter os países das Américas "na linha", segundo as doutrinas norte-americanas. A diplomacia foi para a lata do lixo; vale agora somente a máxima "ou estão com a gente ou contra a gente". Coisa de ginásio, infantilóide. O mundo é cada vez mais um lugar impróprio para se viver.
Não existe justificativa qualquer guerra, para qualquer tipo de violência. A maior prova dessa estupidez é a 2ª Guerra do Golfo. Guerra e invasão do Iraque, uma nação paupérrima dominada por um tirano sanguinário, mas que não representa ameaça planetária. Não se trata de defender Saddam Hussein ou de transformá-lo em vítima, mas sim de colocar as coisas em suas devidas dimensões.
George W. Bush é dominado por uma camarilha que mistura negócios privados e de Estado, que lucra com negociatas, com roubos e com guerras. É um presidente de um governo refém da grande indústria e do complexo militar. É um governo capaz de explicitar que não acredita em projetos sociais, que prega o ultraliberalismo puro, o lucro acima de qualquer coisa. Não daria para levar uma coisa assim a sério se Bush e sua gentalha nojenta não dirigissem o país mais poderoso do mundo.
Essa é guerra onde os EUA querem o controle do petróleo do Oriente Médio; é uma guerra para reafirmar o poderio bélico norte-americano; é uma guerra "preventiva" que vai servir de alerta para o mundo todo, em especial os inimigos imediatos; é uma guerra que vai deixar claro que os "valores" da "cultura norte-americana" são os "melhores" e deverão se "impostos" ao resto do mundo; é uma guerra que jamais vai terminar.
Miguel Rossetto, ministro da Reforma Agrária, é uma excrescência do governo Lula. Apóia claramente os bandidos e mentecaptos do MST e a consequente violação da lei com a invasões de terra, depredação de prédios púbicos e outros crimes. É tão criminoso quando Stédile e Rainha. O MST um dia já mereceu a minha admiração, pois se tratava de um verdadeiro e legítimo movumento popular. Quando se transformou num movimento político-terrorista, passou a receber o meu desprezo. O governo federal precisa ser firme e duro na repressão a esse bando de desocupados.
sexta-feira, março 28, 2003
O guitarrista inglês Jimmy Page negou que esteja nos seus planos alguma espécie de revival do LED ZEPPELIN, e disse que a única maneira dos fãs vê-lo em ação ao lado de Robert Plant e John Paul Jones será através do DVD que vai sair em 27 de maio próximo, cuja produção passou pelo crivo do guitarrista, assim como do CD triplo, intitulado "How The West Was Won".Veja a lista de músicas:
DVD:
Royal Albert Hall, January 1970: "We're Gonna Groove"/ "I Can't Quit You Baby"/ "Dazed and Confused"/ "White Summer"/ "What Is and What Should Never Be"/ "How Many More Times"/ "Moby Dick"/ "Whole Lotta Love"/ "Communication Breakdown"/ "C'mon Everybody"/ "Something Else" e "Bring It on Home"; Madison Square Garden, July 1973: "Black Dog"/ "Misty Mountain Hop"/ "Since I've Been Loving You" e "The Ocean".
Earl's Court, May 1975: "Going to California"/ "That's the Way"/ "Bron-Yr-Aur Stomp"/ "In My Time of Dying"/ "Trampled Underfoot" e "Stairway to Heaven". Knebworth Festival, August 1979: "Rock and Roll"/ "Nobody's Fault But Mine"/ "Sick Again"/ "Achilles Last Stand"/ "In the Evening"/ "Kashmir" e "Whole Lotta Love", além de outros bônus.
CD:
Los Angeles Forum e Long Beach Arena (25 e 27 de junho de 1972): "L.A. Drone"/ "Immigrant Song"/ "Heartbreaker"/ "Black Dog"/ "Over the Hills And Far Away"/ "Since I've Been Loving You"/ "Stairway to Heaven"/ "Going to California"/ "That's the Way"/ "Bron-Yr-Aur Stomp"/ "Dazed and Confused"/ "What Is and What Should Never Be"/ "Dancing Days"/ "Moby Dick"/ "Whole Lotta Love" (Medley)/ "Rock and Roll"/ "The Ocean" e "Bring It on Home".
E falando em Young & Cia, Clique aqui para checar a perfomance do grupo juntamente com Steven Tyler (AEROSMITH) na clássica "You Shook Me All Night Long", ocorrida recentemente na cerimônia do Rock & Roll Hall Of Fame.
quarta-feira, março 19, 2003
O astro pop norte-americano Prince gravou um cover de "Red House" para um álbum em homenagem a Jimi Hendrix, que também terá a participação de Musiq, Santana e George Clinton, entre outros artistas, disse na terça-feira o site da MTV dos Estados Unidos.
O álbum, "Power of Soul", será lançado este ano, 33 anos depois da morte do lendário guitarrista cuja obra tornou-se uma referência no mundo do rock. Outros astros participantes do disco são Seal e Jeff Beck, que gravaram juntos uma versão de "The Wind Cries Mary".
Santana escolheu "Spanish Castle Magic", e Clinton, vocalista do extinto Parliament/Funkadelic, optou por "Power of the Soul".
A homenagem também contará com a participação de Chaka Khan e até do falecido blueseiro John Lee Hooker, que terá uma de suas últimas gravações, também uma cover de "Red House", incluída no disco.
terça-feira, março 18, 2003
Possivelmente serão lançadas também como b-sides ou faixas bônus em outros continentes, além da já citada "Far Away" os covers de "Sheer Heart Attack" do QUEEN e "Fast As A Shark", do ACCEPT. Aparentemente as baquetas nas faixas extras ficaram a cargo de Stefan Schwarzmann, enquanto duas faixas do CD "normal" contam com Mark Cross na bateria, e as demais com Mikkey Dee (MOTÖRHEAD). O primeiro single, "Just A Little Sign", será lançado já em 7 de abril.