Gustavo Kuerten nunca passou de um bom tenista. Deu sorte de pegar uma entressafra onde os grandes jogadores da atualidade estava em má fase ouy encerrando suas carreiras, como Pete Sampras e André Agassi (esse mudou de idéia, voltou e anda ganhando torneios e dinheiro). Ninguém ganha três vezes Roland Garros de graça, nem chega ao acaso como primeiro do mundo e permanece na posição por um ano. Entretanto, ele não te npivel para ser top 10. Ele é mais fraco do pelo menos 15 tenistas atuais, e isso fica patente depois de sua cirurgia no quadril. Agassi já ganhou 53 torneios em toda a sua carreira, pelo menos dez deles em Grand Slam. Guga, só 16, a imensa maioria de torneios de segunda e terceira linhas. Fora do saibro de Roland Garros, Guga só perde nos abertos da Austrália, dos Estados Unidos e Wimbledon. Guga é um engodo.
Espaço coordenado pelo jornalista paulistano Marcelo Moreira para trocas de idéias, de preferência estapafúrdias, e preferencialmente sobre música, esportes, política e economia, com muita pretensão e indignação.
terça-feira, julho 30, 2002
Leia o que disse Clóvis Rossi, na Folha de S.Paulo, hoje, a respeito do banco JP Morgan.
“Como é que alguém pode considerar o Morgan capaz de medir o risco de quem quer que seja, se se atolou no caso Enron até o pescoço? Enfiou, junto com o Citigroup, US$ 8,5 bilhões em uma companhia especializada em fraudar a contabilidade e não se deu conta.
Se não é capaz de perceber o risco que corre sua grana em uma companhia do próprio país em que tem sua sede, como confiar nas avaliações de risco que faz sobre países mais ou menos remotos como o Brasil?”
segunda-feira, julho 29, 2002
O cantor João Gilberto, um dos maiores embustes da história das música mundial, volta a São Paulo para fazer uma curta turnê. Leia aqui. Esse cidadão grava as mesmas músicas há 40 anos e todo mundo o acha um gênio. Ele toca as mesmas cinco músicas em seus shows há 40 anos e todo mundo o aplaude. Não passa de um embusteiro. É péssimo cantor, ridículo como tocador de violão e imbecil como ser humano. Dizem que inventou a bossa nova. Acho que é mentira, pois ele não tem capacidade para isso. Tenho nojo só de escutar o seu nome.
Humilhante a derrota de 3 a 1 para o Paysandu na Copa dos Campeões. O time simplesmente desmoronou no segundo tempo. Não tem padrão de jogo, joga com três volantes e três atacantes, sem ninguém para fazer a ligação. Os volantes não sabem passar a bola, exceto Arce, que teve de voltar à latera, já que Leonardo se machucou. OP técnico não enxergou que o Paysandu ganhou jogando pela direita de seu ataque, jogando nas costas do lateral-esquerdo Diego. Jogando com três volantes que não protegem os laterais e não marcam direito? Luxemburgo só errou desde que chegou ao time do Palmeiras. Tem de sair, escorraçado. É um técnico decadente.
"Diferentemente do que foi publicado na seção de necrologia, caderno São Paulo, nos dias 24/6 (pág. 3-6) e 25/6 (pág. 3-8), não houve missa de Ricardo Bacanhim Pereira. Ele está vivo". (27.jun.97)
"O quadro da edição de 9/1 de 'Ciência', referente à reportagem 'Viagra para mulher', à pág. 25 do caderno Mais!, indica erroneamente a vagina no local do ânus. No mesmo quadro, o testículo está incorretamente indicado no local do escroto". (14.mar.00)
"Diferentemente do que foi publicado no texto 'Artistas Periféricos passam despercebidos', à pág. 5-3 da edição de ontem da Ilustrada, Jesus não foi enforcado, mas crucificado, e a frase 'No princípio era o Verbo' está no Novo, não no Velho Testamento". (7.dez.94)
"O nome do maestro Eleazar de Carvalho saiu grafado errado na edição de ontem à pág. 1-9 do caderno Brasil". (5.jul.94)
(Saiu sem o v)
"Na nota 'Balão', da coluna Joyce Pascowitch, publicada à pág. 5-2 (Ilustrada) de 18/12, onde se lê 'bando Opportunity', leia-se 'banco Opportunity'". (21.dez.95)
"A peste pneumônica é transmitida por gotículas de saliva, diferentemente do que informou o texto publicado na pág. 2-10, no dia 24/09". (28.set.94)
(O texto afirmava que a doença era transmitida por filhotes de perdiz. Quem editou o texto procurou um sinônimo para perdigoto, que pode significar tanto salpico de saliva como filhote de perdiz).
"Texto de capa do caderno Ilustrada da edição de anteontem grafou incorretamente no primeiro parágrafo a palavra ortografia" (25.fev.95)
(saiu hortografia)
"Saiu grafado incorretamente na edição de ontem o plural de fuzil-metralhadora. O certo é fuzis-metralhadoras, e não fuzíveis-metralhadoras, como foi publicado na pág. 1-14 de Brasil". (13.set.91)
"O autor de 'Dom Quixote de La Mancha' é Miguel de Cervantes, e não Manoel, como saiu publicado no texto 'Dom Quixote' vira 'nordestino na Globo', à página 5 do TV Folha da edição de anteontem". (19.out.99)
"Por erro de digitação, foi grafado poço cartesiano, em vez de artesiano, na página 3-1 de sábado último." (16.fev.94)
"Diferentemente do que foi publicado à página 2-9 de 29 de maio, na reportagem 'Estrutura política do Brasil é um desastre', a região da Califórnia, nos Estados Unidos, onde se concentram as indústrias de computadores é conhecida como Vale do Silício."(18.jun.94)
(Saiu publicado em inglês, Silicon Valley, que quer dizer "Vale do Silicone").
"O músico Carlos Santana é guatemalteco, e não mexicano, como informou reportagem à pág. 4-3 (Ilustrada) de ontem." (12.mar.96)...
..."Diferentemente do que informou ontem esta seção, o músico Carlos Santana é mesmo mexicano e não guatemalteco." (13.mar.96)
"Diferentemente do que foi publicado na edição de ontem (São Paulo), a rodovia que passa pela cidade de Praia Grande chama-se Pedro Taques, e não Pedro Táxi." (20.nov.99)
"Diferentemente do que foi publicado à pág. 1-14 (Brasil) da edição de 19/3, a Segunda Guerra Mundial começou em 1939, os EUA entraram na guerra em 1941, a Guerra dos Seis Dias foi em 1967, o presidente Richard Nixon (EUA) renunciou em 1974, Margaret Thatcher assumiu o poder no Reino Unido em 1979, o Muro de Berlim caiu em 1989, e o Iraque invadiu o Kuait em 1990." (27.set.95)
"Texto à pág. 4-4 (Esporte) de ontem informou incorretamente que a cidade de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, fica no litoral." (7.abr.00)
(A Bolívia não tem litoral).
O texto "Moussaoui se declara culpado, mas volta atrás" (publicado em Mundo, pág. A12, da edição de anteontem) informa erroneamente como sendo 11 de novembro a data dos atentados terroristas contra Nova York e o Pentágono, ocorridos em 11 de setembro do ano passado.
sexta-feira, julho 26, 2002
LOCAL: Broadway - Av. Marquês de S. Vicente, 1767 Bara Funda (SP). Tel.: (11) 3611-3368//
INGRESSOS: Galeria do Rock – Av. São João, Centro (SP), 62. Animal Records (loja 369 - tel.: 223-6277) e Mechanix (loja 252 - tel.: 223-8101).
Essa proposta da federação é lamentável sob todos os aspectos. Se o Corinthians pode e terá, Palmeiras, Santos, São Paulo, Portuguesa, Guarani, Ponte Preta, Jundiaí e todos os filiados da entidade têm o mesmo direito. Tem de haver uma rebelião para impedir que a federação dê dinheiro ao Corinthians.
Só no Brasil uma federação, em vez de ser uma criação dos clubes para gerenciar, é a dona dos próprios clubes. Essa ajuda ao Corinthians é asquerosa e nojenta.
(AGÊNCIA ESTADO) - No momento em que os advogados do Corinthians discutem com os da Hicks Muse o fim da parceria celebrada em 1998, inesperadamente surge o consórcio Federação Paulista de Futebol (FPF)-SC Corinthians Paulista para ampliação e modernização do estádio Alfredo Schurig, reformado na última gestão de Vicente Matheus, no final dos anos 80 e início da década de 90 e cuja utilização, até para jogos de porte médio, era considerada inviável pela atual administração, em razão da falta de estacionamento e da proximidade do alambrado com o gramado.
A participação da entidade, com R$ 10 milhões, foi aprovada na Assembléia Geral da entidade, quinta-feira, e desagradou grandes clubes, como o Palmeiras e o Santos. Com essa decisão, o presidente da FPF, Eduardo José Farah, passa a ter um forte aliado na luta para impedir que o Campeonato Paulista deixe de existir para dar lugar a um Campeonato Brasileiro mais longo, como querem alguns setores do futebol. O projeto de reforma e modernização do estádio Alfredo Schuring prevê a construção de um lance completo de arquibancadas, de camarotes, de estacionamento, numeração de todos os assentos, ampliando a sua capacidade, que é de 18 mil lugares, para 30 ou 35 mil.
A decisão da Federação Paulista de Futebol (FPF) de investir R$ 10 milhões na obra parece ter pego até o Corinthians de surpresa. A novidade fez até com que o vice-presidente de Futebol, Antônio Roque Citadini, reaparecesse. Ele assistiu ao coletivo desta sexta-feita pela manhã, no Parque São Jorge, e depois, entusiasmado, defendeu a iniciativa.
Citadini esclareceu que os R$ 10 milhões da FPF são apenas parte do investimento e que não se trata de uma doação da entidade ao Corinthians. "O retorno será através da comercialização de camarotes e cessão de espaços, sob contrato e com prazo determinado, para a exploração da publicidade estática. Haverá correção dos valores, mas nem sei de quanto será a taxa de juro", disse Citadini, lembrando que não é a primeira vez que a FPF participa de reforma de estádios particulares. "Ela ajudou na colocação dos amortecedores no Morumbi." O dirigente não sabe como vai ficar o projeto de construção do estádio moderno, estilo arena, na área adquirida pela Hicks Muse na rodovia Raposa Tavares.
É lamentável saber que o melhor baixista da história do rock, John Entwistle, do Who, era burro e de uma estupidez gritante. Com problemas sérios de coração, mesmo assim insistia no uso contínuo de cocaína, segundo informações dos antigos companheiros de banda.
Dos quatro membros originais, Keith Moon, o baterista, era viciado total em álcool e tinha queda por cocaína e heroína. Acabou morrendo em 1978 de overdose de pílulas contra alcoolismo. Pete Townshend era o junkie da banda, tanto que foi obrigado a ficar dois meses internado para desintoxicação em 1981 após desmaiar em um pub. Roger Daltrey sempre detestou drogas.Sobre Entwistle, por sua extrema discrição, nunca se soube seu real envolvimento, embora os colegas soubessem que ele era um usuário moderado.
Fica a lição de mais uma burrice ocorrida no rock. E pensar que o junkie-mor da música, o guitarrista Keith Richards, aos 59 anos e recordista mundial de internações, continua firme nos Rolling Stones mesmo bebendo litros e litros de Jack Daniels...
Daltrey e o guitarrista Pete Towshend, os dois remanescentes da formação original da banda, decidiram dar continuidade à turnê americana após terem consultado a família de Entwistle. Segundo eles, a primeira apresentação, em Los Angeles, no final final de junho, foi um tributo ao amigo falecido.
O show abriu com as músicas "I Can't Explain" e "Substitute", dois clássicos da banda. Houve ainda a exibição de um vídeo mostrando um ensaio do grupo na casa de Townshend, duas semanas antes da morte de Entwistle. Quando surgiu a imagem do baixista, o público aplaudiu muito.
O músico de estúdio Pino Palladino substituiu Entwistle, mas permaneceu no fundo do palco. Townshend afirmou que a banda não queria que Palladino "tentasse reproduzir, parodiar ou copiar John Entwistle de nenhuma maneira". O único pedido que fiz foi para que ele tocasse o mais alto possível", afirmou o guitarrista.
O baixista do The Who John Entwistle, morto no mês passado, sofreu um ataque do coração causado por uso de cocaína, de acordo com um médico legista de Las Vegas. A notícia do site da revista "New Musical Express" informou que o médico Ron Flud chegou a conclusão que a morte do músico de 57 anos foi acidental, mas que isso não foi uma overdose.
Entwistle foi encontrado na sua cama do hotel Hard Rock no dia 27 de junho, época em que se preparava para entrar em turnê pelos Estados Unidos com a banda The Who. "Acreditamos que o ataque do coração foi causado pela significante quantidade de cocaína que o sistema de Entwistle tinha na hora. No entanto, a quantidade específica continua desconhecida", disse Flud.
"Cocaína é uma substância diferente. Não é como álcool. Não há maneira de colocar um número nisso. Você pega uma droga letal a partir do momento que você tem um coração ruim; isto é uma combinação péssima."
A cocaína causou uma contração da artéria coronária do baixista que já estava prejudicada por outras doenças, explicou o médico. Acredita-se que Entwistle, um dos fundadores do The Who, estava tomando medicações para o coração.
quinta-feira, julho 25, 2002
A Justiça de São Paulo permitiu que Mateus Meira, estudante de medicina que metralhou e matou três pessoas em um cinema no Shopping Morumbi há três anos, voltasse à faculdade para concluir o sexto ano de oftalmologia na Escola Paulista de Medicina. Ele continua preso, mas assistirá às aulas práticas ao lado de dois policiais armados. Esse ser repugnante merece ficar trancafiado para o resato da vida em um porão escuro. Problemas mentais? Jogue-o em um buraco com os priores criminosos do mundo e os problemas mentais acabam. O juiz que permitiu esse absurdo é nojento e merece ser banido da magistratura.
Outros juízes-lixos são aqueles que permitem que clubes que "sentem lesados" voltem pela porta dos fundos à primeira divisão do Campeonato Brasileiro, caso de porcarias como Caxias, Santa Cruz, Botafogo-SP, América-MG e lixos parecidos. A Justiça do interior de Pernambuco, que é um lixo, tem o poder de dar uma decisão que afeta irregularmente a vida de milhões de outras pessoas. Não dá para acreditar no futuro do Brasil.
A diretoria do Palmeiras continua tratando a contratação de Romário como algo improvável, entretanto, a recente conversa entre Wanderley Luxemburgo e o atacante pode viabilizar a negociação do Baixinho. Nesta quinta-feira, o diretor de futebol do clube, Sebastião Lapola, disse que 'Romário interessa para qualquer clube', só que o dirigente também afirmou que 'as negociações não evoluíram.'
Qualquer negociação com o Baixinho acontecerá apenas depois da participação do Palmeiras na Copa dos Campeões. 'Nós estamos três jogos distantes de conquistar um título importante. Não vamos falar em negociação agora para não atrapalhar o elenco', disse Lapola.
Tomara que esse lixo fique no Rio, bem longe do Parque Antártica.
A existência da meia entrada para shows, da forma como está formulada hoje, é um convite à fraude. Permite distorções absurdas, como estudantes abastados do Mackenzie pagando meia para assistir a qualquer coisa, até mesmo jogos de futebol. Isso é uma fraude, um abuso, o que afasta cada vez mais e mais artistas internacionais de qualidade, justamente por penalizar os produtores do shows.
Sou a favor do fim da meia entrada; enquanto isso não ocorre, não condeno em nenhuma hipótese as práticas que casas noturnas/produtores adotam para evitar ao máximo a meia entrada. Estão certíssimos, assim evitam prejuízos. Quem sabe, com a moralização dessa pouca vergonha que é a tal da meia entrada para estudantes, os preços dos shows (caso o dólar deixe) caiam um pouco. E quem sabem apareçam novos mecanismos que favoreçam os estudantes carentes, aqueles que realmente não podem pagar para ter acesso à cultura de qualidade.
quarta-feira, julho 24, 2002
Existe um cidadão que se intitula Celso Meira e que divulga pela internet notícias mentirosas a respeito da situação financeira da Gazeta Mercantil, jornal onde trabalho. Na verdade, Celso Meira é o pseudônimo usado por um jornalista covarde que trabalhou no jornal e que está com ódio mortal pelo fato de ser saído e não ter sido pago. Ele foi prejudicado pelo jornal e ninguém diz o contrário, ele tem razão em reclamar seus direitos.
Entretanto, o cara é doente e colocou como objetivo na vida destruir o que sobrou da Gazeta Mercantil espalhando boatos infundados sobre cortes, demissões e supostas vendas da empresa que não deram certo. Esse vagabundo, que não passa de um lixo que fala e escreve, que me atacou de forma vil e covarde no site de jornalistas Comunique-se, destila seu ódio e sua burrice em dois blogs mantidos por ele: Gazeta Sem Notícias e Chicote.
Celso Meira, que está para ser desmascarado, segundo ouvi dizer, é um ser repugnante e desprezível, que merece ser processado criminalmente pelas mentiras que dissemina.
Só para contextualizar: depois de anos de crise financeira crônica, a Gazeta Mercantil quase foi à lona em outubro de 2001, atrasando salários e dívidas de curto prazo. Após pagar apenas metade dos salários aos jornalistas que não foram demitidos - foram 250 em todo o país, dentro de um total de 600 demissões em toda a empresa, ocorridas em novembro -, a Gazeta tenta se reequilibrar, enquanto que uma empresa/consultoria se esforça para tentar vender a empresa e tirá-la do poder de seu controlador, Luiz Fernando Levy. Esse processo de venda está em vias de se concretizar.
O Fluminense anunciou hoje que está processando toda a comissão técnica demitida no começo do ano liderada por Oswaldo de Oliveira. Motivo: abandono de emprego. O auxiliar técnico Édson Cegonha, integrante daquela comissão técnica e hoje ajudando Oliveira no São Paulo, falou em nome do grupo. Toda a comissão técnica foi demitida após maus resultados na Copa do Brasil e no Rio-SP. Entretanto, os dez profissionais estavam com quatro meses de salários atrasados. Mesmo assim foram demitidos.
Cegonha disse que houve rescisão contratual e que a diretoria do Fluminense reconhecia o débito com toda a comissão demitida. Mesmo assim os profissionais acvreditaram na inacreditável palavra dos dirigente de que receberiam um dia e não entraram na Justiça. Diz Cegonha em entrevista à Rádio Jovem Pam: "Como é que eles pdoem alegar abandono de emprego se foram eles que nos demitiram? Há documentos assinados reconhecendo isso. Como é que eles, devendo quatro meses de salário, entram na Justiça contra nós?"
O Fluminense é um lixo como todo o futebol carioca. É um timinho de segunda divisão, já que nunca ascendeu à primeira no campo, foi içado pela nojenta Copa João Havelange. E ainda tem coragem de fazer isso com profissionais demitidos. Merece ser extinto.
O Flamengo decidiu não contratar o atacante Romário e, como contra-ataque, o jogador dará início, nos próximos dias, à execução da dívida que o Rubro-Negro tem com ele. O advogado do jogador, Luiz Eduardo Weaver, vai pedir o pagamento dos R$ 18 milhões que o clube deve ao seu cliente.
Romário tem dois processos contra o Flamengo. Um cível, referente ao direito de imagem do jogador na época em que Kléber Leite era presidente do Rubro-Negro, no valor de R$ 10 milhões. O outro processo é trabalhista, referente à saída de Romário durante a administração Edmundo dos Santos Silva.
O processo pode levar o Flamengo a ter que penhorar seus bens, rendas, cotas de patrocínio e passes de jogadores para o pagamento da dívida. Caso perca na Justiça, o Rubro-Negro deve recorrer da decisão.
O jogador estava disposto a negociar o pagamento da dívida caso fosse contratado pelo Flamengo. Ele teria aceitado receber cerca de R$ 125 mil mensais entre salário e direito de imagem. O contrato seria de cinco meses e o jogador receberia também um bônus vindo da arrecadação em amistosos.
O incompetente técnico Louis Van Gaal, holandês que conseguiu não classificar a Holanda para a Copa 2002, assumiu que não queria trabalhar com Rivaldo no Barcelona. Leia aqui. É por isso que o Real Madrid ganha tudo na Espanha e na Europa. Seu principal rival tem uma diretoria ridícula e um técnico estúpido.
terça-feira, julho 23, 2002
Os Monkees originais surgiram para ser uma contrapartida em relação ao volume de sucesso aos Beatles. Só que eram a mais pura armação, uma espécie de Menudos, N'Sync, Backstreet Boys e outras babas de hoje. Os quatro foram selecionados com muito critério entre mais de mil candidatos (até Stephen Stills, de Buffalo Springfield e Crosby, Stills, Nash and Young se candidatou, mas foi excluído).
Os critérios: inteligência, algum dom artístico e intimidade com câmeras de TV e cinema, um pouco de beleza física. A banda ficou formada com Michael Nesmith (vocal e guitarra, músico desde criança), Davy Jones (vocal, era inglês e já havia participado de programas de TV em Manchester no início dos anos 60), Peter Tork (baixo e vocal, também músico e ator) e Micky Dolenz (escalado para a bateria e vocais, era atgor de teatro).
A principal função dos quatro era representar nos capítulos do seriado de TV e longas-metragens e fazer os play backs nos mesmos e nos shows. Um time de músicos de estúdio de primeira ravavam as músicas que eram exibidas nos seriados e nos discos dos Monkees. Os quatro apenas colocavam as vozes. Dolenz foi escalado como voclaista principal, enquanto que Jones, o mais bonitinho, cantava as baladas românticas.
A questão toda é que a seleção foi tão bem feita que os quatro não eram apenas quatro rostinhos bonitos e só, que mal sabem dançar, como é caso do lixo das boy bands de hoje. Eram realmente artistas, sendo que dois deles - Nesmith e Tork - eram músicos de verdade. Eles começaram a reclamar demais que queriam tocar os instrumentos nas gravações dos Monkees. Ao mesmo tempo, começaram a se recusar a cantar as músicas de outros compositores feitas para eles. Nesmith, que nos anos 70 foi considerado um dos melhores compositores pop americanos, começou a escrever diversas músicas e conseguiu emplacá-las no seriado e nos álbuns, a partir do quarto LP dos Monkees.
Foi essa a habilidade que permitiu que os quatro continuassem em carreira musical mesmo depois do fim do seriado, em 1968. Micky Dolenz aprendeu a tocar bateria em seis meses e, com a ajuda de um percussionista em palco, dava conta do recado das simplórias músicas do grupo, como "I'm a Believer", "Daydream Believer", "You Just May Be the One" e outras.
Nesmith assumiu a liderança musical do grupo e o tornou respeitável nesse aspecto, tanto que os Monkees mereceram lugar importante na história do rock. Em 1969, o grupo perde fôlego criativo e público e Tork sai para virar produtor musical. No ano seguinte, Nesmith parte em carreira solo. O grupo, reduzido a Dolenz e Jones, grava mais dois LPs e acaba em 1971.
Jones se torna cantor romântico e emprésário na Inglaterra; Dolenz volta ao teatro e faz alguns filmes na Califórnia, antes de se estabelecer na Inglaterra; Nesmith vira cantor e compositor de sucesso (e adorador do Brasil, tanto que gravou dois LPs em homenagem ao país).
O grupo, sem Nesmith, se juntou em 1989 para gravar um CD, "Then and Now", bem ruinzinho, e fazer uma turnê de revival, com a ajuda de músicos de apoio. Em 1996, Nesmith é convencido a participar de nova volta e os Monkees gravam "Justus", também fraco.
Lamentavelmente, os "novos Monkees" serão escolhidos por critérios obtusos e nojentos, que vão enlamear o nome da banda. Os critérios não serão artísticos, valerão mais os rostinhos bonitos e só.
O seriado que virou banda de sucesso nos anos 1960 "The Monkees" pode voltar à TV norte-americana, mas como um grupo musical completamente novo. O empresário Simon Fuller, que também criou e administrou as Spice Girls, comprou os direitos do nome e do conceito "Monkees".
A idéia já havia servido de inspiração para outra nova banda de Fuller, SClub7, um grupo pop de sete integrantes que começou seu próprio show internacional na TV, lançando hits musicais na Grã-Bretanha e desenhando suas próprias roupas. Eles chegaram a vender 10 milhões de álbuns pelo mundo.
A nova versão do "The Monkees" incluiria cenas cômicas e elementos musicais, estrelados por quatros homens escolhidos a dedo. A série original foi ao ar pela rede NBC de 1966 a 1968. A NBC está em negociações com Fuller e deve lançar o projeto em 2003.
segunda-feira, julho 22, 2002
Os bandidos que sequestraram Washington Olivetto meecem a pena máxima sem benefícios: 20 anos de prisão para serem cumpridos integralmente. A juíza que os condenoui de forma branda é uma incompetente e uma desequilibrada, uma desqualificada que simplesmenten descartou as denúncias de formação de quadrilha e de tortura. A Justiça brasileira é de fancaria, impregnada de incompetentes e outros seres inomináveis.
O mesmo Jay Berman soltou outra pérola quando esteve no Brasil recentemente. Afirmou que programas com Napster, Audio Galaxy e semelhantes são criminosos, pois seus responsáveis ganham dinheiro com publicidade em seus sites quando permitem a distribuição e troca de músicas que não lhes pertencem. Ou seja, ganham dinheiro vendendo produtos alheios, sem pagar um tostão.
Concordo plenamente com essa visão. Já fui usuário do Napster e é isso mesmo o que acontece. O site ganhou rios de dinheiro em cima de produtos que pertenciam a outras pessoas. É um produto criminoso e tinha de ser fechado. Os elogios feitos por idiotas de que tais sites eram a "revolução" na área da cultura, da música e da vida em geral, pois celebrava a "liberdade e a autonomia total" do público na rede mundial de computadores, só mostravam o quanto tais seres nada entendiam do que falavam. Incentivavam o crime e a pirataria achando que aquilo era o "futuro da música e das relações humanas". POis bem, o Napster acabou e os criminosos estão sendo processados judicialmente. Como tinha de ser.
O presidente da Associação Internacional de Gravadoras de Música, o norte-americano Jay Berman, esteve recentemente no Brasil para reforçar o lobby das empresas do ramo que atuam no país para combater a pirataria. Segundo ele, os CDs piratas já tomaram 50% do mercado brasileiro e podem quebrar as gravadoras nacionais e acabar com os artistas nacionais.
É bem possível que isso aconteça, mas será inevitável, já que essas mesmas empresas são criminosas. Lesaram o consumidor por décadas e agora esão pagando o preço pela ambição. Um CD nacional, seja de artista nacional ou internacional, não pode custar R$ 30,00. É roubo descarado. Se o preço a pagar por isso for a quebra das gravadoras, que assim seja. Que só fique no mercado nacional que sabe realmente trabalhar e valorizar o produto/artista. Quem sabe assim acabe o incentivo a artistas-lixo como os sertanejos, os pagodeiros, os axezeiros e todas das armações do mercado - KLB, Kelly Key, Sandy e Júnior e quetais.
Entretanto, Berman não deixa de ter razão quando o governo federal é no mínimo omisso quanto à pirataria geral praticada no Brasil. É um absurdo a falta de controle e a falta de fiscalização na venda de CDs, aparelhos eletrônicos, roupas e muitos artigos. A fiscalização não existe, o que leva a crer que o governo ou seus agentes se beneficiam dela. Bem ao estilo FHC, que fez dois governos corruptos e lenientes com a roubalheira. Os órgãos responsáveis pelo combate à pirataria precisam ser devassados e os camelôs precisam ser extintos, quando não eliminados.
A Veja São Paulo, que piora a cada dia em relação a sua linha editorial, despertou a ira do movimento underground paulistano ao fazer uma reportagem sobre a casa noturna Hangar 110, no Bom Retiro (centro de São Paulo). A revista disse que a casa, conhecida como o principal reduto punk e hardcore da cidade, estaria virando "modista", atraindo gente que nada tem a ver com o ambiente. Pior, entrevistou um bando de idiotas que são mauricinhos e patricinhas que sentem cdheiro de moda em qualquer lugar e seguem o "efeito manada".
A reportagem é ruim, malfeita e preconceituosa. Usou meia dúzia de patricinhas nojentas que nem sabiam o que estavam fazendo ali para atestar a "mudança de público" e dizer que a casa "caíra na moda". Um dos maiores absurdos do mundo. É só passar em frente do Hangar em dias de shows de gente como Agent Orange ou Agnostic Front para ver se há "patricinhas" ou "mauricinhos" por ali.
O Hangar 110 ainda continua sendo uma das mais importantes e independentes casas noturnas da cidade, é o verdadeiro espelho do movimento underground paulistano. Que a casa continue com o mesmo espírito e apoiando o movimento underground e as bandas de rock/punk/hardcore independentes.
Os ensaios dos Rolling Stones para sua nova turnê foram suspensos, ontem, por causa da morte súbita do roadie (chefe da equipe técnica) da banda. Royden Magee, apelidado de Chuch, trabalhava havia 30 anos com os Stones e teve um colapso fatal durante o ensaio, em Toronto, no Canadá. Aparentemente, Magee, de 54 anos, sofreu um enfarte. Segundo o assessor de imprensa da banda, seus quatro integrantes ficaram "arrasados" com a morte do roadie. A turnê dos Stones, que comemoram 40 anos juntos, começa dia 3 de setembro, em Boston, nos EUA.
A contratação do inglês Rio Ferdinand pelo Manchester United e a maior envolvendo um zagueiro na história do futebol mundial. O defensor da seleção inglesa foi vendido pelo Leeds United por US$ 47,2 milhões, a quinta maior de todos os tempos.
As dez maiores transações:
Zinedine Zidane (2001-Juventus/Real Madrid) - US$ 64,4 milhões
Luis Figo (2000-Barcelona/Real Madrid) - US$ 56,1
Hernán Crespo (2000-Parma/Lazio) - US$ 54,1
Christian Vieri (1999-Lazio/Inter de Milão) - US$ 50,0
Rio Ferdinand (2002-Leeds United/Manchester United) - US$ 47,2
Gianluigi Buffon (2001-Parma/Juventus) - US$ 45,9
Gaizka Mendieta (2001-Lazio/Valencia) - US$ 41,0
Pavel Nedved (2001-Lazio/Juventus) - US$ 36,4
Nicolas Anelka (1999-Arsenal/Real Madrid) - US$ 35,7
Marc Overmars (2000-Arsenal/Barcelona) - US$ 35,5
sexta-feira, julho 19, 2002
Banda brasileira bem no Japão - O álbum "The Kingdom", do grupo brasileiro WIZARDS, atingiu o 11° lugar na parada japonesa de agosto, deixando para trás nomes como Rhapsody, Megadeth, Motörhead, Primal Fear e Symphony X, entre outros. O álbum já foi lançado com sucesso também na Europa e em breve estará disponível no mercado de Taiwan.
quinta-feira, julho 18, 2002
quarta-feira, julho 17, 2002
CAPITALISMO IDEAL: Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!
>
CAPITALISMO AMERICANO: Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas.
> Fica surpreso quando ela morre.
>
CAPITALISMO FRANCÊS: Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.
>
CAPITALISMO CANADENSE: Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem.
Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.
>
CAPITALISMO JAPONÊS: Você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.
>
CAPITALISMO ITALIANO: Você tem duas vacas. Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!!!
>
CAPITALISMO ENRON : Você tem duas vacas. Vende três para a sua companhia de capital aberto usando garantias de crédito emitidas por seu cunhado. Depois faz uma troca de dívidas por ações por meio de uma oferta geral associada, de forma que você consegue todas as quatro vacas de volta, com isenção fiscal para cinco vacas. Os direitos do leite das seis vacas são transferidos para uma companhia das Ilhas Cayman, da qual o sócio majoritário é secretamente o dono. Ele vende os direitos das sete vacas novamente para a sua companhia. O relatório anual diz que a companhia possui oito vacas, com uma opção para mais uma. Você vende uma vaca para comprar um novo presidente dos Estados Unidos e fica com nove vacas.
Ninguém fornece balanço das operações e público compra o seu esterco.
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CAPITALISMO BRITÂNICO: Você tem duas vacas. As duas são loucas.
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CAPITALISMO HOLANDÊS: Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.
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CAPITALISMO ALEMÃO: Você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
CAPITALISMO RUSSO:
Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42.
> Conta de novo e vê que tem 12 vacas. Você para de contar e abre outra garrafa de vodca.
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CAPITALISMO SUÍÇO: Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vaca dos outros.
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CAPITALISMO ESPANHOL: Você tem muito orgulho de ter duas vacas.
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CAPITALISMO PORTUGUÊS: Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce...
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CAPITALISMO CHINÊS: Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. Você se gaba de ter pleno emprego e alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.
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CAPITALISMO HINDU: Você tem duas vacas. Ai de quem tocar nelas.
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CAPITALISMO ARGENTINO: Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês. As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano do FMI.
CAPITALISMO BRASILEIRO: Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV- Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presumia que você tivesse 200 vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo....
É com muito pesar que constato o baixo nível educacional e cultural do público que aprecia heavy metal, especialmente os mais jovens. Digo isso após ler as seções de cartas de revistas especializadas como Rock Brigade, Roadie Crew, Valhalla, Rock Press, Dynamite e sites variados. Nos shows, a constatação é a mesma. Se o público é fiel, ao mesmo tempo, em sua maioria, é preconceituoso, imaturo, autoritário, inculto, mal-educado, desinformado e semi-analfabeto, além de consumir pouco.
Chega a ser irritante o tanto de imbecis que ficam mendigando nas lojas da Galeria do Rock, no centro de São Paulo, por descontos de R$ 1,00, R$ 2,00 em CDs que custam R$ 15,00 ou R$ 17,00 (e que geralmente estão em promoção). Esse mesmo público lamenta e reclama demais de pagar R$ 80,00 por um show de bandas internacionais de terceira linha, como Nightwish, Tristania e outras semelhantes, só que também são incapazes de pagar R$ 5,00 mais um quilo de comida perecível para ver um show de grandes bandas bandas nacionais, como Wizards, Dark Avenger, Fates Prophecy, Kavla, Hangar, Torture Squad e muitas outras interessantes.
As publicações têm se esforçado bastante para estar à altura do que deveria ser a cena, melhoraram demais os projetos gráficos e editoriais (principalmente a Rock Brigade, a Roadie Crew e a Valhalla), estão até mesmo conseguindo arrumar mais e mais anunciantes, mas o público, em sua grande maioria, não acompanha essa evolução. E depois esse mesmo público reclama de discriminação nas esclas e faculdades e na mídia em geral, que trata os "metaleiros" de forma estereotipada.
Por isso, força a os headbangers autênticos, aqueles que são inteligentes e que mantêm a cena viva com educação, respeito, seriedade, informação de qualidade e apoio às bandas nacionais e gravadoras inddependentes.
terça-feira, julho 16, 2002
Jornal Nacional acaba de mostrar que uma multidão depredou 40 ônibus no distrito Federal por causa do aumento da tarifa. A gentalha que destruiu vai a pé trabalhar amanhã, para aprender a ser gente, ser humano. A polícia, para variar, chegou atrasada, e não conseguiu conter a violência. Tinha é que baixar o porrete na turba idiotizada, que merecia muita porrada. E as possíveis mortes deveriam ser contabilizadas na conta dos manifestantes.
segunda-feira, julho 15, 2002
"Behind Blue Eyes", de Pete Townshend e celebrizada por The Who:
No one knows what it's like/
To be the bad man/
To be the sad man/
Behind blue eyes /
No one knows what it's like/
To be hated/
To be fated/
To telling only lies/
But my dreams/
They aren't as empty/
As my conscience seems to be/
I have hours, only lonely/
My love is vengeance/
That's never free/
No one knows what it's like/
To feel these feelings/
Like I do/
And I blame you/
No one bites back as hard/
On their anger/
None of my pain and woe/
Can show through/
But my dreams/
They aren't as empty/
As my conscience seems to be/
I
have hours, only lonely/
My love is vengeance/
That's never free/
When my fist clenches, crack it open/
Before I use it and lose my cool/
When I smile, tell me some bad news/
Before I laugh and act like a fool/
If I swallow anything evil/
Put your finger down my throat/
If I shiver, please give me a blanket/
Keep me warm, let me wear your coat/
No one knows what it's like/
To be the bad man/
To be the sad man/
Behind blue eyes/
A vida em um pedacinho
No embalo, uma das melhores músicas já compostas no mundo pop/rock/blues. "Life by the Drop" é de Doyle Bramall e Barbara Logan, cantada magistralmente, em formato acústico, pelo genial Stevie Ray Vaughan
Hello there, my old friend/
Not so long ago it was 'til the end/
We played out in th' pouring rain/
On our way up the road we started over again/
You're livin' our dream, wo you on top/
My mind is achin', Lord it won't stop/
That's how it happens livin' life by th' drop/
Up and down that road in our worn out shoes/
Talkin' 'bout good thangs, singin' th' blues/
You went your way, I stayed behind/
We both knew it was justa matter of time/
You're livin' our dream, wo you on top/
My mind is achin', Lord it won't stop/
That's how it happens livin' life by th' drop/
No wasted time, we're alive today/
Churnin' up th' past, there's no easier way/
Time's been between us, a means to an end/
God it's good to be here walkin' together my friend/
We're livin' our dreams/
My mind's stopped achin'/
That's how it happens livin' life by th' drop/
Uma ode a Stevie Ray Vaughan
Essa é "Life Without You", de Stevie Ray Vaughan, cantada por ele mesmo. Uma homenagem a ele e também um breve momento de romantismo por aqui...
Well hello baby, Tell me, How have you been?/
We all have missed you, And the way you grin/
The day is necessary, Every now and then/
For souls to move on, Given life back again/
Fly on, Fly on, Fly on my friend/
Go on, Go on and live again, Love again/
Cause day after day, Night after night/
Sittin' here singin', every, every minute/
As the years go passin' by, by, by, by/
A long look in the mirror, We come face to face/
Wishin' our love we took for granted/
A love we had yesterday, Cause Life Without You/
All the love, you've passed our way/
Angels have waited, for so long/
Now they have their way/
Take your place..../
Um pouco de nostalgia... a letra abaixo é de "Requiem", do álbum "Solid Ball of Rock" (1990), uma das melhores músicas do Saxon, banda inglesa de heavy metal, e uma das mais legais músicas de rock já escritas. Ela foi escrita em homenagem a Bon Scott (AC/DC), John Bonham (Led Zeppelin), Phil Lynott (Thin Lizzy), Keith Moon (Who), John Entwistle (Who), Brian Jones (Rolling Stones), Freddie Mercury (Queen), Jim Morrison (Doors), Janis Joplin, David Byron e Gary Thain (Uriah Heep), John Lennon e George Harrison (Beatles), Mama Cass Elliot (Mamas and the Papas), Dennis Wilson (Beach Boys), Steve Marriot e Ronnie Lane (Small Faces), John Glascock (Jethro Tull), Dee Dee e Joey Ramone...
Requiem (We Will Remember)
Written By : Byford/Oliver/Carter/Glockler
Somewhere in the night a candle burns for you/
The eternal flame the light keeps shining on/
Your music is immortal it stood the test of time/
You're gone but not forgotten, you walk with us/
We will remember/
They were born to rock 'n' roll/
We will remember/
Woah-oh/
This song's a celebration of what you gave to us/
The legacy you left still marches on/
But still they play your music all around the world/
Blasting through the airwaves to the stars/
We will remember/
They were born to rock 'n' roll/
We will remember/
Woah-oh/
From London to Chicago/
From the mountains to the sea/
The legacy you left will never die/
We will remember/
They were born to rock 'n' roll/
We will remember/
Woah-oh/
We will remember/
They were born to rock 'n' roll/
We will remember/
Woah-oh/
From London to Chicago/
From the mountains to the sea/
We will remember/
They were born to rock 'n' roll/
We will remember/
Woah-oh/
(Repeat to end)/
sexta-feira, julho 12, 2002
Uma grande homenagem será feita ao baixista John Entwistle, do Who, morto no mês passado de ataque cardíaco aos 57 anos. Sai em 27 de agosto uma versão em estéreo do álbum de estréia da banda, o "The Who Sings My Generation", que além de contar com clássicos como "The Kids Are Alright" e "My Generation", vai trazer nada menos que dezessete faixas bônus; dentre elas, covers de "Please, Please, Please" (James Brown) e "I'm A Man" (Bo Diddley), versões instrumentais e takes alternativos de "My Generation" e muitas outras coisas.
O álbum, de 1965, é considerado um clássico dos anos 60, com um impacto fulminante nas paradas inglesas. Tanto que chegou a ricalizar com "Help", dos Beatles, e "Out of Our Heads", dos Rolling Stones. Um destaque especial para a música "The Ox", um instrumental pesadíssimo, que nada mais é uma grande jam envolvendo Entwistle, Pete Townshend (guitarra), Keith Moon (bateria), todos do Who, mais o ótimo pianista Nicky Hopkins (morto em 1995). A música é assinada pleos quatro.
quinta-feira, julho 11, 2002
O atacante Luizão é um dos jogadores de pior caráter existente no futebol mundial. Se ele tinha alguma razão quando deixou o Corinthians no primeiro semestre, perdeu-a totalmente ao sacanear o Grêmio, abandonando o time gaúcho em plena semifinal da Taça Libertadores de América. Leia mais aqui.;
Luizão é um cara safado, que merece tudo de ruim na carreira pela maneira nojenta como se comporta. Ele é tão asqueroso quanto Marcelinho Carioca. os dois se merecem.
Tolerância tem limites. Quando o Feyenoord, da Holanda, atual campeão de Copa da Uefa, apresentou os novos uniformes do time para a próxima temporada, um detalhe desagradou aos torcedores. Nas partidas fora de casa, os goleiros usariam uma camiseta cor-de-rosa. A coloração causou tantos protestos na torcida que nesta quarta-feira a direção do clube anunciou que iria pedir à fornecedora de material esportivo outra opção de uniforme.
"Nem mesmo o nosso goleiro, Edwin Zoetebier, gostou da camisa. O Feyenoord vai testar uma outra cor, mais masculina", disse o técnico da equipe, Hans Hagelstein, lembrando que o rosa é cor símbolo do movimento gay.
Desde os primeiros treinamentos do time nesta temporada, os torcedores holandeses mostraram sua revolta com o uniforme, considerando a escolha das cores um "insulto". Várias pessoas telefonaram e mandaram e-mails para a sede do clube protestando. Nada mais justo. Além de ser uma cor feia de camisa, mexe com um dos mais sagrados tabus do futebol, o homosseuxalismo. O futebol não admite isso e é bom que assim seja. O jogador pode ser homossexual, é um direito e opção dele, mas não pode "bicha", "afeminado".
quarta-feira, julho 10, 2002
O ator americano Mike Myers, mais conhecido por interpretar o agente Austin Powers, poderá encarnar nas telas o baterista do The Who, Keith Moon. Myers afirmou que já conversou com o líder da banda, Roger Daltry, sobre seus planos de fazer um filme sobre o baterista, morto aos 32 anos por uma overdose, em 1978. "Ele era um personagem fascinante", disse Myers.
Daltrey disse que há muito tempo vem querendo fazer um filme sobre a vida de Moon e afirmou que Myers é o ator perfeito para isso.
"Mike é um gênio", disse o músico. "Você realmente consegue enxergá-lo vivendo o Keith." Moon costumava aparecer em público fantasiado e, certa vez, instalou explosivos em sua bateria para "incrementar" a apresentação da música "My Generation" durante um programa de televisão.
Em seu 20º aniversário, o baterista do The Who e seus amigos fizeram uma enorme festa em um hotel da rede Holiday Inn nos Estados Unidos e o grupo foi proibido de entrar em qualquer filial da empresa.
Homer Simpson vai acampar com os Rolling Stones em um episódio do desenho animado Os Simpsons. Mick Jagger e Keith Richards gravaram as vozes de seus personagens em um episódio do programa que deve ir ao ar na emissora de TV americana Fox em novembro. No programa, o patriarca da família vai para um "acampamento de rock n´ roll" com os integrantes da banda, que comemora 40 anos de formação este ano. Nos 13 anos em que está no ar, a série já teve inúmeras participações especiais, de nomes como Paul McCartney, U2, Aerosmith, Ramones, Who e Elizabeth Taylor.
terça-feira, julho 09, 2002
Tirado do blog Hapax Legomenon, do brother Leandro Woyakoski, a respeito da obra-prima "Revolver" (1966), dos Beatles. Assino embaixo:
Por ser político ("Taxman") sem ser engajado.
Por ser libertário ("Got to get you into my life") ser ser demagógico.
Por usar cordas para falar de solidão ("Eleanor Rigby") sem ser piegas.
Por ser vanguarda ("Tomorrow never knows") sem ser chato.
Por falar de corações quebrados ("For no one") na exata medida.
Por falar de coisas banais ("I’m only sleeping") sem ser banal.
Por ser criativo e inteligente ao cantar para crianças ("Yellow Submarine").
Por falar da urgência do amor ("Love you to") sem ser brega.
Manter o adolescente romântico ("Here, there and everywhere") e soar autêntico.
Zoar grandão com quem tudo tem ("And your bird can sing") e fazer um puta rock and roll.
Saudar o sol ("Good day sunshine") sem ser propaganda de margarina.
Fazer rock ácido ("She said, she said") a partir de uma observação sobre a vida.
Falar do cotidiano ("Doctor Robert") da maneira mais inglês possível (com ironia e wit).
Dar voz à timidez ("I want to tell you") de forma aberta e clara.
E fazer tudo isso em apenas 34 minutos. Nem uma música chega a ter três minutos! Não dá nem tempo para enjoar.
E ainda soar contemporâneo trinta anos depois.
segunda-feira, julho 08, 2002
Shaman anuncia shows brasileiros
O levantamento do Datafolha coploca uma informação que pode jogar por terra a crdibilidade da pesquisa sobre as torcidas. O Flamengo teria perdido popularidade por causa das más campnhas realizadas ultimamente em campenatos nacionais e no Rio-São Paulo.
Qualquer amante do futebol ou simples apreciador sabe desde que nasce um torcedor não muda de time. Muda de religião, muda de mulher, muda de opinião, muda de emprego, mas jamais troca de time. O time de futebol é um traço característico da personalidade dele. Sendo assim, a informação dada acima é preocupante.
Um time só perderia popularidade se houvesse um crescimento exagerado nas torcidas de outros times. Antigamente, as pesquisas sobre torcidas de futebol eram feitas com intervalos maiores, mas atualmente é feita a cada dois anos. Neste curto período de tempo, não dá para perceber um movimento tão grande de perda ou ganho de popularidade.
O mais importante movimento deste tipo ocorreu durante a década de 80 e início dos anos 90, quando a torcida do São Paulo enconstou na do Vasco e na do Palmeiras na briga pela terceira maior torcida do país.. Isso demorou mais dfe dez anos, desde a famosa pesquisa Ibope/Placar feita em 1982.
Portanto, a pesquisa foi malfeita, pegando um público muito grande de gente que não acompanha futebol, ou até mesmo pegando um universo muito pequeno de torcedores. Tem algo de errado nisso.
A popularidade do Flamengo caiu nos últimos 12 meses, mas segue como o clube mais preferido do país, em levantamento publicado ontem pelo Datafolha.
Em relação junho de 2001, o time carioca caiu um ponto percentual e tem hoje o apoio de 17% da população, seguido por Corinthians (13%), Palmeiras (8%), São Paulo (7%) e Vasco (5%).
A diminuição do número de flamenguistas se deve principalmente ao vexame no Campeonato Brasileiro (24º colocado, entre 28 equipes), na Taça Libertadores da América (último colocado no Grupo 8) e no Torneio Rio-São Paulo (13º, entre 16 times).
Já o Corinthians, que conquistou neste ano a Copa do Brasil e o Rio São Paulo, teve um aumento de dois pontos percentuais em relação ao ano passado.
A preferência pelo Flamengo é maior entre os mais jovens (21%), os residentes no Nordeste (26%), os que têm muito interesse por futebol (21%) e pela Copa do Mundo de 2002 (21%).
A pesquisa do Datafolha é um levantamento por amostragem estratificada por sexo e idade com sorteio aleatório dos entrevistados. O conjunto de eleitores acima de 16 anos do país é tomada como universo da pesquisa e dividido em quatro sub-universos que representam as regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Norte/Centro-Oeste.
Em cada sub-universo os municípios são agrupados de acordo com a localização e o nível sócio-econômico. Dentro de cada grupo são sorteados municípios estratificados pelo porte correspondente. Através de um processo de sorteios sucessivos, chega-se ao bairro, a rua e ao indivíduo.
Nesse levantamento realizado em 7 de junho de 2002, foram entrevistadas 2793 pessoas em 171 municípios de todas as unidades da Federação. A margem de erro máxima decorrente desse processo de amostragem é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%.
sexta-feira, julho 05, 2002
quinta-feira, julho 04, 2002
1 - Acha o máximo passear no Lago dos Patos da Vila Galvão;
2 - Assistir a "rachas" na avenida Vinte Metros;
3 - Torcer pelo Macedo e pelo Flamenguinho de Itapegica;
4 - Ir ao capega Cine Star;
5 - Passear no Poli shopping;
6 - Enfrentar a multidão na rua Dom Pedro II;
7 - Mexer com as meninas do Claretiano e do Virgo Potens;
8 - Disputar finais de campeonatos municipais no Fioravante e na Divinolândia;
9 - Assistir a jogos no estádio Cícero Miranda;
10 - Ir às domingueiras e mingaus do Recreativo e do Nosso Clube;
11 - Falar mal do E.C. Vila Galvão;
12 - Reclamar das enchentes do córrego Cabuçu;
13 - Falar mal do thomeu e do Néfi Tales;
14 - Falar mal dos "riquinhos" do Parque Maia;
15 - Acha o máximo ir passear no aeroporto de Cumbica;
16 - Acha demais passear na Base Aérea de Cumbica;
17 - Reclama do trânsito da Timóteo Penteado;
18 - Achava legal se orgulhar das empresas Olivetti, Philips e Pfizer;
19 - Falar mal do Jardim Moreira e do Picanço;
20 - Ouvir a antiga rádio Universitária, atual Líder FM;
21 - Fazer zona no fundo dos ônibus da E. O. Vila Galvão;
22 - Jogar bola nos ginásios da Ponte Grande;
23 - Ir às festas juninas dos colégios Homero, Integrado e Conselheiro;
24 - Reclamar das piscinas da ACM;
25 - Fazer compras no Morita;
26 - Achar o coreto da praça Getúlio Vargas o máximo;
27 - Achar o footing na rua Sete dce Setembro (centro) o máximo;
28 - Andar de bicicleta nas avenidas Salgado Filho e Paulo Faccini;
29 - Comprar queijo na fábrica Teixeira;
30 - Ter medo de ir ao Jardim Palmira;
31 - Invadir e brincar no antigo e antes abandonado Liceu do Lago;
32 - Tomar chopp e sorvete no Postinho;
33 - Comer até cair no Chico Frios;
34 - Comprar jogo de botão no Galvila;
35 - Reclamar da breguice do Internacional Shoping;
36 - Zombar do bairro dos Pimentas;
37 - Ir engessar o braço ou perna no Stella Maris ou no Carlos Chagas;
38 - Comer churrasco no Guaru Center;
39 - Comer feijoada no Minhoto;
40 - Comer carne no Brasinha;
41 - Ir à festa da colônia japonesa da Uceg;
42 - Reclamar dos buracos da alameda Iaiá;
43 - Doar alimentos para o Instituto Padre Chico e para as Casas André Luiz;
44 - Fazer primeira comunhão na Matriz;
45 - Fazer trabalhos na Biblioteca Municipal;
46 - Rir dos casamentos bregas na Igreja do Rosário;
47 - Receber todo ano calendário do vereador Roberto Ribeiro;
48 - Passear no carro de Bombeiros na Monteiro Lobato;
49 - Desprezar as choperias da Paulo Faccini mas não sair de lá;
50 - Passar do lado da Bauducco só para sentir o cheiro dos panetones.
51 - Comprar pão na Padaria Barão
52 - Comer rodízio de carne no Roda Viva.
Não dá para qualificar o que aconteceu com a seleção brasileira no Rio de Janeiro após seus jogadores estarem 50 horas acordados. O apedrejamento do ônibus depois que os jogadorees decidiram interromper a carreata no rio é um daqueles lances dignos de nojo, de vômito total. A gentalha que perpetrou tal atrocidade tinha de ser duramente reprimida pela polícia. Um bando de gente sem ter o que fazer que ficou o dia inteiro nas ruas esperando para ver jogadores em frangalhos e massacrados por uma programação burra e incompetente. Os menos culpados foram os jogadoes e a gentalha ainda atirou pedras. Tinha todos de apanhar muito da polícia. Bem fizeram os paulistanos, que se cansaram e foram embora sem esperar a seleção.
Para aqueles que acham que o PT cometeu "crimes hediondos" na questão das denúncias da propina em Santo André (NADA foi provado ou comprovado), aí vão algumas perguntas ainda sem resposta a respeito de investigações feitas pela Polícia Federal, tão "zelosa" na hora de grampear telefones ilegalmente de petistas:
Como andam as investigações da PF quanto ao Caso Sivam e suas motivações? No início do governo FHC, usando o mesmo argumento de investigar o narcotráfico, federais grampearam conversas do presidente da República e do chefe do cerimonial, o embaixador Júlio Sérgio Gomes. Na época, em jogo, a licitação do sistema de defesa da Amazônia.
Ricardo Sérgio recebeu ou não propina para auxiliar a compra da Vale do Rio Doce? Quem pagou, se pagou? Por que o delegado que apurava o caso foi afastado? Caso, lembre-se, que supostamente macularia a candidatura oficial.
E Paulo Maluf tem ou não tem US$ 200 milhões na britânica Ilha de Jersey?
O ex-ministro dos Transportes Eliseu Padilha participava ou não de um propinoduto no DNER? E todos os escândalos das privatizações? O que tem a Polícia Federal a informar aos contribuintes?
Para ficar nos fatos a serem narrados a seguir: o que descobriram os federais nesses dois anos de investigação sigilosa sobre o candidato do PT? Há algum resultado a apresentar?