No melhor estilo Beatles, o legado de George Harrison começa a gerar novos produtos. Um disco-tributo ao guitarrista está sendo produzido e chega ao mercado internacional no dia 25 de fevereiro. No trabalho, o grupo Smithereens faz uma versão de I Want to Tell You, enquanto Todd Rundgren canta While My Guitar Gently Weeps. Também vão estar no disco Marc Ford e They Might Be Giants. Parte da renda de Songs for the Material World vai ser revertida para a fundação de Harrison, que arrecada fundos para a pesquisa da cura da aids.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
quinta-feira, dezembro 05, 2002
quarta-feira, dezembro 04, 2002
Está chegando às livrarias da Inglaterra uma obra das mais interessantes a respeito do grupo inglês The Who, um dos mais brilhantes da história. "Anyhow Anyway Anywhere - Book Chronicles The Who - 1958-1978" aborda com fotos de arquivos pessoais dos integrantes, além de depoimentos dos próprios e de familiares, praticamente toda a vida cotidiana entre o período citado na capa do livro. É uma tentativa de se fazer um "diário" dos quatro integrantes originais - Pete Townshend (guitarra), Roger Daltrey (vocais), John Entwistle (baixo) e Keith Moon (bateria) - por 20 anos, começando com a entrada na adolescência dos quatro e culminando com a morte de Moon em 7 de setembro de 1978, aos 31 anos (overdose de remédios contra o alcoolismo). É uma obra necessária para se compreender o cotidiano dos astgros de rock ingleses dos anos 60. O preço é salgado: US$ 40.
Prometo que é a última vez que e falo sobre esses quatro vagabundos e nojentos da foto aí de cima. Os Doces Bárbaros, uma reunião de quatro indigentes musicais, é uma das piores coisas que poderiam ter acontecido neste ano. gente ruim reunida no Ibirapuera no rpóximo final de semana fazendo ruim para gente ruim ouvir. Não dá. Causa vômitos a simples menção da realização de um evento nojento como esse.
terça-feira, dezembro 03, 2002
Já está no ar o site Muda Palmeiras, que apóia a candidatura de oposição à presidência do clube encabeçada por Luiz Gonzaga Belluzzo. é uma tentativa, ainda que com poucas chances de sucesso, de mudar alguma coisa por lá. Fora Mustafá.
Da entrevista do professor Leôncio Martins Rodrigues, na Folha de S. Paulo de ontem: "Os sindicatos são uma instituição condenada ao declínio. Os setores nos quais o emprego cresce, como os de serviços, não são favoráveis à sindicalização. O poder de fogo das empresas também aumentou com o desemprego. Os sindicatos perderam, assim, poder de barganha e capacidade de mobilização".
A sociedade está muito doente, totalmente fragilizada e à mercê do mercado, que vai acabar por sufucá-la.
A coletânea "Spirit Of Radio: Greatest Hits (1974-1987)" a ser lançada pela Mercury em 28 de janeiro de 2003 traz os grandes hits durante o período de 1974 a 1987. A banda abomina esse lançamento, já que há dois anos uma coletânea semelhante, e quase com o mesmo nome, foi lançada, mas nada pode fazer, pois a gravadora Mercury possui os direitos dessa fase do Rush e nem na lista de músicas puderam opinar. Somente a capa, feita por Hugh Syme, ficou a cargo da banda.
As músicas:
1. Working Man
2. Fly By Night
3. 2112 Overture/The Temples Of Syrinx
4. Closer To The Heart
5. The Trees
6. The Spirit Of Radio
7. Freewill
8. Tom Sawyer
9. Limelight
10. Red Barchetta
11. New World Man
12. Subdivisions
13. Distant Early Warning
14. The Big Money
15. Time Stand Still
16. Force Ten
"Lenny Live" é o nome do DVD de Lenny Kravitz. Mostra cenas dos shows de San Diego, Toronto, Europa e México e bastidores da turnê feita este ano pelo cantor. O ganhador por 4 anos consecutivos do Grammy de "melhor performance vocal masculina de rock" canta aqui seus maiores sucessos, entre eles "American Woman", "Fly Away" e "Are You Gonna Go My Way".
Paul McCartney lança o seu "Back in the U.S.", DVD que mostra pela primeira vez os bastidores dos shows, incluindo cenas na limusine, jatinho e camarins. O DVD tem 3 horas de duração e inclui 36 músicas, entre elas "Live and Let Die", "Band on the Run" e vários sucessos dos Beatles onde destacamos "Eleanor Rigby", "Can't Buy Me Love", "I Saw Her Standing There" e "Yesterday".
David Gilmour, vocalista do Pink Floyd, gravou seu "David Gilmour in Concert" no Royal Festival Hall em Londres. O DVD inclui, além do show, solos de guitarra em close up, ensaio caseiro de Gilmour e seu coral e canções extras como "I put a spell on you" de Screaming Jay Hawkins. No show, estão as conhecidas "Shine on your crazy diamond", "Confortably Numb" e "Wish you Were here", além de outras.
O Concerto for Group and Orchestra gravado pelo Deep Purple em 1969 no Royal Albert Hall, com o maestro Sir Malcolm Arnold, poderá finalmente constar em nossa coleção de DVDs a partir deste mês. Foi gravado com novo som stereo e 5.1 surround sound, mixado em dolby digital e DTS. Os extras do DVD incluem uma galeria de fotos e comentários de Jon Lord, membro da clássica formação da banda.
A super banda Queen, do saudoso Fred Mercury, lança seu DVD duplo "Greatest Video Hits 1" com seus maiores sucessos em DTS surround. O primeiro DVD vem com 16 canções, entre elas as clássicas "Bohemian Rhapsody", "Don't stop me now" e "We are the champions". O segundo conta com alguns clipes, entre eles "Love of my life", o documentário Bohemian Rhapsody, uma galeria de fotos e, de bônus, um vídeo escondido
O cantor do grupo australiano Midnight Oil, Peter Garrett, anunciou nesta segunda-feira que vai deixar a banda depois de 25 anos. A notícia foi divulgada na página oficial do grupo na Internet através de um comunicado assinado por Garrett e os outros cinco músicos do Midnight Oil. Ao lado de bandas como o Inxs e AC/DC, o grupo é um dos mais importantes do Austrália. Os motivos não foram revelados.
segunda-feira, dezembro 02, 2002
Uma das revelações do blues norte -americano acaba de lançar novo CD e merece ter seu trabalho conferido por quem gosta de vozes femininas atacando no blues mais pesado. Susan Tedeschi é o nome. A moça é apadrinhada por gente de calibre de Allman Brothers, Gov't Mule e Johnny Neel. Leia mais aqui.
George Harrison, o ex-beatle morto em 2001, recebeu uma justa homenagem dos amigos e ex-companheiros vivos de banda neste final de semana. Participaram Paul McCartney, Ringo Starr, Ravi Shankar, Eric Clapton Jeff Lynne, entre outros. Leia mais aqui.
O São Paulo faz lobby para ir à Libertadores, mesmo sem ter direito, já que ficou em quinto lugar no Brasileirão. Isso caso o Corinthians, que já tem a vaga (camopeão da Copa do Brasil), seja campeão ou vice. Só que, pela lógica, a vaga é do terceiro colocado, e não do quinto, mas, como é o presidente da CBF que indica o quarto representante caso o Corinthias chegue à final, o São Paulo faz um lobby pesado. Santos, Fluminense e Grêmio que fiquem espertos. É uma atitude lamentável de um clube nojento.
sexta-feira, novembro 29, 2002
Uma das piores coisas produzidas pela música mundial está de volta, segundo a Folha Online. O grupo Metrô, aquele do "Beat Acelerado" da primeira metade dos anos 80, voltou a gravar com três dos cinco integrantes originais, incluindo a cantora Virginie. Esse é um dos fatos mais lamentáveis do ano. Leia mais aqui.
quinta-feira, novembro 28, 2002
Essa é uma das mais belas canções de Pete Townshend, nunca lançada oficialmente. Chamase "Classified":
When I have nothing else to do
I find me a paper
I take it on up to my room
You'll find me there later
Reading the classified
Looking
Reading the classified
Looking
When I have nothing else to do
I find me a paper
I take it on up to my room
You'll find me there later
Reading the classified
Looking
Reading the classified
Looking
I'm gonna find me love
I'm gonna find me a car
I'm gonna find me some land in the country far
And I'm gonna drive my lady there,
and pick up my Evening Star
When I have nothing else to do
I buy me a paper
I take it on back home
You'll find both of us later
Reading the classified
Looking
Reading the classified
Looking
When I have nothing else to do
I buy me a paper
I bring it on back home
Both of us later
You'll find us reading the classified
Looking looking looking
Reading the classified
Looking
Gonna sleep with my Woman
Look in the column of adoption
Where gonna get us one little boy and a girl
In the classified
And every time, every time I will remember you
(guitar solo)
Reading the classified
Gonna find me a love
I'm gonna find me a car
I'm gonna find me some land in the country far
And I'm gonna drive my lady there,
and pick up the Evening Star
When we have nothing else to do
A torcida do São Caetano não prestigiou seu time nem nos momentos decisivos do Nacional. O Anacleto Campanella recebeu ontem 3.989 torcedores. Foi a pior bilheteria de um mata-mata de quartas-de-final da história do Brasileiro. O recorde anterior pertencia a Bragantino x Bahia, que reuniram 5.700 pessoas na edição de 1990. Mesmo assim o time venceu o fluminense por 2 a 0 e quase se classificou para as semifinais do Brasileiro.
Do total de torcedores, aproximadamente 500 eram da equipe do Rio de Janeiro. Em todo este Brasileiro a torcida ignorou o São Caetano. Na fase de classificação, o time teve a segunda pior média de público -3.100 pagantes por partida.
quarta-feira, novembro 27, 2002
Do Estadão.com, autoria do reoórter Cosme Rímoli
Se o candidato Luiz Gonzaga Belluzzo estava desanimado com a fraca participação de conselheiros no lançamento de sua candidatura à presidência do Palmeiras, já pode se animar. O deputado estadual do PTB, Roque Barbieri, conseguiu 33 assinaturas, uma a mais que o necessário, para instalar uma Comissão de Inquérito Parlamentar, a "CPI do Palmeiras".
"Não sou aventureiro, muito menos quero aparecer. Estou no meu quarto mandato. Fui eleito pelo pessoal do mato. Sou de Birigüi. Resolvi lutar por essa CPI porque não agüento mais essa história de dinheiro sumir. Como um clube que era o mais forte do Brasil há quatro anos hoje cai para a segunda divisão? É a mesma coisa que uma pessoa tinha uma mansão e sem mais nem menos está morando na favela e devendo prestação. Chega de as coisas no futebol serem mal explicadas. Vamos investigar. Vou até o fim para apurar o que aconteceu de verdade no Palmeiras", promete, irritadíssimo, Roque Barbieri.
O deputado disse que teve várias informações de pessoas ligadas à própria diretoria do Palmeiras. Jura que não está fazendo campanha por Belluzzo. "Não tem essa história de apoiar o doutor Belluzzo. Falei com ele por telefone sobre a CPI e ele prometeu que viria ao meu gabinete na quinta-feira passada. Não apareceu e nem deu satisfação. Ou seja: deve ser trocar ‘seis por meia dúzia’ se ele entrar no lugar de Mustafá. Não tenho o menor interesse em saber quem vai ganhar a eleição. O problema é outro: mostrar para a opinião pública como os clubes são mal administrados no Brasil, de uma maneira que não tem nada de inocente. Nada."
A desculpa de que o Palmeiras é uma ‘instituição privada’ e de interesse apenas dos sócios não irá barrar os deputados. "Ninguém vai se esconder com essa história de instituição privada. O Bradesco também é e nós o investigamos aqui. O Palmeiras será investigado. A diretoria terá de explicar onde foi parar o dinheiro da Parmalat. Explicar a negociação do Donizete, que ficou pouquíssimo tempo e foi embora. Porque o Alexandre pertence ao clube mesmo jogando tão mal? Quem ganha com isso? Vou a fundo nas questões porque eu conheço futebol", prometeu o deputado.
A ligação de Roque Barbieri vai muito além do simples interesse de palmeirense. "Fui jogador do Bandeirante de Birigüi. Era médio-volante. Sei como as coisas costumam acontecer no futebol brasileiro. Irei fundo na má administração do dinheiro. Minhas fontes também me falaram que o diretor de futebol Sebastião Lapola ganha muito dinheiro. Quero que ele me explique de onde vem esse dinheiro e o porque de tão alto salário se o clube está na segunda divisão."
Roque Barbieri garante que não foi uma iniciativa apenas do PTB. "Olha, o interesse foi geral. Todos os partidos estão envolvidos nessa CPI. Menos, lógico, o PT, que é enrolado demais. Para decidir tudo eles precisam de reuniões, reuniões e mais reuniões. São 33 nomes. Mas conseguiria muito mais se quisesse. Acabei me conformando com o suficiente. Sei que a CPI não irá acontecer agora, mas logo no início do ano. Temos vários projetos urgentes para tocar na CPI agora como o orçamento. Mas em janeiro, o Palmeiras não escapa!"
O deputado confessa que é palmeirense apaixonado e não suporta mais ser humilhado em Birigüi. "Meus amigos chegaram a fazer carreata em frente à minha casa depois do rebaixamento do time. Eu disse que não iria ficar assim porque algo sério deveria ser feito. E vou fazer pelo meu clube. E que irá servir de exemplo aos outros clubes brasileiros que têm dirigentes que pensam que podem fazer o que desejam com eles. De agora em diante terão de dar satisfação à sociedade. Vai acabar a festa de Mustafá."
A CPI chega quando o presidente Mustafá Contursi estava muito satisfeito com o gesto de solidariedade dos conselheiros da situação. E se sentia reeleito. "Nosso grupo continua forte o suficiente para conseguir fazer o novo presidente. Essa é a prova de que foi o futebol que acabou indo mal. E o futebol é uma parte importante, mas não é todo o Palmeiras. O clube está muito bem administrado", resume o ex-presidente e uma das pessoas mais influentes no clube, Carlos Facchina.
Só que, graças à CPI do deputado Barbieri, Mustafá terá de provar que administra realmente bem o Palmeiras. Se não for...
terça-feira, novembro 26, 2002
O protesto de motoristas de ônibus que paralisa a cidade de São Paulo desde a zero hora de ontem, dia 25 de novembro, decretou o fim do governo de Marta Suplicy (PT). Digo isso com pesar, pois ela tinha tudo para fazer um governo. É bem verdade que a cidade está bem melhor do que na época da dupla nojenta Pitta-Maluf, mas aí já é demais (os caras destruíram a cidade de tal forma que mesmo se a cadeira de prefeito estivesse vaga a cidade estaria melhor).
A falta de comando na área de transportes evidenviou uma prefeitura anáquica e perdida, refém de um bando de celerados e bandiodos que se intitulam motoristas de ônibus e de uma quadrilha de empresários que a cada três meses faz locaute para pressionar por subsídios, aumento de tarifas outras vantagens. Para completar, a pasta dos transportes é uma usina de corrupção e irregularidades.
A cidade está parada e a prefeita nada faz, assim como a Polícia Militar. O governo Marta acabou.
Parece que mais uma boa banda de rock dos anos 90 está acabando. Os Black Crowes oficialmente estão em longas férias, mas seu vocalista, que acaba de lançar o primeiro disco solo, não se considera mais membro do grupo. leia aqui
segunda-feira, novembro 25, 2002
Mais um dinossauro deve estar aportando por aqui em 2003, a julgar pelo e-mail que recebi hoje. Ainda não há confirmação oficial, mas seria bastante interessante ver o Status Quo, veterana banda inglesa de hard rock dos anos 60 com sua formação quase original.
"O Status Quo estará tocando no Brasil pela primeira vez na história. As datas confirmadas são: dia 14 de fevereiro de 2003 no Rio de Janeiro (ATL) e 15 de fevereiro em São Paulo (Direct TV). O fã clube do Quo no Brasil lutou por anos para viabilizar esta turnê, inclusive indo até a Inglaterra em 1996 e encontrando pessoalmente a banda. Agora é a vez de mostrarmos quantos somos e como admiramos uma das maiores lendas vivas do rock.
Rossi e Parfitt, os lendários guitarristas e membros originais da banda (que se juntaram há mais de 35 anos), juntamente com Andy Bown (25 anos com a banda), Rhyno (15 anos com a banda) e Letley (novo baterista) estarão por aqui para nos encantar com 'Down Down', 'Caroline', 'Rockin all over the World 'e todo o seu clássico repertório."
Para entrar em contato com o fã clube:
Site: http://geocities.yahoo.com.br/quobrasil
E-mail: sqbrpres@globo.com
Telefone: 011 9988 6371 (Fernando)
Sai ainda nesta semana um CD duplo chamado "Left for Live: Deluxe Edition", que se trata de uma versão expandida do "Left For Live", álbum al vivo editado em 1999 pela JOHN ENTWISTLE BAND, que acompanhava a carreira solo do baixista do Who, morto em 27 de julho passado em Las Vegas.
O álbum retrata a turnê chamada "Left For Dead: The Sequel", realizada pelo grupo entre 1998-1999, que na época contava com John Entwistle no baixo e vocal, Steve Luongo na bateria, Godfrey Townsend na guitarra e Gordon Cotton nos teclados. Entre as doze faixas adicionais, uma em especial chama atenção: "Bogeyman", que se trata de uma recriação da banda feita sobre uma base de bateria composta por ninguém menos que Keith Moon.
Eis a lista de músicas: "Bogeyman"/ "Horror Rock (Nightmare)"/ "The Real Me"/ "Sometimes"/ "My Size"/ "You"/ "Darker Side of Night"/ "Love is a Heart Attack"/ "Success Story"/ "Trick of the Light"/ "Cousin Kevin"/ "Under a Raging Moon"/ "Boris the Spider"/ "905"/ "Had Enough"/ "Endless Vacation"/ "I'll Try Again Today"/ "Whiskey Man"/ "Too Late the Hero"/ "Young Man Blues"/ "Shakin' All Over"/ "Heaven & Hell"/ "Summertime Blues" e "My Wife".
Muita gente perde tempo às vezes tentando achar adjetivos para dizer o quanto um show foi bom ou ruim. No caso de monstros sagrados, é perda de tempo. Na última sexta-feira, no Morumbi, foi assim com o Rush, o trio canadense que tocou hard/heavy rock progressivo por mais de três horas. O show foi excelente. Simplesmente assim. Tão excelente quanto as recentes apresentações de Rolling Stones, AC/DC, U2, Eric Clapton, Iron Maiden e Roger Waters.
Valeram a pena as mais de duas décadas de espera. O show do Rush em São Paulo mesclou todas as fases dos 33 anos de carreira da banda, pirotecnia e, principalmente, ótima música, o que agradou o público de todas as idades. O trio canadense também se mostrou bastante carismático e profissional. Foi um espetáculo para ficar na memória das mais de 62 mil pessoas que foram ao estádio do Morumbi. Pais estavam extasiados, filhos estavam boquianbertos com a qualidade e com o peso do som do trio. ajudou o fato de que o som estava ótimo.
A banda entrou no palco às 21h50. O show estava previsto para começar 20 minutos antes, mas o transito de São Paulo provocou o atraso. Iniciou com "Tom Sawyer", de 1981. Este é o maior sucesso do Rush.
Depois de "Tom Sawyer", vieram "Distant Early Morning", do disco Grace Under Pressure, de 1984, "New World Man", de 1982, e "Roll the Bones", do álbum homônimo, de 1991. O telão do estádio mesclava cenas futuristas com imagens do palco. Em seguida, a instrumental "YYZ", também do disco "Moving Pictures", para emendar a bela e triste "The Pass", que, segundo Lee, e uma dos sons favoritos da banda.
Ao final da primeira parte do show, o trio canadense tocou clássicos, como "Freewill", do álbum "Permanent Waves" (1980), "Closer to the Heart", do disco Farwell to Kings (1977), e "Natural Science", também do "Permanent Waves".
Depois de 20 minutos de intervalo, o Rush voltou ao palco do Morumbi com "One Little Victory", o primeiro single do novo disco, "Vapor Trails", lançado recentemente. Na sequência, veio "Driven", do "Test For Echo" _álbum símbolo da banda na década de 90_, "Gosth Rider" e "Secret Touch", ambas do Vapor Trail.
O solo do baterista Neil Peart, intitulado "The Rhythm Method", é simplesmente algo insano e extraterrestre. Nunca na história alguém solou como ele. Diferentemente do que faz no resto do mundo, o musico incluiu ritmos "latinos" na sua apresentação, que durou mais de 10 minutos. Durante o solo, a plataforma da bateria se movimentava, mudando o músico de posição.
Depois da quebradiera e do terremoto de Peart, um momento acústico, "Resist" _diferente da original_, duas partes de "2112 (Overture e Temples of Syrinx)", "Limelight", do álbum "Moving Pictures", e finalizou com "Spirit of Radio", do disco "Permanent Waves".
Para o bis, a primeira parte de "By-Tor & the Snow Dog", do álbum Fly by Night (1975), pelos três primeiros minutos de "Cygnus X-1" e por "Working Man", do primeiro álbum, "Rush", de 1974. Faltaram as magníficas "Finding My Way", "Red Barchetta", "The Mission", "Time Stand Still" ... Tudo bem, fica para a próxima turnê.
Está para chegar às livrarias um dos mais completos estudos jornalísticos sobre a nojenta ditadura militar brasileira, de autoria do jornalista Elio Gaspari. A obra é importante porque retrata o que o período militar realmente foi: o governo brasileiro transformado em uma república de patetas, um bando de palhaços fardados arruinando o País e matando sua gente indiscriminadamente. Os dois primeiros volumes trazem importante detalhamento da tortura praticada por aqueles animais. O nome do livro é " "As Ilusões Armadas" (São Paulo: Companhia das Letras)"
sexta-feira, novembro 22, 2002
O técnico pentacampeão Luiz Felipe Scolari disse que aceitaria um convite do Palmeiras, rebaixado para a série B do Brasileiro. Em entrevista ontem ao programa "Hora do Esporte", da TV Cultura, o treinador, atualmente desempregado, disse que, se não acertar a sua ida para a seleção de Portugal ou para um time inglês com o qual também está negociando, pode voltar a comandar o time do Parque Antarctica.
"Eu aceitaria dirigir o Palmeiras por alguns fatores. Entre esses fatores estão os amigos que eu deixei lá, a amizade", afirmou Scolari, que ainda foi além.
Segundo o técnico, entre dirigir um time brasileiro da Série A e voltar ao Palmeiras, desde que possa assinar um contrato de dois ou três anos para implantar a sua "filosofia de trabalho", ele prefere ficar com o time alviverde.
Scolari mostrou-se totalmente contra uma virada de mesa que beneficiasse o Palmeiras. "Seria uma desmoralização para o futebol brasileiro", disse.
Wanderley Luxemburgo falou muito à rádio Bandeirantes na última quarta mas nada explicou a respeito do rebaixamento do Palmeiras e sua responsabilidade. Leia um resumo da entrevista na coluna de Roberto Avallone. Ele reclamou que não lhe deram condições para "desenvolver um bom trabalho". Ora ora, o Palmeiras tem Centro de Treinamento, boas instalações, campo próprio, elenco com 35 jogadores, a maioria medianos, e paga em dia. É pouco isso?
Ele reclama das instalações do Palmeiras, que eram precárias. Como precárias, se possui um departamento médico completo, assim como de fisiologia, além de equipamentos completos de fisioterapia e ginástica? Outros times tem instalações melhores? Podem até ter, mas isso não significa que as instalações do Palmeiras sejam ruins. Isso é desculpa de fracassado.
"O Palmeiras não contratou quem eu indiquei." Onde ele achava que estava? No Real Madrid, no Manchester, no Barcelona? Acha que há dinheiro sobrando para trazer de uma vez Romário, Felipe, Gilberto, Alex e outros que ele queria? Mesmo assim Chegaram Fabiano Eller e Leonardo Moura, indicações dele, além de Zinho e Dodô (agora ele fala que não pediu o perna-de-pau). Tinha um elenco mediano e diz que não dava para trabnalhar?
Luxemburgo é mau caráter e nem um pouco profissional. Tem grande responsabilidade pelo rebaixamento.
“A música e os músicos não precisam de autorização do Estado para se expressarem: devem fazê-lo livremente, nas praças, nos bares, nas festas, nos bailes, como só um povo alegre é capaz.” Este é o trecho de uma sentença proferida pelo juiz acreano Jair Araújo Facundes, que julgou indevida a obrigação de os músicos estarem inscritos junto à Ordem dos Músicos do Brasil para exercerem sua profissão. A sentença vale apenas para o estado do Acre, mas reflete antiga polêmica que vem sendo mantida por organizações de músicos contra a OMB.
O juiz Jair Facundes ainda disse em sua sentença: “Música é índice da liberdade, expressão do povo, de sua alegria, espontaneidade e cultura; é manifestação de vida presente na modesta serenata, nos bares, boates, lupanares, retretas, corais, nos chorinhos, onde se canta e se toca a vida, sua tristeza e alegria, as vitórias e as derrotas, ora lembrando uma paixão arrebatadora, ora convidando de modo irrecusável à defesa da pátria.”
É o primeiro passo para acabar com esse maldito cartório que é a Ordem dos Músicos do Brasil, uma máfia nojenta de vagabundos que roubam gente honesta.
por André Rizek
colunista de PLACAR
"Meu caro Mustafá Contursi, o senhor deve se lembrar de mim. Assinei ano passado na PLACAR uma matéria cujo título era 'Quem Precisa da Parmalat?'. É, meu caro presidente, paguei um belo mico... Porque naquela reportagem eu mostrava que o clube sobrevivia bem sem os dólares da multinacional parceira, dentro desse negócio chamado "a nova realidade do futebol brasileiro". Muita gente já tirou sarro da minha cara depois daquele texto. Mas vou ter a coragem de defendê-lo aqui, diante do senhor, nesta data trágica para os verdes.
Porque o Palmeiras, se compararmos com outras grandes equipes, desfruta de boa saúde financeira. Tem um bom dinheiro em caixa, sim, e não acumula grande déficit em seu futebol. Possui um elenco que não perde, no papel e em investimento, para boa parte dos oito classificados do Brasileiro.
O senhor cometeu a bobagem de se desafazer de alguns bons atletas, seguindo a orientação do Luxemburgo, eu sei, mas ainda tem mais time que o São Caetano e que o Juventude, seu Mustafá. O Palmeiras, ao contrário do Botafogo e da
Portuguesa, não caiu porque o clube se encontra em situação calamitosa, com um time de várzea, que atrasa salários.
Me espanta ver como um clube que não está afundado em dívidas, que investiu para ter um time pelo menos razoável, que paga suas contas, que tem um belo CT e um estádio próprio, entre outras coisas, pode estar nessa situação. O Palmeiras consegue viver sem a Parmalat, sim, nessa "nova realidade". Desde que saiba administrar seu futebol. É isso o que o senhor e sua turma não conseguem, seu Mustafá, mesmo tendo meios de fazê-lo. O Palmeiras tinha tudo,inclusive dinheiro, para estar hoje pensando na taça.
Está provado que uma coisa é deixar as finanças do clube em dia. Disso, o senhor parece que entende. A outra, completamente diferente e mais complexa, é montar um time.
Porque está claro que não há o menor comando, ninguém da diretoria pensando e planejando as coisas no futebol, só os "amigos do Mustafá", como Sebastião Lapolla, que pode ser ótimo para organizar pescarias, mas não serve para gerenciar um time profissional. Como pode um clube rico como o seu, por exemplo, ter aparelhos de ginástica e fisioterapia à disposição dos atletas que são piores que o de uma academia de bairro? Isso é só o básico. Sua turma não consegue dar conta do básico, seu Mustafá, o que dizer do planejamento da equipe para a temporada?
Por isso, caro presidente, me irrito quando escuto que o Palmeiras caiu porque o clube está na pior. Não está. É mera incompetência mesmo. Tem dinheiro, mas ficou orfão de administração, de gerência esportiva. E me surpreendo quando leio que o senhor quer continuar à frente do Palmeiras. Se gosta mesmo do Alviverde, seu Mustafá, pegue seu boné e vá embora.
Sei que está há 35 anos no Parque Antárctica e é duro largar o osso, mas o senhor daria um bom gerente administrativo, possivelmente, ou pode ficar com a lanchonete, faria ela dar lucro, compraria o queijo mais barato e faria o sanduíche dar a maior margem de lucro da história. Mas deixe o futebol e, por conseqüência, o comando máximo do Palestra (porque o Palmeiras é um time de futebol que tem um clube, e não o contrário) com gente que entende da matéria.
Deixe o Palmeiras se reestruturar, seu Mustafá. Pegue o boné e fique com a lanchonete. Isso, é claro, se aceitar conselhos, o que nunca foi a sua praia..."
Pelo menos 105 pessoas morreram e centenas ficaram feridas em um conflito na cidade de Kaduna, no norte da Nigéria, provocado pela fúria de muçulmanos que protestavam contra a realização do concurso de Miss Mundo no país, disse hoje a Cruz Vermelha.
Os protestos começaram anteontem por causa de uma reportagem de jornal que associava o nome do profeta Maomé ao concurso. Rapidamente, a situação evoluiu para uma manifestação genérica contra o evento, marcado para 7 de dezembro na capital da Nigéria, Abuja.
A entidade Umma Muçulmana Nigeriana declarou "séria emergência religiosa" e pediu formalmente ao governo que cancele o concurso, apontado pelos muçulmanos como "um desfile de nudez".
Ontem o jornal publicou na primeira página um pedido de desculpas, dizendo que o artigo foi publicado por engano. Mas isso não acalmou os muçulmanos, que são maioria no norte do país e decretaram a proibição do jornal.
A idiotice humana não tem limites. É certo que as pessoas têm o direito de serem idiotas, se assim o quiserem, mas tem gente e comunidades que exageram...
Oito adolescentes obesos de Nova York entraram com uma ação na justiça contra o McDonalds, ameaçando provocar uma onda de processos coletivos como aconteceu com a indústria do cigarro. A ação foi apresentada ontem a uma tribunal federal de Manhattan. É a primeira vez que um caso deste gênero chega a um juiz americano.
O McDonald's é acusado de ter engordado em exagero oito adolescentes, que alegam não ter sido informados pela indústria sobre os riscos que seus alimentos representam para a saúde. Os advogados da rede de fast food exigiram o cancelamento da ação, dizendo que não há motivos para isso, já que os adolescentes escolheram sozinhos onde e o quê comer.
"Qualquer pessoa responsável sabe o que contêm os produtos como hambúrgueres e batatas fritas, assim como suas consequências para a forma física de cada um", destacou a defesa.
Em nome dos demandantes, o advogado Samuel Hirsch afirmou que as agressivas campanhas publicitárias da rede incentivam a gula nas crianças e comprometem as escolhas individuais dos jovens e demais consumidores.O juiz Robert Sweet declarou que estava considerando o pedido de cancelamento da ação.
Sem mais comentários, acho que não é necessário. coisa de advogado oportunista e de porta de cadeia.
quarta-feira, novembro 20, 2002
A 2ª divisão nunca teve tanto destaque como nestes tempos de palmeiras e Botafogo rebaixados. Em alguns momentos, a a segundona passou a ser mais importante, como atetaram alguns jornalistas esportivos importantes. Até mesmo o pessoal de marketing da Prelli, que patrocina o Palmeiras, ficou espantado com a repercussão da queda e com a exposição na mídia nos últimos anos. "Pelo menos isso", afirmou um desses profissionais.
Eu dispenso esse tipo de exposição...
A 2ª divisão nunca teve tanto destaque como nestes tempos de palmeiras e Botafogo rebaixados. Em alguns momentos, a a segundona passou a ser mais importante, como atetaram alguns jornalistas esportivos importantes. Até mesmo o pessoal de marketing da Prelli, que patrocina o Palmeiras, ficou espantado com a repercussão da queda e com a exposição na mídia nos últimos anos. "Pelo menos isso", afirmou um desses profissionais.
Eu dispenso esse tipo de exposição...
A 2ª divisão nunca teve tanto destaque como nestes tempos de palmeiras e Botafogo rebaixados. Em alguns momentos, a a segundona passou a ser mais importante, como atetaram alguns jornalistas esportivos importantes. Até mesmo o pessoal de marketing da Prelli, que patrocina o Palmeiras, ficou espantado com a repercussão da queda e com a exposição na mídia nos últimos anos. "Pelo menos isso", afirmou um desses profissionais.
Eu dispenso esse tipo de exposição...
O Palmeiras neste semestre jamais foi um time. Um mero amontoado de jogadores, com um meio-campo sofrível, sem firmeza na defesa e sem criativadade no ataque: em 25 jogos, o Palmeiras ganhou apenas seis, façanha digna de um time rebaixado. Mereceu a segundona:
Os culpados?
Luxemburgo: insinuou fazer uma reformulação, dispensou quase todos os volantes do elenco (entre eles Claudecir e Magrão) e , depois do primeiro jogo, o empate contra o Grêmio, foi embora, abandonando tudo e todos. É um ser repugnante e nojento, que deve ser banido do futebol.
A diretoria: trocas de técnicos, imobilidade, falta de conhecimento de futebol, tudo isso pesou. Tentou Murtosa, auxiliar de Felipão, de questionável experiência em comandar times. Um desastre. Não fez contratações certas e pouco interferiu na balcbúrdia em que se transformou o departamento de futebol. Manteve uma comissão técnica inoperante e um departamento médico que errou demais - vide casos Marcos, Zinho e doping de Pedrinho.
Levir Culpi: entrou numa fria, mas teve 18 partidas para mostrar trabalho e não conseguiu fazer o time jogar. Insistiu demais numa fórmula de meio-campo que não deu certo, começando pelas limitações de Paulo Assunção e na ruindade de Flávio, na defesa péssima formada por César, Alexandre e pelo péssimo Arce, fora de forma, sem velocidade e sem vontade.
Os jogadores: A imensa maioria não tinha qualidade técnica para jogar na primeira divisão. nenê é um engodo, Zinho e Arce dececpcionaram demais, Alexandre é grosso e incompetente, Dodô é um mercenário repugnante, uma verdadeira fraude desde os tempos do São Paulo. Os atacantes são hilários, uma vergonha. e até Marcos pipocou na reta final.
Que Mustafá seja escorraçado e Beluzzo assuma com paixão. Só assim o Palmeiras volta em 2004.
A apresentação da seleção brasileira contra a coréia do sul nesta manhã, com a vitória de 3 a 2, mopstrou duas coisas: Zagallo nunca foi um bom técnico e muitos jogadores não podem mais servvir a seleção por conta de displicência e falta de vontade. Os coreanos são muito ruins e demonstraram claramente isso na falta de noção de marcação e na incampacidade de armação de jogadas ofensivas. E mesmo assim chegou a fazer a 1 a 0 e 2 a 1 no Brasil.
Os jogadores brasileiros simplesmente abusaram das jogadas de efeito e não correram. Não ganharam de mais porque estavam com preguiça. E Zagallo só fez UMA alteração porque Cafu se machucou (entrou Belletti) aos 44 minutos do 2º tempo. Lamentável. Zagallo vai bem tarde.
terça-feira, novembro 19, 2002
Pergunta que não quer calar: Fluminense e Bahia continuam sendo times de segunda divisão, já que não subiram no campo. Foram alçados à elite pelo "convite" para disputar a Copa João Havelange em 2000 e lá permaneceram, sem que ninguém protestasse. São times de segunda divisão que estão irregularmente na primeira. Esse argumento será usado pelo Botafogo do Rio para permanecer na elite ou então melar o próximo campeonato. Quem caiu em 2002 tem que ir para a segundona em 2003, mas Fluminense E Bahia tem que estar na segunda divisão. Como disputaram irregularmente os campeonatos de 2001 e 2002, todos os rebaixados desses dois campeonatos têm direito de reclamar.
segunda-feira, novembro 18, 2002
LÚCIO RIBEIRO
da Folha de S.Paulo
"A segunda divisão pode não ser nada agradável para um clube grande, mas também pode significar a hora de esse clube reencontrar sua grandeza perdida e voltar à primeira mais forte ainda. Porque uma hora ele vai voltar."
O consolo vem da Espanha. O diretor de futebol do Atlético de Madrid, o ex-jogador português Paulo Futre, disse à Folha de S.Paulo que o melhor conselho para o Palmeiras (Botafogo e Lusa também) é um só: "Começar do zero".
O Atlético de Madrid, tradicional clube espanhol que recentemente amargou dois anos jogando na segunda divisão espanhola depois do rebaixamento de 1999-2000, é um dos muitos exemplos a serem seguidos pelos grandes rebaixados no Brasileiro-2002.
"Passamos um ano reestruturando a área administrativa e financeira. Repensando desde as categorias de base ao patrocínio na camisa. Se caímos, é porque tudo estava errado. Precisávamos botar a casa em ordem para subirmos equilibrados, para não cairmos de novo", lembrou Futre, que jogou por mais de dez anos no Atlético antes de virar dirigente do clube.
"Em uma hora dessas, um conselho valioso é unir sistematicamente, para traçar planos para o clube, todos os simpatizantes da agremiação, desde diretores, associados, torcedores e figuras ilustres, como empresários, políticos. Isso fortalece o time", receita o português.
Para a temporada de 2001-2002, na qual o Atlético conquistou o direito de voltar a figurar entre os grandes da Espanha, o time fez forte campanha televisiva para conclamar a torcida.
A resposta foi imediata: cerca de 40 mil carnês foram vendidos para os jogos do Atlético em casa. Os 16 mil restantes (a capacidade do estádio é de 56 mil pessoas) sumiam das bilheterias dias antes das partidas do time.
"Essa motivação dos torcedores foi muito importante para subirmos", disse Futre. "Foi uma contrapartida financeira para a receita do time, que na segunda divisão é substancialmente menor do que na primeira, notadamente por causa da venda dos direitos televisivos."
O Atlético de Madrid, o quarto maior clube da Espanha em número de títulos, voltou nesta temporada para a elite espanhola. Com as finanças equilibradas, o time chegou até a vislumbrar a contratação do meia Rivaldo para disputar o Espanhol 2002-2003. O brasileiro acabou no Milan.
Adepto da idéia de segunda divisão não é o fim do mundo, Futre lembra que a maioria dos tradicionais clubes europeus já passaram pelo andar de baixo dos torneios de elite. "É uma situação comum na Europa. Você tem exemplos de Milan e Manchester United, para ficar só em dois. Parte da grandiosidade desses dois clubes poderosos vieram das lições da segunda divisão", afirmou.
Na Inglaterra, todos os times, inclusive os milionários Manchester e Arsenal, já experimentaram a segundona. Na Itália, só Inter e Juventus nunca saíram da elite. Na França, o time com o maior número de títulos do país está hoje na segunda divisão. Na Alemanha, até o Bayern de Munique amargou rebaixamento.
A queda para a segunda divisão, que atormenta as torcidas de Palmeiras e Botafogo, não é o fim do mundo. Grandes clubes do futebol mundial já caíram para a divisão de acesso e voltaram mais fortes. É o caso de Manchester United, Milan, Kaiserslautern e Grêmio.
Considerado o time mais rico do mundo, o Manchester United caiu para a segunda divisão na temporada 1973/74, mas, no campeonato seguinte, retornou à elite.
Desde então, a equipe do técnico Alex Ferguson, comandante há 16 anos, foi sete vezes campeão inglês, quatro da Copa da Inglaterra, além de ter vencido a Copa dos Campeões e o Mundial interclubes, em 1999.
O Milan foi rebaixado na temporada 1979/80, por determinação da justiça, devido ao envolvimento de jogadores e dirigentes na fabricação de resultados na loteria. Subiu em seguida, mas voltou a descer na de 1981/82, nesta por ter ficado entre os últimos.O time italiano conseguiu novo acesso na sequência e, depois que foi comprado pelo empresário Silvio Berlusconi (atual primeiro-ministro italiano), ganhou seis títulos nacionais, três Copas dos Campeões e dois Mundiais interclubes nas décadas de 80 e 90.
O Kaiserslautern, time que dominou o Alemão no pós-guerra e foi base da seleção vencedora da Copa-1954, foi rebaixado na temporada 1995/96, mas venceu a segunda divisão logo no ano seguinte e tornou-se o primeiro a ganhar a Bundesliga no mesmo ano que subiu.
O Grêmio caiu para a Série B do Brasileiro em 1991, mas, no ano seguinte, graças ao regulamento que previa a subida de 12 clubes, voltou à elite (obteve a última vaga).
Dois anos depois, começou arrancada que o transformaria numa das forças do futebol nacional. Foi três vezes campeão da Copa do Brasil (94, 97 e 2001), uma vez do Brasileiro (96) e outra da Taça Libertadores da América (1995).
quinta-feira, novembro 14, 2002
da Reuters, em São Paulo
Nirvana, Sex Pistols e Joy Division tiveram seus singles nas três primeiras colocações da lista feita pela revista britânica "New Musical Express". A edição com a lista dos 100 melhores singles dos últimos 50 anos chegou às bancas do Reino Unido nesta quarta-feira.
"Love Will Tear Us Apart", de Joy Divison, "Smells Like Teen Spirit", do Nirvana, e "Anarchy In The UK", do Sex Pistols, foram os singles escolhidos pelo "voto democrático" da equipe de profissionais da revista.
Cinquenta anos se passaram desde que a revista publicou a primeira lista de singles da história do Reino Unido, no dia 14 de novembro de 1952.
A revista vai oferecer aos leitores a chance de escolher o single número 101, dando-lhes a oportunidade de apontar qual música eles acharam que ficou de fora da lista feita pelos funcionários da NME.
Segundo informaram os organizadores da lista no site da publicação, a escolha não se baseou em vendas, mas na emoção que esses singles causaram nos editores da revista que indicaram as 100 músicas dos últimos 50 anos que deixaram uma "marca indelével em suas almas".
Veja a lista dos 10 primeiros colocados do ranking:
Joy Division ("Love Will Tear Us Apart")
Nirvana ("Smells Like Teen Spirit")
The Sex Pistols ("Anarchy In The UK")
The Rolling Stones ("Paint It, Black")
David Bowie ("Heroes")
The Stone Roses ("Fools Gold")
The Smiths ("This Charming Man")
Oasis ("Live Forever")
Massive Attack ("Unfinished Sympathy")
The Clash ("London Calling")
quarta-feira, novembro 13, 2002
Recebi esse comunicado por e-mail. Acho interessante para quem tem blog ou site...
"Estou atualizando meu diretório de blogs, o Blogalize. Hoje ele tem mais de 1200
blogs, esse final de semana tirei mais de 200 blogs que mudaram de endereço ou
estavam parados a mais de 2 meses, mas ainda tem muita coisa pra consertar.
Estou fazendo essa revisão porque melhorei a forma de exibir esse blogs no meu
site, além do pop-up que aparecia quando os usuários clicavam no link Blogalize,
coloquei os blogs numa página em separado:
www.interney.net/outrosblogs.php e também mostro em todas as páginas do
meu site, do lado direito, um box com 5 blogs aleatórios, dependendo do dia seu
blog pode aparecer de 10 a 100 vezes nesse box (+Blogs).
Gostaria que você conferisse o seu blog lá, caso estiver errado ou você não
encontrar me envie seu blog clicando na opção "Coloque o seu blog aqui" essa
opção está no box + Blogs que eu coloquei do lado direito com os 5 blogs
aleatórios.
Se você puder divulgar esse novo diretório no seu blog avisando para as pessoas
se cadastrarem eu agradeço também! :) Peça para elas entrarem em
www.interney.net e clicarem no link "coloque o seu blog aqui" no box +
Blogs.
Edney Souza"
O quinto disco solo de Mark Knopfler, mais conhecido como "o guitarrista do Dire Straits", não dá saudades de sua antiga banda. The Ragpicker´s Dream é um álbum mais artesanal, intimista, com um estilo diferente do arena-rock que tornou o Dire Straits famoso na década de 1980. Bem melhor que o anterior, "Sailing to Philadelphia".
O cantor britânico Rod Stewart surpreendeu seus fãs com um disco que representa um de seus sonhos mais antigos, ao reunir canções que ele cresceu ouvindo, não necessariamente rocks. O resultado é "It Had to Be You... The Great American Songbook" (BMG), álbum em que interpreta clássicos da música americana das décadas de 1920 e 1930. Tirando a jogada oportunista, até que a idéia foi boa.
A idealização do disco partiu do próprio cantor, que mostrou o projeto para Clive Davis, presidente da gravadora J Records. A qualidade dos arranjos e o timbre de voz alcançado por Rod Stewart - que figura no Hall da Fama do Rock com nada menos do que 120 milhões de discos vendidos - fazem de "It Had to Be You" um de seus melhores trabalhos. Dentre as 14 faixas, destacam-se "These Foolish Things" (1930), "It Had to Be You" (1924), "You Go to My Head" (1938) e "They Can´t That Away from Me", escrita por George e Ira Gershwin, em 1938.
Alguns colunistas de grandes jornais andam criticando a realização do show da esplêndida banda canadense Rush em São Paulo no dia 22 de novembro. Consdieram o veterano trio como "ultrapassado, música empoeirada". Curioso notar que a música empoeirada do Rush está vendendo ingressos e CDs relançados como água nestes tempos de Lula-lá e inflação alta.
Enquanto as porcarias novaiorquinas e suecas sempre continuam não passando de meras porcarias, com CDs encalhados nas lojas (quando os têm lançados por aqui), o Rush movimenta a cena roqueira de São Paulo, com filas de adolescentes e nem tão adolescentes assim comprado ingressos no Credicard Hall.
São moleques de vinte e poucos anos, alguns até trajados com camisetas do Korn e do Nirvana, interessados em ouvir música boa e de qualidade, e não as coisas péssimas tocadas pelas bandas das camisetas. Que a música empoeirada domine os nossos espíritos e e o nosso tempo, livrando-nos, em tempos de tribalismos nojentos, da tortura que é ouvir/ler coisas sobre seres insignificantes da cena sueca ou de NOva York.
terça-feira, novembro 12, 2002
Vai sair em 28 de janeiro de 2003 o novo álbum de LOU REED, intitulado "The Raven", um CD duplo onde o vocalista interpreta poemas próprios e do escritor Edgar Allan Poe, e que vai contar com a participação de Laurie Anderson, Ornette Coleman e David Bowie, entre outros. Na realidade, Lou é tão fanático pelo escritor americano que disponibilizou em seu site oficial (www.loureed.org) poemas declamados pelo ator Willem Dafoe, além de ter produzido um musical baseado na obra de Poe.
segunda-feira, novembro 11, 2002
"Slip Away" (Joe Lynn Turner); "Guilty As Sin" (Joe Lynn Turner); "One Life To Live" (Joe Lynn Turner); "Supernatural" (Joe Lynn Turner); "Eve" (Göran Edman); "Like Jonah" (Göran Edman); "Fool's Confession" (Göran Edman); "Mr. Earthman" (Jørn Lande); "Eyes On The Horizon" (Jørn Lande); "A Whole Lotta Woman" (Jørn Lande); "Bring The Colors Home" (Jørn Lande). Além deles, estarão presentes também o tecladista Mic Michaeli, o baixista John Levén e o baterista Ian Haugland, todos ex-integrantes do EUROPE.
O ex-grupo de rock britânico The Police, cujos hits incluem "Roxanne" e "Message in a Bottle", vai se reunir para um show em Nova York no próximo ano, disse o baterista Stewart Copeland na sexta-feira. "Sou um dinossauro do rock", afirmou Copeland em uma coletiva de imprensa em Milão, onde estava se apresentando com sua banda, a Stewart Copeland's Orchestralli. "Vamos nos reunir depois de quase 20 anos."
Copeland, aos 50 anos de idade, disse que o The Police tinha concordado em tocar três músicas numa cerimônia em março, em Nova York, para marcar a indicação da banda para o Rock and Roll Hall of Fame.
Ele afirmou que o grupo também tinha sido convidado para tocar em um show organizado pelo ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, mas o vocalista Sting ainda não tinha dito se concordaria em participar.
sexta-feira, novembro 08, 2002
O Projeto Igor, banda de um homem só, já tem o seu site. O Projeto Igor é capitaneado por Leãdro Wojak, também conhecido como Leandro Wojakoski. É dele a pena que escreve no blog Hapax Legomenon.
Misturando rock alternativo com folk, o Projeto Igor surge como uma luz no fim do túnel da atual música brasileira, que é paupérrima, dependendo de porcarias como Max de Castro, Otto, CPM 22 e os pagodes/sertanejos/axés lixos que sempre dominaram a cena. Mais do que um projeto musical, o projeto deve ganhar as páginas da mídia devido ao seu interessante conceito e à boa qualidade das letras.
As bandas inglesas The Police, The Clash e Elvis Costello and The Attractions vão entrar para a Rock and Roll Hall of Fame. A galeria faz em 2003 sua 18ª cerimônia anual de aceitação de astros. Além deles, os australianos do AC/DC e The Righteous Brothers também foram indicados. Como é muito freqüente nas cerimônias de entrada na Rock and Roll Hall of Fame, podem acontecer reagrupamentos não amistosos. Especialmente no caso do The Police e do The Clash, que se separaram sob tensão. A cerimônia vai ser realizada em 10 de março do ano que vem em Nova York.
quinta-feira, novembro 07, 2002
Já foram selecionadas as bandas que farão parte do Brasil Metal Union 2002, que acontecerá nos dias 14 e 21 de dezembro, na casa Led Slay, em São Paulo. Estarão se apresentando: Eterna (SP), Tuatha De Danann (MG), Fates Prophecy (SP), Hangar (RS), Symbols (SP), Steel Warrior (SC), Monster (SP), Sagga (SP), Drowned (MG), Antidemon (SP), Dragonheart (PR) e Glory Opera (AM). Foram destinadas uma vaga para um representante do metal extremo e outra para uma banda de metal cristão dentre aqueles mais votados em seus respectivos estilos, independentemente de sua colocação na votação geral. As bandas foram escolhidas pelo público, através de votação on line.
Definitivamente os Simpsons são rock'n'roll. Há 14 anos eles fazem sucesso. Há 14 anos eles aparecem ao lado de políticos, personalidades americanas e internacionais e astros do rock, como Who, Red Hot Chili Peppers, Aerosmith, Smashig Pumpkins, Ramones e Paul McCartney. Após 14 anos, Os Simpsons, desenho animado de maior sucesso no mundo desde aos anos 90, fazem parte da história do rock, garante a edição especial da revista Rolling Stones, nas bancas dos EUA ainda este mês.
São três capas. Entre elas, a recriação da famosa capa Abbey Road, histórico disco dos Beatles de 1969, com Homer, Marge, Bart e Lisa nos lugares de Jonh, Paul, Ringo e George. No domingo, dia 10, estréia a nova temporada do desenho nos EUA. Nela, Homer vai parar em um acampamento de rockstars; os intrutores são Mick Jagger e Keith Richards (dos Rolling Stones), Elvis Costello, Tom Petty, Lenny Kravitz e Brian Setzer (ex-Stray Cats).
CORREIO SOB CENSURA
Carta aberta dos jornalistas do Correio Braziliense
A carta abaixo está assinada por 151 jornalistas, fotógrafos, estagiários, artistas gráficos, diagramadores e auxiliares administrativos da redação do Correio Braziliense:
É, sim, a mais profunda indignação que nos move a escrever essa carta. É, mais ainda, a certeza de que há quase nove anos o Correio Braziliense tem feito jornalismo da melhor qualidade, reverenciado pela criatividade e ousadia, tantas vezes premiado, em praticamente todas as editorias, de turismo a política, de esportes a economia. Até quando erramos feio fomos premiados. Porque assumimos o erro em manchete de primeira página, gesto inédito no jornalismo brasileiro.
Nesses tantos anos de jornalismo de verdade, os repórteres do Correio rodaram centenas de milhares de quilômetros dentro do Distrito Federal. Conhecemos os dramas, as dificuldades e as conquistas dos brasilienses de todas as classes sociais. Perscrutamos, dia a dia, a vida da cidade criada por Juscelino, Lucio Costa e Oscar Niemeyer. Repórteres, a maioria muito jovens, recém-saídos da universidade, saem às ruas de peito aberto, de segunda a segunda, para ver, ouvir, perguntar, perguntar de novo e relatar os movimentos, as angústias e as vitórias desta cidade igualmente tão jovem. Jornalismo é isso. Ver, ouvir e contar para quem não pôde ver nem ouvir em tempo real o movimento da cidade, do país, do mundo.
Podia ser simples assim, não fossem os muitos interesses obtusos de quem quer cegar e calar o jornalismo genuíno. Faz tempo que nós, jornalistas do Correio, sofremos diariamente insinuações, ameaças, agressões no exercício diário da reportagem. Nada não. Não somos os primeiros, não somos os únicos, e jornalismo se faz assim mesmo – na contramão de quem quer ficar impune. Nada disso nos faz diferentes nem heróis. Corremos o mesmo risco que todos os brasilienses, o de perdermos, definitivamente, o privilégio de morar numa cidade planejada, moderna, de altos índices de qualidade de vida. De podermos respirar o ar puro da pluralidade democrática, da convivência civilizada entre pensamentos divergentes, da disputa sadia de idéias e projetos.
A despeito de todos os defeitos que o Correio Braziliense possa ter – porque erramos, sim; talvez tenhamos errado na dose, errado no tom, errado no jeito –, a despeito de todas as nossas falhas, este jornal transmite as ondas da cidade; aonde Brasília vai, nós vamos atrás. Tem sido assim há mais de 27 mil edições, das mais alvissareiras, como quando um time de Brasília, o Brasiliense, disputou pela primeira vez a decisão de um torneio nacional (Copa do Brasil) ou quando saímos às ruas aos milhares para pedir a paz no trânsito e fomos pioneiros no respeito à faixa de pedestre. Às mais dramáticas, como quando jovens de classe média puseram fogo num índio ou mataram João Cláudio Cardoso Leal a pancadas.
Às vésperas de um dia decisivo para a plenitude democrática deste país, temos medo da derrota. Corremos o risco de perder o gravador, a caneta, a máquina fotográfica, os olhos e os ouvidos da Brasília que a gente tanto gosta e que elegemos como a nossa cidade. Isso porque anunciam-se mudanças na presidência e na direção do jornal. Estamos fraturando, neste momento, a secular idéia de que jornalista não se une a patrão. Fazemos essa ruptura sem nenhum temor. Porque ao longo dessas quase três mil edições, o Correio Braziliense deu provas de que faz jornalismo independente, de que denuncia, investiga, escancara, recua quando necessário, enaltece, festeja, critica, lança mão de todas as ferramentas da democracia.
E disso bem sabem os leitores deste jornal. Que se recorra aos mais de três mil e-mails e centenas de telefonemas recebidos desde que a redação foi invadida por um oficial de Justiça para censurar a edição de quinta-feira passada. Nesse mesmo dia, o presidente dos Associados e do Correio Braziliense, Paulo Cabral de Araújo, e o diretor de Redação, Ricardo Noblat, anunciaram o afastamento de seus cargos a partir de 1º de novembro. O que significa pôr em risco a continuidade desse projeto. É tudo o que não queremos, é tudo o que Brasília não quer, e dizemos isso sem o risco do exagero ou do ufanismo. Dizemos isso sustentados no vigor das palavras dos milhares de leitores que escreveram ou ligaram para a redação nos dois últimos dias.
Não é mérito nosso. É nossa função. Ganhamos para isso, nos formamos para isso, aprendemos no dia a dia que é assim que se faz jornal. Essa cidade tão moça ainda não forjou publicações independentes e soberanas, capazes de sobreviver à margem dos interesses abjetos deste ou daquele grupelho político. Por isso, o Correio Braziliense ganha um lugar tão fundamental para a oxigenação das idéias, dos debates, do pensamento de Brasília.
Uma cidade muda se não quiser se tornar muda.
E nós, brasilienses por nascimento e por afeição, sabemos que não é fácil entender essa cidade tão peculiar. O projeto editorial inaugurado em fevereiro de 1994, que jogou os releases no lixo e aposentou o discurso burocrático e oficioso, corre perigo.
A linha editorial deste jornal conseguiu um feito raro na história de dignidade da imprensa na capital, conseguiu autonomia. Manteve-se íntegra mesmo quando irritava o poderoso de plantão. Anulou a prosmicuidade das amizades aduladoras, muitas vezes mescladas com dinheiros ou cargos. Era a famigerada imprensa chapa-branca. O atual jornalismo praticado pelo Correio Braziliense se livrou de tudo isso – e não foi fácil, era um hábito incrustado nas máquinas de escrever.
Em nome dos quase três mil leitores que mantiveram contato com a redação nos dois últimos dias, e dos silenciosos porém igualmente angustiados com a hipótese de perdermos a força de nossa voz, nós, jornalistas do Correio Braziliense, lançamos esse manifesto aberto a toda Brasília. Não podemos lançar no abismo essa imprescindível conquista de cidadania. Queremos assegurar que o projeto editorial tão premiado e aplaudido continue.
Brasília, 26 de outubro de 2002
Fazia tempo que não lia nada do bom jornalista Hélio Schwartzman, da Folha de S. Paulo. Como articulista da Folha Online e do próprio jornal, ele destila sempre um texto polido e rico em imagens, embora de vez em quando escorregue para o empolado e para os raciocínios tortuosos. Os dois textos abaixo são os melhores que li nos últimos tempos a respeito da defesa da liberdade de expressão, um deles inclusive defendendo o direito de um lixo humano chamado Siegfried Ellwanger, um nazista gaúcho, de escrever suas porcarias. Ainda existe bom jornalismo nas redações dos grandes jornais. Leia aqui o texto sobre o nazista e Leia aqui o texto sobre o escritor pedófilo francês.
quarta-feira, novembro 06, 2002
Para aqueles palmeirenses que acham que a segunda divisão é o fim do mundo (e é mesmo), apenas algumas informações históricas para mostrar com é possível dar a volta por cima:
Mesmo com essas informações positivas, é bom salientar também:
Air guitar. Essa é uma das maiores idiotices que o ser humano inventou. Quem já não tocou uma guitarra imaginária em um grande show de rock ou ouvindo a música de seu artista preferido no seu quarto? Daí a fazer disso um eventol e um "campeonato mundial" de imbecis que fingem que tocam guitarra? E, pior, trazer gente do exterior, um "campeão mundial", para se exibir aqui? É muita idiotice...
É muito raro eu concordar com o jornalista Lúcio Ribeiro, da Folha de S. Paulo e Folha Online. Em sua coluna de hoje, reclama bastante da Brasil 2000 FM, uma emissora que de rock nunca teve nada, exceto pelo bom programa Backstage (heavy metal) e pelo nem tão bom Garagem (alternativo). Pois Garagem vai sair do ar por causa da miopia e da incompetência da direção da emissora. O programa nem é lá essas coisas, com seus apresentadores achando que são luminares e que só eles entendem de música. Entretanto, representa um pouco de vida inteligente no dial. Veja a nouta de Ribeiro:
"GARAGEM FORA DA BRASIL 2000
A programação da rádio paulistana Brasil 2000, que se autodefine como uma "rádio rock", nunca primou pela qualidade. Surgiu razoável e foi decaindo, decaindo. Sempre a serviço do nada, com raras exceções (Tatola, Maia e Kid Vinil) jamais ajudou a mudar a mesmice, a fomentar cenas, a vender discos, a trazer shows, agitar mercado de alguma forma, papéis básicos até de sobrevivência de uma rádio rock.
Toca "Pretend We're Dead", das meninas do L7, em horário comercial, como exemplo de agressividade, atitude, ousadia, arrojo, espírito rock, enfim. Mas eles mantinham, havia três anos, o programa "Garagem", de formato polêmico, mas o único horário que aproximava musicalmente a estação de algum modelo de rádio decente, interessante. Mantinham.
Comunicaram o "Garagem" que a rádio sofreria mudanças e que o programa não cabia dentro dessa "transformação". O último "Garagem" na Brasil 2000 foi ao ar na última segunda-feira. Deve continuar em breve em outra emissora.
Ganhará a outra emissora. Perderá, como sempre vem perdendo, a Brasil 2000, uma típica rádio rock brasileira.
A história dos Smiths, uma das bandas mais incensadas dos anos 80, será contada em desenho animado.Além de apresentar os principais momentos da carreira da banda em animação, "These Things Take Time: the Story of the Smiths" trará entrevistas com os ex integrantes do grupo Mike Joyce e Andy Rourke e músicos como John Peel e Sandie Shaw. O documentário mostrará ainda cenas raras de shows dos Smiths e de bastidores de turnês da banda.
O programa será exibido no canal de TV inglês Granada no dia 8 de novembro. A data coincide com o aniversário de 20 anos do primeiro show da banda. O ex-vocalista do grupo, Morrissey, se recusou dar depoimento para o documentário.
Os Smiths nunca foram lá essas coisas, embora tenham trazido alguns elementos diferentes para o pop inglês dos anos 80. O único músico que merece alguma consideração é o guitarrista Johnny Marr, que acabou se perdendo musicalmente após o fim do grupo, em 1987. O grupo faz parte daqueles artistas que são muito melhores na imprensa e na boca de alguns fãs do que eles realmente foram. De qualquer forma, a iniciativa do desenho animado é muito legal.
O Nirvana nunca foi uma boa banda e seus músicops eram péssimos tecnicamente. O grupo nunca passou de um bandinha punk ruim. Por uma armação de mercado, virou sinônimo de um gênero musical paupérrimo, o grunge, e ganhou o mundo com sua musiquinha medíocre.
Seu líder, o guitarrista e guitarrista Kurt Cobain, sempre foi um junkie desequilibrado e nunca passou disso. A maior prova disso foram as seguidas tentativas de suicídio, que finalmente foi concretizado em abril de 1994.
O baú do Nirvana continau rendendo músicas inéditas muito ruins e livros e mais livros com depoimentos e outras coisas irrelevantes produzidas por Cobain. A memorabilia de Cobain trouxe à tona agora os diários do músico, onde há comentários jocosos e desagradáveis sobre muita gente.
Pete Townshend, guitarrista do Who, um dos maiores nomes da história da música, foi um dos atingidos. Além de músico, ele sabe escrever e rebateu os comentários em um artigo para o jornal inglês The Observer, onde pega pesado contra Cobain, mas o coloca em seu devido lugar. Leia mais aqui e leia aqui o original.
O Doutor Smith morreu e nos deixou perdidos no espaço. Jonathan Harris, que morreu aos 87 anos no fim-de-semana, era o único bom ator do seriado dos anos 60, além do robô, é claro. Foi o único que conseguiu sair da mediocridade de um elenco ruim, de roteiro idem e com produção pífia. Tanto é que, por sua causa, a série virou cult e conseguiu fãs no mundo inteiro mesmo nos 40 anos seguintes.
O tempo passa e os punks paulistas ficam cada vez mais burros e nojentos. Ainda acreditam naqueles ideais idiotas esquerdizantes dos anos 70, em comprtamentos rebeldes sem causa e em vandalismo. Esse comportamento é visto em cinquentõesbarrigudos, quarentões carecas e moleques analfabetos e comoletamente alienados.
O importante evento que comemora os 20 anos do festival "O Fim do Mundo" teve mais uma demonstração de intolerância no sábado, quando Supla foi agredido e quase linchado quando assistia a uma apresentação da banda Agrotóxicos.
Supla apareceu na Casa de Cultura Tendal da Lapa por volta das 20h para assistir à banda Agrotóxico. Logo na entrada, quase foi atingido por uma garrafa de vidro.
O público ficou furioso com a presença do artista, xingando e até mesmo tentando agredi-lo fisicamente. Convidado pela Polícia Militar a se retirar do festival, Supla disse: "Vim aqui ver os meus amigos e vou ficar".
O festival quase foi suspenso por conta do tumulto, mas o Agrotóxico subiu ao palco e fez com que a festa continuasse -tranquila. Então, rodeado pelos policiais que aproveitaram para pedir autógrafos, Supla acabou vendo o show de trás do palco. "Realmente não me incomodo com essas pessoas", afirmou Supla.
"Esses caras não sabem que o punk, da maneira como eles encaram, foi criado numa jogada de marketing... Que essas roupas que eles usam foram inventadas pela (estilista britânica) Vivienne Westwood que hoje é uma das mulheres mais ricas do planeta".
O baixista Canisso, do grupo Raimundos, confirmou nesta segunda-feira sua saída da banda, que agora procura um novo músico para entrar em seu lugar. Os três integrantes do Raimundos -Digão, Fred e Marquinhos- se reuniram hoje com representantes da gravadora Warner Music para decidir o futuro da banda.
O novo baixista deve ser escolhido nos próximos meses para que a banda continue a divulgar o novo trabalho, o CD "Kavookavala", lançado em junho passado. Ninguém confirma o motivo da saída de Canisso, mas ele teria falado em problemas pessoais.
Não é a primeira baixa no Raimundos. Em junho do ano passado, o ex-vocalista Rodolfo deixou a banda, alegando que sua nova conduta, ligada à igreja Sara Nossa Terra, não estaria de acordo com o universo do grupo. Longe de drogas e das letras "pesadas" das canções, Rodolfo decidiu se dedicar à carreira solo.
A carreira do Raimundos começou em 1994, quando foi lançado o primeiro CD da banda. De lá para cá, foram oito discos, no total, e 1,920 milhão de cópias vendidas. O novo CD, "Kavookavala", já vendeu 58,5 mil cópias até o mês passado, segundo a gravadora.
O músico britânico Lonnie Donegan, chamado o "rei do skiffle", música popular tocada com instrumentos de fabricação artesanal, morreu no último domingo à noite, aos 71 anos de idade, em Petersbourgh, informou esta terça-feira sua família.
O cantor, natural de Glasgow (Escócia), exerceu uma influência decisiva na música britânica, que renovou introduzindo o blues. "Cumberland Gap" (1957) e "My Old Man's A Dustman" foram dois de seus maiores sucessos. "Lonnie Donegan era uma lenda. Ele mudou a música popular britânica", declarou um porta-voz.
"Durante sua carreira, que durou mais de 50 anos, Donegan inspirou praticamente todos os grandes músicos vivos hoje em dia", acrescentou. Sua influência foi particularmente grande sobre os Beatles.
"The Quarrymen", conjunto em que tocavam John Lennon e Paul McCartney antes de criar os Beatles, era um grupo de skiffle inspirado por Donegan. "Ele foi a primeira pessoa que vi na televisão que tocava de maneira diferente. Era fantástico ver alguém mudar a música até esse ponto", disse Elton John sobre Donegan, que estava debilitado por vários ataques cardíacos e morreu em casa.
Uma seleção dos clássicos mais memoráveis da banda de rock Queen e de seu lendário vocalista Freddie Mercury foram recriadas em forma orquestral pela Queen Symphony. "We Will Rock You", "Bohemian Rhapsody" e "We Are the Champions" estão entre as 13 canções que o compositor britânico Tolga Kashif escolheu como inspiração para um trabalho de coral e orquestra.
"Ao reinventar, em vez de puramente orquestrar, descobri que a música do Queen contém a linguagem inerente do moderno gênero clássico", diz ele no encarte do CD lançado recentemente pela EMI.
"Acho que a obra do Queen sempre será lembrada porque se tornou parte da consciência humana. Com duas notas, já sabemos qual é a música", acrescenta Kashif. Antes da estréia da sinfonia no teatro Royal Festival Hall, de Londres, o guitarrista Brian May disse: "Quem esperar meros arranjos orquestrais terá um choque".
sexta-feira, novembro 01, 2002
O Código de Defesa do Torcedor é uma das maiores palhaçadas já inventadas no futebol. Ali o torcedor deixa de ser um consaumidor como outro qualquer e vira uma entidade mítica, que merece ter as maiores regalisas dentro de um estádio. E chega ao cúmulo de prever que o espectador de uma partida esportiva tem o direito de pedir na Justiça uma indenização caso julgue que foi "lesado por erros de arbitragens", entre outras sandices. Lamentável.
No últimos tempos, o Estadão tem feito as melhores reportagens sobre música pop da grande imprensa. Textos com bastante informação e boas entrevistas, ao contrário das empulhações e masturbações que são vistas na Folha de S. Paulo. Leia aqui a entrevista com o guitarrista do Rush, Alex Lifeson.
quinta-feira, outubro 31, 2002
quarta-feira, outubro 30, 2002
A rádio Kiss FM de São Paulo, a melhor do dial paulistano, quase acabou no mês passado, mas ainda corre riscos. Única classic rock do país, a emissora com um ano de idade entrou em crise quando seu diretor, Adhemar Altieri, brigou com o dono, já que este queria fazer alterações no projeto original muito bem feito. Altieri saiu e carregou quase todos os locutores e programadores.
Aos trancos e barrancos, a rádio continua, mas com mudanças sensíveis. Primeiro, os programas específicos acabaram, como o Siderúrgica, especializado em hard rock e heavy metal. Segundo, o projeto original, com ênfase em rocks compreendidos entre os anos de 1960 e 1985, mudou. Agora, dominam clássicos do pop/rock dos anos 80, o que demonstra claramente que a emissora quer "abaixar" a idade média de seus ovuintes, atingindo o público com menos de 30 anos.
Essa popularização excessiva da emissora vai acabar com o projeto original e, por consequência, com a rádio.
A Ticketmaster é uma das empresas mais nojentas que surgiram no mundo. Com a concessão para vebnder ingresso para grandes eventos culturais e espoetrivos nos Estados UNidos, chegou ao Brasil com os dentes arreganhados e ganhou as contas dos principais shows, de braços dados com as maiores empresas promotoras de shows do Brasil.
Essa empresa está vendendo os ingressos para o show do Rush, em 22 de novembro, em São Paulo. Deve também estar vendendo para os shows no Rio e em Porto Alegre. Nos postos de venda, a empresa cobra uma "taxa de administração" sobre o valor do ingresso.
Um exemplo: um ingresso para cadeira superior vermelha, que custa R$ 70,00, é vendido nos "postos" da Ticketmaster por R$ 82,00. Isso é um roubou. E sabe qual é o único lugar que vende ingresso pelo preço real? No Credicard Hall, em Santo Amaro, loical inacessível para a grande maioria dos mortais.Nos outros pontos de venda, só pagando o pedágio para esses ladrões safados.
Inicio aqui um boicote total às atividades da Ticketmaster no Brasil. É bom lembrar que a banda Pearl Jam promoveu um amplo boicote à empresa em suas turnês entre os anos de 1995 e 1997.
Um dos piores grupos pop dos anos 80 ressuscitou em 2002 fazendo a mesma porcaria de música eletrônica adocicada com temas homossexuais, em sua maioria. O Soft Cell, formado pela dupla Marc Almond e David Ball, foi um ícone das pistas de dança dos anos 80 e teve vários de seus hits remixados por DJsd famosos, como a péssima "Tainted Love". É lamentável que porcarias como Soft Cell e A-Ha tenham voltado do inferno para nos azucrinar. Leia mais aqui.
Após muitas tentativas frustradas, finalmente consegui clogar ao final das mensagens um espaço para comentários para cada uma delas, aumentando a interatividade com os leitores. É só clicar em comments e fazer o seu. Agradecimentos à ajuda do valoroso Leandro Woyakoski, cabeça do Hapax Legomenon, e de sua guru para assuntos de html, a Cathy.
terça-feira, outubro 29, 2002
Lula venceu e nos convenceu. A esperança venceu o medo e os calhordas terroristas, capitaneadsos pela revista Veja. Não dá para respeitar quem pregou o voto em Serra alegando que Lula não tinha estudo e que ele iria "aplicar o comunismo no Brasil". Gente safada e oportunista, que provavelmente tem algo a perder com Lula no poder. Tomara que percam mesmo. Quem sabe assim se tgornem pessoas decentes.
A primeira tarefa agora dos petistas será isolar os radicais que teimam em atrapalhar todas as administrações do partido. Um desses imbecis, Ivan Valente, deputado federal eleito por São Caetano, já afirma que todos os contratos com o FMI precisam ser revistos e que muitas leis porpostas pelo atual governo federal não podem e não devem ser respeitados. Lixos como ele devem ser eliminados do PT.
Repugante as cenas de selvageria e confronto em Campinas na noite de ontem, no estádio Brinco de Ouro, no jogo Ponte Preta 4 x 2 Guarani. Torcedores organizados, ensandecidos e animalizados, resolveram sem motivo algum atacar policiais que faziam o isolamento das torcidas rivais. E o que acontece quando se ataca policiais truculentos, burros e despreparados? Confronto generalizado.
É duro admitir, mas os policiais estavam cobertos de razão e tinham mesmo de bater. Na minha opinião, bateram pouco. É pena que nenhum pontepretano tenha morrido na queda do muro sobre o fosso. Mais de 40 ficaram feridos, cinco em estado grave, alémd e dez policiais, inclusive o coronel que comandava o policiamento.
Não se briga contra policiais nem que você esteja certo. Se estiver errado então, é suícídio. As torcidas organizadas precisam acabar e seus integrantes fichados e presos. Para esses calhordas e vagabundos não há como oferecer democracia e direitos humanos, já que não são humanos.
segunda-feira, outubro 28, 2002
A incompetência russa é notória, mas o que assistimos no sábado em relação aos terroristas chechenos que mantinham reféns em um teatro em Moscou foi abjeto e nojento. Despreparo total da polícia russoa e dos militares. 118 mortos. É inaceitável. A incompetência deles é clara desde o sistema político-econômico que construíram, que ruiu em minutos depois de 70 anos, isso sem falar no mega-acidente da usina de Chernobyl, em 1986.
O Santos foi jogar em Belém na semana passada, perdeu de 2 a 1 do Paysandu e reclamou demais, de forma acintosa, do segundo gol paraense, que foi legal, e quase agrediram o bandeirinha. Resultado: a polícia militar bateu nos jogadores, um deles desmaiou e o técnico Leão levou spray de pimenta nos olhos. Tudo merecido. É um absurdo como reclamam os santistas. A surra foi merecida.
A turnê de promoção para o "New Earth Mud" começará no dia 21 de novembro, em Dalas (EUA), com duração prevista para um mês.
A entrada é R$10,00 mais consumação e um kilo de alimento não perecível ou uma peça de roupa. O segundo tópico não é obrigatório e fica a cargo de cada um levar ou não a contribuição.
A grande atração será participação do Queen cover, uma das melhores bandas covers do Queen, que tem muita experiência na realização de shows em grandes casas de São Paulo.
Um dos destaques da banda é Marcio Sanches, professor de guitarra, que toca com uma Guild - "Red Special", cópia da guitarra "Red Special" usada por Brian May (guitarrista do Queen).
Além do show, haverá exibição de vídeos raros do Queen e muitas outras atrações.